Piadas de Amigos

O sujeito encontra-se com um amigo:

— Desculpa por não ter te ligado na semana passada. Eu estava com uma inflamação na garganta e fiquei cinco dias completamente sem voz.

— E a sua mulher? O que fez?

— A minha mulher? Você acredita que ela nem percebeu?

7
1
6

— Nós somos um casal moderno — anunciava o rapaz recém-casado — Dividimos todas as tarefas de casa. Eu lavo a louça, a roupa, o banheiro...

— Espera aí! — interrompe o amigo. — E a sua mulher?

— Minha mulher, não! Ela se lava sozinha.

22
19
3

Dois amigos que não se viam há muito tempo se reencontram e começam a colocar a conversa em dia:

— Vou dizer uma coisa para você.

— Pode falar.

— Eu detesto quando as pessoas metem o nariz nos meus negócios.

— Curioso! Eu gosto.

— Por quê?

— Eu fabrico lenços!

5
-7
12

Três amigos foram para o pantanal para desestressar. Um deles era médico, o outro botânico e o terceiro, coitado, era cômico.

No meio da selva, eles encontraram um índio e, tentando esconder o medo de serem devorados ou coisa assim, eles puxaram conversa:

— Bom dia, seu Índio! — disse o médico — Nós somos de Brasília!

— Brasília ser cidade feia! — disse o Índio — Brasília queimar índio!

Os três viajantes, que já tinham esquecido do caso do índio queimado em 97, ficaram com medo que o nativo quisesse descontar a raiva neles então tentaram se enturmar mais:

— Mas nós não somos maus, seu Índio! — disse o botânico.

— É nós somos legais! — disse o cômico — Nós viemos aqui pra respirar ar puro, relaxar, curtir a natureza...

— O que vocês fazer no Brasília? — perguntou o índio, ainda desconfiado.

— Eu sou cômico! — disse o cômico.

— Eu sou botânico! Eu sou médico! — disseram os outros.

O índio ficou pensativo por alguns instantes e disse:

— Comicu? Botanicu? Medicu?

— Isso mesmo! — concordaram os três.

Então o índio pulou no rio e saiu nadando que nem louco. Depois que estava há uns 20 metros de distância, ele gritou:

— Se vocês ser comicu, botanicu e medicu... Índio ser salvacu!

56
20
36

Na fila da alfândega, dois amigos começam a puxar papo com um sujeito que está carregando quinze caixa de uvas.

— O senhor tem um restaurante? — perguntou um dos amigos.

— Não, não! — e olhando para a caixa de uvas — Ah! O senhor perguntou por causa das uvas, não é mesmo?

O cara acenou com a cabeça.

— É que a minha mulher está grávida e com desejo de comer uvas argentinas! Rodei, rodei a cidade inteira e não achei. Aí ela ficou me enchendo o saco que o menino ia nascer com cara de videira etc... e tal, peguei um avião, fui pra Argentina e estou voltando agora...

— Mas o senhor é besta mesmo! — disse o outro amigo. — Isso tudo é frescura da mulherada. Minha mãe, quando estava grávida de mim, teve desejo de comer disco quebrado. O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu?

20
6
14

Na festa, o sujeito conta vantagem com o amigo:

— Cara, eu já comi todas as mulheres que estão nessa festa! Tirando as minhas duas irmãs, claro!

— Que legal! — comenta o amigo — justamente o contrário de mim!

— Contrário? Como assim?

— Até agora eu só consegui comer as suas irmãs!

18
16
2

O cara chega apavorado no hospital:

— Por favor! — diz ele, ofegante — Fiquei sabendo que meu amigo foi atropelado e está nesse hospital.

— Qual o nome dele, senhor?

— Gerivalson dos Santos.

— Ele está aqui sim, senhor.

— E como ele está?

— Bem... É... Hum...

— Fala logo, menina! Como ele está?

— Er... Ele... É...

— Fala onde ele está que eu mesmo vou ver!

— Ele está nos leitos 17, 18 e 19, senhor.

62
30
32

Um advogado foi surpreendido por uma blitz em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:

— Por favor, posso ver sua habilitação.

— Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.

— Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.

— Não o tenho, porque o carro é roubado.

— Como é? O carro é roubado?

— Aliás, pensando melhor, quando foi guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta que acredito ser os documentos do carro sim.

— Você tem uma arma em seu porta-luvas?

— Claro meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar seu corpo no porta-malas, afinal, se não houvesse violência seria um furto e não um roubo.

O guarda desesperado disse ao advogado:

— Aguarde um minuto por favor.

Nisto chamou o Capitão pelo rádio, relatando todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais em reforço ao local, os quais ao chegarem cercaram o carro e com suas armas em punho, exigiram que ele descesse do carro.

Nisto, chega o Capitão ao advogado e diz:

— Posso ver sua habilitação?

— Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.

— O veículo é seu?

— Sim Senhor. Aqui estão os documentos.

— Por gentileza, abra seu porta-luvas bem lentamente.

O advogado todo solícito, abriu o porta-luvas que estava vazio.

O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido, onde se averiguou, também estar vazio.

Então o Capitão indignado disse ao advogado:

— Eu não entendo, o guarda que o abordou chegou para mim e disse que o Senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o Senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas...

No que diz o advogado com cara de espanto:

— Olha que mentiroso, aposto que disse também que estava trafegando em excesso de velocidade.

77
54
23

O caipira ganhava todas as apostas das brigas de galos daquele vilarejo, quando um sujeito da cidade, cansado de perder, chega para ele e pergunta:

— Meu amigo, vejo que o senhor é um grande entendido em brigas de galos.

— É...— responde timidamente o caipira.

— Pois eu já perdi quase todo meu dinheiro. Não acertei uma aposta... pode me ajudar e dizer qual é o galo bom da próxima luta?

— O bom é o galo branco — responde o caipira.

O sujeito da cidade, rapidamente, aposta todo o resto do seu dinheiro no galo. Quando acaba a luta, ao ver o galo branco derrotado, ele vai ter novamente com o caipira:— Você não me disse que o galo branco é que era o bom?

— Pois entonces... o branco era o bom... o preto é que era o marvado!

37
30
7

Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo. Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto. Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.

Virando-se para o matuto, o sujeito diz:

— Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha...

O matuto fica olhando pra ele.

E ele, sem jeito, continua:

— Puxa, eu não deveria estar correndo tanto... sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.

E o matuto:

— Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali..

18
10
8

Dois meninos da cidade passavam as férias na fazenda.

— Cê viu, cara? — disse um, olhando para um pintinho nascendo — Olha que incrível como eles saem da casa deles!

— Não sei não — respondeu o amigo — Eu acho muito mais incrível como eles entram na casa sem quebrar ela!

12
6
6

Cinco bêbados estavam no terminal de trem, se escorando um no outro com aquela camaradagem clássica de bebum. Quando o trem apontou, todos ficaram muitos agitados, se posicionado rapidamente na porta de cada vagão naquele tumulto para conseguir entrar.

Pois bem, quatro dos cinco amigos bêbados conseguiram entrar e um ficou de fora. Vendo aquela cena, o guarda do terminal resolveu perguntar.

— E agora, todos os seus amigos foram e só você ficou?

O bêbado respondeu!

— Pois é seu guarda, o pior é que só eu ia viajar, eles vieram apenas me acompanhar.

25
15
10

No escurinho do cinema, no meio do novo filme do Schwarzennegger, um casal de meia idade insiste em discutir em voz alta.

— Eu nunca mais vou te trazer no cinema! — diz o marido, furioso.

— E quem disse eu eu quero a sua companhia? — desafia a mulher.

— Pois então, fique sabendo que...

— Escuta aqui, meu amigo! — interrompe o espectador da cadeira ao lado — Eu não estou conseguindo ouvir uma palavra!

— É mesmo? — exclama o sujeito, em tom irônico — E eu posso saber por que você quer ouvir a minha discussão?

11
6
5