Piadas de Animais

A doutora vai visitar um paciente em casa, mas fica assustada com o cachorro que não pára de latir um instante.

— Pode entrar, dona! Fica tranqüila que o cachorro é capado!

— E daí? Eu não estou com medo que ele me foda, mas que ele me morda!

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Num cinema, ao ar livre, o sujeito nota um sujeito com um cachorro que ri muito do filme.

Espantado, comenta com o dono do animal:

— Rapaz! Eu estou impressionado! Seu cachorro não para de rir do filme!

— Eu também estranhei, porque ele detestou o livro.

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Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

— Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

— Claro! O que está incomodando o meu filhote?

— Por que os camelos têm corcova?

— Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água!

— Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

— Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!

— Tá... Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

— Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto!

— Aham! – concordou o camelinho — Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.

— Isso mesmo, meu filho!

— Então o que a gente tá estamos nesse tal de Zoológico?

Moral da história: "Não adianta você ter tudo se você não está no lugar certo!"

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O sujeito, no auge dos seus quarenta anos, desabafa com um amigo:

— Ai, Pereira... Fiquei sabendo que a minha filha usa a calcinha de acordo com a cor do cabelo do namorado... Se ele é loiro, a calcinha é amarela! Se ele é moreno, a calcinha é preta!

O amigo se segura pra não rir e pergunta:

— Ué, mas por que isso te preocupa tanto?

— É que agora ela está namorando com um careca!

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Os insetos resolveram organizar um campeonato de futebol. O time das formigas estava perdendo feio pro time das aranhas. O primeiro tempo termina em oito a zero.

Na saída para o vestiário o técnico do time das formigas diz:

— O time jogou bem, mas o problema é que faltaram pernas pro nosso time...

No segundo tempo, entra a centopéia no time das formigas, que reage e empata.

— Por que ela não jogou logo no primeiro tempo? — quis saber um repórter.

O técnico, feliz após o empate, responde:

— Porque estava calçando as chuteiras!

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Duas pulgas muito amigas se encontravam sempre no mesmo local, no mesmo horário pra contar como foi seu dia:

— Cara, ontem tive que sair do meu poodle. A dona dele o levou pra tosar e eu não tinha nenhum lugar pra ficar. Tô sem teto. Preciso arranjar outro lugar pra morar.

— Não desanime amigo, você vai encontrar logo um lugar bem maneiro. Bom. tá na hora de eu ir embora. Até amanhã!

No dia seguinte uma das pulguinhas vai até o local de sempre e não encontrando seu amigo, pensa:

— Será que ele ainda não encontrou nenhum cachorro ainda? Amanhã eu volto e tenho certeza de que meu amigo vai se arranjar.

Dia seguinte, no mesmo lugar e nada do companheiro. E no outro dia também. E no outro. Um mês depois, encontramos nosso amigo sumido!

— E aí, colega? Quanto tempo! Que aconteceu?

— Cara, se eu contar ninguém acredita. Num dia eu me alojei num bigode de um gaúcho e desmaiei de sono e no dia seguinte fui acordar lá na Bahia no saco de um baiano!!

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O sujeito vai andando pela estrada montado num jegue quando, de repente, o bicho empaca.

O sujeito puxa pelo cabresto, empurra, mete o chicote e nada. De repente, ele vê uma faixa: "Consertam-se jegues". Ele vai andando até a oficina, procura o responsável, descreve o problema e o mecânico manda o ajudante guinchar o animal.

Chegam no local, o guindaste levanta o jegue, coloca-o sobre a carroceria e seguem todos para a oficina. Ao chegar lá, o dono da oficina fala pro ajudante:

— Bota ele na rampa!

O guindaste coloca o jegue na rampa. O dono da oficina pega duas pesadas raquetes de madeira, aproxima-se do jegue e dá uma bruta raquetada espremendo os testículos do animal que sai em disparada.

O dono do jegue, atônito com a eficiência do serviço, pergunta:

— E agora? Como é que vou pegar o jegue?

O dono da oficina fala pro ajudante:

— Bota ele na rampa!

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Um dia decidi sair do trabalho mais cedo e fui jogar golfe! Quando estava escolhendo o taco, notei que havia uma rã perto dele. A rã disse:

— Croc-croc! Taco de ferro, número nove!

Eu achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco que ela sugeriu e bati na bola. Para a minha surpresa a bola parou a um metro do buraco!

— Uau! — gritei eu, me virando para a rã — Será que você é minha rã da sorte?

Então resolvi levá-la comigo até o buraco.

— O que você acha, rã da sorte?

— Croc-croc! Taco de madeira, número três!

Peguei o taco 3 e bati. Bum! Direto no buraco!

Dali em diante acertei todas as tacadas e acabei fazendo a maior pontuação da minha vida!

Resolvi levar a rã pra casa e, no caminho, ela falou:

— Croc-croc! Las Vegas!

Mudei o caminho e fui direto para o aeroporto! Nem avisei minha mulher! Chegando em Las Vegas a rã disse:

— Croc-croc! Cassino, roleta!

Evidentemente, obedeci a rã, que logo sugeriu:

— Croc-croc! 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.

Era loucura fazer aquela aposta, mas não hesitei. A rã já tinha credibilidade.

Coloquei todas as minhas fichas e deu na cabeça! Ganhei milhões! Peguei toda a grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi uma suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:

— Rãzinha querida! Não sei como lhe pagar todos esses favores! Você me fez ganhar tanto dinheiro que lhe serei grato para sempre!

E a rã replicou:

— Croc-croc! Me dê um beijo! Mas tem que ser na boca!

— Tive um pouco de nojo, mas pensei em tudo que ela me fez e mandei ver! No momento que eu beijei a rã ela se transformou numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua. Sentada sobre mim, ela foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma... Juro por Deus, Meritíssimo! Foi assim que essa menina foi parar no meu quarto!

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Duas cobras conversam:

— Soube da última?

— Que última?

— A Najilda...

— O que tem?

— Morreu!

— Sério? De quê? Levou uma paulada?

— Não... Pior!

— Tomou uma machadada? Um tiro?

— Pior! Muito pior!

— O que então, cobra de Deus?

— A coitadinha morreu com o próprio veneno... Mordeu a língua!

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A taxa de natalidade estava muito elevada na selva, por isso os animais decidiram castrar todos os machos.

Depois de um tempo eles já não aguentavam mais e resolveram devolver os pintos.

Então o leão que é o rei do pedaço, começou a devolução.

Pegou a primeira e perguntou:

— De quem é esta?

O tigre respondeu:

— É minha! E saiu todo contente.

Depois pegou a do elefante e disse:

— De quem é esta?

Nessa hora a ratinha cutuca o rato e fala ansiosa:

— Fala que é sua! Fala que é sua!

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Depois de ser a maior atração do zoológico durante vinte anos, o elefante morre. Ajoelhado ao lado do enorme cadáver do paquiderme, um homem chora desconsoladamente.

O público observa, guardando um respeitoso silêncio.

— Coitado! — uma mulher diz baixinho para seu marido — Ele deve ter sido quem cuidava do elefante, deve ter se envolvido emocionalmente com ele...

— Que nada! — o marido responde — Esse é o cara que tem que cavar a cova para enterrar o elefante!

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Duas grandes amigas, não se viam há muito tempo:

— Puxa vida! Quanto tempo, hein!

— É verdade! E aí, alguma fofoca nova?

— Nem te conto, menina... Saí ontem com um intelectual!

— É mesmo? Me diz, como é que foi?

— Ah... Com intelectual é tudo diferente. Já começa que intelectual não tem pau!

— Não?

— Não... Intelectual tem pênis!

— É? E como é que é?

— É igualzinho a pau, só que é mole!

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Viajando pelo interior de Minas, o sujeito sente seu carro falhar e, sem alternativas, pára no acostamento.

Ele não entende nada de mecânica, mas como não há nada para se fazer, ele abre o capô, mexe de lá, mexe de cá e não chega a nenhuma conclusão, até que ele ouve uma voz misteriosa:

— Foi o cabo da vela que se soltou!

Ele olha para todos os lados, mas não vê ninguém e a voz insiste:

— Veja o cabo da vela. Deve estar solto!

Novamente ele não vê ninguém, além de um cavalo que estava junto à cerca. Então ele examina o cabo da vela e confirma: alí estava o defeito. Aliviado, ele liga o carro e segue o seu caminho. Logo adiante ele pára em um boteco, na beira da estrada para tomar um café e resolve contar o acontecido. Um dos presentes pergunta:

— De que cor era o cavalo que estava junto à cerca?

— Preto! — responde ele.

— Você deu foi sorte... — emenda outro caipira — Porque o cavalo branco não entende nada de mecânica!

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