Piadas de Humor Negro

Um vendedor chega em uma fazenda aparentemente vazia. Após dar algumas voltas pela fazenda ele encontra um garotinho.

- Seu pai está em casa? - pergunta o vendedor.

- Não, senhor, ele foi atropelado por um trator - responde o garoto.

- Nossa, sinto muito. E onde está sua mãe? - pergunta o vendedor.

- Ela foi atropelada por um trator.

- Meu Deus, e onde estão seus irmãos e irmãs?

- Atropelados por um trator.

- E quem está tomando conta de você? Onde estão seus tios e tias?

- Atropelados por um trator.

- Meu Deus! Você está sozinho? E o que você ficou fazendo todo esse tempo?

- Dirigindo um trator.

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Um sujeito chegou no orfanato e disse em voz alta:

- Amanhã eu vou levar todo mundo para a Disney.

Foi aquela algazarra, crianças começaram a chorar de emoção, outras se abraçando e comemoraram como se fosse um gol em final de Copa do Mundo. Aí foi que o sujeito completou:

- Mas só quem trouxer autorização dos pais.

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Um garoto chega todo alegre perto do seu amiguinho e diz com as mãos para trás:

- Amiguinho, amiguinho, adivinhe o que eu tenho na mão!

O amigo observa e diz:

- Hum, é uma bala?

- Não, você errou!

- É uma moeda?

- Não!

- Então o que é?

O garoto responde mostrando a mão fechada:

- Paralisia infantil.

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Um menino cego está no seu quarto e sua mãe chega com um prato de sopa. Já irritada pelas outras vezes em que o garoto derrubou a refeição, a mãe ameaça o garoto:

- Se você derramar de novo, vai ver uma coisa!

Logo em seguida o garoto derruba a sopa e com um olhar triste ele diz para a mãe:

- Mãe, não tá funcionando!

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Domingo à tarde, aquele casal de baianos recém-casados estão sentados no sofá. A mulher grávida está tricotando uma blusinha de lã para o neném que vai nascer.

No auge da preguiça, a baiana cutuca o maridão e diz:

— Benhê... Vá ali na farmácia comprar um vidro de Talidomida, que eu estou com preguiça de fazer as manguinhas.

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O pernetinha, depois de muito custo, consegue levar uma baranga pro motel, afim de dar uma aliviada em suas necessidades. Lá chegando, eles vão para a cama e a baranga:

— Queria uma água, pega pra mim?

E o pernetinha:

— Toc, toc, toc, toc. Vai lá e trás a água.

Quando vai recomeçar, la vem ela de novo:

— Ah, tá muito calor, liga o ar condicionado?

O pernetinha, já nervoso:

— Toc, toc, toc, toc,toc. Vai lá e liga o ar condicionado.

Na hora em que vai mandar ver, toca a campainha. Era outro cliente do motel estressado que diz:

— Escuta aqui meu amigo, eu estou aqui com a minha companheira no quarto debaixo e queria saber. O senhor veio aqui para transar ou pular amarelinha?

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Num asilo de velhos, um ancião se dirigiu a uma colega:

— Não podemos ter sexo, eu sei. Mas gostaria de ter alguém para segurar o meu pênis, não creio que isso faça mal.

A coleguinha concordou e durante dois meses se encontravam para tomar sol no terraço, ele tirava o dito cujo e ela pegava.

Um belo dia ele desapareceu. Ela procurou por toda parte no asilo e foi finalmente encontrá-lo no quintal, sentado ao lado de outra velhinha, que segurava o seu membro viril. A antiga companheira ficou indignada:

— Durante dois meses eu segurei seu pênis sem problema, e agora você me deixa por uma outra. O que ela tem que eu não tenho?

O velhinho retrucou:

— Parkinson!

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O menino chega em casa curioso e entusiasmado, pulando pra falar com a mãe:

— Mamãe, que legal! O vovozinho é mecânico... Ele é, não é, mãe? Hein? O vovô é mecânico?

— Não, meu filho. Da onde você tirou isso?

O menino parece intrigado:

— Claro que o vovô é mecânico, mãe. Eu tenho certeza!

A mãe balança a cabeça e explica:

— Não, filho. Seu avô não é mecânico.

Aí o garoto coça a cabeça e pergunta, todo confuso:

— Ué... Então o que ele está fazendo embaixo do ônibus ali na esquina?

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Nasceu o bebê e a mãe queria vê-lo, mas o médico estava receoso e então falou para ela:

— Seu filho nasceu sem um braço.

E a mãe:

— Oh meu Deus! Meu filho não tem um braço... Mas vou amá-lo assim mesmo, eu quero vê-lo.

E o médico disse:

— Bem... na verdade ele não tem os dois braços.

A mãe desesperada:

— Oh! Mas não tem problema, irei cuidar dele, irei dar comida na boca dele, brincar com ele, não é porque ele não tem os braços que vou deixar de amá-lo.

— Bem... — disse o médico — na verdade ele também não tem uma perna...

E a mãe:

— Mesmo assim doutor... Eu vou amar meu filho mesmo ele sendo perneta.

E o médico:

— Na verdade ele não tem nenhuma das pernas. Minha senhora, para encuntar a conversar, seu filho não tem o tronco.

E a mãe:

— Doutor, traga a cabeça... Quero ver a cabeça do meu filho...

— Minha senhora — falou o médico — Seu filho é somente uma orelha.

— Então traga a orelha... Quero vê-la. — disse a mãe.

O médico trouxer a orelha e a mãe começou a acaricia-la, e a falar:

— Meu filho... Meu querido filho... Mamãe te ama...

E o médico:

— Fala mais alto... Ele é surdo!

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Uma velhinha acabou de ficar viúva e foi até a funerária para ver como seu marido estava sendo preparado para o enterro. No momento em que ela vê o corpo, começa a chorar muito.

O homem da funerária vendo a cena se aproxima e começa a consolá-la, mas ela diz que não está chorando pela perda do marido e sim por causa do terno que ele está usando. Ela explica que eles o vestiram com um terno preto e o desejo do finado sempre tinha sido de ser enterrado com um terno azul turquesa.

O homem explica que tradicionalmente sempre usam ternos pretos, mas que ele faria o possível para atender o desejo do falecido.

Meia hora mais tarde, a velhinha retorna à funerária e ao ver seu marido quase chora novamente, mas dessa vez de alegria. Lá está seu marido com o mais bonito terno azul turquesa que ela jamais vira em sua vida.

O homem da funerária aproxima-se dela e pergunta:

— Está tudo de acordo?

— Sim, sim! Maravilhoso! Mas onde o senhor conseguiu um terno tão lindo, tão rapidamente?

— Veja bem: depois que a senhora saiu, um outro morto do tamanho do seu marido foi trazido e ele usava esse terno azul. A viúva dele também estava triste porque ele sempre quis ser enterrado em um terno preto.

A velhinha então sorri para o homem encantada com a consideração dele. Até que ele continua sua explicação:

— Aí ficou fácil... foi só trocar as cabeças!

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Uma mulher muito bonita andava sozinha por uma rua deserta quando foi abordada por um tarado. Então pensou, vou dizer que tenho AIDS para ele desistir e ir embora.

— Pare! Eu tenho AIDS!

O estuprador respondeu:

— Que coincidência, eu também tenho! Agora vamos continuar...

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Em um quarto hospital, o médico acaba de fazer o parto de uma criança. O pai é o primeiro a ver o recém nascido e pensa: "Puxa vida, mas que menino feio!"

A mãe ao ver o filho fala:

— Mas é um tesouro!

O pai retruca:

— Ótimo, então vamos enterrá-lo!

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