Piadas de Advogado

O professora pergunta para a turma:

- Zequinha?

- Presente professora.

- Quando você crescer que tipo de mulher você procurará?

- Ah professora, eu quero uma que seja advogada, assim quando eu cometer algum delito ela poderá me ajudar.

- Luizinho?

- Presente professora.

- Quando você crescer que tipo de mulher você procurará?

- Ah, eu quero me casar com uma bombeira, assim quando acontecer algum acidente ela poderá me ajudar.

- Joãozinho?

- Estou aqui!

- Quando você crescer que tipo de mulher você procurará?

- Ah professora, eu quero uma mulher Lua.

- Mulher Lua? Ah, entendi, bonita, brilhante...

- Não professora, eu quero que ela venha de noite e vá embora de dia.

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Um médico chinês não consegue encontrar um emprego em hospitais no Brasil, então ele abre uma clínica e coloca uma placa com os dizeres: "Tenha tratamento por R$ 20. Se não ficar curado, devolvo R$ 100."

Um advogado vê a placa, pensa que é uma grande oportunidade de ganhar R$ 100 e entra na clínica.

Advogado: "Eu perdi o meu sentido do paladar."

Chinês: "Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."

Advogado: "Credo, isso é querosene!"

Chinês: "Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Me dê R$ 20."

O advogado irritado volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro.

Advogado: "Eu perdi minha memória não me lembro de nada.".

Chinês: "Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."

Advogado: "Mas aquilo é o querosene de novo. Você me deu isso da última vez para restaurar o meu paladar."

Chinês: "Parabéns, você recuperou sua memória. Me dê R$ 20."

O advogado já fumegante paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os R$ 100.

Advogado: "Minha visão está muito fraca e eu não consigo ver nada."

Chinês: "Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome este R$ 100."

Advogado: "Mas isso aqui é uma nota de R$ 20!"

Chinês: "Parabéns, sua visão foi restaurada. Me dê R$ 20."

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O bobo da corte tinha um desejo enorme de beijar os seios fartos da rainha, mas nunca teria essa chance, até que teve uma ideia. Contratou um advogado e pediu para que colocasse pó de mico no sutiã da rainha. E assim fez, quando a rainha começou a sentir coceira nos seios, o rei ficou preocupado e chamou os médicos reais, mas ninguém conseguia resolver o problema. O advogado então chegou com o bobo da corte e falou com o rei:

- Vossa Majestade, eu tenho a solução para o problema de Vossa Rainha.

O rei ficou surpreso e falou:

- Por favor me diga, qual é a solução?

O advogado disse:

- A cura está na saliva do bobo da corte.

Se esta é a solução, que assim seja, concordou o rei. Naquela noite o bobo da corte realizou seu desejo.

Quando chegou a hora de pagar o advogado, o bobo da corte se recusou a pagar. Para se vingar, o advogado colocou pó de mico na cueca do rei. No dia seguinte o rei começou a sentir as mesmas coceiras, chamou o advogado para que trouxesse o bobo da corte e curasse o rei.

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O advogado estava viajando de carro pela BR, um tatu foi atravessar na frente do carro e o motorista parou e pegou o tatu. Colocou no porta malas e seguiu viagem. Pouco na frente uma blitz da polícia federal o parou. Pediram os documentos, pediram pra ele descer do carro e abrir o porta-malas. Lá dentro o policial vê o tatu e fala:

- Rapaz, você é louco. Esse animal é selvagem, isso vai te dar cadeia. Se eu chamar a polícia ambiental você está frito.

O advogado explica:

- Bem capaz, esse tatu é meu. De estimação. Está comigo desde novinho. Se você soltar ele no chão eu dou dois assobios e ele volta e fica do meu lado. Ele é treinado.

O policial diz:

- Não acredito nessa sua história.

- Então solte ele pra você ver, - diz o advogado.

O policial pega o tatu, solta ele no chão e o tatu corre pro mato. O policial então pede pro advogado:

- Agora chame o tatu de volta.

E o advogado pergunta:

- Que tatu?

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Certo dia, um amigo de Paulo lhe contou que sua mulher estava o traindo com um homem todo de terno, que parecia um advogado, e que saía todo dia de sua casa. Paulo então disse que ia se esconder para pegá-lo no flagra.

Pela madrugada, um pastor todo arrumado de terno vinha passando pela rua, e Paulo então saiu de trás de um poste, apontou a arma para ele e perguntou:

- De onde você veio?

O pastor disse:

- Eu venho da casa do senhor.

E Paulo atirou.

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Numa viagem longa de avião, uma linda mulher está sentada ao lado de um advogado. Ela quer dormir, mas o advogado não para de falar.

- Vamos fazer uma brincadeira – sugere ele. A mulher o ignora. – Para ficar interessante – continua –, se eu responder errado, lhe pago 50 reais . Se você responder errado, me paga cinco.

A mulher concorda, e o advogado faz a primeira pergunta.

- Qual é a distância entre a Terra e a Lua?

A mulher lhe entrega cinco reais. Agora é a vez dela.

- O que é que sobe a montanha com três pernas e desce com quatro?

O advogado fica abismado. Vasculha freneticamente a Internet, folheia a enciclopédia de bolso e manda mensagens a todos os cientistas que consegue encontrar no seu Blackberry. Nada. Horas depois, ele acorda a mulher, lhe entrega 50 reais e pergunta:

- Então, o que é?

Sem dizer nada, ela lhe entrega cinco reais e volta a dormir.

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A Madame abriu a porta da casa de prostituição e se deparou com um homem alto de pele morena.

- No que posso ajudá-lo? - perguntou a Madame.

- Gostaria de ver a Natalie - disse o homem.

- Senhor, Natalie é uma de nossas meninas mais caras... O senhor não quer ver outra de nossas garotas?

- Não, eu quero a Natalie - disse ele.

Minutos depois, apareceu Natalie para explicar ao homem que ela iria cobrar R$1.000,00 pela visita. Sem pestanejar, o homem mete a mão no bolso e retira um maço de dez notas de R$100,00, e entrega a moça. Então, os dois subiram para um dos quartos e depois de uma hora o senhor saiu muito tranqüilo e feliz. Na noite seguinte, o mesmo senhor apareceu de novo querendo ver Natalie. Natalie então disse que era muito raro para qualquer um visitá-la duas noites seguidas e que nem iria pensar em desconto, mas novamente o homem enfiou a mão no bolso e tirou outras dez notas de R$ 100,00 e na companhia de Natalie subiu para um dos quartos, e depois de uma hora ele se foi. Quando apareceu pela terceira noite seguida ninguém podia acreditar. Novamente entregou R$1.000,00 a Natalie e foram os dois para um dos quartos, para mais uma hora. Quando estavam indo Natalie perguntou para o homem:

- Ninguém nunca requisitou meus serviços por três noites seguidas. De onde você é?

- De Sorocaba - respondeu o homem.

- É sério? - disse ela - Minha família é de lá.

- Eu sei - disse o homem - Seu pai faleceu e sou o advogado de suas irmãs, elas me pediram que lhe entregasse sua parte da herança, R$3.000,00.

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Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Um dia três homens estão esperando sua execução, um advogado, um médico e um engenheiro. O advogado vai ser executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e pára na metade do percurso. O padre, aproveitando a oportunidade, diz imediatamente:

— Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.

O carrasco concorda e o advogado é solto. O médico é o segundo. Mesmo ritual, e quando a lâmina é solta, ela também pára na metade do percurso. O padre, mais do que depressa, pede para libertá-lo e o carrasco também o atende.

Enfim, a vez do engenheiro. O padre o abençoa mas o engenheiro, ao colocar a cabeça no cadafalso, dá uma olhada para cima e diz:

— Ah! Já descobri qual é o problema!

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Três mulheres recém-mortas chegam juntas ao céu e vão para a sala de triagem.

— O que é que a senhora fazia lá na terra? — pergunta São Pedro, à primeira da fila.

— Eu era professora!

São Pedro vira-se para o seu assistente e ordena:

— Dá para ela a chave da sabedoria!

E voltando-se para a segunda:

— E a senhora, o que fazia na terra?

— Eu era advogada!

— Dá pra ela a chave do direito!

E a senhora, o que fazia na terra?

— Eu fazia strip-tease!

— Dá pra ela a chave do meu quarto!

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No céu, os anjos separavam os recém-chegados conforme as profissões:

— O próximo!

— Marceneiro.

— Por aqui.

— Próximo!

— Advogado.

— Por aqui.

— Próximo!

— Médico.

— Por favor, fornecedor é pela porta dos fundos!

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Um casal muito velho estava no advogado querendo se separar. O advogado, sentindo-se mal pela situação, disse:

— Ora pessoal, pensem bem, vocês já tem 89 anos de casados! Querem se separar agora por causa de uma briga boba?

— Não é briga boba, meu senhor — alega a senhora —, o problema aqui, é que este velhinho só tem uma ereção por ano!

— E ela ainda quer que eu desperdice com ela! — completa o velho.

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Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça Grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de Laranjas. Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente. Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

— Tudo bom, Cabeçudo?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele. Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora. A família da vítima era Rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas. Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de "Zé Caneado", advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre. Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Quando todo mundo pensou que ele IA continuar a defesa, ele repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:

— Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

E o promotor:

— A defesa está tentando ridicularizar esta corte!

O juiz:

— Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…

Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

O juiz não aguentou:

— Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.

Foi então que o Zé Caneado disse:

— Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar... Vejam que se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão... pensem então na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo!

Cabeçudo foi absolvido, e o Zé voltou a tomar suas cachaças em Paz.

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Um advogado dirigia distraído quando, num sinal PARE, passa sem parar, mesmo em frente a uma viatura da polícia.

Ao ser mandado parar, toma uma atitude de espertalhão...

— Boa tarde. Documento do carro e habilitação.

— Mas por quê, policial?

— Não parou no sinal de PARE ali atrás.

— Eu diminuí, e como não vinha ninguém...

— Exato. Documentos do carro e habilitação.

— Você sabe qual é a diferença jurídica entre diminuir e parar?

— A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE deve parar completamente. Documento e habilitação.

— Ouça policial, eu sou advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei, proponho-lhe o seguinte: se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.

— Muito bem, aceito. Pode fazer o favor de sair do veículo, senhor advogado?

O advogado desce e é então que os policiais baixam o cacete, é porrada pra tudo quanto é lado, tapa, botinada, cassetete, cotovelada, etc.

O advogado grita por socorro, e pede para pararem pelo amor de Deus. Então o policial pergunta:

— Quer que a gente PARE ou só DIMINUA?

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