Piadas de Amigos

Na fila da alfândega, dois amigos começam a puxar papo com um sujeito que está carregando quinze caixa de uvas.

— O senhor tem um restaurante? — perguntou um dos amigos.

— Não, não! — e olhando para a caixa de uvas — Ah! O senhor perguntou por causa das uvas, não é mesmo?

O cara acenou com a cabeça.

— É que a minha mulher está grávida e com desejo de comer uvas argentinas! Rodei, rodei a cidade inteira e não achei. Aí ela ficou me enchendo o saco que o menino ia nascer com cara de videira etc... e tal, peguei um avião, fui pra Argentina e estou voltando agora...

— Mas o senhor é besta mesmo! — disse o outro amigo. — Isso tudo é frescura da mulherada. Minha mãe, quando estava grávida de mim, teve desejo de comer disco quebrado. O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu? O senhor acha que o meu pai deu?

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Na festa, o sujeito conta vantagem com o amigo:

— Cara, eu já comi todas as mulheres que estão nessa festa! Tirando as minhas duas irmãs, claro!

— Que legal! — comenta o amigo — justamente o contrário de mim!

— Contrário? Como assim?

— Até agora eu só consegui comer as suas irmãs!

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O cara chega apavorado no hospital:

— Por favor! — diz ele, ofegante — Fiquei sabendo que meu amigo foi atropelado e está nesse hospital.

— Qual o nome dele, senhor?

— Gerivalson dos Santos.

— Ele está aqui sim, senhor.

— E como ele está?

— Bem... É... Hum...

— Fala logo, menina! Como ele está?

— Er... Ele... É...

— Fala onde ele está que eu mesmo vou ver!

— Ele está nos leitos 17, 18 e 19, senhor.

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Um advogado foi surpreendido por uma blitz em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:

— Por favor, posso ver sua habilitação.

— Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.

— Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.

— Não o tenho, porque o carro é roubado.

— Como é? O carro é roubado?

— Aliás, pensando melhor, quando foi guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta que acredito ser os documentos do carro sim.

— Você tem uma arma em seu porta-luvas?

— Claro meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar seu corpo no porta-malas, afinal, se não houvesse violência seria um furto e não um roubo.

O guarda desesperado disse ao advogado:

— Aguarde um minuto por favor.

Nisto chamou o Capitão pelo rádio, relatando todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais em reforço ao local, os quais ao chegarem cercaram o carro e com suas armas em punho, exigiram que ele descesse do carro.

Nisto, chega o Capitão ao advogado e diz:

— Posso ver sua habilitação?

— Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.

— O veículo é seu?

— Sim Senhor. Aqui estão os documentos.

— Por gentileza, abra seu porta-luvas bem lentamente.

O advogado todo solícito, abriu o porta-luvas que estava vazio.

O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido, onde se averiguou, também estar vazio.

Então o Capitão indignado disse ao advogado:

— Eu não entendo, o guarda que o abordou chegou para mim e disse que o Senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o Senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas...

No que diz o advogado com cara de espanto:

— Olha que mentiroso, aposto que disse também que estava trafegando em excesso de velocidade.

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O caipira ganhava todas as apostas das brigas de galos daquele vilarejo, quando um sujeito da cidade, cansado de perder, chega para ele e pergunta:

— Meu amigo, vejo que o senhor é um grande entendido em brigas de galos.

— É...— responde timidamente o caipira.

— Pois eu já perdi quase todo meu dinheiro. Não acertei uma aposta... pode me ajudar e dizer qual é o galo bom da próxima luta?

— O bom é o galo branco — responde o caipira.

O sujeito da cidade, rapidamente, aposta todo o resto do seu dinheiro no galo. Quando acaba a luta, ao ver o galo branco derrotado, ele vai ter novamente com o caipira:— Você não me disse que o galo branco é que era o bom?

— Pois entonces... o branco era o bom... o preto é que era o marvado!

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Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo. Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto. Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.

Virando-se para o matuto, o sujeito diz:

— Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha...

O matuto fica olhando pra ele.

E ele, sem jeito, continua:

— Puxa, eu não deveria estar correndo tanto... sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.

E o matuto:

— Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali..

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Dois meninos da cidade passavam as férias na fazenda.

— Cê viu, cara? — disse um, olhando para um pintinho nascendo — Olha que incrível como eles saem da casa deles!

— Não sei não — respondeu o amigo — Eu acho muito mais incrível como eles entram na casa sem quebrar ela!

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Cinco bêbados estavam no terminal de trem, se escorando um no outro com aquela camaradagem clássica de bebum. Quando o trem apontou, todos ficaram muitos agitados, se posicionado rapidamente na porta de cada vagão naquele tumulto para conseguir entrar.

Pois bem, quatro dos cinco amigos bêbados conseguiram entrar e um ficou de fora. Vendo aquela cena, o guarda do terminal resolveu perguntar.

— E agora, todos os seus amigos foram e só você ficou?

O bêbado respondeu!

— Pois é seu guarda, o pior é que só eu ia viajar, eles vieram apenas me acompanhar.

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No escurinho do cinema, no meio do novo filme do Schwarzennegger, um casal de meia idade insiste em discutir em voz alta.

— Eu nunca mais vou te trazer no cinema! — diz o marido, furioso.

— E quem disse eu eu quero a sua companhia? — desafia a mulher.

— Pois então, fique sabendo que...

— Escuta aqui, meu amigo! — interrompe o espectador da cadeira ao lado — Eu não estou conseguindo ouvir uma palavra!

— É mesmo? — exclama o sujeito, em tom irônico — E eu posso saber por que você quer ouvir a minha discussão?

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Apaixonado, o rapaz anuncia ao seu pai que vai se casar.

— Que ótimo, meu filho! — entusiasma-se o pai. — Quem é a felizarda?

— É a Jéssica, papai... Filha do seu amigo Alfredo.

— Fi... filha do Alfredo? — gaguejou o pai, estupefato. — Mas você não pode se casar com esta moça!

— Por que não?

— Sabe o que é? É que logo que eu casei com a sua mãe, toda vez que o Alfredo viajava, a sua mulher dormia aqui em casa e uma vez... bem, você sabe o que aconteceu, né?

— Quer dizer que a Jéssica é minha irmã?

O pai confirma com a cabeça e o rapaz se tranca no quarto chorando, desesperado.

Pouco depois, a sua mãe vai consolá-lo:

— O que houve, meu filho?

— É que o papai me contou que não posso me casar com a Jéssica...

— Que bobagem, meu filho! Claro que você pode se casar com ela.

— Mas ela é minha irmã!

— Sabe o que é? É que logo que me casei com o seu pai, todas as vezes que ele viajava, eu ia dormir na casa do Alfredo...

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Um grupo de amigos está jogando xadrez, disputando um pequeno campeonato e um bêbado fica ao lado, da mesa só assistindo. As horas vão se passando. Uma, duas, três, quatro, cinco... E o bêbado continua lá. Até que um dos amigos resolve ver se ele quer jogar:

— Ei, amigo! Você está aí olhando a gente jogar há horas. Vem jogar também!

— O quê? — disse o bêbado, revoltado — Xadrez? Eu não tenho paciência pra esse negócio não!

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Distraído, o sujeito vai atravessar uma linha férrea no mesmo instante em que o trem estava passando. E como resultado ele teve uma das pernas bruscamente arrancada.

Ele senta-se na calçada e se debulha em lágrimas:

— Justo a boa! Justo a boa!

Um dos transeuntes que observara o acidente, abaixa-se para consolá-lo e percebe que a perna perdida era uma perna de pau.

— Meu amigo — diz ele. — Você tem de erguer as mãos para o céu. Você perdeu somente a sua perna de pau!

— Então — respondeu o homem, choramingando. — Justo a de peroba que me custou uma fortuna!

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Duas pulgas conversavam:

— Essa noite quase morri de frio, cara! — diz o primeiro.

— Você dormiu aonde? — perguntou o amigo.

— Dormi no bigode de um motoqueiro!

— Você é doido, cara? Os motoqueiros vivem zanzando por aí e quem sofre é você que fica com o vento batendo na cara!

— Pois é! Nem me fala...

— Quer um lugar legal pra você dormir? Procura uma mulher de saia, sobe na perna dela e vai reto toda vida! Você vai chegar numa floresta quentinha, aí é só se esconder e dormir, sossegado!

Empolgadíssimo, a pulga logo encontrou uma mulher de saia e seguiu as recomendações do amigo.

Uma semana depois eles se reencontram:

— E aí, cara? Fez o que eu te falei?

— Você tava me sacaneando, né? — esbravejou a pulga friorento, partindo pra cima do amigo.

— Calma, cara! O que aconteceu? Não achou a floresta quentinha?

— Achar eu achei! Mas eu tava dormindo sossegado e começou uma confusão danada! Fui tão chacoalhado que fiquei tonto e, quando dei por mim, tava de novo no bigode do motoqueiro!

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