Piadas de Animais

Aquele rapaz de tão pobre vivia numa casa infestada de ratos.

Um dia resolveu dar um fim nos animais. Arranjou uma ratoeira emprestada, mas, como não tinha queijo para colocar, ele teve uma idéia brilhante: colocou um papel, onde se lia: "Vale um Queijo".

Ao acordar no dia seguinte, foi conferir a ratoeira e encontrou um outro papel: "Vale um rato!".

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O elefante passeava pela floresta quando tropeçou e caiu em cima de um formigueiro. Vendo-se infestado de formigas, começou a rolar para desprendê-las.

Depois de algumas voltas, parou exausto. Quase todas as formigas haviam caído, restando apenas uma grudada em seu pescoço.

Vendo que ainda restava uma companheira, as formigas começaram a gritar em coro lá embaixo:

— Enforca! Enforca!

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A doutora vai visitar um paciente em casa, mas fica assustada com o cachorro que não pára de latir um instante.

— Pode entrar, dona! Fica tranqüila que o cachorro é capado!

— E daí? Eu não estou com medo que ele me foda, mas que ele me morda!

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Num cinema, ao ar livre, o sujeito nota um sujeito com um cachorro que ri muito do filme.

Espantado, comenta com o dono do animal:

— Rapaz! Eu estou impressionado! Seu cachorro não para de rir do filme!

— Eu também estranhei, porque ele detestou o livro.

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Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

— Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

— Claro! O que está incomodando o meu filhote?

— Por que os camelos têm corcova?

— Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água!

— Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

— Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!

— Tá... Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

— Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto!

— Aham! – concordou o camelinho — Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.

— Isso mesmo, meu filho!

— Então o que a gente tá estamos nesse tal de Zoológico?

Moral da história: "Não adianta você ter tudo se você não está no lugar certo!"

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O sujeito, no auge dos seus quarenta anos, desabafa com um amigo:

— Ai, Pereira... Fiquei sabendo que a minha filha usa a calcinha de acordo com a cor do cabelo do namorado... Se ele é loiro, a calcinha é amarela! Se ele é moreno, a calcinha é preta!

O amigo se segura pra não rir e pergunta:

— Ué, mas por que isso te preocupa tanto?

— É que agora ela está namorando com um careca!

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Os insetos resolveram organizar um campeonato de futebol. O time das formigas estava perdendo feio pro time das aranhas. O primeiro tempo termina em oito a zero.

Na saída para o vestiário o técnico do time das formigas diz:

— O time jogou bem, mas o problema é que faltaram pernas pro nosso time...

No segundo tempo, entra a centopéia no time das formigas, que reage e empata.

— Por que ela não jogou logo no primeiro tempo? — quis saber um repórter.

O técnico, feliz após o empate, responde:

— Porque estava calçando as chuteiras!

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Duas pulgas muito amigas se encontravam sempre no mesmo local, no mesmo horário pra contar como foi seu dia:

— Cara, ontem tive que sair do meu poodle. A dona dele o levou pra tosar e eu não tinha nenhum lugar pra ficar. Tô sem teto. Preciso arranjar outro lugar pra morar.

— Não desanime amigo, você vai encontrar logo um lugar bem maneiro. Bom. tá na hora de eu ir embora. Até amanhã!

No dia seguinte uma das pulguinhas vai até o local de sempre e não encontrando seu amigo, pensa:

— Será que ele ainda não encontrou nenhum cachorro ainda? Amanhã eu volto e tenho certeza de que meu amigo vai se arranjar.

Dia seguinte, no mesmo lugar e nada do companheiro. E no outro dia também. E no outro. Um mês depois, encontramos nosso amigo sumido!

— E aí, colega? Quanto tempo! Que aconteceu?

— Cara, se eu contar ninguém acredita. Num dia eu me alojei num bigode de um gaúcho e desmaiei de sono e no dia seguinte fui acordar lá na Bahia no saco de um baiano!!

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O sujeito vai andando pela estrada montado num jegue quando, de repente, o bicho empaca.

O sujeito puxa pelo cabresto, empurra, mete o chicote e nada. De repente, ele vê uma faixa: "Consertam-se jegues". Ele vai andando até a oficina, procura o responsável, descreve o problema e o mecânico manda o ajudante guinchar o animal.

Chegam no local, o guindaste levanta o jegue, coloca-o sobre a carroceria e seguem todos para a oficina. Ao chegar lá, o dono da oficina fala pro ajudante:

— Bota ele na rampa!

O guindaste coloca o jegue na rampa. O dono da oficina pega duas pesadas raquetes de madeira, aproxima-se do jegue e dá uma bruta raquetada espremendo os testículos do animal que sai em disparada.

O dono do jegue, atônito com a eficiência do serviço, pergunta:

— E agora? Como é que vou pegar o jegue?

O dono da oficina fala pro ajudante:

— Bota ele na rampa!

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Um dia decidi sair do trabalho mais cedo e fui jogar golfe! Quando estava escolhendo o taco, notei que havia uma rã perto dele. A rã disse:

— Croc-croc! Taco de ferro, número nove!

Eu achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco que ela sugeriu e bati na bola. Para a minha surpresa a bola parou a um metro do buraco!

— Uau! — gritei eu, me virando para a rã — Será que você é minha rã da sorte?

Então resolvi levá-la comigo até o buraco.

— O que você acha, rã da sorte?

— Croc-croc! Taco de madeira, número três!

Peguei o taco 3 e bati. Bum! Direto no buraco!

Dali em diante acertei todas as tacadas e acabei fazendo a maior pontuação da minha vida!

Resolvi levar a rã pra casa e, no caminho, ela falou:

— Croc-croc! Las Vegas!

Mudei o caminho e fui direto para o aeroporto! Nem avisei minha mulher! Chegando em Las Vegas a rã disse:

— Croc-croc! Cassino, roleta!

Evidentemente, obedeci a rã, que logo sugeriu:

— Croc-croc! 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.

Era loucura fazer aquela aposta, mas não hesitei. A rã já tinha credibilidade.

Coloquei todas as minhas fichas e deu na cabeça! Ganhei milhões! Peguei toda a grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi uma suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:

— Rãzinha querida! Não sei como lhe pagar todos esses favores! Você me fez ganhar tanto dinheiro que lhe serei grato para sempre!

E a rã replicou:

— Croc-croc! Me dê um beijo! Mas tem que ser na boca!

— Tive um pouco de nojo, mas pensei em tudo que ela me fez e mandei ver! No momento que eu beijei a rã ela se transformou numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua. Sentada sobre mim, ela foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma... Juro por Deus, Meritíssimo! Foi assim que essa menina foi parar no meu quarto!

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Duas cobras conversam:

— Soube da última?

— Que última?

— A Najilda...

— O que tem?

— Morreu!

— Sério? De quê? Levou uma paulada?

— Não... Pior!

— Tomou uma machadada? Um tiro?

— Pior! Muito pior!

— O que então, cobra de Deus?

— A coitadinha morreu com o próprio veneno... Mordeu a língua!

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A taxa de natalidade estava muito elevada na selva, por isso os animais decidiram castrar todos os machos.

Depois de um tempo eles já não aguentavam mais e resolveram devolver os pintos.

Então o leão que é o rei do pedaço, começou a devolução.

Pegou a primeira e perguntou:

— De quem é esta?

O tigre respondeu:

— É minha! E saiu todo contente.

Depois pegou a do elefante e disse:

— De quem é esta?

Nessa hora a ratinha cutuca o rato e fala ansiosa:

— Fala que é sua! Fala que é sua!

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Depois de ser a maior atração do zoológico durante vinte anos, o elefante morre. Ajoelhado ao lado do enorme cadáver do paquiderme, um homem chora desconsoladamente.

O público observa, guardando um respeitoso silêncio.

— Coitado! — uma mulher diz baixinho para seu marido — Ele deve ter sido quem cuidava do elefante, deve ter se envolvido emocionalmente com ele...

— Que nada! — o marido responde — Esse é o cara que tem que cavar a cova para enterrar o elefante!

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