Piadas de Alemão

Subiu na tribuna um dos deputados do Ceará e começou o discurso:

- A Alemanha perdeu a guerra hoje é uma potência. O Japão perdeu a guerra hoje é um exemplo de desenvolvimento. Israel foi dominado, se libertou e prosperou como um avião. Minha proposta é que devemos declarar guerra contra os EUA , e em menos de 10 anos seremos uma potência mundial.

Então subiu na tribuna a oposição e argumentou veementemente:

- Ninguém pensou na hipótese de ganharmos a guerra contra os EUA. O que vamos fazer depois?

Então todos votaram contra a declaração de guerra.

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O inglês conta para o alemão:

- Minha mulher é muito burra. Comprou uma bicicleta e nem sabe andar nela.

O alemão respondeu:

- Burra é a minha, que construiu uma piscina e não sabe nadar.

Então, rolando de rir, o português conta:

- A minha ganhou de todas! Vai passar o Carnaval em Salvador, comprou uma caixa de camisinhas e nem pinto tem!

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O médico alemão diz:

- Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo. Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.

O médico espanhol afirma:

- A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.

O médico russo diz:

- Fazemos um transplante de peito. Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.

O médico grego disse:

- Temos um trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.

O médico norte americano disse:

- Nos Estados Unidos implantamos um chip no cérebro do individuo analfabeto e em uma semana ele estará alfabetizado e apto para procurar emprego.

O médico brasileiro diz orgulhoso:

- Isso não é nada! No Brasil, nós pegamos um cara, analfabeto, sem dedo, sem cérebro, sem peito e chegado a uma pinga, colocamos na presidência da república e agora o país inteiro está procurando emprego.

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Nestas férias fui pra Jaraguá do Sul, daí, passando em Pomerode, vi um senhor alemão e perguntei:

- Onde se vai pra Jaraguá?

E ele começa a responder:

- Pra Xaraguá, tu vai Reto, Reto, Reto, depois Xobe, vai Xubindo, dai desce, desce, desce e segue Reto que tu Xega em Xaraguá…

Eu, com toda educação, disse:

- O senhor é um alemão puro, né?

E ele:

- Puro, Puro é tu que não sabe Xega em Xaraguá!

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O filho do sheik vai estudar na Alemanha. Depois de um tempo, decide escrever um e-mail para o pai contando suas experiências:

"Querido pai, espero que esteja tudo bem com o senhor. Estou na Alemanha há 3 semanas já e fiz muitos amigos. As pessoas aqui são bastante acolhedoras. A cultura é diferente, mas estou gostando da maior liberdade que existe aqui. Na faculdade estou indo muito bem, já tenho um professor que é meu orientador no meu projeto de iniciação científica. A faculdade é realmente excelente. O único problema é que eu fico meio constrangido de chegar todo dia dirigindo uma Ferrari dourada enquanto todos meus amigos, até mesmo os professores, chegam de metrô. Aguardo sua resposta. Abdu All Sahya."

O pai responde no dia seguinte:

"Querido Abdu, que bom que está se divertindo. Me mantenha informado de tudo. Convide seus amigos e professores para conhecer seu país também, eles podem se hospedar na ala 6 ou 7 aqui em casa.

P.S.: Acabei de transferir 1 bilhão de dólares americanos. Pare de envergonhar sua família e compre um metrô para você também."

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Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O homem comprou um pastor alemão.

Papo de vizinho:

— Mas ele vai comer o meu coelho.

— De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.

E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes.

Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.

No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, claro, morto.

— O vizinho estava certo. E agora?

— E agora eu quero ver!

A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro chorando lá fora, lambendo as pancadas.

— Já pensaram como vão ficar as crianças?

— Cala a boca! Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.

— Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha dele no quintal.

Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.

— O que foi? Que cara é essa?

— O coelho... O coelho...

— O que que tem o coelho?

— Morreu!

— Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem...

— Morreu na sexta-feira!

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Três amigos, um inglês, um alemão e um português esperam na fila do caixa da padaria. O inglês comentou:

— Quando fazemos sexo, a minha mulher grita tão alto que a minha sogra, que mora no andar de baixo, escuta!

E o alemão:

— Isso não é nada, a minha mulher grita tão alto, mas tão alto, que a minha sogra, que mora na casa ao lado, escuta!

O português, do outro lado do balcão, dá uma gargalhada e diz:

— Ora pois, isto não é nada, a minha mulher grita tão alto, tão alto, que eu escuto cá da padaria!

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Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:

"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W.C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."

O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W.C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.

"Dear Sir,
Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.

Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.

Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sexo ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."

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Estava tendo uma guerra entre portugueses e alemães, ambos os lados estavam camuflados e não era possível matar ninguém, até que um alemão teve uma ideia, ele chamaria pelo nome e os portugueses que aparecessem eles matariam. Então, o alemão gritou:

— Ô Manuel!

Uma grande quantidade de portugueses se levantou e os alemães metralharam todos.

Os portugueses, vendo que metade do exército tinha morrido resolveu revidar. Pensaram, tudo quanto é alemão se chama Fritz. Então gritaram:

— Ô Fritz!

O batalhão inteiro da Alemanha se levantou e gritou:

— Não tem nenhum Fritz aqui!

E os portugueses:

— Ah, se tivesse...

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Era o concurso de quem dormia com mais mulheres. Participavam um alemão, um italiano, um japonês e um brasileiro. O cronista começou a narrar o concurso:

— Atenção, lá vai o japonês, dormiu com uma, dormiu com duas, dormiu com trêêêêsssssss, brochou!

— Agora é a vez do alemão, dormiu com uma, dormiu com duas, com três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nooooovvveeeeee, brochou!

— Chegou a vez do italiano, com pinta de gostosão partiu para cima e dormiu com uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, deeeeeezzzzzz, brochou!

— Ih, o brasileiro vai tentar, o coitado é FEIO! Mas lá vai ele… dormiu com dez, dormiu com vinte, dormiu com trinta, quarenta, cinquenta, sessenta, ih acabou as mulheres e ele tá vindo pra cá. SOCORRO!

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Um português, um alemão e um francês queriam ter o avião mais moderno já construído e só existia um dele no mundo todo e era extremamente caro.

O dono da empresa que fabricou o avião disse aos três:

— Somente um de vocês pode ter o avião. Então vou fazer uma proposta com vocês! De vocês três o quem tacar do avião o objeto mais perigoso em seu país fica com o avião.

Então foi o alemão e tacou uma faca na Alemanha; Todo confiante vem o francês e da um tiro em seu país;
Achando que já ganhou vem o português e joga uma bomba em Portugal.

No dia seguinte o alemão todo triste que não ganhou o avião vê uma menininha chorando na rua, e ele pergunta:

— O que houve menininha?

— Ontem eu tava brincando com minha mãe e ela levou uma facada — responde ela.

O francês também todo triste vê um garoto chorando e pergunta pra ele:

— Por que você tá chorando?

E o garoto responde.

— Eu tava brincando com meu amigo e ele levou um tiro!

E o português feliz da vida porque tinha ganho o avião estava andando em Portugal e viu um garoto se matando de rir. E por curiosidade perguntou à ele:

— Por que estás rindo pequena criança?

E o menino responde:

— A senhor é que eu peidei e minha casa explodiu!

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Os alemães derrubam um avião inglês durante a Segunda Guerra Mundial.

Um piloto vai para o hospital alemão com diagnóstico de gangrena e a única solução é amputar a perna direita do coitado.

O piloto é informado sua situação e faz um pedido:

— Por favor. Sepultem a minha perna em solo inglês. Embrulhem a perna e, no próximo ataque a Londres, joguem ela do avião. Os alemães morrem de rir e aceitam a proposta.

Depois de cinco dias, o braço esquerdo também fica com gangrena.

Ele faz o mesmo pedido e os alemães aceitam de novo.

Acontece que depois de dez dias, a perna esquerda também dá sinais de gangrena.

O piloto inglês pede para a perna ser jogada em Londres, mas um oficial da Gestapo dá o contra e diz:

— Você está pensando que aqui só tem trouxa? Primeiro uma perna, depois um braço, depois outra perna... Você está a fim de escapar, não é?

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Num seminário promovido pelo Movimento Feminista, uma americana faz o seu discurso:

— Na semana passada eu cheguei em casa e fui logo falando ao John que a partir daquele momento ele cuidaria da casa, cortaria a grama e faria o jantar. No primeiro dia, não vi nada. No segundo, não vi nada. Mas, no terceiro, a grama estava cortadinha e, a casa, um brinco.

Após longos aplausos, uma alemã também resolveu fazer o seu depoimento:

— Na semana passada eu cheguei em casa e disse ao Hans que a partir daquele momento ele compraria a cerveja e cozinharia o seu próprio chucrute. No primeiro dia, não vi nada, no segundo, também não, mas, no terceiro, a cerveja estava geladinha sobre a mesa, ao lado do chucrute, que por sinal estava uma delícia!

Mais aplausos pela vitória feminista. Então foi a vez da brasileira:

— Na semana passada, eu cheguei para o Zé e disse que ele teria de lavar a roupa, limpar o banheiro e fazer as compras. No primeiro dia, não vi nada. No segundo, também não vi nada. Foi só no terceiro dia que meu olho começou a desinchar...

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