Piadas de Amigos

O português, louco por caçada, foi com seus amigos para os Estados Unidos abater alguns animais em solo norte-americano. Chegando lá, combinaram que cada um ficaria o dia todo na mata e depois se reuniriam pra exibir seus "Troféus". Chegando a noite, todos reunidos e começaram a narrar suas aventuras:

— Eu consegui abater um alce americano, cara, foi demais!

— Isso não é nada! Precisa ver o urso que eu matei!

— E você Manoel, caçou algo:

— Olha, rapaz, eu atireis em alguns prisnôs!

— Prisnô? Que raio de bicho é esse? Como ele é?

— Bom, tava escuro, eu não consegui ver direito, mas na hora em que eu mirava eles gritavam: "Pris! Nô!"

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O novo promotor, recém-concursado, um jovem boa-pinta, ainda no frescor dos seus 25 anos, fora transferido para trabalhar numa cidadezinha bem distante no sertão nordestino. Há uma semana hospedado no único hotel da cidade ele notou que em todos este dias não tinha visto nenhuma mulher nas cidade. Curioso, perguntou para um morador:

— Amigo, desculpe a curiosidade, mas eu ainda não conheci nenhuma senhorita nesta cidade...

— Ah doutor, aqui tem tempo que não nasce mulher não!

— Mas e vocês não sentem necessidade de um namoro, algum aconchego?

— Bom doutor, quando a gente com aquela vontade a gente vai até a beira do rio, né? Lá tem uma mulinha que ajuda a quebrar o galho!

— O quê? Mula? Que absurdo! Não acredito nisto!

E saiu o jovem promotor, indignado.

Passados alguns meses os hormônios falaram mais alto e o rapaz começou até a achar coerente se consolar com a mulinha. Foi até a beira do rio e chegando lá, usando de sua autoridade:

— Com licença, com licença, eu sou o promotor eu vou primeiro!

E abaixando as calças, tacou ferro na coitada.

Ohhhh! Espanto geral, quando, do fundo, alguém grita:

— Ô Doutor, a zona é do outro lado, a mula é só pra atravessar o rio!

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Duas irmãs, que por acaso eram loiras, moravam num apartamento quando uma amiga vai visitá-las e nota uma queimadura no rosto de uma delas:

— Nossa amiga, o que foi isso?

— Nem te conto! Estava passando roupa quando o telefone tocou e no reflexo eu acabei atendendo o ferro...

— Nossa que descuido dolorido, amiga...

Nisso chega a outra loira também com o rosto ferido.

— Ué? E a sua irmã? O que aconteceu?

— Ah, é que a ligação era pra ela!

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E ia o anãozinho pro trabalho quando ao passar perto de um beco é surpreendido por um negão de quase dois metros de altura:

— Ei, nanico, você até que é jeitosinho, hein?

E CRAU no anãozinho!!

— Ô baixinho, não esquenta a cabeça: se perguntarem pode falar que foi você quem me traçou, certo?

No dia seguinte o nanico foi mais esperto e tomou outro caminho. E não é que ele encontrou o mesmo "cavalheiro" do dia anterior?

— Opa, olha só quem vem lá... já estava com saudades!

E CRAU de novo no anão.

— Ô, baixote, como eu já te falei, se você quiser, pode falar pra todo mundo que foi você quem me traçou!

No dia seguinte, mais prevenido, o baixinho chamou um amigo seu, também anão, pra acompanhá-lo. No meio do caminho avistam do outro lado da rua, o negão e então ele comenta com o amigo:

— Tá vendo aquele negão ali? Sabia que eu já tracei ele?

— Eu também. Vamos correr!

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Dois corvos amigos vão até um fino restaurante almoçar e ao receberem o menu, o primeiro se manifesta e faz o pedido ao garçom:

— Por favor, eu quero um prato de bosta com cebola.

Ao ver o pedido do colega, o outro corvo ressalta:

— O mesmo pra mim, mais sem cebola porque hoje vou namorar...

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Dois ortopedistas estavam na porta do hospital, quando vêem, na calçada, um japonês andando com dificuldade e comentam entre si:

— Veja aquele pobre homem. Já atendi três pessoas esta semana com o mesmo problema nos joelhos!

— Joelho? Discordo, colega, discordo. Observe a postura; seu problema, definitivamente é na coluna!

— Absolutamente, colega. Olhe: Suas pernas distantes umas das outras; Com toda a certeza, são as articulações dos joelhos!

— Não, não. Costas arqueadas, ombros caídos: coluna.

— Ora, vamos perguntar a ele! Assim saberemos qual de nós dois está com a razão.

— Meu senhor, com licença, estávamos observando o seu modo de andar e ficamos curiosos. O meu amigo aqui acha que o seu problema é nas pernas e eu tenho certeza que são suas costas. Afinal, qual dos dois acertou?

— Hi, Hi, Hi... Ocê erô, ocê erô, japonei também erô, né? Pensou que ia peidá... cagô!!!

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Os dois amigos conseguem entrar de penetra num casamento chique! Certa hora um diz pro outro:

— Nossa, cara, não agüento mais comer!

— Ora, enfia o dedo na garganta e vomita.

— Xi... se coubesse um dedo eu já teria comido mais um croquete!

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Dois amigos iam roubar o pato do vizinho, mas um deles era fanho.

O cara disse para o fanho:

— Fica aqui fora, que eu vou pular e jogo o pato.

O fanho responde:

— Udo em!

O cara pulou e caiu em cima do pato e o pato soltou um sonoro QUAAAA.

O fanho:

— Qua qué um!

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Um grupo de amigos estavam fazendo um trabalho do colégio.

Um deles tira uma perna de uma aranha e disse:

— Aranha mexe!

E ela se mexeu.

Tirou outra perna e disse:

— Aranha mexe!

E ela se mexeu.

Depois disso tirou todas as pernas e disse:

— Aranha mexe!

Mas ela não se mexeu!

Depois disso relatou no trabalho:

— Quando se tira todas as pernas de uma aranha ela fica surda!

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O índio queria transar com a índia e pediu ajuda para o amigo da cidade e seu amigo lhe deu uma camisinha. No outro dia e o índio apareceu todo desanimado e o homem da cidade perguntou:

— O que foi índio?

— Índio forte, camisinha fraca, índio "an", camisinha ploft!

O homem da cidade deu uma camisinha de palha pra ele, e o mesmo aconteceu. Então, o homem lhe deu uma camisinha de aço. No outro dia o índio apareceu chorando e o homem da cidade perguntou:

— Que foi índio?

E o índio respondeu:

— Camisinha forte, índio fraco, índio "an", pinto ploft!

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Duas loiras estavam conversando,quando uma delas disse:

— Amiga, eu estava na escada rolante do shopping, quando de repente ela parou.

— Foi? — perguntou a outra.

— Foi, eu fiquei mais de meia hora de pé esperando ela funcionar.

A outra loira fica indignada e fala:

— Mulher, deixa de ser burra... porque tu não sentou?

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O rapaz vai ao cinema com um amigo e, a certa altura, o desafia:

— Duvida eu dar um tapa na cabeça deste careca?

E o amigo, mais que depressa:

— Duvido!

O rapaz lasca um tapa no careca e diz:

— Ô Oliveira! Quanto tempo... puxa, que saudades!

E o careca:

— Que é isso, rapaz?! Eu não sou o Oliveira e não te conheço!

— Puxa, mil desculpas! É que o senhor é a cara do Oliveira.

Passados cinco minutos, o rapaz vira-se para o amigo novamente e diz:

— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?

— Duvido!

O rapaz lasca um outro tapa no careca e diz:

— Ô Oliveira, deixa de frescura... eu sei que é você...

Aí o sujeito se enfeza, levanta-se e, com o dedo em riste, dispara:

— Escuta aqui, ô seu sujeitinho safado, se você tocar em mim novamente eu vou chamar a polícia!

— Pô, desculpa mesmo! É que o Oliveira é muito brincalhão e eu pensei que...

— Não me interessa o que você pensou! Me deixe em paz, senão vou chamar a polícia!

Então, o careca saiu e foi sentar lá na frente.

Aí o rapaz vira-se para o amigo e diz:

— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?

— Duvido.

Ele vai lá, tasca um tremendo tapa na cabeça do coitado e diz:

— Ô Oliveira, você tá aqui! Puxa, te confundi com outro cara ali atrás e quase que eu apanho!

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O promotor de justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o promotor pergunta para a velhinha:

— Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem eu sou e o que faço?

Responde a Testemunha:

— Claro que eu o conheço, Carlinhos! Eu o conheci ainda bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!

O promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo,olhando para o juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:

— E o advogado de defesa, a senhora o conhece?

A velhinha responde imediatamente:

— O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.

Neste momento, o juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:

— Se um de vocês perguntar a esta velha filha da puta se ela me conhece, vai sair dessa sala preso! Fui claro?

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Os sete anões fizeram uma excursão ao Vaticano e, chegando, foram correndo falar com o Papa. Dunga, o mais agitado dos sete, foi logo perguntando:

— Papa! Papa! Aqui no Vaticano tem alguma freira anã?

O Papa ficou constrangido com a pergunta do pequeno orelhudo, mas respondeu, sem perder a calma:

— Não, meu filho... Não existe nenhuma freira anã no Vaticano...

— Anhh... – decepcionou-se o anão, enquanto os seus amigos cochichavam, segurando as risadas.

— Mas, Santo Papa, existe freira anã na Itália, não existe?

— Não, Dunga! Na Itália também não existe nenhuma freira anã...

Os outros seis riram, agora um pouco mais alto e Dunga não desistiu:

— Mas... Excelentíssimo Papa, na Europa tem freira anã, não tem?

— Não, Dunga, não existe freira anã em nenhuma parte Europa...

Até que os outros seis anões não se agüentaram e soltaram gargalhadas. Mas Dunga persistiu:

— Anhh... Senhor Papa, deve existir freira anã na África ou na América, não é?

Então o Papa começou a perder a paciência e disse:

— Não, Dunga! Não existe freira anã na África, nem na América, nem na Ásia, nem na Oceania, nem em lugar nenhum!

Os seus pequenos amigos, que já estavam rolando e chorando de tanto rir, organizaram uma roda e começam a pular e gritar, em coro:

— O Dunga comeu um pingüim! O Dunga comeu um pingüim!

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O sujeito está na sala de espera, aguardando a operação de um amigo, quando de repente vê o amigo saindo apressado da sala de cirurgia, esbanjando nervosismo.

Imediatamente ele se levanta e vai ter com o amigo.

— O que é isso, cara? Ficou maluco?

— Eu vou é cair fora! Eu não fico aqui nem mais um minuto!

— Deixa de frescura, cara! Essa é uma simples operaçãozinha de apendicite, você vai tirar isso de letra!

— Foi exatamente isso mesmo que eu ouvi a enfermeira dizer agora há pouco!

— Então, por que tanto medo?

— Ela estava dizendo isso para o médico que ia me operar!

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