Piadas de Amigos

Os loucos resolveram jogar uma partida de futebol. Detalhe: sem bola. Ficaram correndo, chutando e comemorando os gols durante horas, mas um deles se recusou a participar do jogo. Isso chamou a atenção do diretor do hospício, que foi falar com ele:

— Ei, rapaz. Por que você não vai jogar futebol com os seus amigos?

— Eu não! — respondeu ele — Não sou louco!

Sensibilizado com a resposta, o diretor resolveu dar alta para o rapaz. Com certeza ele não estava louco. Depois de liberar o louco para que ele voltasse para sua casa, o diretor voltou até o pátio para falar com os internos:

— E aí, quanto está o jogo?

— Cinco a zero pra geeeeente! — gritou um louco, babando.

— E o amigo de vocês, não quis participar do jogo por quê?

— Ah, ele é bobo! — disse outro — Disse que não joga com bola murcha!

41
30
11

O caipira estava tranqüilo, deitado na sala, fumando o seu sagrado cigarrinho de palha e assistindo televisão, quando o seu cumpadre passa e acena pela janela:

— Bom dia, Zé... tudo firme?

Ele vira para o amigo e diz:

— Não, cumpadre... Por enquanto é tudo futebor.

11
0
11

O sujeito foi ao bordel. Chegando lá havia um tabela: Meia por R$15,00 e Inteira por R$30,00.

Como estava com dinheiro e a fila para a meia era enorme, resolveu encarar a inteira. Após pagar os R$30,00, entrou numa sala circular, toda espelhada em volta e no teto. No meio da sala, havia uma loira maravilhosa, uma cama redonda e um espanador. Quando o sujeito viu a loira, ficou excitadíssimo e começou a achar que os R$30,00 foram muito bem empregados. Aproximou-se da loira e foram para cama. Quando a situação estava ficando realmente quente, a loira diz:

— Nós só vamos transar se você deixar eu colocar esse espanador na sua bunda.

E ele:

— Como? De jeito nenhum! Sou espada!

A loira:

— Então, pode ir. Não vai ter nada.

— Mas isso é um absurdo! — diz ele.

— São as regras. — diz a loira.

O sujeito, então olhou bem para a loira, para o espanador e pensou: "A mulher é gostosíssima, maravilhosa, não posso perder essa chance... Ninguém vai saber, só estamos nós dois aqui... E depois, de mais a mais, até que esse espanador não é tão grande...". E resolveu topar.

Então, ele transou com a loira com um espanador enfiado no na bunda e não se arrependeu. Foi a melhor transa de sua vida, e não é que o espanador deu um toque todo especial?

No dia seguinte, empolgadíssimo, resolveu voltar ao bordel. Só que só tinha apenas R$15,00. Lamentou não poder repetir a experiência do dia anterior, mas resolveu encarar a meia.

Depois de pagar, entrou numa espécie de arena, com vários andares de arquibancada, lotada. No centro da arena, havia uma redoma de vidro. Dentro da redoma, lá estava a loira fenomenal do dia anterior, com o corpo todo besuntado de óleo. Junto com ela, um anão. Toda vez que o anão se aproxima e tenta transar com a loira, escorrega no óleo e cai.

O sujeito começa a achar aquilo muito sem graça e a se arrepender de ter gasto dinheiro com aquilo. Comentou então com um cara que estava ao seu lado:

— Amigo, é isso aí que é a meia? Qual a graça?

E o cara:

— É que hoje tá meio fraco mesmo... Mas ontem, tinha um cara com um espanador no rabo que foi um sucesso!

77
47
30

Dois sujeitos muito ricos viajaram de férias para a selva Amazônica e resolveram caçar no meio do mato. De repente, um deles se apertou e precisou mijar quando inesperadamente foi abordado por uma cobra que acabou lhe dando uma picada naquele lugar. Enquanto gritava de dor, seu amigo pegou o celular e ligou para um médico de família, que certamente iria ajudá-los naquela situação pra lá de complicada.

O sujeito contou a história para o médico e perguntou o que deveria ser feito. Aflito, o doutor respondeu:

— Olha, tem uma solução, mas você tem que ser rápido.

— Fala logo, doutor! O meu amigo está morrendo!

— Bem, a amizade de vocês tem que ser muito forte mesmo, pois é preciso chupar o local da picada para tirar o veneno e então trazê-lo para o Pronto Socorro. Caso contrário, não há chances de vida!

— Está bem doutor, muito obrigado pela ajuda — respondeu ele, desligando o telefone.

— E então? O que o médico disse? — perguntou o amigo, agonizando.

E o outro respondeu:

— Ele disse que você vai morrer!

21
9
12

Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:

— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:

— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?

— Eu te aviso. — disse o pai.

E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

— Chegou, papai? Chegou?

No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

— Sabe o que é isto, Joãozinho?

— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!

— Exatamente, meu filho. É o colírio.

Que bom! — disse Joãozinho.

— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!

— Não. Hoje, não — disse o pai.

— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...

E Joãozinho disse meio conformado:

— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.

— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!

O pai disse:

— Não. Aprenda a esperar!

— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.

— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.

Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.

Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:

— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.

O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.

A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!

— Agora, papai. Agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.

— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

— Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda grita:

— Primeiro de Abril!

197
135
62

Aqueles velhos amigos de faculdade resolvem fazer um safári na África. Na primeira noite de acampamento, eles estão bebendo alegremente em frente das barracas, quando de repente o gaguinho começa a berrar:

— Hip... hip... hip...

E a turma toda completa:

— Urra! Urra!

O gaguinho:

— Hip... hip... hip...

E a turma:

— Urra! Urra!

O gaguinho:

— Hip... hip... hip...

E a turma:

— Urra! Urra!

Até que eles foram atropelados por uma manada de hipopótamos...

20
11
9

Dois amigos conversando:

— E aí, você foi no casamento do Juvenal?

— Fui, só que eu fiquei com uma pena dele, rapaz!

— Ué, por quê? A mulher era feia?

— Não, é que a mulher dele saiu do casamento e foi direto pro hospital.

— Sério? E ele?

— Ele foi pro cemitério...

— Tá brincando? O que aconteceu? Teve briga? Caiu o teto da igreja?

— Não, é que ele tá trabalhando de coveiro e ela é enfermeira. E os dois tinham plantão!

9
-2
11

Aquela secretária loira, que todos chamavam injustamente de burra, foi ao gabinete do chefe pela manhã e viu que ele estava iniciando o seu computador. Muito esperta, segundo ela mesma, ela resolveu espiar, tentando descobrir a senha do patrão, que todos tanto queriam saber.

— Se eu descobrir, o pessoal do escritório nunca mais vai me chamar de burra! — pensou ela.

Depois de alguns instantes puxando assunto com o chefe, ele escreveu a tão esperada senha e ela saiu em disparada da sala do chefe, gritando pra todos os colegas:

— Descobri, descobri! Agora eu sei a senha do chefinho!

— Nossa, não acredito que você conseguiu! — exclamou uma amiga. — mas então fala logo pra gente! Qual é a senha do chefe?

E a loira, toda confiante, de peito estufado, responde:

— Asterisco, asterisco, asterisco, asterisco e asterisco!

32
22
10

Depois de voltar de uma viagem de dois dias para visitar uma amiga doente, a mulher é recepcionada pelo filho.

— Mamãe! Mamãe! — diz ele abraçando-a — ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e...

— Espere, filho! — interrompe a mãe — Não diga mais nada! Vamos esperar o seu pai chegar do trabalho e você vai repetir essa história, combinado?

— Tudo bem, mamãe.

Quando o pai volta do trabalho, a mãe diz:

— Eu vou embora! Estou indo embora hoje! Já até fiz minhas malas!

— Mas por que, meu amor? — pergunta o marido, surpreso.

— Filhinho... conta a história pra mamãe, conta!

— Ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e fez igualzinho ao que você e o Tio Fernando fizeram quando o papai viajou!

29
23
6

Durante a aula de Boas Maneiras, diz a professora:

— Zezinho, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse ir no banheiro, o que diria?

— Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.

— Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação. Juquinha, como você diria?

— Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.

— Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições. E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?

— Eu diria: "Minha prezada senhorita, peço licença para ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar".

66
58
8

Sherlock Holmes e o doutor Watson vão acampar. Após um bom jantar e uma garrafa de vinho, entram nos sacos de dormir e caem no sono. Algumas horas depois, Holmes acorda e sacode o amigo e diz:

— Watson, olhe para o céu estrelado. O que você deduz disso?

Depois de ponderar um pouco, Watson diz:

— Bem, astronomicamente, estimo que existam milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Astrologicamente, posso dizer que Saturno está em Câncer. Também dá para supor, pela posição das estrelas, que são cerca de 3h15 da madrugada. O que você me diz, Holmes?

Sherlock responde:

— Elementar, Watson, seu idiota! Alguém roubou nossa barraca!

26
22
4

Assim que nasceu o seu décimo filho, o sujeito jurou para o seu melhor amigo que se a sua mulher tornasse a engravidar ele se enforcaria.

Um ano depois, o amigo vai visitá-lo e vê a mulher do cara com um barrigão enorme.

— Ué... você não disse que se a sua mulher voltasse a engravidar, você se enforcaria? Resolveu quebrar a sua promessa?

— De jeito nenhum! Tanto estava eu decidido a cumpri-la que cheguei até a comprar alguns metros de corda mas...

— Mas, o quê?

— Aí eu pensei comigo mesmo: "Será que não estou enforcando o homem errado?".

8
3
5

O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário. Chutava pra cá, chutava pra lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada. Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.

Tempo depois o seu pai entra para se "desocupar" e nem notou a bola. Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:

— Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!

— Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!

— Que exagerando, o quê, meu! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!

— Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!

O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.

— Olá, Anselmo, cadê o negócio que vô... Nossa mãe do céu! Que é isso? O que você comeu, criatura?

— Não falei? Agora tá acreditando, né?

— Nossa! Isso é inacreditável!

— E então, será que eu tenho algum problema sério?

— Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!

O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o "bolo" para coletar uma amostra do material... e BUMMM! A bexiga estoura e vôa merda pra tudo que é lado!

Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:

— Puta que pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!

44
41
3

O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol, no estádio, quando de repente sentiu alguém apertando-lhe o ombro. Ele olhou para trás, e viu um sujeito baixinho que lhe sorria. Voltou-se para assistir o jogo, e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e la estava o baixinho sorrindo. Pouco depois, outro aperto.

— Escuta aqui — gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho.

— Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.

O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto. Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:

— Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?

E o baixinho explicou:

— É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!

— Então, como vocês fazem sexo, no seu planeta?

— Assim ó... — e apertou-lhe o ombro novamente.

10
-4
14

O cliente liga para o escritório de seu advogado e diz:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

E a secretaria, pesarosa, informa:

— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!

O cliente desliga e 10 minutos depois, em nova ligação, faz a mesma pergunta:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

A secretária informa novamente:

— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!

Pouco depois, novamente, o mesmo cliente liga e fala:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

A secretária, irritada, diz:

— Meu amigo, o senhor já ligou três vezes e eu já lhe disse, seu advogado, o Doutor Roberto, morreu. Por que esta insistência?

— Aaaah! — exclama o cliente — me faz tão bem ouvir isso!

38
29
9