Piadas de Amigos

Desde o primeiro dia de casamento, Romualdo pedia à mulher para fazer sexo anal, mas ela nunca aceitava.

Certo dia, quando ele chegou mais cedo do serviço, a encontrou fazendo um sexo anal violento com o seu melhor amigo.

Não acreditando no que havia visto, saiu sem que eles percebessem e foi encher a cara no bar. Lá ele encontrou um bêbado pra quem desabafou. Contou toda a história. O bêbado escutou pacientemente e, quando o corno, quer dizer, o marido traído terminou de falar, ele respondeu:

— É, companheiro... A vida é assim! Olha só o meu caso, por exemplo: outro dia eu tava viajando de ônibus e de repente fiquei com vontade de cagar... Aí fui no banheiro, fiz força pra cagar e só peidei... Quando voltei pro meu lugar me deu uma vontadezinha de peidar aí fiz força pra peidar e caguei...

— Pô, meu! — protestou o corno — Eu desabafo com você, espero um bom conselho e você me vem com esse papo de peidar, cagar?

— Só tô tentando te mostrar como é a vida, cara... A gente não pode confiar nem no cu da gente! Imagina no dos outros...

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Um sujeito chega para o amigo e diz:

— O que você faria se pegasse a sua mulher transando com outro homem?

— Minha mulher? Com outro homem? Eu pegava a bengala dele e dava a maior sura no safado.

— Bengala? Que bengala?

— É que para transar com a minha mulher, só sendo cego...

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Marido e mulher estão jantando num restaurante finíssimo, quando de repente, uma loura maravilhosa se aproxima da mesa, tasca um tremendo beijo na boca do marido e vai embora, sem dizer uma palavra.

— O que é isso, Juvenal? Quem é essa mulher!

E o sujeito, constrangido:

— Bem, querida... eu ia te contar...

— Então conte já!

— Essa é minha amante!

— Amante? Ora essa! Mas que desaforado! Quero o divórcio imediatamente!

— Tudo bem... mas é ela que financia nossas férias na Europa, as roupas que você usa, as festas que a gente dá...

Ela fica em silêncio e continua comendo. De repente, um amigo do casal passa exibindo uma morena estonteante.

— Quem é essa mulher que está com o Toninho, Juvenal?

— É a amante dele!

— A nossa é muito melhor, você não acha?

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Ao ver o amigo extremamente abatido, o outro pergunta:

— Ei, o que houve? Por que você está com essa cara?

— Na semana retrasada morreu a minha avó...

— Nada bom...

— Mas ela me deixou uma herança de 100 mil reais.

— Nada mal!

— Na semana passada morreu um dos meus tios...

— Nada bom...

— Mas ele me deixou uma herança de 80 mil.

— Nada mal! Mas não consigo entender por que você está assim triste!

— Essa semana estou com um azar lascado. Hoje já é quinta-feira e até agora nada!

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No boteco, o bêbado desabafava com um amigo:

— Tive três mulheres... As três morreram...

— Sério? — pergunta o amigo, assustado — Mas como isso pôde acontecer?

— A primeira comeu cogumelo envenenado...

— Cogumelo envenenado? Que azar... E a segunda?

— Também comeu cogumelo envenenado!

— Tá brincando!? Vai dizer que a terceira também comeu cogumelo envenenado?

— Não... A terceira morreu de uma porrada porque não quis comer cogumelo envenenado!

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Duas amigas se encontram.

— Nossa, como você está abatida! — observa a primeira. — O que está acontecendo?

— É o meu marido...

— O que tem ele?

— Ele me trata como seu eu fosse uma prostituta!

E começa a chorar. A outra, vendo o desespero da amiga, tenta lhe consolar:

— Se eu fosse você, resolveria facilmente esse problema!

— O que você faria?

— Começaria a cobrá-lo!

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Alfredo e Juvenal eram grandes amigos desde a infância.

Quando Alfredo se casou, convidou Juvenal para padrinho e aí ele percebeu que a mulher do seu melhor amigo vivia arrastando suas asas para ele.

Em nome da amizade, ele sempre desconversava quando a garota lhe vinha com indiretas. Até que um dia, ele estava no trabalho e recebeu um telefonema dela:

— O Alfredo viajou e eu estou aqui em casa, na beira na piscina... me sentindo tão solitária... por que você não vem me fazer companhia?

Lealdade tem limites. Juvenal resolveu aceitar o convite.

Chegando lá, encontrou a porta aberta e foi entrando.

Andou pela casa inteira e não encontrou ninguém. Ao chegar na suíte, ouviu o ruído da água do chuveiro. Tirou a roupa e deitou-se na cama, aguardando ansiosamente a porta do banheiro se abrir.

Alguns minutos depois, a porta se abre e aparece o Alfredo.

— O que é isso Juvenal? O que você está fazendo aí pelado na minha cama?

E ele, sem perder o rebolado:

— Pois é, rapaz... Sexta-feira, eu estava lá no escritório sem nada para fazer, olhei para o relógio, eram duas e quinze da tarde, aí eu pensei: "Quer saber de uma coisa? Vou dar a bunda para o Alfredo!"

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Aquele coveiro corcunda estava limpando um dos túmulos do cemitério, quando ouve alguns ruídos esquisitos e, assustado, começa a correr.

— Não corra... eu não vou te fazer mau — diz uma voz que começa a se materializar à sua frente.

— Quem é você? — ele pergunta, com voz trêmula.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — responde o coveiro.

— Tem dinheiro?

— Não!

— Tem família?

— Também não!

— Então, me dá essa corcunda! — e desaparece no ar.

Felicíssimo, o coveiro sai contando para todo mundo o ocorrido.

Ao relatar o acontecido para um amigo paraplégico, este último resolve tentar a mesma sorte e passa a freqüentar assiduamente o cemitério.

Até que um dia ouve a mesma voz:

— Quem é você? — ele pergunta.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — respondeu o aleijado, todo sorridente.

— Você tem dinheiro?

— Não!

— Você tem família?

— Também não!

— Então, toma essa corcunda!

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Muito inseguro, o paciente pergunta ao médico:

— Doutor, o senhor tem certeza que eu estou com pneumonia?

— É claro que sim! — responde ele, com frieza.

— É que uma vez um médico disse que um amigo meu estava com pneumonia e, dois meses depois, ele morreu de reumatismo!

— Fique tranqüilo! — consola o médico — Quando eu digo que é pneumonia, os meus pacientes morrem de pneumonia mesmo!

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O Zezinho era um cara muito falador e muito conhecido na cidadezinha mineira onde vivia.

— E não só aqui, dizia ele. — Sou conhecido no mundo todo. Não tem canto que eu vá que não encontre um conhecido.

Uma vez, o Zezinho viajou para a Europa com o Luiz, seu amigo. Para surpresa do Luiz, em todo lugar o Zezinho encontrava um conhecido. Um dia chegaram a Roma e foram ao Vaticano. Era dia da bênção do Papa e a Praça São Pedro estava lotada.

— Espere aqui que eu vou ver se consigo que o Papa nos receba — disse o Zezinho e sumiu.

O Luiz ficou de bobeira até que olhando para a sacada onde o Papa falava viu aparecer o Zezinho, que colocou uma mão no ombro do Papa e acenou para o povão. Na praça, várias pessoas acenaram de volta.

— Você conhece aquele homem ali na sacada? — perguntou Luiz para o cara junto dele, que também tinha acenado.

— Que homem? Aquele ali junto do Zezinho?

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João ia se casar, mas tinha vergonha de ficar pelado na frente da mulher, pois era muito, mas muito magro. Até que um amigo muito próximo sugeriu:

— Cara, faz assim: antes de vocês começarem a transar, você apaga a luz do quarto, faz um charminho e vai pro banheiro. Depois você volta peladão e cai em cima dela!

Na noite de núpcias João seguiu o conselho do amigo. Começou a acariciar a mulher e, quando a coisa começou a esquentar, apagou a luz e disse que ia ao banheiro e já voltava.

A mulher ficou aguardando ansiosa, no escuro, esperando por alguma surpresa até que João chegou correndo e deu um pulo em cima da mulher.

— Ai, meu Deus! — gritou ela assustada — Me ajuda, João! Caiu um crucifixo em cima de mim!

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O jovem sujeito entra no boteco e pede:

— Amigo, manda dez doses de uísque, por favor!

— Puxa vida! — espanta-se o dono do bar — Pelo jeito, estamos comemorando alguma coisa, hein?

— É que hoje foi a minha primeira mamada! — diz o sujeito, muito tímido.

— Que beleza! Então ode tomar mais uma dose, por conta da casa!

— Não, obrigado. — diz ele, desanimado — Se esse gosto não sair da minha boca com dez doses, também não vai sair com onze!

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Dois amigos conversando:

— Sabe o que eu dei de aniversário pra minha mulher?

— Claro que não, né! — respondeu o amigo, impaciente — O que você deu?

— Um anel de brilhantes!

— Caramba! Você deve ter gasto uma fortuna! Por que você não deu uma coisa mais barata pra ela? Uma TV, por exemplo!

— Tá louco? Onde é que eu ia arrumar uma TV falsa?

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