Piadas de Animais

Um pastor todo dia saia de casa e só voltava para casa tarde da noite.

A mãe dele dizia:

— Meu filho toma cuidado, é perigoso você vim sozinho todo dia à noite.

Ele respondeu:

— Não mãe, não tem problema não.

Até que certo dia, quando ele vinha voltando da igreja para casa, deparou-se com uma onça.

Logo começou a correr e a onça atrás dele.

Ele corria e a corria atrás dele.

Quando ele viu que não tinha mais se ajoelhou-se no chão e começou a rezar.

A onça aproximou-se dele e se ajoelhou-se também perto dele e começou a rezar.

Ele perguntou:

— Você é crente?

Ela respondeu:

— Não, só estou agradecendo a mais uma refeição.

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O morcego estava fazendo uma competição com seus três filhos pra ver quem arrumava sangue mais rápido. O filho mais velho sai voando e volta em 60 segundos com a boca suja de sangue. O pai pergunta:

— Onde você arrumou esse sangue?

— Tá vendo aquele boi ali?

— Tô.

— Foi dele.

O segundo filho sai voando e volta em 30 segundos com a boca suja de sangue. O pai pergunta:

— Onde você arrumou esse sangue?

— Tá vendo aquela mulher ali?

— Tô.

— Foi dela.

O filho mais novo sai voando e volta em 15 segundos com a boca suja de sangue. Novamente, o pai:

— Onde você arrumou esse sangue?

— Tá vendo aquele muro ali?

— Tô.

— Eu não vi.

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Num certo dia muito chuvoso, o fazendeiro liga para o veterinário, e pede uma medicação:

— Doutor é para o gato, que está com o intestino preso, não está conseguindo cagar.

E como a ligação está muito ruim por causa do temporal, o veterinário entende gado, ao invés de gato, e receita:

— Dá para ele meio litro de óleo de rícinio, que é tiro e queda, é o melhor remédio para este problema.

Uma semana depois, o veterinário liga para o fazendeiro, e pergunta:

— E o gado, melhorou ?

— Gado? Não doutor, eu falei gato.

— O quê? E o senhor deu a medicação que receitei?

— Sim, o senhor mandou, eu dei.

— E o gato morreu?

— Não, mas a última vez que eu o vi, ele estava correndo pela fazenda junto com mais 5 gatos. Dois abriam buracos, dois fechavam os buracos, e um procurava mais terreno.

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Duas pulguinhas cansadas da rotina diária onde vivia ao pé dar cama decidiu conhecer o Brasil. Enquanto isso chegava dona de casa do trabalho após tomar banho deitou-se na cama peladinha. As pulginhas pelo corpo da mulher chegando nos seios.

— Nossa aqui deve ser famoso pico do Jaraguá, continuou descendo, nossa com toda essa mata dever ser Amazônia, vejo uma caverna vamos entrar?

— Eu não. Então você ficar ai, eu vou entrar e já volto.

Nisso chega marido do trampo vê a mulher pelada vai todo empolgado e manda vê. Logo depois a pulginha sai toda zonza vê a outra também zonza pergunta o que aconteceu com você aqui fora?

— Não sei de repente veio duas bolas, começou a me bater sem parar eu fiquei assim, e você?

— Pior foi eu lá dentro entrou um cara mal encarado com a cabeça rachada começou a me bater sem nenhum motivo depois disso ainda cuspiu na minha cara.

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O fazendeiro resolve trocar o seu galo por outro que desse conta das inúmeras galinhas. Ao chegar o novo galo e, percebendo que perderia suas funções, o velho galo foi conversar com seu substituto:

— Olha, sei que já estou velho e é por isso que meu dono o trouxe aqui, mas será que você poderia deixar pelo menos duas galinhas para mim?

— Que é isso, velhote? Vou ficar com todas.

— Mas só duas... — ainda insistiu o galo.

— Não. Já disse! São todas minhas!

— Então vamos fazer o seguinte: Apostamos uma corrida em volta do galinheiro. Se eu ganhar, fico com pelo menos duas galinhas. Se eu perder, são todas suas.

O galo jovem mede o galo velho de cima abaixo e pensa que certamente ele não será capaz de vencê-lo:

— Tudo bem, velhote, eu aceito!

— Já que realmente minhas chances são poucas, deixe-me ficar a vinte passos a frente — pediu o galo velho.

O mais jovem pensou por uns instantes e aceitou as condições do galo velho.

Iniciada a corrida, o galo jovem dispara para alcançar o outro galo. O galo velho faz um esforço danado para manter a vantagem, mas rapidamente está sendo alcançado pelo mais jovem.

No momento em que o mais velho ia ser alcançado pelo mais novo, o fazendeiro pega sua espingarda e atira sem piedade no galo jovem. Guardando a arma, comenta com a mulher:

— Num tô intendendo, uai! É o quinto galo viado que a gente compra esta semana.

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O leão e o antílope entram num restaurante da selva e chamam o garçom, um veado:

— Quero uma salada mista de grama, relva e capim — diz o antílope.

— Pois não — diz o garçom. E dirigindo-se ao leão:

— E o senhor, que vai pedir?

— Nada, obrigado — grunhe, sacudindo a juba.

— Ele não está com fome ? — pergunta o garçom ao antílope.

— Escuta aqui, você acha mesmo que se ele estivesse com fome eu estaria aqui sentado?

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Três pintinhos morreram e foram parar no céu.

Chegando lá, São Pedro disse que só havia vaga para dois. Resolveram, então, apostar uma corrida para ver quem entrava.

— Um, dois, três... já! — contou São Pedro.

Dois correram e entraram sem problema.

O terceiro, lerdo demais, ficou de fora.

Moral da história: pintinho mole não entra.

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O gato de rua está louquinho por uma gata angorá.

Depois de muito ronronar no telhado, se declara, romântico:

— Oh, meu amor, por ti sou capaz de dar a minha vida!

— Jura! — ela pergunta, dengosa — E quantas vidas?

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Um canguru entra num bar na Austrália e pede um uísque. O barman fica completamente atônito, mas serve o uísque. O canguru bebe e, no fim, pergunta:

— Quanto é?

— 25 dólares.

O canguru paga e dá meia volta para ir embora, quando o barman lhe diz:

— Desculpe, mas é que eu já cá estou há vinte anos e decerto compreenderás que é coisa rara um canguru entrar aqui no bar e pedir uma bebida...

— Pudera, com o uísque a este preço!

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Um cachorro pastor alemão entrou numa agência de correios, pegou um formulário de telegrama e escreveu:

— Woof... woof... woof... woof... woof... woof... woof... woof... woof.

O atendente examinou o papel.

— Só tem nove palavras aqui — ele disse. — Você poderia mandar outro woof pelo mesmo preço.

— Mas aí, — respondeu o cachorro — perderia todo o sentido!

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Tem aquela dos três cachorrinhos que se encontram no meio da rua, ainda no tempo da Cortina de Ferro. Um francês, um polonês e um russo.

— As coisas vão de mal a pior! — queixa-se o cachorrinho francês. — Pois imaginem que hoje eu tive que latir adoidado para que me trouxessem um pedaço de carne.

— Carne?! — assusta-se o polonês. — O que é isso?

— Latir? — diz o russo. — O que é isso?

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