Piadas de Caipira

O sujeito em busca de uma casa para alugar, pergunta a um caipira que passava na rua:

- Moço, você sabe quanto está o aluguel dessa casa?

O caipira prontamente responde:

- Está 750 reais.

O sujeito questiona:

- Por acaso, você sabe me dizer se passa ônibus aqui na porta?

E o caipira responde:

- Rapaz! Já vi passar geladeira, fogão, sofá... Mas ônibus, nunca vi passar não.

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O caipira emocionadíssimo com a primeira viagem de avião que ia fazer... senta-se no banco, todo nervoso, e daí a pouco faz um comentário com a aeromoça:

- Que interessante, as pessoas lá embaixo parecem formiguinhas.

E a aeromoça responde:

- Mas aquilo são formiguinhas mesmo. Nós ainda não levantamos voo...

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Um homem pergunta para um fazendeiro perto de um grande campo gramado:

- Senhor, você se importaria se eu cortasse caminho pelo seu campo para chegar na estação de trem mais rápido? Eu já estou atrasado e tenho que pegar o trem das 16:25.

O fazendeiro responde:

- Pode sim, claro! E se meu touro ver você, aposto que você vai conseguir pegar até o trem das 16:10.

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O caipira vai a uma consulta e o médico pergunta:

- O que senhor tem?

O caipira responde:

- Uma muié, uma vaca e uma galinha...

- Não é isso... O que o senhor está sentindo?

- Ah, tá! Vontade de largá a muié, vendê a vaca e comê a galinha com quiabo!

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Numa caçada pelo interior, um homem bem-vestido de Estocolmo mira e derruba um pato selvagem. Mas a ave cai no terreno de uma fazenda, e o fazendeiro diz que é dele.

- O pato é meu - protesta o citadino.

Como ninguém cede, o fazendeiro sugere resolver o problema à moda antiga:

- Com o pontapé caipira.

- O quê?

- Eu lhe dou um chute bem forte na virilha, depois você faz o mesmo comigo. Quem de nós dois gritar menos leva o pato.

O homem bem-vestido concorda. Então o fazendeiro se prepara e dá um pontapé daqueles nas “partes íntimas” do outro, que cai no chão e fica ali por uns vinte minutos. Quando consegue se levantar, diz, ofegante:

- Agora é minha vez.

- Nada disso - protesta o fazendeiro, se afastando. - Você pode ficar com o pato.

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Era uma vez um caipira que passou perto da estação de trem, espantado pelo barulho do trem, voltou para casa. Muitos meses se passaram e o filho dele ganhou um pequeno trenzinho do tio. Nervoso o caipira pegou um pau e quebrou todo o brinquedo e explicou:

- Eu vi um desse mais grande! Por isso tem que matar ele enquanto são pequenos!

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Um gerente de vendas recebeu o seguinte e-mail de um de seus novos vendedores:

"Seo Gomis, o criente de Belzonti pidiu mais cuatrocenta pessa. Faz favô di tomá as providenssa. Abrasso, Nirso"

Aproximadamente uma hora depois, recebeu outro e-mail:

"Seo Gomis, os relatório di venda vai xegâ trazado proque nóis tá fexano umas venda. Temô di mandá mais treis mir pessa. Amanhã tô xegano. Abrasso, Nirso"

No dia seguinte, mais um e-mail:

"Seo Gomis, num xeguei pucauza de que vendi mais deis mir pessa em Beraba. Tô ino pra Brazilha. Abrasso, Nirso"

No outro dia:

"Seo Gomis, Brazilha fexô vinte mir. Vô pra Frolinopis e di lá pra Sum Paulo nu vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso"

E assim foi o mês inteiro.

O gerente, muito preocupado coma a imagem da empresa frente aos clientes, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor.

O presidente escutou atentamente ao gerente e disse:

- Deixa comigo! Eu tomarei as providências necessárias. E as tomou...

Redigiu de próprio punho o seguinte um aviso e o afixou no mural da empresa, juntamente com os e-mails do vendedor:

"A partí di ogi nóis tudo vamô fazê feito o Nirso, vamô si priocupá menus im iscrevê serto, módi vendê mais. Acinado, O Prezidenti."

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Morando em uma cidadezinha do interior, Zé era dono de uma casinha bem cuidada, com um belo jardim na frente e que contava com o destaque de uma árvore muito bonita. Por causa dessa árvore, Zé recebeu um apelido. Era Zé da Árvore pra cá, Zé da Árvore pra lá.

Muito tempo depois, Zé já estava irritado com a forma que lhe chamavam e decidiu cortar a árvore para dar fim ao apelido. Mas após cortar a árvore sobrou um toco, e não deu outra, começaram a chamá-lo de Zé do Toco.

Contrariado com o novo apelido, Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim. Mas não deu outra, o buraco que restou lhe rendeu o apelido Zé do Buraco.

Indignado com o apelido mais recente, Zé decidiu ele mesmo tapar o buraco no mesmo dia. E desse dia em diante ele ficou conhecido pela alcunha de Zé do Buraco Tapado.

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- Ô cumpadi, vamo na igreja?

- Ai cumpadi não posso ir não por causa das minhas galinhas.

- Não esquenta a cabeça não, Deus cuida.

Pois aí chegaram na igreja e o Padre fala:

- Deus está aqui!

- Viiiiixii, cumpadi, minhas galinha foi-se tudo.

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Zé e Cráudio prepararam um almoço juntos, e só haviam 2 pedaços de carnes na panela. Zé se serviu primeiro e pegou logo o maior pedaço de carne, mas Cráudio reclama:

- Uai Zé, cê num pode fazê isso não!

- Isso o quê, Cráudio?

- Cê foi o primero a pegar a comida, e colocô o maior pedaço pro cê. É farta de educação.

- Se fosse o cê, qual iria pegá?

- Uai Zé, o menor.

- Então tá tudo joia, de todo jeito o maior ia ser meu mermo.

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Certa vez o caipira decidiu visitar o seu compadre, e como a distância era muito grande, pela primeira vez ele iria andar de avião. E lá estava ele, todo despreocupado, o avião já havia decolado e já estava no meio do percurso. Pegou seu cigarro de corda, acendeu e começou a fumar. De repente a aeromoça apareceu e, vendo aquele fumaceiro todo dentro do avião, foi logo dizendo para o caipira:

- Meu senhor, você não sabe que é proibido fumar dentro da aeronave?

E o caipira responde:

- Então abre a porta que eu vô pitá lá fora.

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O caipira estava pescando no rio com a vara de pescar na mão e uma folhinha de capim na boca. De repente chega uma velhinha numa cadeira de rodas, se aproxima dele e puxa conversa. Conversa vai, conversa vem até que a velhinha diz:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui abraçada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um abraço na velha e depois volta pra pescaria.

Depois de algum tempo a velha torna a dizer:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui beijada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um beijo na velha e depois volta pra pescaria.

Depois de mais algum tempo a velha diz:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui amassada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um amasso na velha e depois volta pra pescaria.

Passou-se mais um tempo e a velha diz:

Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui fodida.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, coloca a velha na grama, quebra a cadeira de rodas, a joga no rio e diz pra velha:

- Agora a senhora tá fodida! Quero ver a senhora voltar a pé.

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Certo dia a netinha foi para a fazenda da vovó tirar férias chegando lá ela perguntou a vovó:

— Vovó o que é aquilo pendurado de baixo do burrinho?

— Netinha querida aquilo é "qualquer coisa" do burro.

No outro dia a netinha teve que preparar o almoço porque a vovó havia ficando doente. Querendo agradar perguntou:

— O que posso fazer de almoço vovó?

A vovó sem pensar no erro que estava cometendo, respondeu:

— Qualquer coisa, querida!

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