Piadas de Amigos

Adolfo está sentado em frente ao cassino, desconsolado, chorando copiosamente, com uma caixinha nas mãos quando passa um velho amigo e o aborda.

— Adolfo? — pergunta ele, espantado — Cara, o que aconteceu? O que você tá fazendo aí chorando?

— A morte! — gritou Adolfo, aos prantos — Eu quero a morte!

— Para com isso, cara! O que aconteceu?

— Eu perdi dinheiro no Cassino! Buááááá...

— Ah, não fica assim, cara! Jogo é assim mesmo... Um dia a gente perde! No outro... a gente perde de novo! Quanto você perdeu? Uns mil reais?

— Que nada, cara! Foi mais!

— Sério? Foi quanto? Uns cinco mil?

— Mais, cara... Muito mais!

— Putz, cara! Vai me dizer que foi mais de 10 mil?

— Foi, cara! Foi bem mais...

— 50 mil? — perguntou ele, preocupado.

— Perdi 100 mil, cara! 100 mil!

— Caramba! Se eu perdesse 100 mil no cassino, minha mulher me arrancava as bolas!

E o Adolfo, chorando ainda mais:

— E o que você acha que tem dentro dessa caixinha?

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O sujeito, um conhecido empresário, vai ao banco e fala com o gerente:

— Seu gerente, eu preciso urgente de um empréstimo de trinta Reais!

— Trinta Reais? — o gerente se surpreende — Ok, o crédito está concedido, sem problemas!

— E quais garantias devo apresentar? — o empresário pergunta.

— Garantias? — pergunta o gerente, perplexo. — Imagina, para esse valor não precisa de nenhuma garantia!

— Eu não posso aceitar! — exclama o empresário — Eu deixarei meu carro como garantia!

Após uma breve discussão, o gerente, com receio de magoar o importante cliente, aceita. À tarde, o empresário conta o episódio para um amigo.

— Mas você ficou louco? — o amigo se revolta — Onde já se viu, dar um carro em garantia por tão pouco dinheiro!

— Acontece que eu vou viajar e ficar fora por três meses — o empresário explica.

— Onde é que eu vou conseguir estacionar o carro por tão pouco dinheiro?

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Dois amigos conversando:

— Pô, Osires... Acho que eu vou me separar!

— Que é isso, amigão? Se separar por quê?

— Eu não agüento mais a minha mulher!

— Não agüenta como? Ela tá muito gorda e você não agüenta carregar? Ué, então não carrega...

— Não, Osires! Não é nada disso!

— Já sei, você anda broxando! Toma um Viagra, cara! Mas não deixa isso te desanimar não...

— Não, Osires! Você não tá entendendo nada! Eu não agüento mais essa rotina do casamento! Casamento é um saco!

— Ah, não fala assim, amigão... Casamento é o porto onde dois navios se encontram e seguem navegando juntinhos... Não é lindo?

— Ah, agora entendi tudo!

— Entendeu tudo? Como assim?

— Olha só o azar que eu dei: encontrei um navio de guerra!

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Um casal de amigos estava caminhando pela fazenda quando a garota vê um cavalo transando com uma égua e pergunta:

— Ô Zé, o que eles tão fazendo?

— Eles tão se acasalando, sô! Quando a égua tá no cio, o cavalo sente o cheiro e eles cruzam!

Um pouco mais pra frente, a garota vê um boi e uma vaca transando, e pergunta:

— Ô Zé, o que eles tão fazendo?

— Eles tão se acasalando, sô! Quando a vaca tá no cio, o boi sente o cheiro e eles cruzam!

— Hum... Zé, posso pergunta uma coisa pr'ocê?

— Pode sim!

— Você tá com o nariz entupido?

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Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.

Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.

— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.

Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.

Então ele continuou:

— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.

Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.

E ele concluiu:

— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.

Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Nessa hora um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.

A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.

Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.

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Ricardo está no bar, tomando uma cervejinha e jogando baralho com os amigos quando de repente um mendigo, todo maltrapilho, com a barba enorme, vem falar com ele:

— Cara, por favor... Me paga um café!

— Claro! — diz Ricardo, muito bondoso — Quer uma cerveja também?

— Não, obrigado... Eu não bebo! Só quero o café mesmo!

— Então senta aí! — insiste Ricardo — Vamos jogar baralho com a gente!

— Eu também não jogo — diz o mendigo — Só quero o cafezinho mesmo!

— Então pega um cigarro aqui, cara!

— Eu também não fumo... Só quero o cafezinho!

— Já sei! — diz Ricardo — Vamos dar um pulinho lá em casa! É aqui pertinho! Aí a gente toma o café da minha mulher, que é uma delícia!

— Isso eu aceito! — diz o mendigo, sorrindo.

Chegando em casa, Ricardo toma uma bronca:

— Por que você trouxe esse mendigo aqui? Você é louco?

— Só pra te mostrar como fica um homem que não bebe, não joga e não fuma!

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Dois amigos conversando:

— Hoje eu acordei me sentindo um lixo! Um trapo! Tava tão mal que decidi me suicidar tomando 200 aspirinas!

— Tá brincando! — exclamou o amigo, assustado. — Acabou desistindo dessa ideia maluca?

— Sei lá... Só sei que no segundo comprimido eu já comecei a me sentir bem melhor.

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Pouco antes da meia-noite, o presidente Bill Clinton estava voltando para casa, quando percebe uma inscrição, bem diante da sua porta de entrada, escrita com urina na neve: "Clinton é corno".

Enfurecido, imediatamente ele aciona o serviço secreto e ordena uma detalhada investigação sobre o fato.

Após vários exames, coleta de amostras, consulta a grafólogos etc... o chefe do serviço secreto vem comunicar-lhe o veredicto.

— E então? — pergunta Clinton, ansioso.

— Descobrimos o culpado — disse o homem, sem rodeios. — A urina é do seu chefe de gabinete!

— O meu chefe de gabinete? Mas que filho da puta!

— Você não sabe do pior...

— O que poderia ser pior que ser traído por um amigo de infância?

— A caligrafia é da Hillary!

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No bar de sempre, o sujeito encontra o amigo cheio de hematomas, sentado em um canto.

— Kléber? O que aconteceu, cara?

— Putz, é que ontem eu apertei o peito da minha mulher e levei uma surra.

— O quê? — grita ele, assustado — Ela ficou louca? Quando eu aperto o peito da minha mulher ela fica excitada, me faz carinho...

— É... mas você já tentou apertar o peito dela com a porta do carro?

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Dois amigos conversando:

— Eu tenho um cachorro que é uma maravilha. Saio de casa, minha mulher solta ele duas horas depois e bicho me encontra, onde eu estiver!

O amigo não fala uma palavra e, depois de um breve silêncio, o dono do cachorro continua:

— Você precisa ver! O danado tem um faro que é uma beleza! Sai de casa cheirando aqui, cheirando ali e acaba me achando!

O amigo continua em silêncio. Então o dono do cachorro não resiste:

— Pô, Gilmar! Eu falando do faro do meu cachorro e você nem diz nada?

— Ué, vou dizer o quê?

— Ué, diz o que você acha!

— Ah, eu acho é que você devia tomar banho com mais freqüência!

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O caipira tenta convencer o amigo a ir trabalhar em São Paulo:

— Vamos lá, Zé! A vida lá é melhor!

— Vô não! Lá tem muito bandido!

— Que nada! Você fica sabendo que é lá que o dinheiro corre adoidado!

— Mais um motivo... Aqui que ele fica parado eu não vejo nem a cor... imagina esse danado correndo!

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Ao chegar mais cedo em casa, o sujeito encontrou a mulher nua deitada na cama, com a respiração ofegante.

— O que houve, querida? Você não está passando bem?

— Acho que é um ataque do coração.

Então o marido correu para o telefone para chamar o médico. Nisso, o filho mais novo chegou perto dele e avisou:

— Pai, tem um homem pelado no banheiro!

O marido foi até lá, abriu a porta e deu de cara com o seu melhor amigo.

— Pelo amor de Deus, Alfredo! Minha mulher está tendo um enfarte e você fica por aí assustando as crianças...

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