Piadas de Amigos

Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava. Ele era realmente muito mão-de-vaca.

Antes de morrer, disse à mulher:

— Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues todo o meu dinheiro e o coloques no caixão junto comigo. Eu quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.

Dito isto, obrigou a mulher a prometer que, quando ele morresse, ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.

Um dia o homem morre.

Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.

Quando terminou a cerimônia e antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:

— Só um minuto! Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo. Um amigo disse-lhe:

— Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!

Ela respondeu:

— Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exatamente o que fiz.

— Estás me dizendo que puseste todos os centavos que ele tinha dentro do caixão com ele?

— Claro que sim! — Respondeu a mulher. — Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque nominal cruzado. Vai descontar lá no inferno!

29
13
16

Durante a festa de seu casamento, o jovem noivo nota que seu melhor amigo está muito triste. Sem entender o motivo, ele se aproxima dele com um copo de vinho na mão e diz:

— Beba isso. Dizem que o copo do noivo dá sorte!

O amigo levanta a cabeça e sorri de canto.

— Obrigado, mas a sorte não está do meu lado...

Sem saber o que dizer, o noivo tenta animar o amigo:

— Por falar nisso, você já beijou a noiva?

Triste, ele responde:

— Não, hoje não.

42
-1
43

Dois amigos se encontram em um bar. Após algumas cervejas, um deles começa a chorar desesperadamente. Preocupado, o outro pergunta:

— O que aconteceu? Está tudo bem?

O sujeito tenta se acalmar e responde:

— Eu tinha tudo, sabe? Estava com dinheiro, uma casa bonita, um carro extraordinário, o amor de uma linda mulher... Era tão feliz! De um dia para o outro, tudo se acabou. Não tenho mais nada!

— Mas o que aconteceu? — pergunta o amigo.

— Minha mulher descobriu tudo e pediu o divórcio.

29
-25
54

Dois amigos de infância se encontram na fila do banco:

— Nicolau! Há quanto tempo!

— É mesmo cara... Desde o ginásio... Já faz uns dez anos que eu não te vejo!

— E aí, o que tem feito na via?

— Ah, eu virei escritor...

— Sério? Que legal! Lembro que você adorova as aulas de redação... E tirava boas notas!

— Exatamenete. Agora estou vivendo da escrita.

— E ai, já vendeu alguma coisa?

— Já... Até agora vendi a TV, o som, o telefone... Inclusive, quer comprar um Chevette 78?

31
-5
36

Em um jantar com o seu melhor amigo, após algumas garrafas de cerveja, Antônio declara:

— Sabe, Neto? Descobri uns lances estranhos e acabei com tudo. Estou na fase de divisão dos bens. Separação é algo difícil.

Sem saber o que falar, Neto responde:

— Pô, que complicado, eu sinto muito...

— Agora, vou organizar minha vida sozinho e de forma diferente.

Vendo a decisão do amigo, Neto diz:

— Mas, Antônio, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Sua mulher estava traindo você com vários homens...

Irritado, Antônio interrompe:

— Neto, eu me separei do meu sócio!

34
22
12

Um guarda rodoviário manda parar um carro que estava em baixíssima velocidade em uma cidade. Quando se aproxima, nota que dentro dele há quatro velhinhas. Com toda delicadeza, diz para a motorista:

— Minha senhora, me desculpe, mas a senhora não pode dirigir tão devagar em uma estrada como esta.

— Mas é a velocidade limite, seu guarda. Estava na placa lá atrás: BR-40.

— A placa era o número da estrada, minha senhora!

Então, o guarda percebe que as outras passageiras estão com os olhos esbugalhados. Preocupado, pergunta:

— E suas amigas, o que é que elas têm? Estão passando bem?

— Ah, seu guarda! É que eu acabei de sair da BR-260!

25
18
7

Um menino chega à sua casa e confessa a mãe:

— Acabei de quebrar o abajur do apartamento do meu amigo.

— Como você fez isso?

— A gente estava jogando futebol dentro da sala e, sem querer, eu chutei a bola com muita força em cima do abajur.

A mãe olha com cara de desapontada e diz:

— Vou ligar para a mãe do seu amigo e perguntar como era o abajur.

— Você quer comprar um igual?

— Claro!

— Não, mãe, não se preocupe com isso.

— Por quê?

— Ela disse que aquele abajur era insubstituível.

119
-12
131

Um casal recém casado vai viver em sua nova casa. Ao entrar pela primeira vez na casa o homem diz:

— Se quer viver comigo as minhas regras são: Segundas e terças-feiras à noite vou tomar café com os amigos. Quartas-feiras à noite cinema com o pessoal. Quintas, sextas à noite cerveja com os colegas. Sábados pescaria com a turma, retornando domingo pela manhã. E aos domingos deito cedo para descansar. Se quer... Quer... Se não quer... Azar!

Então a mulher responde:

— Pra mim só existe uma regra: Aqui em casa tem sexo todas as noites. Quem está, está. Quem não está... Azar!

171
97
74

Um cara estava com dor de cabeça quando um amigo pergunta:

— O que aconteceu pra você estar com essa cara?

— Não, é que eu tô com uma dor de cabeça violenta...

— Rapaz, isso é fácil de resolver! Pega um copo d'água e coloca 5 colheres de açúcar.

— Isso resolve?

— Olha, se resolve eu não sei, mas a água fica dociiiiiiinha!

42
-2
44

O português estava de visita em outra cidade. Chegando lá, viu um pequeno lago com diversos cisnes, onde diversas pessoas em volta observavam. Ele ficou lá por um tempo olhando os cisnes, porém um homem lhe perguntou:

— Você é turista?

— Sim. — respondeu o português.

— Logo vi. Caso não saiba, para cada cisne que olhar terá que pagar uma taxa de 10 reais.

— 10 reais?

— É. Quantos cisnes você viu?

O português pensou, pensou e respondeu:

— Uns 5 cisnes.

— Então, no total dá 50 reais.

O português pagou o valor e rapidamente foi embora.


No dia seguinte, quando contou a história para um amigo ele se surpreendeu:

— Mas que absurdo!

— É, eu sei, eu sei... na verdade eu tinha visto uns 7 cisnes.

26
-3
29

Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:

— Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.

— Tás brincando! – dizem os outros.

— Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...

O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:

— Mermão, digo, Senhor, tu é Jesus Cristo, não é verdade?

— Eu? Que idéia!

— Eu acho que sim. Aí, tu é Jesus Cristo!

— Já disse que não! Mas fale mais baixo.

— Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.

E tanto insiste, que o homem lhe diz baixinho:

— Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.

— Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí, brother, digo, Senhor!

— Milagres não, pelo amor de Papai. Tu vais contar aos teus amigos, e eu passo a tarde fazendo milagres.

O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o joelho dele e o cura.

— Valeu, viu! Ficarei eternamente grato!

— Sim, sim, mas não grite! Vá embora e não conte a ninguém.

Logo em seguida chega o paulista.

— Aí, ô meu! O meu amigo disse-me que és Jesus Cristo, e que o curaste. Tenho um olho de vidro, cura-me também!

— Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.

O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.

— Ô lôco, meu! Obrigado mesmo!

— Agora vá embora e não conte a ninguém.

Mas Jesus Cristo bem o viu contando a história aos outros dois, e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando, e nada. Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos, e pondo a mão sobre o ombro do baiano, perguntou:

— E tu, não queres que...

O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:

— Aê, meu rei! Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica!

197
11
186

Um amigo conta para o outro:

— Na minha casa tem um quadro de um cacho de uvas tão bem pintado, que os pássaros chegam a vir bicá-lo.

— Pois eu tenho um melhor, representa um cão tão perfeito, que as autoridades me obrigaram a vaciná-lo.

27
-10
37