Piadas de Humor Negro

Um menino cego está no seu quarto e sua mãe chega com um prato de sopa. Já irritada pelas outras vezes em que o garoto derrubou a refeição, a mãe ameaça o garoto:

- Se você derramar de novo, vai ver uma coisa!

Logo em seguida o garoto derruba a sopa e com um olhar triste ele diz para a mãe:

- Mãe, não tá funcionando!

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Domingo à tarde, aquele casal de baianos recém-casados estão sentados no sofá. A mulher grávida está tricotando uma blusinha de lã para o neném que vai nascer.

No auge da preguiça, a baiana cutuca o maridão e diz:

— Benhê... Vá ali na farmácia comprar um vidro de Talidomida, que eu estou com preguiça de fazer as manguinhas.

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O pernetinha, depois de muito custo, consegue levar uma baranga pro motel, afim de dar uma aliviada em suas necessidades. Lá chegando, eles vão para a cama e a baranga:

— Queria uma água, pega pra mim?

E o pernetinha:

— Toc, toc, toc, toc. Vai lá e trás a água.

Quando vai recomeçar, la vem ela de novo:

— Ah, tá muito calor, liga o ar condicionado?

O pernetinha, já nervoso:

— Toc, toc, toc, toc,toc. Vai lá e liga o ar condicionado.

Na hora em que vai mandar ver, toca a campainha. Era outro cliente do motel estressado que diz:

— Escuta aqui meu amigo, eu estou aqui com a minha companheira no quarto debaixo e queria saber. O senhor veio aqui para transar ou pular amarelinha?

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Num asilo de velhos, um ancião se dirigiu a uma colega:

— Não podemos ter sexo, eu sei. Mas gostaria de ter alguém para segurar o meu pênis, não creio que isso faça mal.

A coleguinha concordou e durante dois meses se encontravam para tomar sol no terraço, ele tirava o dito cujo e ela pegava.

Um belo dia ele desapareceu. Ela procurou por toda parte no asilo e foi finalmente encontrá-lo no quintal, sentado ao lado de outra velhinha, que segurava o seu membro viril. A antiga companheira ficou indignada:

— Durante dois meses eu segurei seu pênis sem problema, e agora você me deixa por uma outra. O que ela tem que eu não tenho?

O velhinho retrucou:

— Parkinson!

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O menino chega em casa curioso e entusiasmado, pulando pra falar com a mãe:

— Mamãe, que legal! O vovozinho é mecânico... Ele é, não é, mãe? Hein? O vovô é mecânico?

— Não, meu filho. Da onde você tirou isso?

O menino parece intrigado:

— Claro que o vovô é mecânico, mãe. Eu tenho certeza!

A mãe balança a cabeça e explica:

— Não, filho. Seu avô não é mecânico.

Aí o garoto coça a cabeça e pergunta, todo confuso:

— Ué... Então o que ele está fazendo embaixo do ônibus ali na esquina?

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Nasceu o bebê e a mãe queria vê-lo, mas o médico estava receoso e então falou para ela:

— Seu filho nasceu sem um braço.

E a mãe:

— Oh meu Deus! Meu filho não tem um braço... Mas vou amá-lo assim mesmo, eu quero vê-lo.

E o médico disse:

— Bem... na verdade ele não tem os dois braços.

A mãe desesperada:

— Oh! Mas não tem problema, irei cuidar dele, irei dar comida na boca dele, brincar com ele, não é porque ele não tem os braços que vou deixar de amá-lo.

— Bem... — disse o médico — na verdade ele também não tem uma perna...

E a mãe:

— Mesmo assim doutor... Eu vou amar meu filho mesmo ele sendo perneta.

E o médico:

— Na verdade ele não tem nenhuma das pernas. Minha senhora, para encuntar a conversar, seu filho não tem o tronco.

E a mãe:

— Doutor, traga a cabeça... Quero ver a cabeça do meu filho...

— Minha senhora — falou o médico — Seu filho é somente uma orelha.

— Então traga a orelha... Quero vê-la. — disse a mãe.

O médico trouxer a orelha e a mãe começou a acaricia-la, e a falar:

— Meu filho... Meu querido filho... Mamãe te ama...

E o médico:

— Fala mais alto... Ele é surdo!

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Uma velhinha acabou de ficar viúva e foi até a funerária para ver como seu marido estava sendo preparado para o enterro. No momento em que ela vê o corpo, começa a chorar muito.

O homem da funerária vendo a cena se aproxima e começa a consolá-la, mas ela diz que não está chorando pela perda do marido e sim por causa do terno que ele está usando. Ela explica que eles o vestiram com um terno preto e o desejo do finado sempre tinha sido de ser enterrado com um terno azul turquesa.

O homem explica que tradicionalmente sempre usam ternos pretos, mas que ele faria o possível para atender o desejo do falecido.

Meia hora mais tarde, a velhinha retorna à funerária e ao ver seu marido quase chora novamente, mas dessa vez de alegria. Lá está seu marido com o mais bonito terno azul turquesa que ela jamais vira em sua vida.

O homem da funerária aproxima-se dela e pergunta:

— Está tudo de acordo?

— Sim, sim! Maravilhoso! Mas onde o senhor conseguiu um terno tão lindo, tão rapidamente?

— Veja bem: depois que a senhora saiu, um outro morto do tamanho do seu marido foi trazido e ele usava esse terno azul. A viúva dele também estava triste porque ele sempre quis ser enterrado em um terno preto.

A velhinha então sorri para o homem encantada com a consideração dele. Até que ele continua sua explicação:

— Aí ficou fácil... foi só trocar as cabeças!

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Uma mulher muito bonita andava sozinha por uma rua deserta quando foi abordada por um tarado. Então pensou, vou dizer que tenho AIDS para ele desistir e ir embora.

— Pare! Eu tenho AIDS!

O estuprador respondeu:

— Que coincidência, eu também tenho! Agora vamos continuar...

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Em um quarto hospital, o médico acaba de fazer o parto de uma criança. O pai é o primeiro a ver o recém nascido e pensa: "Puxa vida, mas que menino feio!"

A mãe ao ver o filho fala:

— Mas é um tesouro!

O pai retruca:

— Ótimo, então vamos enterrá-lo!

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O deficiente foi no puteiro, de muleta e tudo. Chegando lá entrou num quarto, tirou a calça, e a prostituta surpresa disse:

— Ué, como vamos fazer? Você não tem o amigo aí, o bingulim?

— É claro que eu tenho... O que eu não tenho é a perna esquerda!

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Luiza estava fazendo compras no shopping. Na primeira loja em que entrou, achou um par de sapatos fantástico. Na segunda, um lindo vestido com 50% de desconto. Nesse momento, seu celular tocou: era a médica avisando que seu marido, João, tinha sofrido um acidente de carro e estava no CTI.

— Diga a ele onde estou e, assim que puder, vou para o hospital!

Ela foi ao estacionamento para pegar o carro, mas outra promoção chamou a sua atenção. Sem se dar conta, passou a tarde inteira no shopping. Ao chegar ao CTI, a médica gritou:

— Conseguiu fazer suas compras? Espero que tenha aproveitado bastante, porque seu marido piorou enquanto esperava você chegar. A partir de agora, vai precisar que você fique ao lado dele 24 horas por dia.

Cheia de remorso, Luiza se debulhou em lágrimas. A médica sorriu e disse:

— Calma, eu estava só brincando. Ele está morto. Agora vamos ver o que você comprou!

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Era quase meio dia quando o carro da madame parou no semáforo e um menino de rua se aproximou:

— Tia, me dá uma moedinha pra eu comprar um pão...

— Não — disse a madame. — Se você comer pão a essa hora não vai comer nada na hora do almoço.

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A família viaja e deixa a casa sob os cuidados da empregada. Ela tem de cuidar da filha única e do cachorro, também único. No outro dia, a patroa liga para casa e vai logo perguntando pelo cachorro.

— Morreu — diz a empregada secamente.

A patroa toma o maior susto e repreende a empregada:

— Isto são modos de dar uma notícia? Você deve dizer esse tipo de notícia bem devagar. Primeiro você diz que teve de chamar o veterinário e vai contando aos poucos, entendeu?

— Entendi.

— E a Betinha, como vai?

— Vou ter de chamar o veterinário.

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Incêndio numa cidade da Espanha. Uma garotinha grita desesperada lá no décimo quinto andar. Está sozinha e os bombeiros não têm como chegar lá. A solução é abrir a rede. É o que eles fazem e gritam pelo megafone incentivando a garotinha a pular. Finalmente, ela pula. Quando a garotinha se encontra a poucos metros do chão, os bombeiros gritam em coro:

— Olééééé!

E afastam a rede.

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O garoto chega à escola se esvaindo em lágrimas e a professora vai consolá-lo.

— Pobrezinho! O que houve com você, meu fofinho?

— Papai cortou a cabeça dos 6 gatinhos que nasceram ontem lá em casa.

— Oh! Que maldade! Como se faz uma coisa dessas? Seu pai não tem respeito pela vida dos animais?

— Tem não, professora. E o pior é que a mamãe havia me prometido que quem ia cortar as cabeças era eu.

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O sujeito morreu e, como convém a todo defunto que se preza, ele foi posto dentro do recipiente adequado: o caixão. O velório já ia começar, quando o agente funerário chamou a viúva assim pra um lado e falou que havia um problema. E o agente explicou meio sem jeito:

— É o instrumento do doutor. Não tem jeito dele ficar abaixado. A gente abaixa ele, bota as flores em cima, mas daí a pouco ele levanta outra vez. O que é que a gente faz?

A viúva pensou um pouco e disse:

— Corta e enfia nele.

— O quê? — espantou-se o agente funerário.

— É isso que o senhor ouviu: corta e enfia nele.

O agente tentou argumentar, que isso não se faz, pediu a ela outra solução, mas não teve acordo:

— Corta e enfia nele — disse a viúva com muita determinação.

E assim foi feito. Quando o caixão foi levado para a sala do velório, a viúva chegou bem perto do defunto marido e viu uma lágrima escorrendo do olho dele. Ela chegou bem juntinho do ouvido dele e sussurrou:

— Dói não, né?

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Uma senhora deu de cara com uma criança magra e esfarrapada que brincava na beira de uma estrada e puxou conversa:

— Queridinha. O que faz o seu pai?

— O meu pai? Ele bebe!

— Que pena! E a sua mãe?

— Ela bebe também!

— Lamentável! E você tem irmãos?

— Só um. Os outros morreram quando eram bem pequeninos...

— Que horror! E o que faz esse seu irmão?

— O meu irmão? Ele está na faculdade de medicina.

— Na faculdade de medicina? Mas, que beleza! E o que é que ele faz lá?

— Está num frasco de álcool.

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