Piadas de Amigos

Sherlock Holmes e o doutor Watson vão acampar. Após um bom jantar e uma garrafa de vinho, entram nos sacos de dormir e caem no sono. Algumas horas depois, Holmes acorda e sacode o amigo e diz:

— Watson, olhe para o céu estrelado. O que você deduz disso?

Depois de ponderar um pouco, Watson diz:

— Bem, astronomicamente, estimo que existam milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Astrologicamente, posso dizer que Saturno está em Câncer. Também dá para supor, pela posição das estrelas, que são cerca de 3h15 da madrugada. O que você me diz, Holmes?

Sherlock responde:

— Elementar, Watson, seu idiota! Alguém roubou nossa barraca!

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Assim que nasceu o seu décimo filho, o sujeito jurou para o seu melhor amigo que se a sua mulher tornasse a engravidar ele se enforcaria.

Um ano depois, o amigo vai visitá-lo e vê a mulher do cara com um barrigão enorme.

— Ué... você não disse que se a sua mulher voltasse a engravidar, você se enforcaria? Resolveu quebrar a sua promessa?

— De jeito nenhum! Tanto estava eu decidido a cumpri-la que cheguei até a comprar alguns metros de corda mas...

— Mas, o quê?

— Aí eu pensei comigo mesmo: "Será que não estou enforcando o homem errado?".

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O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário. Chutava pra cá, chutava pra lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada. Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.

Tempo depois o seu pai entra para se "desocupar" e nem notou a bola. Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:

— Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!

— Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!

— Que exagerando, o quê, meu! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!

— Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!

O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.

— Olá, Anselmo, cadê o negócio que vô... Nossa mãe do céu! Que é isso? O que você comeu, criatura?

— Não falei? Agora tá acreditando, né?

— Nossa! Isso é inacreditável!

— E então, será que eu tenho algum problema sério?

— Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!

O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o "bolo" para coletar uma amostra do material... e BUMMM! A bexiga estoura e vôa merda pra tudo que é lado!

Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:

— Puta que pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!

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O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol, no estádio, quando de repente sentiu alguém apertando-lhe o ombro. Ele olhou para trás, e viu um sujeito baixinho que lhe sorria. Voltou-se para assistir o jogo, e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e la estava o baixinho sorrindo. Pouco depois, outro aperto.

— Escuta aqui — gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho.

— Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.

O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto. Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:

— Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?

E o baixinho explicou:

— É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!

— Então, como vocês fazem sexo, no seu planeta?

— Assim ó... — e apertou-lhe o ombro novamente.

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O cliente liga para o escritório de seu advogado e diz:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

E a secretaria, pesarosa, informa:

— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!

O cliente desliga e 10 minutos depois, em nova ligação, faz a mesma pergunta:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

A secretária informa novamente:

— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!

Pouco depois, novamente, o mesmo cliente liga e fala:

— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.

A secretária, irritada, diz:

— Meu amigo, o senhor já ligou três vezes e eu já lhe disse, seu advogado, o Doutor Roberto, morreu. Por que esta insistência?

— Aaaah! — exclama o cliente — me faz tão bem ouvir isso!

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Dois amigos casados conversando:

— Sabe, antes do casamento eu não transei com a minha mulher. Eu sou católico, e isto é uma coisa em que eu acredito e respeito, por isso eu decidi seguir isto. E você, transou?

— Não me lembro. Como é mesmo o nome de solteira da sua mulher?

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Certo dia Manoel estava em seu escritório, quando de repente entrou um fiscal do imposto de renda. O fiscal começou a falar:

— Seu Manoel, estou aqui porque tem algo de errado com sua declaração de renda. O senhor não tem emprego nenhum, não investe em nada, não tem imóveis, e mesmo assim teve uma renda enorme no ano passado. De onde é que veio sua renda? Nós da receita estamos desconfiados de envolvimento com drogas, pois esse dinheiro todo não aparece do nada.

— Que drogas nada meu amigo — respondeu Manoel. — Eu ganho meu dinheiro fazendo apostas.

— Fazendo apostas? Como é que você pode ganhar todo esse dinheirão somente fazendo apostas? Quem aposta um dia perde outro dia ganha...

— Pois é, mas eu só faço apostas que sei que ganho.

— Ah, isso é impossível. Sempre tem uma aposta que se perde.

— Ah é? Pois então vou fazer uma aposta com você. Aposto 10 dólares que consigo morder meu olho esquerdo!

— Morder seu próprio olho? Isso é impossível! Nisso eu aposto, pois sei que você não pode morder seu próprio olho.

— Então tá apostado?

— Apostado.

E o Manoel tira seu olho esquerdo, que era de vidro, e da uma mordida. E o fiscal, estupefato, responde:

— Ta, tudo bem, você mordeu seu olho esquerdo e ganho a aposta, mas mesmo assim, se fizer as contas, isso seria muito pouco para que você tivesse toda a renda que tem por ano. Nem que apostasse de 5 em cinco minutos.

Ao que o Manuel replica:

— Ora, então vamos fazer outra aposta. Aposto que consigo morder meu olho direito!

— Ah, isso sei que você não consegue. Afinal, você não é cego, e o olho esquerdo é de vidro. Portanto o olho direito não pode ser de vidro. Aposto 50 dólares que você não consegue!

— Apostado.

E o Manuel tira sua dentadura e da uma mordida no olho direito. O fiscal já estava puto, pois tinha perdido nessa brincadeira 60 dólares, e agora estava disposto a fazer qualquer coisa para provar que o português estava envolvido em algo ilegal, que não somente apostas.

Até que, sem esperar, ele ouve o Manuel falar:

— Você quer saber como é que ganho todo esse dinheiro? Não é com apostas pequenas como essa, não. É com apostas grandes. Por exemplo, aposto 10 mil dólares como você tem hemorroidas!

— Ah, não. Dessa vez eu tenho certeza absoluta. Não tenho mesmo hemorroidas. Isso não tem jeito. Dessa vez você perdeu 10 mil dólares. Apostado.

— Bem, então tenho que comprovar que você tem hemorroidas. Você tem que ficar de quatro nessa mesa, com as calcas arriadas, para eu fazer o teste.

O fiscal então, mesmo não gostando muito da ideia — mas pelos dez mil dólares-, arriou as calcas e ficou de quatro na mesa. Nesse meio tempo o português enfiou o dedo no ânus do fiscal, cutucou para um lado, cutucou pro outro, e disse:

— É, você tem razão: Você não tem hemorroidas!

— Tá vendo! Agora me explica: como é que você pode ter todo esse dinheiro se você acabou de perder uma aposta de 10 mil dólares? Agora você vai em cana!

— Calma. Explico. Perdi sua aposta de 10 mil, sim, não nego. Mas tá vendo aqueles cinco caras na janela do prédio do outro lado? Apostei cem mil dólares com cada um que se o fiscal do imposto de renda viesse aqui eu enfiava o dedo no cu dele!

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O amigo chega pro Carzeduardo e fala:

— Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.

— Magina! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.

— Carzeduardo! Toda veiz que ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.

— Duvido! Ele num teria corage.

— Mais teve! Pode cunfiri.

Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta. Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage. Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve. E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:

— Foi terrive di vê! Ele jogou ela na cama, tirou a brusa... e os peito caiu... Tirou a carcinha... a barriga e a bunda dispencaro... Tirou as meia... e apariceu aquelas varizaiada toda e as perna tudo cabiluda. E eu dentro do guarda-roupa, cas mão no rosto, pensava: "Ai... qui vergonha que tô do Arcide!"

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O cara encontrava-se sempre com a mesma mulher. E sempre insistia:

— Como é? Vai ser hoje?

E a mulher retrucava:

— Sai fora, palhaço!

E era todo o dia a mesma coisa. O cara já estava desolado de tanto insistir e já não se continha em delírios de pensar como seria se ele visse aquela morena nua. Continuava insistindo. E nada acontecia. Até que um dia a mulher aceitou:

— Vai ser de noite na minha casa!

O cara explodiu em felicidade. Mal podia se conter. Foi direto pro bar e começou a tomar trago e comer vatapá. Jantou um mocotó com sorvete e bastante cerveja. De saída, um prato bem apimentado. Tomou coragem e dirigiu-se ao matadouro. Chegando lá, foi direto para o que interessava, mas na hora do principal:

— Você me da licença, preciso ir ao banheiro.

E o cara ficou horas lá dentro. Voltou. Recomeçou. Dai a pouco:

— Preciso ir de novo.

E assim foi a noite toda. No outro dia, deparou-se com a mesma mulher na rua, cumprimentou-a e saiu de perto.

Uma amiga da moça perguntou:

— Me conta, como foi?

— Foi nada. O cara me cantou seis meses para ir cagar lá em casa.

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Um vampiro se preparava para dar o bote num cara debruçado numa lata de lixo quando verificou que se tratava de um outro amigo seu, também vampiro, que assustado exclamou:

— Nossa! O que é isso, querendo me atacar?

— Ah, desculpe amigo, mas é que eu tô azul de tanta fome que nem tinha reparado que era você!

— Pois é, a coisa tá feia...

— Mas me diz o que você está fazendo aí debruçado nessa lata de lixo...

— Pois é a coisa tá tão feia, mas tão feia, que eu estou aqui procurando para ver se acho um modess para fazer uma sopinha!

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O Joãozinho estava numa festa depois de o pai o ter expressamente proibido de contar piadas pesadas. Mas as pessoas já conheciam a fama do Joãozinho e tanto insistiram para ele contar só uma anedota que ele não resistiu.

Eram os amigos dele e os pais dos amigos, as mães, toda gente queria ouvir uma piada do Joãozinho. Então, ele subiu para uma mesa e começou dizendo:

— Hoje chegou ali a doca um navio enorme carregado de Gorilas. Cada gorila tem uma pixa deste tamanhão.

Algumas mães, indignadas, começaram a sair da sala. Foi então que ele acrescentou:

— Tenham calma suas putas, não precisa ter pressa que o navio vai ficar na doca durante uma semana!

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Dois amigos se encontraram no bar:

— Que cara triste é essa, meu chapa?

— Nem queira saber, estou numa fossa danada.

— Bobagem. Tenho um remédio ótimo para isso. Quando estou na fossa, vou para casa, pego minha mulher e dou duas bem caprichadas. No instante seguinte, estou ótimo de novo.

— Grande idéia, cara! Será que a tua mulher tá em casa agora?

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Por não achar um banheiro desocupado, no trem em que viajava, desesperado recorre ao amigo. O que eu faço estou apertado e os banheiros estão ocupados, não agüento mais.

— A janela é a sua salvação. — Disse o amigo.

Então foi para um vagão desocupado, meteu a bunda na janela e fez ali mesmo...

Duas velhinhas que estavam a ver o trem passar, quando viram a cena, uma disse a outra:

— Nossa olha o tamanho do charuto daquele cavalheiro.

Responde a outra mais indignada ainda:

— O tamanho do charuto não é nada, o estranho é a cara que ele está fazendo!

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Numa mesa de amigos, numa festa, um deles comenta seriamente:

— Vocês sabiam que o homem só tem meio litro de esperma para utilizar durante toda a vida?

Ao ouvir isso, o garotão metido a garanhão exclama, querendo dar uma de bom:

— Só meio litro? Então eu já gastei tudo.

Prontamente o primeiro responde:

— Se precisar, vira aí que eu reabasteço!

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O Manuel vai ao Rio de Janeiro. Os amigos o advertem que lá os motoristas de ônibus e táxi costumam voar com seus veículos. Chegando na Cidade Maravilhosa, Manuel pega um táxi:

— Avenida Brasil, por favor.

— Que altura?

— Se tu fores a mais de dois metros, eu pulo desse troco, ó raios!

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