Os Vigaristas

Piadas de Caipiras

A Coisa do Burro

Certo dia a netinha foi para a fazenda da vovó tirar férias chegando lá ela perguntou a vovó:

— Vovó o que é aquilo pendurado de baixo do burrinho?

— Netinha querida aquilo é "qualquer coisa" do burro.

No outro dia a netinha teve que preparar o almoço porque a vovó havia ficando doente. Querendo agradar perguntou:

— O que posso fazer de almoço vovó?

A vovó sem pensar no erro que estava cometendo, respondeu:

— Qualquer coisa, querida!

Por Julia
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Pastel na Cidade Grande

O caipira tinha que ir para a cidade grande resolver um problema, mas como não queria passar vergonha na cidade grande, ficou treinando a fala na frente do espelho:

— Paster... paster... paaster... paster... — e dias se passaram. — Pasterlll... paasterlll... PASTEL! — pronto, o treinamento deu certo.

Chegando na rodoviária, foi logo entrando em uma pastelaria:

— Por favor, me dê um PASTEL!

— Pois não, senhor, de qual sabor?

— DE PARMITO, UAI.

Por WILSON(BERNADÃO)
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Postes na Zona Rural

Em plena planície, técnicos instalavam linhas de transmissão de energia nos postes. A certa altura, passa um caipira no seu trator, e ao ver os homens trabalhando começa a rir. O técnico irritado pergunta qual o motivo da risada, e o caipira ainda rindo exclama:

— Vê-se mêmo que são tudo bobão da cidade. Montaram a cerca tão alta que o gado vai passá por baixo.

Por Marcilio Santos
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Pílula do Rejuvenescimento

Dois caipiras estão proseando debaixo de uma árvore, quando um deles comenta:

— Ôce sabia, que meu vô de 83 anos é inventô? E ele acabou de inventá uma tar de pílula do rejuvenescimento?

— Rejuvesssc... O que é isso cumpadi?

— Essa tar de pílula, ôce toma e vai ficando mais moço, e meu vô, isprementô nele mesmo!

- E o que aconteceu?

— Ele tomou uma pílula e vortou a ter sessenta anos!

— Noooossa! E dispois?

— Ele quis fica mais moço ainda e tomou outra pílula a vortou a ter quarenta anos!

— Eita, sô.

— Num tava sastifeito e tomou mais uma pílula e vortou a ter vinte anos!

— Uai! Aí ele sossegou?

— Quar nada! ele falou qui quiria ficar iguar a um nenezinho novinho, tomou mais uma pílula e vortou a ficar com um ano e meio!

— Nossa senhora, sô, e o que aconteceu dispois?

— Aí, ele pegou sarampo e morreu!

Por wilson (bernadão)
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Leão Escapa da Jaula

O mineirinho vai ao circo no interior, a platéia está lotada. Ele só consegue um lugarzinho na última fila da arquibancada. Se senta e dá uma ajeitadinha no saco bem no meio de duas tábuas vergadas.

Alguns minutos depois, um leão escapa da jaula. O público se levanta e ameaça debandar. O mineirinho grita gemendo de dor:

— Senta, que o leão é manso!

Por WILSON (BERNADÃO)
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Casal de Véios Mineros

Conversa de um casar de véios minero:

— Que horas são?

— São seis hora véi, vamo levantar...

— Pra que a gente levantá tão cedo se a gente num tem nada pra fazer?

— Pra proveitá a vida, uai?

— Eu proveitava a vida quando era moço e sortêro.

— Se quiser ficar sortêro é só falá!

— Eu não. A única vantagem do casamento é tê arguém pra turar a gente dispois de véio, eu queria era vortá a sê moço, uai.

— Pare de sonhá e vamo levantá pra proveitá esse dia grorioso!

— Nossa, como a senhora tá bem humorada hoje, heim véia? Sonhô com o passarin verde?

— Muito mió, eu sonhei que era o meu aniversário e eu ganhei um balaio enoooorme cheio de pinto!

— Piiiinto?

— É véio, pinto... Desses que ocê usava até um tempinho atráis...

— Mas ocê sonhou com um balaio cheio de pinto?

— Cheim de pinto; tinha pinto de tudo quanté jeito; tinha pinto grande, piqueno, fino, grosso, preto, branco, um mais bunito que o outro...

— E o meu? O meu tamém tava no balaio?

— O seu? Tava lá num cantinho incuidinho, todo ismiriguido coitadinho!

No dia seguinte:

— Boooom dia, vamo levantá minha véia, vamo levantá, vamo proveitá a vida.

— Nossa? Como ocê tá bem humorado hoje véio! Sonhô com o passarin verde?

— Muito mió. Eu sonhei que era o meu aniversário e eu ganhei um balaio enooooorme, cheio de xoxóta.

— Verdade véio?

— Verdade verdadeira! Tinha xoxóta de tudo a qué jeito: piquinininha, grandona, loira, morena, ruiva, raspada, piluda; uma mais linda que a outra.

— E me diga uma coisa véio, a minha tamém tava lá?

— Ora, craro! A sua é que era o balaio!

Por WILSON (BERNADÃO)
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Mineiro Fazendo Xixi

O mineirinho estava fazendo xixi perto de uma cerca de uma grande fazenda. Um homem que passava pela estrada á pé, observou o que o mineirinho falava enquanto fazia xixi:

— Eta trem bão, sô! Nada como a gente fazê xixi no que é nosso, sô!

O homem curioso aproximou-se do mineirinho e perguntou:

— Boa tarde senhor, desculpe-me eu lhe perguntar mas este fazendão todo é do senhor?

E o mineirinho respondeu:

— Né não senhor, eu tô falando é das minhas botas.

Por WILSON (BERNADÃO)
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Mineirinhos na Beira da Estrada

Três mineirinhos estavam sentados à beira de uma estrada pela manhã quando passa um carro em uma velocidade que só deu pra ver a cor. Uma hora depois o primeiro fala:

— Era Volkswagi.

Depois do almoço os três se encontram na mesma estrada e outro fala:

— Era não! Era Fórdi.

E de noitinha, novamente na estrada, o terceiro:

— Óia, eu vô imbora que num gosto de discussão.

Por WILSON (BERNADÃO)
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Esposa do Mineirinho

O mineirinho acompanha a esposa ao médico ginecologista, que faz o diagnóstico:

— Meu senhor, sua esposa está precisando de verdura, ferro e cálcio.

E o mineirinho:

— Uai, dotô... Ver dura, ela tá sempre veno.

— Ferro, leva quastodia.

— Agora, se o senhor pudé colocá um cárcio, eu agardeço pruque ela tá meiforgada memo!

Por WILSON (BERNADÃO)
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Mineirinho no Shopping

Um minerinho de 15 anos de idade e seu pai entraram em um shopping pela primeira vez. Eles ficaram impressionados com quase tudo o que viram, mas especialmente por duas brilhantes paredes de prata que poderiam abrir e fechar. O menino perguntou:

— Ô que é isso, pai?

O pai, respondeu:

— Ô meu fi, nunca vi nada parecido com isso na minha vida, sei o que é não.

Enquanto os dois estavam assistindo com perplexidade, uma senhora idosa, chegou perto das portas e apertou um botão. As portas se abriram e a senhora passou entre elas e entrou em um quarto pequeno. As portas fecharam e o menino e seu pai observavam o pequeno número acima das portas acender sequencialmente. Eles continuaram a assistir, até que chegou o último número. E depois os números começaram voltar na ordem inversa. Finalmente, as portas se abriram novamente e uma linda loira de mais ou menos 24 anos, saiu do quartinho. O pai, sem tirar os olhos da moça, disse ao seu filho:

— Vái buscá sua mãe agora!

Não Vá Ali

Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:

— Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!

O fazendeiro responde:

— Ok, mas não vá naquele campo ali — diz, apontando para uma área cercada.

O oficial, puto da vida, diz indignado:

— O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo? — e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro. — Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda. A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

— Seu crachá! Mostre o seu CRACHÁ!

Caipira Imundo

O caipira, que tinha passado o dia lidando com a criação, precisa ir buscar umas coisas na cidade. Vai do jeito que está, com a roupa imunda, fedendo a suor. Está passando pela pracinha com a charrete, quando um senhor, todo engravatado, com cara de almofadinha, fala:

— Porco!

E o caipira, estendo a mão:

— Prazer! José Gerônimo!

Por Stennyo
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O Fim Está Próximo

Dois amigos caipiras estavam pescando à beira de uma estrada. Perto do lugar onde se situavam, eles fixaram uma placa com os dizeres: "O fim está próximo! Mude de rumo antes que seja tarde!"

Um motorista que estava passando no local gritou para os dois:

— Não me encham a paciência, seus malucos ! Você não sabem o que estão falando. Que bobagem é essa?

Pouco tempo depois, eles ouviram um barulho muito alto. Um dos amigos falou para o outro:

— Eu estava pensando...

— Diga.

— Você não acha que era melhor a gente só ter escrito na placa "Ponte quebrada à frente"?

Por Wilson
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Promessa do Feijão

Dois compadres resolveram pagar uma promessa feita para "Nossa Senhora de Abadia" no Triângulo Mineiro. O milagre atendido pela santa foi tão grande que os dois resolveram colocar três feijões em cada botina e ir caminhando cerca de 80 quilômetros, e assim fizeram. Andaram mais ou menos 5 quilômetros e um dos compadres ficou um pouco para trás.

— Vamo, cumpade! Assim nóis num chêga a tempo pra missa.

— Ai sô! Num sei se essa ideia de colocá os fejão na butina foi boa não!

Andaram mais uns 5 km e o compadre já se arrastava e ficando cada vez mais para trás.

— Ô cumpade, num tô guentano mais os meus pé.

— Êita sô! Intão vamo arriá de baixo daquela árvore ali.

O que estava bem, sentou-se tirou a botina, estalou os dedos e deu um belo góle numa pinga. O outro se arrastando e reclamando, mal conseguiu tirar as botinas e nem quis saber da pinga.

Ao ver que os pés do amigo estavam à flor da pele, disse:

— Que que isso cumpade? Seus pé ta té pareceno que ocê tava andano discarço na braza!

— Pois é sô! Os fejão cabô com meus dedo tudo!

— Uai cumpade! Ocê num cuzinhô os fejão antes não?

Por Ti Nêgo
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O Curandeiro e o Mineirinho

O rebanho do mineirim estava doente, morrendo; ninguém conseguia curar. O veterinário da cooperativa de Guaxupé já tinha tentado todos os tratamentos possíveis. Aí ficou sabendo que havia um curandeiro nas redondezas, lá pros lados de Jacuí, que fazia umas rezas e benzeções e era a única pessoa que poderia salvar seu rebanho e o chamou.

O curandeiro disse que salvaria o gado do mineirim, mas que, para isso, teria que ficar trancado no quarto sozinho com a mulher dele — (uma morena gatíssima) — para fazer o ritual.

O caipira ficou meio preocupado, mas topou. Afinal, era a única maneira de salvar o seu gadinho...

O benzedor apanhou um pedaço de pau no quintal, foi para o quarto com a moça, apagou a luz e começou:

— Passo o pau nos joeio, pra curá os boi vermeio!

— Passo o pau nas coxa, pra curá as vaca mocha!

— Passo o pau na viría, pra curá as novía!

Nesse ponto, o mineirim, que estava ouvindo o ritual com o ouvido colado na porta, gritou depressa:

— As vaca preta e os boi zebú cê pode dêxá morrê!

250 Cavalos

Um cidadão distinto, porém muito convencido, passa por uma estrada do interior, montado em um carro de luxo, e quando cruza com um caipira simplório, sobre uma velha carroça, comenta com tom de zombaria:

— Bom dia moço? Onde é que o senhor vai com esse cavalho magrelo puxando essa carroça?

— Vou até a próxima cidade, fica a uns vinte e cinco quilômetros, responde o caipira.

O senhor vai levar dois dias pra chegar até lá, enquanto eu chego em dez minutos, ouvindo um som, com ar condicionado, além do que estou montado em 250 cavalos de potência.

— O caipira se assusta, 250 cavalos?

— É isso mesmo, bem preciso ir, tchau caipira, vê se ajuda o cavalo ai com essa carroça.

E o distinto sai em disparada.

Após alguns quilômetros, o caipira avista um homem ao lado do carro, embicado num lago, logo após uma curva fechada, ele reconhece o homem, e dispara sem dó:

— Oi moço, tá dando água para a tropa?

Conteúdo Escrotal de Testículos

Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.

Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.

Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.

Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:

— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!

O calejado senhor respondeu:

— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!

Conservando o Leite

Um casal de caipiras é convidado a responder a uma enquête do canal de televisão sobre o melhor processo para o leite não azedar. A mineirinha, não querendo passar vergonha, observa atentamente uma senhora da cidade responder:

— É ferver e deixar o resto na geladeira...

Quando chega sua vez de falar, não titubeia:

— É só tirá o que precisa e deixá o resto na vaca, uai!

Conversa Para Quebrar o Gelo

O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa. Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós, falaram sobre o tempo...

— Será qui chove?

— Pois é...

Ficô um grande silêncio... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:

— Cumadi... qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?

— Ah, cumpadi...cê mi pegô sem pó...

Cachorro do Mineirinho

Certo dia, em uma cidadezinha no interior de Minas em um boteco haviam quatro caipiras jogando cartas, quando de repente surge um carioca em sua linda pick-up. Ele entra na birosca, pede uma bebida, vai em direção aos caipiras que jogavam, soca a mesa e diz:

— Tá vendo aquela pick-up dentro dela tem um pit bull assassino.

Um dos caipiras diz:

— Óia sinhô, tenhu náda cu issu naum, máis tem um tar de cumpadi Totonho qui tem um cachorru brabu.

O carioca ao ouvir começa a rir e faz a seguinte proposta:

— Pago mil reais por um, que o meu pit bull vai liquidá-lo em cinco minutos!

O caipira levanta e vai buscar o cumpadre Totonho, de repente surge o cumpadre Totonho cheio de cana com o seu cachorro leproso e cheio de bicheiras. O carioca cai na gargalhada e zomba:

— É esse bichado que vai detonar o meu pit bull?

O carioca pede ajuda de dez caipiras para retirar o pit bull de dentro do carro. Quando todos estavam preparados para a grande briga, cumpade totonho diz para o seu cachorro:

— Naum vái me decepicionár naum hein meu bichinhu...

Então soltaram o pit bull que saiu em direção ao cachorro de compadre Totonho, que continuava imóvel. Quando se aproximou para morder levou uma
patada e caiu duro. O carioca se aproximou do cão e falou:

— Levanta meu bichinho!

Compadre Totonho respondeu:

— Uai, é ruim! Tá moito sô.

Perplexo o carioca quis comprar o cão, mas o compadre Totonho disse que não estava a venda. O carioca perguntou qual era o seu pedigree e compadre Totonho curioso perguntou:

— Uai, que isso?

O carioca falou:

— Como o senhor conseguiu esse cachorro?

E Totonho respondeu:

— Ah, a muito tempo atrás teve um circo aqui, quando foi embora o dono me deu este cãozinho que eu levei pra casa e aparei a cabeleira dele!

Pechincha do Mineirinho

O mineirinho fazia muito tempo que não via a fruta... Chegou na Casa de Diversão masculina e disse para a menina:

— Quanto você cobra?

— 100 reais.

— Muito caro uai ...que isso? Muito caro!

— Então 50 reais.

— Não, não... eu só tenho 12 reais.

— É muito pouco... por este valor eu não dou.

— Então eu te dou 12 reais e o meu celular.

A gata pensou, pensou, avaliou o momento econômico e disse:

— Topo.

Foram para o quarto, deram uma senhora de uma trepada...

O mineirinho levantou, botou as calças e deu 12 reais para a menina, que falou:

— E o celular?

— Anota aí... 8854-9875!

Medições do Engenheiro

O mineirinho observando o engenheiro com o teodolito:

— Dotor, pra quê serve esse treco aí?

— É que vamos passar uma estrada por aqui, estou fazendo as medições.

— E precisa desse negócio pra fazê a estrada?

— Sim, precisa. Vocês não usam isso pra fazer estrada não?

— Ah, não, home. Aqui quando a gente qué fazê uma estrada, a gente sorta um burro e vai seguindo ele.

Por onde o bicho passá, é o mió caminho pra se fazê a estrada.

— Ahh, que interessante — respondeu o engenheiro. — E se vocês não tiverem o burro?

— Bem, daí a gente chama us engenheiro...

Pedidos do Mineirinho

O mineirinho ia andando pela praia e de repente, encontra uma lâmpada. Começou a esfregá-la como tinha visto nos filmes do Aladim e eis que surge um gênio.

— Você tem direito a três pedidos — disse o gênio.

O mineirinho pensou, pensou, pensou e por fim se decidiu:

— Eu quero um queijo enorme!

— Abracadabra! — disse o gênio e apareceu um queijo enorme. — Qual é o seu segundo pedido?

O mineirinho pensou, pensou, pensou e disse:

— Eu quero uma mulher!

— Abracadabra! — disse o gênio e apareceu uma morena lindíssima. — Qual é o seu último pedido?

— Eu quero mais um queijo! — respondeu o mineirinho.

— Abracadabra! — disse o gênio e surgiu um outro queijo maior ainda. — Bem, meu amo, antes de eu ir, me satisfaça uma curiosidade. Por que você pediu dois queijos?

— É que eu fiquei com vergonha de repetir o mesmo pedido três vezes!