Piadas de Amigos

Aquele coveiro corcunda estava limpando um dos túmulos do cemitério, quando ouve alguns ruídos esquisitos e, assustado, começa a correr.

— Não corra... eu não vou te fazer mau — diz uma voz que começa a se materializar à sua frente.

— Quem é você? — ele pergunta, com voz trêmula.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — responde o coveiro.

— Tem dinheiro?

— Não!

— Tem família?

— Também não!

— Então, me dá essa corcunda! — e desaparece no ar.

Felicíssimo, o coveiro sai contando para todo mundo o ocorrido.

Ao relatar o acontecido para um amigo paraplégico, este último resolve tentar a mesma sorte e passa a freqüentar assiduamente o cemitério.

Até que um dia ouve a mesma voz:

— Quem é você? — ele pergunta.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — respondeu o aleijado, todo sorridente.

— Você tem dinheiro?

— Não!

— Você tem família?

— Também não!

— Então, toma essa corcunda!

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Muito inseguro, o paciente pergunta ao médico:

— Doutor, o senhor tem certeza que eu estou com pneumonia?

— É claro que sim! — responde ele, com frieza.

— É que uma vez um médico disse que um amigo meu estava com pneumonia e, dois meses depois, ele morreu de reumatismo!

— Fique tranqüilo! — consola o médico — Quando eu digo que é pneumonia, os meus pacientes morrem de pneumonia mesmo!

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O Zezinho era um cara muito falador e muito conhecido na cidadezinha mineira onde vivia.

— E não só aqui, dizia ele. — Sou conhecido no mundo todo. Não tem canto que eu vá que não encontre um conhecido.

Uma vez, o Zezinho viajou para a Europa com o Luiz, seu amigo. Para surpresa do Luiz, em todo lugar o Zezinho encontrava um conhecido. Um dia chegaram a Roma e foram ao Vaticano. Era dia da bênção do Papa e a Praça São Pedro estava lotada.

— Espere aqui que eu vou ver se consigo que o Papa nos receba — disse o Zezinho e sumiu.

O Luiz ficou de bobeira até que olhando para a sacada onde o Papa falava viu aparecer o Zezinho, que colocou uma mão no ombro do Papa e acenou para o povão. Na praça, várias pessoas acenaram de volta.

— Você conhece aquele homem ali na sacada? — perguntou Luiz para o cara junto dele, que também tinha acenado.

— Que homem? Aquele ali junto do Zezinho?

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João ia se casar, mas tinha vergonha de ficar pelado na frente da mulher, pois era muito, mas muito magro. Até que um amigo muito próximo sugeriu:

— Cara, faz assim: antes de vocês começarem a transar, você apaga a luz do quarto, faz um charminho e vai pro banheiro. Depois você volta peladão e cai em cima dela!

Na noite de núpcias João seguiu o conselho do amigo. Começou a acariciar a mulher e, quando a coisa começou a esquentar, apagou a luz e disse que ia ao banheiro e já voltava.

A mulher ficou aguardando ansiosa, no escuro, esperando por alguma surpresa até que João chegou correndo e deu um pulo em cima da mulher.

— Ai, meu Deus! — gritou ela assustada — Me ajuda, João! Caiu um crucifixo em cima de mim!

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O jovem sujeito entra no boteco e pede:

— Amigo, manda dez doses de uísque, por favor!

— Puxa vida! — espanta-se o dono do bar — Pelo jeito, estamos comemorando alguma coisa, hein?

— É que hoje foi a minha primeira mamada! — diz o sujeito, muito tímido.

— Que beleza! Então ode tomar mais uma dose, por conta da casa!

— Não, obrigado. — diz ele, desanimado — Se esse gosto não sair da minha boca com dez doses, também não vai sair com onze!

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Dois amigos conversando:

— Sabe o que eu dei de aniversário pra minha mulher?

— Claro que não, né! — respondeu o amigo, impaciente — O que você deu?

— Um anel de brilhantes!

— Caramba! Você deve ter gasto uma fortuna! Por que você não deu uma coisa mais barata pra ela? Uma TV, por exemplo!

— Tá louco? Onde é que eu ia arrumar uma TV falsa?

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A morena encontra a amiga loira e pergunta:

— Carol! É verdade que você vai casar?

— É sim, amiga! Conheci o gato há dois meses e já vou casar!

— Nossa, que rápido! Foi fisgada pela flecha do cupido?

— Não, pela buzina do carro importado!

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Certo dia um empresário viajava pelo interior e ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas.

— Estou pensando em entrar para o ramo da pecuária será que você poderia me passar umas informações?

— Claro, uai!

— As vacas dão muito leite?

— Qual que o senhor quer saber? As máiada ou as marrom?

— Pode ser as malhadas.

— Dá uns 12 litro por dia!

— E as marrons?

— Também uns 12 litro por dia!

O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:

— Elas comem o quê?

— Qual? As máiada ou as marrom?

— Sei lá, pode ser as marrons!

— As marrom come pasto e sal.

— Hum! E as malhadas?

— Também come pasto e sal!

O empresário, sem conseguir esconder a sua irritação, disparou:

— Escuta aqui, meu amigo! Por que toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons sendo que é tudo a mesma resposta?E o matuto responde:

— É que as máiada são minha!

— E as marrons?

— Também são minha, uai!

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Dois amigos, um caçador e outro pescador, foram passar as férias no sítio. Chegando lá, o caçador adentrou a mata e o pescador se sentou na beira do rio com a sua varinha a fixou numa forquilha e na maior paciência, tirou um cochilo.

Tempo depois, nosso primeiro amigo caça um enorme tatu e contente, volta para mostrar para o amigo. Chegando na beira do rio, quando o vê dormindo com sua varinha na mesma posição, tem uma idéia: "Vou enroscar este tatu no anzol e pregar uma peça neste pescador mentiroso!" E assim fez. O pescador então acorda assustado, retira o tatu do rio.

O caçador então, contendo o riso, lhe pergunta:

— Nossa, compadre, cê pescou um tatu?

— Pois é, e este aqui é o segundo hoje!

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O marido estava em seu leito de morte e chamou a esposa. Com voz rouca e já bem fraca, diz à mulher:

— Meu bem, chegue mais perto. Eu quero lhe fazer uma confissão!

— Não, não — respondeu a mulher. — Sossegue e fique quietinho aí, porque você não pode fazer esforço.

— Mas mulher — insistiu o marido. — Eu preciso morrer em paz! Eu quero confessar uma coisa que está me atormentando!

— Está bem, está bem! Pode falar!

— É o seguinte. Eu transei com a sua irmã, com a sua mãe e com a sua melhor amiga!

— Eu sei, eu sei — disse a mulher. — Foi por isso que eu te envenenei, seu filho da p...

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No funeral de um peão de obra, um sujeito, desconhecido da família, chorava copiosamente.

De repente a viúva se aproxima dele e pergunta:

— João era seu amigo?

— Amigo? João era como um irmão pra mim! Ele me adorava.

A ex-mulher de João abraçou o moço, que prosseguiu:

— As últimas palavras do João foram ditas pra mim...

— É mesmo? — perguntou ela, curiosa — E quais foram essas palavras?

— "Jorge, não mexe no andaimeeeeeeeeee..."

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