Piadas de Amigos

No restaurante, Manoel se abre para o seu melhor amigo:

— Eu sou o gajo mais feliz do mundo! A minha mulher me ama de verdade!

— Ora pois — estranha ele — E por que você está falando isso justo agora?

— Ah, ontem eu fiquei de cama por causa de uma gripe forte e ela me surpreendeu!

— Continuo sem entender...

— Calma, deixa eu terminar! Ela estava tão feliz de eu estar em casa que não conseguia se conter! Pra qualquer pessoa que batia a nossa porta, até pro carteiro e pro leiteiro, ela gritava, cheia de entusiasmo: "O meu marido está em casa! O meu marido está em casa!"

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Três mulheres conversavam.

Disse a primeira:

— Sabem, o saco do José, meu marido, é frio...

Disse a segunda:

— Hoje, verei como é o saco do Manuel...

No dia seguinte, falou a segunda mulher:

— É, também o saco do Manuel é frio, que engraçado...

A terceira disse:

— Bem, hoje verei como é o saco do Joaquim...

No outro dia, Maria, mulher do Joaquim, foi encontrar as amigas. Ela estava toda quebrada, com os olhos roxos, cheia de hematomas.

— O que houve, Maria? perguntaram as duas.

— Imaginem. Peguei no saco do Joaquim e era quente. Disse-lhe apenas que como poderia o dele ser quente se o do Manuel e o do José eram frios...

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Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.

Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.

Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.

Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:

— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!

O calejado senhor respondeu:

— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!

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— Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorroidas. Fico privado das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado.

Após o exame do médico:

— Seu caso realmente e bem grave. Não ha nenhuma esperança de resolve-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Existem 99% de chance de cura total.

— Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?

— Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorroidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vitimas de acidentes e assim que eu encontrar um ânus em condições marco o transplante.

Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.

Três meses depois, apos um exame de controle de transplante.

— Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor esta satisfeito?

— Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorroidas. O rabo esta novinho. Beleza pura!

— Mas, hummm, o senhor não esta estranhando nada? Esta tudo 100% mesmo?

— Bem, tem uma coisinha acontecendo, nem sei se vale a pena comentar.

— Fale.

— Bem, e que de vez em quando me da uma agonia, uma coceirinha estranha, uma vontade de dar...

— Eu tinha medo disto. Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gay. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?

— Ora doutor, já que o rabo não e meu mesmo, eu dou, né?

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Quatro programadores de informática se encontram em horário de almoço e um deles comenta:

— Pessoal, ontem eu vi uma morena... Vocês nem vão acreditar!

— Uau... — Animaram-se os amigos.

— Linda! Com uns pernões dessa grossura... Olhos azuis, seios lindos... Uma beleza!

— Uau! — Repetiram eles.

— Começamos a conversar... Papo vai, papo vem... Ela aceitou ir para o meu apartamento!

— Uau!

— Bebemos um pouco de vinho, nos beijamos e o clima começou a esquentar...

— Uau!

— E a parte mais incrível: Ela virou pra mim e disse "Quero te sentir dentro de mim agora!"

— Uauuuuuu!

— Então eu tirei a minha roupa e comecei a despir aquele mulherão! Primeiro a blusa, depois o sutiã, que eu joguei em cima do teclado do meu micro novo e depois...

— Opa! — Interrompeu um dos amigos — Você comprou um micro novo? Qual o processador?

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Dois amigos conversam.

— A mulher ideal é aquela que combina três qualidades: é uma grande dama aristocrática nas festas, é econômica na cozinha e uma puta na cama.

O outro pensa um pouco e fala:

— Isso me lembra minha mulher. Ela tem todas essas qualidades, mas não exatamente nessa ordem. Ela é uma dama aristocrática na cozinha, é econômica na cama e uma grande puta nas festas.

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É uma festa muito animada e a garotada se diverte a valer. Numa das mesas, estão Joãozinho e sua mãe, dona Maria. Dona Maria conversa animadamente com as amigas. Lá pelas tantas, Joãozinho diz à mãe:

— Mãe, quero ir ao banheiro.

— Peraí, menino. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Joãozinho insiste:

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi.

Dona Maria não quer perder a conversa que está muito animada.

— Peraí, menino. Daqui a pouco a gente vai.

Joãozinho insiste.

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi. Não dá para esperar mais.

Percebendo o aperto do Joãozinho, uma das das amigas se oferece para levá-lo. Pega na mão dele e os dois saem. Meia hora depois, voltam os dois. A amiga que foi levar Joãozinho ajeita o penteado, e fala pra dona Maria.

— Esse seu filho é bem crescidinho, não é dona Maria? Qual a idade dele?

— Vinte e oito anos.

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Na mesa de um bar, um grupo de amigos bebem e conversam.

— Eu acho essa história de roupa íntima uma coisa muito séria — diz um deles.

— Eu, por exemplo, adoro as calcinhas que minha minha mulher usa. Elas são lindas e dão um tesão!

— É verdade — fala um dos amigos. — E aquela preta rendada então...

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Dois amigos num bar, depois de alguns copos, conversam:

— Se por exemplo, eu comesse a tua mulher, continuaríamos amigos?

— Não!

— Bem, mas ficaríamos companheiros, não?

— Não

— Hum... Ficaríamos inimigos?

— Não

— Deixaríamos de nos falar, é assim?

— Não!

— Pô, cacete! Então ficaríamos como?

— Quites! Ficaríamos quites!

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Três amigos trocam confidências em um bar.

— Eu acho que minha mulher está me traindo com um marceneiro — diz o primeiro. — Ontem eu encontrei um serrote e um martelo na cama.

— Eu também — diz o segundo. — Acho que minha mulher me trai. E é com um mecânico. Semana passada, encontrei duas chaves em cima da cama.

— Tenho certeza de que minha mulher está a trair-me — diz o terceiro. — E é com um cavalo.

— Um cavalo? Como sabes, ó Manoel?

— É que ontem, ao chegar em casa, havia um jóquei na cama.

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Um papagaio está dando umas voltas e se surpreende com um velho amigo, também papagaio, agora todo enviadado:

— Que é isso, cara? — Grita ele, bravo.

— O que foi, louro? Nunca viu não, é?

— É você mesmo, Zé?

— Zé não! Agora meu nome é Josefa! Muito prazer!

— Sai pra lá, Zé! Tá louco!? Usando batom no bico, com uma mecha das penas tingida de loiro...

— Fiz luzes! Você gostou?

— Cê tá horrível, cara! Fica aí rebolando, falando com essa voz fina, desmunhecando a asa! Posso saber o que aconteceu com você?

— É muito simples, cansei desse negócio de ficar dando só o pé!

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Uma mulher ia se casar, mas seu noivo não sabia que ela não era mais virgem. Então, para não decepcioná-lo na lua de mel, resolve perguntar para uma amiga o que deveria fazer. E a amiga lhe dá uma sugestão:

— Antes de transar, você vai ao banheiro, com a desculpa de que vai se arrumar para ele, e nessa hora você coloca uma pequena bexiga no local do hímen.

Aceitando a sugestão, na lua de mel, na hora H, ela foi ao banheiro e fez o planejado. Voltou ao quarto e, lépida, se entregou ao marido. Rolou aquele aquecimento básico e o cara, já bem animado, partiu para cima. No momento do bem-bom ouve-se um pequeno estouro. Ele se assusta, interrompe o ato, olha para o pênis e fica parado de boca aberta. Ela mais do que depressa pergunta:

— O que houve meu amor? Nunca viu um hímen?

O marido responde:

— Já, mas em nenhum estava escrito "Feliz Aniversário"!

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No confessionário, chega José e confessa:

— Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.

— És tu, José?

— Sou, Sr. Padre, sou eu.

— E com quem estivestes tu?

— Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.

— Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?

— Os meus lábios estão selados, disse José.

— A Maria Gomes?

— Por mim, jamais o saberá...

— Ah! A Emengarda?

— Não direi nunca!

— A Rosa do Carmo?

— Padre, não insista!

— Então foi a Catarina da pastelaria, não?

— Padre, isto não faz sentido.

O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:

— És um cabeça dura, José, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...

José sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:

— E então? Conseguiu a lista?

— Consegui. Já tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.

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