Piadas de Amigos

Depois de um mês de casamento, o marido pergunta à esposa:

— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?

— Ah, querido, não vamos falar disso agora...

— Pode falar, amor... Eu não vou ficar chateado.

— Você Jura?

— Claro, meu bem. Fale a verdade pra mim!

— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!

— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.

— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!

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Três amigos voltavam da farra às 4 horas da madrugada, quando um deles chega numa sacada e começa a gritar para acordar a moradora da casa.

A mulher sai furiosa e diz:

— O que é que vocês querem?

O bêbado pergunta:

— Mora algum Joaquim aí?

Ela responde:

— Mora sim, por quê?

— Desce aí é diz quem de nós três é o Joaquim!

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Três amigos morrem e vão para o céu. Chegando lá encontra São Pedro no portão, que logo os interrogam:

— Meu filho como se chama? Tens mulher?

— Me chamo Paulo e sim, sou casado — respondeu o primeiro homem.

— Seja sincero — disse o santo. — Quantas vezes traístes tua mulher?

O homem fica meio acanhado e diz:

— Pra falar a verdade já perdi as contas.

São Pedro olha seriamente pro homem e responde:

— Você irá ressuscitar e ganhará uma bicicleta como prêmio.

Paulo recebe a bicicleta e volta pedalando pra Terra.

São Pedro faz a mesma pergunta para o segundo homem que responde:

— Me chamo Carlos e traí minha mulher 10 vezes e me lembro perfeitamente disso.

O velho olha decepcionado e fala:

— Tu irás ressuscitar e ganhará um Fusca velho como prêmio.

O homem não reclama e vai embora com o seu Fusca que estava caindo aos pedaços.

São Pedro já sem esperança diz ao terceiro homem:

— Meu filho, diga logo quantas vezes você traiu sua mulher.

— Me chamo Mário e nunca na vida sequer tive outros olhos pra nenhuma mulher além de minha esposa.

O santo olha deslumbrado para o homem e fala:

— Meu Deus, isso nunca aconteceu! Parabéns, você ganhará uma BMW.

O cara feliz da vida volta pra Terra dirigindo seu carrão.

Depois de três dias, Carlos encontra Mário na calçada chorando e não aguenta a infelicidade do amigo e pergunta:

— O que é isso Mário? Tu ganha carrão e tá aí se lamentando? Que aconteceu?

— Pô Carlos, não tô triste por ter ganhado o carro, o problema é que eu acabo de ver minha mulher passar de patinete!

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Aquele fazendeiro tinha um lindo cavalo que um certo dia adoeceu gravemente e já não conseguia mais parar em pé. Ao ver o cavalo sofrendo tanto, resolveu chamar um veterinário. O veterinário examinou-o durante um longo tempo e, por fim, observou:

— Olhe, o seu cavalo está com uma virose muito grave. Eu dei-lhe uma injeção, mas não sei se o bicho vai reagir. Amanhã eu voltarei e se ele não reagir, infelizmente teremos que sacrificá-lo. E foi embora.

O porco, vizinho de estábulo do cavalo, ao ouvir a conversa, ficou compadecido com a situação do amigo.

— Ei, você tem de reagir — recomendava. — Não pode se entregar desse jeito. Descansa bastante hoje a noite e amanhã você estará novo em folha. O cavalo relinchou baixinho, agradecendo.

No dia seguinte, o cavalo continuava deitado quando eles chegaram.

— É infelizmente vamos ter de sacrificá-lo. — lamentou o veterinário.

E o porco, quase desesperado:

— Ei, amigo. Levanta! Vamos, força! É agora ou nunca!

Nisso, num esforço fenomenal, o cavalo levanta-se lentamente e depois sai correndo.

— Viva! — bradou o fazendeiro. — O cavalo se recuperou, agora vamos fazer uma festa pra comemorar! Matem o porco!

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Um cara encontra um amigo que está com um grande sorriso na cara:

— Então, Zé? Você está contente por quê?

— Pois então, você sabe que eu vivo ali ao lado da linha do trem. Ontem à noite ia eu sozinho para casa quando reparei numa garota amarrada aos trilhos, como nos filmes.

— Ah, você tá brincando! — exclamou o amigo.

— Nada, é sério. Eu fui lá e soltei-a e levei-a para minha casa. Bom, resumindo, faturei a mulher!

Fizemos amor a noite toda: cachorrinho, papai e mamãe, 69, umas vezes por cima, outras por baixo! Foi demais!

— Seu sortudo! E aí, vocês não fizeram sexo oral?

— Não, não encontrei a cabeça dela.

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A loira dirige pelas ruas da cidade toda arrumada quando de repente bate o seu carro novinho na traseira de um ônibus e fica desesperada. Um guarda passava pelo local e resolve tirar um sarro da coitadinha:

— Isso é muito fácil de resolver: É só soprar nesse cano aqui atrás, mais conhecido como escapamento, que o carro desamassa rapidinho!

Alguns minutos depois, com a boca toda preta e os joelhos doendo ela começa a chorar. Quando uma outra loira passa por ela pra lhe dar umas dicas:

— Amiga, o que aconteceu?

— Bati meu carro no ônibus e o guarda disse para eu soprar aqui que iria desamassar — diz a loira, desesperada.

— Sua burra! — xinga a amiga — Desse jeito você não vai conseguir! Primeiro você tem que fechar os vidros do carro!

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Os loucos resolveram jogar uma partida de futebol. Detalhe: sem bola. Ficaram correndo, chutando e comemorando os gols durante horas, mas um deles se recusou a participar do jogo. Isso chamou a atenção do diretor do hospício, que foi falar com ele:

— Ei, rapaz. Por que você não vai jogar futebol com os seus amigos?

— Eu não! — respondeu ele — Não sou louco!

Sensibilizado com a resposta, o diretor resolveu dar alta para o rapaz. Com certeza ele não estava louco. Depois de liberar o louco para que ele voltasse para sua casa, o diretor voltou até o pátio para falar com os internos:

— E aí, quanto está o jogo?

— Cinco a zero pra geeeeente! — gritou um louco, babando.

— E o amigo de vocês, não quis participar do jogo por quê?

— Ah, ele é bobo! — disse outro — Disse que não joga com bola murcha!

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O caipira estava tranqüilo, deitado na sala, fumando o seu sagrado cigarrinho de palha e assistindo televisão, quando o seu cumpadre passa e acena pela janela:

— Bom dia, Zé... tudo firme?

Ele vira para o amigo e diz:

— Não, cumpadre... Por enquanto é tudo futebor.

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O sujeito foi ao bordel. Chegando lá havia um tabela: Meia por R$15,00 e Inteira por R$30,00.

Como estava com dinheiro e a fila para a meia era enorme, resolveu encarar a inteira. Após pagar os R$30,00, entrou numa sala circular, toda espelhada em volta e no teto. No meio da sala, havia uma loira maravilhosa, uma cama redonda e um espanador. Quando o sujeito viu a loira, ficou excitadíssimo e começou a achar que os R$30,00 foram muito bem empregados. Aproximou-se da loira e foram para cama. Quando a situação estava ficando realmente quente, a loira diz:

— Nós só vamos transar se você deixar eu colocar esse espanador na sua bunda.

E ele:

— Como? De jeito nenhum! Sou espada!

A loira:

— Então, pode ir. Não vai ter nada.

— Mas isso é um absurdo! — diz ele.

— São as regras. — diz a loira.

O sujeito, então olhou bem para a loira, para o espanador e pensou: "A mulher é gostosíssima, maravilhosa, não posso perder essa chance... Ninguém vai saber, só estamos nós dois aqui... E depois, de mais a mais, até que esse espanador não é tão grande...". E resolveu topar.

Então, ele transou com a loira com um espanador enfiado no na bunda e não se arrependeu. Foi a melhor transa de sua vida, e não é que o espanador deu um toque todo especial?

No dia seguinte, empolgadíssimo, resolveu voltar ao bordel. Só que só tinha apenas R$15,00. Lamentou não poder repetir a experiência do dia anterior, mas resolveu encarar a meia.

Depois de pagar, entrou numa espécie de arena, com vários andares de arquibancada, lotada. No centro da arena, havia uma redoma de vidro. Dentro da redoma, lá estava a loira fenomenal do dia anterior, com o corpo todo besuntado de óleo. Junto com ela, um anão. Toda vez que o anão se aproxima e tenta transar com a loira, escorrega no óleo e cai.

O sujeito começa a achar aquilo muito sem graça e a se arrepender de ter gasto dinheiro com aquilo. Comentou então com um cara que estava ao seu lado:

— Amigo, é isso aí que é a meia? Qual a graça?

E o cara:

— É que hoje tá meio fraco mesmo... Mas ontem, tinha um cara com um espanador no rabo que foi um sucesso!

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Dois sujeitos muito ricos viajaram de férias para a selva Amazônica e resolveram caçar no meio do mato. De repente, um deles se apertou e precisou mijar quando inesperadamente foi abordado por uma cobra que acabou lhe dando uma picada naquele lugar. Enquanto gritava de dor, seu amigo pegou o celular e ligou para um médico de família, que certamente iria ajudá-los naquela situação pra lá de complicada.

O sujeito contou a história para o médico e perguntou o que deveria ser feito. Aflito, o doutor respondeu:

— Olha, tem uma solução, mas você tem que ser rápido.

— Fala logo, doutor! O meu amigo está morrendo!

— Bem, a amizade de vocês tem que ser muito forte mesmo, pois é preciso chupar o local da picada para tirar o veneno e então trazê-lo para o Pronto Socorro. Caso contrário, não há chances de vida!

— Está bem doutor, muito obrigado pela ajuda — respondeu ele, desligando o telefone.

— E então? O que o médico disse? — perguntou o amigo, agonizando.

E o outro respondeu:

— Ele disse que você vai morrer!

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Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:

— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:

— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?

— Eu te aviso. — disse o pai.

E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

— Chegou, papai? Chegou?

No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

— Sabe o que é isto, Joãozinho?

— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!

— Exatamente, meu filho. É o colírio.

Que bom! — disse Joãozinho.

— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!

— Não. Hoje, não — disse o pai.

— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...

E Joãozinho disse meio conformado:

— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.

— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!

O pai disse:

— Não. Aprenda a esperar!

— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.

— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.

Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.

Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:

— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.

O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.

A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!

— Agora, papai. Agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.

— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

— Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda grita:

— Primeiro de Abril!

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Aqueles velhos amigos de faculdade resolvem fazer um safári na África. Na primeira noite de acampamento, eles estão bebendo alegremente em frente das barracas, quando de repente o gaguinho começa a berrar:

— Hip... hip... hip...

E a turma toda completa:

— Urra! Urra!

O gaguinho:

— Hip... hip... hip...

E a turma:

— Urra! Urra!

O gaguinho:

— Hip... hip... hip...

E a turma:

— Urra! Urra!

Até que eles foram atropelados por uma manada de hipopótamos...

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Dois amigos conversando:

— E aí, você foi no casamento do Juvenal?

— Fui, só que eu fiquei com uma pena dele, rapaz!

— Ué, por quê? A mulher era feia?

— Não, é que a mulher dele saiu do casamento e foi direto pro hospital.

— Sério? E ele?

— Ele foi pro cemitério...

— Tá brincando? O que aconteceu? Teve briga? Caiu o teto da igreja?

— Não, é que ele tá trabalhando de coveiro e ela é enfermeira. E os dois tinham plantão!

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Aquela secretária loira, que todos chamavam injustamente de burra, foi ao gabinete do chefe pela manhã e viu que ele estava iniciando o seu computador. Muito esperta, segundo ela mesma, ela resolveu espiar, tentando descobrir a senha do patrão, que todos tanto queriam saber.

— Se eu descobrir, o pessoal do escritório nunca mais vai me chamar de burra! — pensou ela.

Depois de alguns instantes puxando assunto com o chefe, ele escreveu a tão esperada senha e ela saiu em disparada da sala do chefe, gritando pra todos os colegas:

— Descobri, descobri! Agora eu sei a senha do chefinho!

— Nossa, não acredito que você conseguiu! — exclamou uma amiga. — mas então fala logo pra gente! Qual é a senha do chefe?

E a loira, toda confiante, de peito estufado, responde:

— Asterisco, asterisco, asterisco, asterisco e asterisco!

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Depois de voltar de uma viagem de dois dias para visitar uma amiga doente, a mulher é recepcionada pelo filho.

— Mamãe! Mamãe! — diz ele abraçando-a — ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e...

— Espere, filho! — interrompe a mãe — Não diga mais nada! Vamos esperar o seu pai chegar do trabalho e você vai repetir essa história, combinado?

— Tudo bem, mamãe.

Quando o pai volta do trabalho, a mãe diz:

— Eu vou embora! Estou indo embora hoje! Já até fiz minhas malas!

— Mas por que, meu amor? — pergunta o marido, surpreso.

— Filhinho... conta a história pra mamãe, conta!

— Ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e fez igualzinho ao que você e o Tio Fernando fizeram quando o papai viajou!

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