Piadas de Amigos

Um homem ia pela estrada em seu conversível importado quando uma morena deliciosa pediu carona. Conversa vai, conversa vem, pouco depois já estavam íntimos. Porém, numa curva, estoura um pneu, o carro se descontrola e sai da estrada. Chega a polícia rodoviária, um guarda se aproxima e encontra o homem chorando, desesperado, agarrado ao volante.

— Calma, amigo. Não precisa chorar assim. Não aconteceu nada à moça. Quando o carro saiu da estrada, ela foi jogada fora e caiu num monte de palha. Só desmaiou.

— Eu sei, eu sei — soluça o homem. — Mas você viu o que foi que ficou na mão dela?

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Um produtor cinematográfico estava contando a um amigo que ia dar à noiva um colar de pérolas no dia do aniversário dela.

— Por que é que você não lhe dá alguma coisa prática... por exemplo, um carro? — perguntou o amigo.

E o produtor impaciente responde:

— E você já ouviu falar de carros falsos?

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O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:

— Vim me confessar, seu padre.

— Quais são seus pecados, meu filho?

— Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.

— Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.

— Isso não seria direito, padre.

— Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?

— Não, não!

— Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.

— Também não.

— Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!

— Não. Nenhuma dessas, padre.

— Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.

O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:

— O padre o absolveu?

— Não, mas me deu três dicas sensacionais!

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O cara vai ao médico.

— Doutor, eu estou com um problema...

— Pode dizer meu senhor, sinta-se à vontade.

— Sabe o que é doutor?

— Pode dizer amigo, ficará entre nós.

— É que eu estou com o pênis laranja.

— Deve haver algum engano, amigo. Pênis laranja? Eu nunca li isso em nenhum livro.

— Mas é verdade doutor.

— Mostre-me por favor.

Aí o cara abaixa a calça e mostra o membro laranja.

— Mas não é que é laranja mesmo? - disse o médico assustadíssimo - Me diga, você utiliza algum medicamento?

— Não, saúde perfeita.

— E drogas?

— Também não, doutor. Sou esportista.

— Me conte, como é seu relacionamento com sua esposa?

— Normal. Eu respeito minha esposa, só o básico.

— E quanto à sua intimidade, quando você fica sozinho.

— Normal. Eu alugo um filme, coloco no vídeo, assisto comendo um pacote de Doritos...

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Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:

— Por que a colher?

— Bom, — explicou — os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.

Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno. No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:

— Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continuo a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no zíper da calça do garçom.

Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no zíper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:

— Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?

— Oh, sim! — respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo — Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.

— Como é isso?

— Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.

— Que ótimo, isso tem muito sentido, mas... se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?

— Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.

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Após uma longa e caliente lua de mel o maridão todo cheio de nove horas diz para a esposa:

— Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para termos o nosso casamento feliz.

— Ok. Querido! Quais são as regras?

— Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para jogar futebol com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!

— Ok. Meu amor! Tudo bem!

— Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos, com alguns amigos.

Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!

— Ok. Meu amor! Tudo bem!

— Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho... você sabe como é! Eu já faço isso há anos...

Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!

— Ok. Meu amor! Tudo bem!

— Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho!

Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte!

— Vamos nos dar muito bem, querida...

Quando ela faz um aparte...

— Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho uma regra que eu quero continuar seguindo, é apenas uma, e depende muito de você!

— E qual é, meu amor?

— Todas as noites, com marido ou sem marido, eu transo!

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Um repórter tinha que fazer uma matéria sobre o sexo nas suas diversas classes sociais, foi então ele entrevistar um evangélico:

— Meu amigo me diga o que significa sexo para você?

— Bom sexo pra mim é quando se conhece uma moça de família namora com ela mais ou menos 5 anos depois casa e então vem a consumação do casamento com o sexo.

Foi então entrevistar um rapaz católico, fez a mesma pergunta e ele respondeu:

— Sexo pra mim é conhecer uma garota namorar e transar com ela depois de um tempo de namoro.

Foi então entrevistar um senhor que se encontrava um pouco embriagado, e ele respondeu.

— Sexo pra mim é ir a uma boate encontrar gata e transar com ela na primeira noite.

Depois foi entrevistar um punk totalmente drogado, ele respondeu:

— Sexo pra mim é colocar uma gata gostosa na traseira de uma moto e sair a 160 km por hora e se acabar debaixo de uma carreta .

— Peraí amigo onde você vê sexo aí?

— Bom sexo eu não sei, mas que a gente se fode se fode.

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O homem encontra um amigo que há tempos não via, então pergunta:

— E aí Carlão como vai?

— Poxa rapaz, não posso falar agora, estou atrasado para uma audiência no fórum. estou respondendo A um processo criminal — disse ele.

Surpreso, o homem pergunta:

— Mas o que aconteceu?

— Dei uma facada em uma barata!

— Não é possível, por isso não podem te processar!

— O problema amigo, é que a barata estava na bunda da minha sogra!

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O homem queria conquistar uma menina, filha de um fazendeiro dono de várias terras. Para ajudar, ele chamou o seu amigo português.

Chegando na casa do fazendeiro, o homem pediu ao português que aumentasse tudo o que ele falasse. Quando entrou na casa do fazendeiro, o homem já recebe uma pergunta:

— Então, você mora aonde?

— Eu moro em uma chacrinha bem pequena.

E o português falou:

— Chacrinha?Aquilo é terra que não se acaba mais!

— E você cria bois lá?

— Crio alguns, bem magrinhos.

— Alguns? Bem magrinhos? Aquilo é um monte de boi gordo, raio! — exclamou o português.

O homem tem uma crise de tosse bem na hora da conversa, e o fazendeiro pergunta:

— Você está gripado?

— É... é só um resfriado.

— Resfriado? Isso aí é uma tuberculose...

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Um sujeito vai para a casa da namorada para uma transa. Na hora H, o aparelho não responde. Preocupado, ele pede um tempo e vai ao banheiro. Na meia luz, procura algo que o ajude a resolver o problema. Encontra uma pequena caixinha de pomada, passa no negócio e maravilha! No mesmo instante volta o vigor juvenil. Retorna pra cama e faz um amor que deixa a amiga extasiada.

Depois, volta ao banheiro, acende a luz e, de curioso, vai ver que tipo de pomada usou. Como demora a voltar, a amiga vai atrás dele e o encontra desmaiado com a caixinha na mão. Cujo rótulo diz o seguinte:

"Pomada para calos. Cresce, endurece, seca e cai."

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João saiu para beber com os amigos. Depois de entornar todas achou que estava com tesão, mas marido fiel, voltou para casa. Lá chegando encontra a Margarida mergulhada em sono profundo, dormindo com a boca aberta. Ele pega duas aspirinas, e as coloca gentilmente na boca da mulher, que acorda engasgada, e pergunta:

— O que foi que você colocou na minha boca?

— Duas aspirinas, responde ele.

Ela aos berros:

— Eu não estou com dor de cabeça!

E ele feliz:

— Era isso que eu queria escutar!

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O pai estava bebendo cerveja, comendo amendoim e vendo TV na sala, vigiando a filhinha que namorava na varanda. Sono chegando, cerveja fazendo efeito, ouvido começa a coçar e o babaca começa cutucar o ouvido com um amendoim até que a casca do amendoim quebra e o caroço de amendoim entala no ouvido.

Ele fica desesperado, começa a tentar tirar o amendoim com o dedo e empurra mais prá dentro. Pega uma tampinha de caneta Bic e merda, o amendoim entrou mais ainda. Nisso o sujeito já estava louco, gritando, chamando a mulher, que veio correndo, que apavorou e já queria levar o maridão bêbado para o hospital, mas ele não queria.

— Sou um cara de posição, não posso me expor ao ridículo, etc...

A filha e o namorado entram na sala pra ver o que estava acontecendo.

— Pai, que é isso! Que vergonha!

O namorado da filha diz:

— Calma, que eu dou um jeito! Quando era escoteiro, era eu que socorria os amigos!

O entalado, que estava sem graça, apavorado, e agora puto com aquele sujeitinho dando palpite, acabou aceitando ajuda.

O sujeitinho mete dois dedos no nariz do sogrão, e diz:

— Fecha a boca e sopra pelo nariz com bastante força!

E não é que o maldito amendoim saiu do ouvido? O namoradinho sai todo convencido, a filha toda apaixonada, e a mulher encantada com o eficientíssimo rapaz, diz pro maridão:

— Viu que gracinha? Tão calmo, tão controlado nas emergências. O que será que ele vai ser?

E o maridão responde:

— Pelo cheiro dos dedos dele, vai ser ginecologista!

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O rapaz, depois de muito tempo encontra um velho amigo japonês:

— Oh, seu Tanaka! São muito lindos os seus filhos. São todos japoneses?

— Non! A mais velho nasceu no Japão. A do meio nasceu na Brasil.

— E o menorzinho com cara de mestiço?

— Esse de provetaaaa!

— Nossa. parabéns! Um filho de proveta é uma bela contribuição a ciência!

— Noonnnn! Contribuição nonnnnn! Tanaka exprica: Quando Tanaka viaja, muié meu fica sozinha, aí negon provetaaaaaa!

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