Piadas de Baiano

Durante um grande comício em Salvador, certo candidato a governador do Estado empolga-se e começa a prometer mundos e fundos:

- Se eleito for, prometo construir outro HGE, farei mais um aeroporto, construirei novas estradas, instalarei uma dezena de novas fábricas, barragens, aguadas, prometo mais duas universidades federais, mais cem escolas de ensino médio e duzentas de ensino fundamental. E sabem o que isso significa, meu povo? Trabalho! Sim, isso mesmo! Trabalho e mais trabalho, empregos e mais empregos para todos os baianos...

Num canto da praça um dos ouvintes que assistia ao comício, desesperado, iniciou uma macumba das fortes com toda sorte de produtos infalíveis e dentro jogou inúmeros santinhos daquele candidato contra a sua vitória!

- Mas o que é isso rapaz, não gosta do candidato? - inquiriu alguém que passava perto.

- Gostar eu gosto, mas vai que esse desgraçado ganha.... Melhor prevenir do que remediar!

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O português em viagem na Bahia decide ir ao banheiro antes de sair do restaurante em que havia acabado de almoçar. Como o banheiro estava muito cheio e ele já estava apertado, decidiu ir em um banheiro ao lado do restaurante que ficava no meio de um matagal. Ele entrou, fechou a porta e chapiscou a louça com toda a sua força, mas logo que terminou, percebeu que não havia papel higiênico. Observando toda o banheiro ele vê uma enorme taturana na parede e exclama:

- Ora pois, baiano limpa a bunda é com uma escovinha!

Pegou a lagarta, limpou a bunda com ela e logo sentiu a queimação. Indignado ele reclama:

- Só podia ser coisa de baiano, até nisso tinham que colocar pimenta!

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Domingo à tarde, aquele casal de baianos recém-casados estão sentados no sofá. A mulher grávida está tricotando uma blusinha de lã para o neném que vai nascer.

No auge da preguiça, a baiana cutuca o maridão e diz:

— Benhê... Vá ali na farmácia comprar um vidro de Talidomida, que eu estou com preguiça de fazer as manguinhas.

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Dois baianos estavam andando na floresta quando um deles pega o facão e vapt, corta a cabeça de uma lesma. O outro pergunta:

— Ô meu rei, por que você cortou a cabeça da bichinha, hein?

Ele respondeu:

— Percebeu não foi? Ela tava seguindo a gente tem mais de duas horas...

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Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:

— Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.

— Tás brincando! – dizem os outros.

— Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...

O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:

— Mermão, digo, Senhor, tu é Jesus Cristo, não é verdade?

— Eu? Que idéia!

— Eu acho que sim. Aí, tu é Jesus Cristo!

— Já disse que não! Mas fale mais baixo.

— Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.

E tanto insiste, que o homem lhe diz baixinho:

— Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.

— Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí, brother, digo, Senhor!

— Milagres não, pelo amor de Papai. Tu vais contar aos teus amigos, e eu passo a tarde fazendo milagres.

O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o joelho dele e o cura.

— Valeu, viu! Ficarei eternamente grato!

— Sim, sim, mas não grite! Vá embora e não conte a ninguém.

Logo em seguida chega o paulista.

— Aí, ô meu! O meu amigo disse-me que és Jesus Cristo, e que o curaste. Tenho um olho de vidro, cura-me também!

— Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.

O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.

— Ô lôco, meu! Obrigado mesmo!

— Agora vá embora e não conte a ninguém.

Mas Jesus Cristo bem o viu contando a história aos outros dois, e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando, e nada. Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos, e pondo a mão sobre o ombro do baiano, perguntou:

— E tu, não queres que...

O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:

— Aê, meu rei! Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica!

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Três horas da tarde. Dois baianos encostados numa árvore à beira da estrada. Passa um carro a grande e velocidade e deixa voar uma nota de cem reais, mas o dinheiro vai cair do outro lado da estrada. Passados cinco minutos, um fala para o outro:

— Rapaz, se o vento muda, a gente ganha o dia.

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Dois baianos estirados nas redes estendidas na sala:

— Oxente, será que tá chovendo?

— Sei não, meu rei.

— Vai lá fora e dá uma olhada.

— Vai você.

— Vou não, tô cansadão.

— Então, chame nosso cão.

— Oxente, chame você.

— Ô Fernando Afonso!

O cachorro que também é baiano, entra na sala, pára e deita-se de costas para os dois.

— E então, meu rei, tá chovendo?

— Tá não. O cão tá sequinho.

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Chegando em Porto Seguro, Pedro Álvares Cabral foi conversar com um índio:

— Ora, pois... Nativo desta terra tão bela... Como se chamas?

— Índio chamar Bah! — respondeu ele, rispidamente.

— Bah? — perguntou o português, surpreso. — Tudo bem, tudo bem! Preciso de um favor seu, senhor Bah!

— Bigodudo falar, Bah escutar...

— A vela do meu barco apagou! Sabe como é, venta muito por aqui... Preciso que você vá nadando até aquele outro navio e avise os meus companheiros que descobrimos uma nova terra!

— O que Bah ganhar com isso?

— Como homenagem a vossa senhoria e para que todos se lembrem que Bah foi até o outro lado da praia para oficializar esta descoberta, esta terra se chamará Bahfoi!

— Ah, não, Bah não querer ir... Bah ter muita preguiça... Melhor o senhor chamar a terra de Bahia!

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— Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorroidas. Fico privado das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado.

Após o exame do médico:

— Seu caso realmente e bem grave. Não ha nenhuma esperança de resolve-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Existem 99% de chance de cura total.

— Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?

— Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorroidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vitimas de acidentes e assim que eu encontrar um ânus em condições marco o transplante.

Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.

Três meses depois, apos um exame de controle de transplante.

— Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor esta satisfeito?

— Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorroidas. O rabo esta novinho. Beleza pura!

— Mas, hummm, o senhor não esta estranhando nada? Esta tudo 100% mesmo?

— Bem, tem uma coisinha acontecendo, nem sei se vale a pena comentar.

— Fale.

— Bem, e que de vez em quando me da uma agonia, uma coceirinha estranha, uma vontade de dar...

— Eu tinha medo disto. Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gay. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?

— Ora doutor, já que o rabo não e meu mesmo, eu dou, né?

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Em um daqueles testes de sanidade, o doutor pergunta ao primeiro louco:

— O que o senhor faria se ganhasse 1 milhão de reais?

— Eu ajudaria minha mãe que está muito doente e compraria um bom sítio na Bahia!

O doutor libera o homem e analisa o segundo louco com a mesma pergunta, então o louco responde:

— E investiria nos meus estudos, compraria uma casa na praia e viajaria pelo mundo...

O médico libera o moço e observa que o terceiro louco está pelado olhando para baixo com um espelho entre as pernas. O doutor fica espantado mas mesmo assim faz a mesma pergunta:

— E o senhor, o que faria com 1 milhão de reais?

— Seu Doutor, eu compraria outro cu, porque o meu tá furado!

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Um trem com 4 passageiros vai fazer um tour por todo Brasil, e esse passageiros eram um gaúcho, um mineiro, um paulista e um baiano. Quando o trem passava pela sua cidade eles jogavam algo tipico de seu estado para fora do trem.

Primeiro passa o gaúcho pelo Rio Grande do Sul ele joga um chimarrão para fora e diz:

— De onde eu venho é cheio disto.

O trem continua seguindo e passa por Minas o mineiro joga o queijo que diz:

— De onde venho tem um monte desses.

Chegando na Bahia o baiano joga um acarajé para fora e diz:

— De onde venho tem um monte desses.

O paulista quando chega em São Paulo ele olha para os lados pega o baiano pelo colarinho joga para fora do trem e diz:

— De onde venho tem um montão desses.

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Duas pulgas muito amigas se encontravam sempre no mesmo local, no mesmo horário pra contar como foi seu dia:

— Cara, ontem tive que sair do meu poodle. A dona dele o levou pra tosar e eu não tinha nenhum lugar pra ficar. Tô sem teto. Preciso arranjar outro lugar pra morar.

— Não desanime amigo, você vai encontrar logo um lugar bem maneiro. Bom. tá na hora de eu ir embora. Até amanhã!

No dia seguinte uma das pulguinhas vai até o local de sempre e não encontrando seu amigo, pensa:

— Será que ele ainda não encontrou nenhum cachorro ainda? Amanhã eu volto e tenho certeza de que meu amigo vai se arranjar.

Dia seguinte, no mesmo lugar e nada do companheiro. E no outro dia também. E no outro. Um mês depois, encontramos nosso amigo sumido!

— E aí, colega? Quanto tempo! Que aconteceu?

— Cara, se eu contar ninguém acredita. Num dia eu me alojei num bigode de um gaúcho e desmaiei de sono e no dia seguinte fui acordar lá na Bahia no saco de um baiano!!

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