Piadas de Escola

Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres, havia um professor que não o suportava, mas Gandhi não baixava a cabeça. Um dia o professor estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos. O professor disse:

- Senhor Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

- Ok, professor. Já estou voando... e foi para outra mesa.

O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas. Então resolve fazer a seguinte pergunta:

- Senhor Gandhi, indo o senhor por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a sabedoria e um pacote com muito dinheiro. Com qual deles ficava?

Gandhi respondeu:

- Claro que com o dinheiro, professor!

- Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

- Tem razão professor, cada um ficaria com o que não tem!

O professor furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou. Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:

- Professor, o senhor assinou a prova, mas não deu a nota!

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De manhã, a mãe bate na porta do quarto do filho:

— Filho acorda!

— Hoje não vou a escola! E não vou por três motivos: estou morto de sono, detesto aquele colégio e não aguento mais os professores.

— Mas você tem que ir, filho! E por três motivos: você tem um dever a cumprir, já tem 45 anos e é o diretor do colégio.

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A professora dava uma aula onde explicava aos garotos o que significa a palavra "dedução". Após demorada e detalhada explicação, perguntou a um aluno:

— Fabinho! Dê-me um exemplo de dedução.

— Ok professora. Ontem, quando cheguei em casa, olhei na garagem e só vi o Jaguar, então eu deduzi que meu pai foi trabalhar de Rolls Royce.

— Muito bem Fabinho. Agora você Paulinho. Me dê outro exemplo de dedução.

— É professora, eu também cheguei em casa ontem e vi o Monza do papai na garagem, então eu deduzi que meu papai foi trabalhar de ônibus.

— Muito bem Paulinho. Agora você Joãozinho, me dê outro exemplo.

— Professora, ontem quando cheguei em casa vi minha vó entrando no banheiro com o jornal embaixo do braço. Ai eu deduzi: "Deve tá indo cagar, porque não sabe ler!"

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A professora explica:

— Para termos uma alimentação saudável é importante saber o que devemos comer. Por exemplo, o pão é um alimento que engorda.

Um dos alunos não concorda:

— Isso é mentira professora, o pão não engorda, quem engorda é a pessoa que come ele.

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Dois colegas de trabalho estão comentando sobre seus relacionamentos.

— Eu ando muito sozinho, quero achar uma mulher legal...

— Pois é, João. A situação anda difícil prá todo mundo.

— As coisas eram mais fáceis antes, quando éramos jovens. Quando eu era mais novo, a mulherada vivia atrás de mim!

Surpreso, o sujeito pergunta:

— Sério? Você era o garanhão da escola? Não acredito! Explica isso direito...

Ele responde:

— Não é que eu era garanhão...

— Ah, deixa disso! Não seja humilde.

— A verdade é que eu era ladrão de bolsas.

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Três colegas de escola começam a exaltar as qualidades de seus pais durante o recreio. Em um momento da conversa, um deles diz:

— O meu pai é quem corre mais rápido. Ele é capaz de atirar uma flecha, começar a correr e ultrapassar a flecha.

— Você acha isso rápido? O meu pai é caçador. Ele consegue dar um tiro e chegar ao alvo antes da bala.

— Vocês dois não sabem o que é rapidez.

— Ah, é? O que seu pai faz?

— O meu pai é funcionário público. Ele trabalha até às 18h, mas consegue estar em casa às 16h45.

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Duas senhoras chegam ao mesmo tempo no caixa do banco, com muita pressa. Uma dizia:

— Primeiro eu, ainda tenho que levar as crianças para a escola!

A outra retrucava:

— Primeiro eu, que moro mais longe!

O caixa, muito esperto, resolveu acabar com a briga dizendo:

— Primeiro eu vou atender a mais velha!

As duas se olharam e disseram:

— Sua vez! Pode ir!

— Não. Primeiro você. Não ouviu o moço dizer?

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Dilma Rousseff foi visitar uma escola para conversar com as criancinhas, acompanhada de uma comitiva. Depois de apresentar todas as maravilhosas propostas para seu governo, disse às criancinhas que iria responder perguntas. Uma das crianças levantou a mão e, Dilma perguntou:

— Qual é o seu nome, meu filho?

— Paulinho.

— Qual é a sua pergunta, Paulinho?

— Eu tenho 3 perguntas para a senhora: "Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?" , "Quem matou o Prefeito Celso Daniel?" e "A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?".

Dilma fica desnorteada, mas neste momento toca a campainha para o recreio e ela aproveita e diz que continuará a responder depois do recreio. Após o recreio, Dilma diz:

— OK, onde estávamos? Acho que ia responder perguntas. Quem tem perguntas?
Um outro garotinho levanta a mão e Dilma aponta para ele.

— Pode perguntar meu filho. Como é o seu nome?

— Joãozinho, e tenho 5 perguntas.

— Quais, Joãozinho?

— As perguntas são: "Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?" , "Quem matou o Prefeito Celso Daniel?" , "A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?" , "Por que o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?" e "Cadê o Paulinho?".

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Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça Grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de Laranjas. Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente. Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

— Tudo bom, Cabeçudo?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele. Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora. A família da vítima era Rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas. Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de "Zé Caneado", advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre. Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Quando todo mundo pensou que ele IA continuar a defesa, ele repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:

— Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

E o promotor:

— A defesa está tentando ridicularizar esta corte!

O juiz:

— Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…

Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

O juiz não aguentou:

— Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.

Foi então que o Zé Caneado disse:

— Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar... Vejam que se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão... pensem então na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo!

Cabeçudo foi absolvido, e o Zé voltou a tomar suas cachaças em Paz.

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