Piadas de Caipira

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Mineirinho na Praia

Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.

Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.

Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio… A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.

O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:

— Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém?

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Conhecendo o Inferninho

O caipira foi pra cidade grande pela primeira vez e como nunca tinha ido em um inferninho antes, foi matar a curiosidade.

Chegando no prostíbulo já arrumou uma acompanhante e desceram para o quarto. Ele caipira muito acanhado perguntou a moça:

— O que eu faço agora?

A moça responde surpresa:

— Você nunca teve uma mulher?

Ele responde timidamente que nunca esteve com uma mulher. A moça espantada com aquela situação o orienta:

— Faça o seguinte: volte para a roça e faça um buraco no barranco, treine lá por um mês e depois volte aqui.

O caipira seguiu a orientação da moça e um mês depois estava de volta após muito treinamento...

Chegando no quarto novamente, a moça se deita pronta para o caipira, quando ele tira um pedaço de galho de árvore do bolso e começa a enfia na vagina da mulher. Ela apavorada, grita:

— O que é isso?

Ele responde calmamente:

— Estou vendo se não tem formiga!

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Morte da Vaquinha

Um dia a mulher acordou, olhou pela janela e viu que a única vaquinha que eles tinham estava morta. A Velha ficou desesperada. E agora como iam alimentar a família? A vaquinha era o único bem que tinham. Deprimida, a mulher se suicidou.

Quando o marido acordou e viu a mulher e a vaquinha morta, ele não agüentou e teve um ataque cardíaco fulminante.

O filho mais velho acordou e viu a situação. Tomou uma decisão drástica: foi ate o rio para se afogar. Quando chegou no rio, deu de cara com uma sereia:

— Eu sei o que aconteceu com a sua família!

Disse a sereia:

— Mas se você transar comigo cinco vezes seguidas, eu trago todo mundo de volta!

O cara mandou ver. Mas só agüentou quatro vezes, na quinta ele broxou. A sereia ficou nervosa e o jogou no rio onde ele morreu afogado.

Então acordou outro irmão. Foi ate o rio atrás do irmão mais velho e encontrou a sereia.

— Se você transar comigo sete vezes seguidas, eu trago todo mundo de volta! — propôs a sereia.

O cara mandou ver, mas na sexta transada ele não agüentou e broxou. A sereia afogou ele no rio.

Então foi a vez do caçula, com doze anos. Ele foi ate o rio e encontrou a sereia.

— Se você transar comigo dez vezes, eu trago todo mundo de volta! — propôs a sereia.

— Dez vezes? — pergunta o caçula — E se você não agüentar e morrer que nem a vaquinha?

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Pecado Capital

Um paulistano, trabalhando duro, suado, de terno e gravata, vê um caipira deitado numa rede, na maior folga.

O paulistano não resiste e diz:

— Você sabia, que a preguiça é um dos sete pecados capitais?

E, o caipira, sem nem se mexer, responde:

— A inveja também!

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Carreta Virada

Um jovem fazendeiro viajava com uma carreta cheia de milho quando, em um momento de descuido, a carreta virou. Logo depois do acidente, aparece uma linda garota, que morava na região e ouviu o barulho.

— Olá! Você se machucou?

— Não... Estou bem! — disse ele, abrindo a porta do caminhão. — O problema agora vai ser desvirar a carreta!

— Ah, não se preocupe! Esquece um pouco disso, vem almoçar na minha casa e depois eu arrumo gente pra te ajudar!

— Ah, não sei — diz ele, apreensivo — É muita bondade sua, mas acho que meu pai não iria gostar se eu fizesse isso.

— Ah, deixa disso, vai? Vamos comigo!

— Bom, tudo bem! — disse ele, não resistindo às tentações da moça — Mas eu tenho certeza que meu pai não vai gostar...

Ela não entendeu nada, mas levou o novo amigo pra casa dela. Lá eles comeram e a garota se ofereceu de sobremesa. O garoto, novamente titubeou, mas não resistiu. Depois ela queria mais, porém agora ele teve que negar:

— Olha, moça! Estou adorando tudo isso, mas infelizmente vou ter que ir! Meu pai deve estar furioso comigo!

Ela, inconformada com a atitude dele, esbravejou:

— Assim não dá! Chega de falar do seu pai! Afinal, onde está ele?

— Ah, ele ficou debaixo da carreta!

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Praça da Arve

O caipira veio pra São Paulo e ficou completamente perdido.

Então perguntou pra um sujeito que estava sentado na praça, fumando.

— Dia, moço... O sinhô sabe onde é que fica o terminal de Ônibus da Praça da Arve?

— Praça da Árvore? — corrigiu o paulistano.

— Isso, exatamente... Praça da Arve!

— Fica ali, ó! Na primeira rua à esquerda. Qualquer idiota sabe!

— Mais é por isso mesmo qui eu perguntei pro sinhô, uai!

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Terra do Sítio

Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho perdido no interior.

— Essa terra dá mandioca?

— Não, senhora — responde o capiau.

— Dá batata?

— Também não, senhora!

— Dá feijão?

— Nunca deu!

— Arroz?

— De jeito nenhum!

— Milho?

— Nem brincando!

— Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?

— Ah! Se plantar é diferente...

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Burro Emprestado

O caipira chega e pede ao vizinho:

— Cumpade, você pode me emprestar o seu burro pra eu terminar de arar minha plantação?

— Agora num posso cumpade, meu burro tá pastando.

Mas, no mesmo instante, o burro relincha lá na cocheira.

— Que vergonha, cumpade! Seu burro acaba de relinchar lá na cocheira!

O outro responde, todo ofendido:

— E ocê acredita mais na palavra dele do que na minha?

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Convidado a Comer

Um dia, um caipira foi entregar o leite na casa do patrão bem na hora do almoço e foi convidado a comer com a família. Com vergonha de sua falta de modos, ele preferiu não aceitar. O patrão insistiu:

— Coma conosco.

E o caipira:

— Não, brigado.

— Coma conosco, está uma delicia!

— Ah, tudo bem, acho que vou experimentar um conosquinho, então.

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Quatorze Filhos

A representante do IBGE que fazia a contagem dos habitantes do interior e ao caipira, dono da casa:

— Quantos filhos o senhor tem?

— Quatorze moça, mas a patroa tá esperando mais um.

— Quatorze? Admira-se a moça! Puxa, mas então a sua prole é grande, hein?

E o caipira não sabendo o que é prole, responde:

— Até que não é muito não, moça, mas tá sempre dura!

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Dores na Bexiga

Cansado de ouvir as queixas da mulher, reclamando de dores na bexiga, o caipira resolve levá-la ao médico.

— A senhora urina com abundância? — pergunta o médico durante os exames.

A mulher, que não tinha a mínima idéia do significado do verbo urinar, permaneceu calada.

— A senhora urina com abundância? — repete o médico num tom um pouco mais alto.

A mulher permanece quieta.

— O que é que o doutor quer saber? — intervém o caipira.

— Eu quero saber se a sua mulher mija com abundância!

— Não, seu doutor! Me parece que é com a bucetância mesmo!

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Dores no Pênis

O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.

— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.

— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!

— Como não sabe contar?

— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!

— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?

— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...

— O senhor deu mais uma?

— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!

— Então o senhor deu sete?

— Se não esqueci nenhuma...

— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!

E o matuto:

— Ai, que alívio...

— Alívio? Por quê?

— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal!

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Mortes na Família

Dois caipiras se encontram:

— Ô, Bastião! Quanto tempo, homi! Quais as novidade?

— Novidade só que morreu meu vô, meu pai, minha mãe, minha tia e meu primo.

— Todos eles morreru? — pergunta o amigo, assustado.

— Todinhos!

— Eita, mas morreru di quê, Bastião?

— De derrame.

— Todos de derrame?

— Pois é. Eles tavam na caçamba num caminhão, indo pra Sum Paulo aí a danada virô e derramô eles tudo lá pra baixo!

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Beira do Rio

O caipira está belo e folgado pescando à beira de um rio, quando aparece um sujeito desesperado:

— Ei, amigo! O senhor não viu por aí uma mulher loira, de camisa azul e saia amarela?

— Ora, vi sim senhor! Passou aqui inda agorinha!

— Puxa, graças a Deus! Então ela não deve estar longe, né?

— Tá não! Principalmente hoje que a correnteza tá fraquinha, fraquinha...

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Lago na Cidade

De viagem no interior, o paulista vê um grande lago e tem a brilhante ideia de fazer uma pescaria.

— Esse lago é propriedade de alguém? — pergunta ele a um caipira que está passando.

— Não sinhô. É púbrico!

— Então é crime tirar alguns peixes dele?

— Crime num é não sinhô... É milagre!

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Filhos Boiolas

Dois compadres se encontram depois de muito tempo sem se ver:

— E aí Jeremias, como andam as coisas?

— Tudo bem e você?

— Eu estou bem! E como está meu afilhado?

— Ah, compadre! Tenho uma péssima notícia para você. É que o menino deu pra ser boiola agora.

— Não me diga, Jeremias. E como vai o seu filho mais velho?

— Esse só se solta quando bebe, mas o menino só quer viver bêbado, compadre!

— Nossa, mas, me diga uma coisa, ninguém gosta de mulher na sua casa? — Pergunta o amigo surpreso.

— Claro, minha filha é doida por mulher!

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Banheiro Público

O sujeito todo apressado pergunta aos dois caipiras sentados no banco da praça onde ficava o banheiro público.

— Bem ali — responde um deles, apontando em uma direção.

Sem mesmo agradecer, o sujeito vai voando ao local indicado.

Alguns minutos depois, volta aliviado e sorridente.

— Obrigado pela informação, camaradas. Não há nada tão bom quanto uma boa cagada!

— Desculpe, seu moço! — comenta um deles. — Ou ainda eu não aprendi a cagar, ou o senhor ainda não aprendeu a trepar!

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Previsões dos Caipiras

O casalsinho da cidade grande vai passar férias no interior e o cara, empolgado com a sabedoria dos matutos, comenta com a namorada:

— Olha, amor, você precisa ver... Eles têm os seus próprios métodos para adivinhar tudo que vai acontecer! O céu, o cheiro do ar, a direção do vento... Desse jeito eles sabem se vai chover, fazer sol, essas coisas... Quer ver? — diz ele se aproximando de um morador da região.

— O amigo sabe dizer se vai chover? — pergunta ele.

— Bão, agora, agora, não... De tarde vai ventá um pôco e vai esfriá... Aí di noite sim, vem chuva...

A moça olha atentamente e fica boquiaberta. O namorado comenta, vitorioso:

— Não falei? Eles têm o dom de ouvir o que a natureza tem pra dizer... Agora olha só a explicação que ele vai me dar... — e volta-se novamente para o caipira.

— O amigo pode contar pra gente como é que faz pra saber tudo isso?

— Bão, eu vi na TV agora a pôco...

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Nadando no Lago

Um velho fazendeiro tinha uma enorme fazenda há anos. Na fazenda tinha nos fundos um bonito lago todo bem arrumado com um carra machão à sua margem... Nele havia uma bela churrasqueira, mesas e cadeiras. O lago foi todo preparado para todos poderem tomar aquele banho gostoso ou até praticar campeonatos de natação.

Depois de muito tempo sem ir ao lago o fazendeiro decidiu dar uma olhada geral para ver se ainda estava tudo em ordem. Pegou um grande balde para aproveitar trazendo umas frutas das fruteiras existentes pelo caminho e ao aproximar-se do lago escutou vozes femininas animadas se divertindo...

Ao chegar mais perto avistou um bando de jovens mulheres se banhando completamente peladas. Ele se fez presente e com isso todas fugiram para longe do fazendeiro e a parte mais funda do lago...

Uma das mulheres gritou:

— Não sairemos enquanto o senhor não for embora!

O velho respondeu:

— Eu não vim até aqui para ver vocês nadando! — e, levantando o balde, completou — Eu só vim dar comida pros jacarés...

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Prédio Alto

Um homem muito simples, que sabia ler um pouco, chegou à cidade grande e ficou boquiaberto com tantos carros, tantos prédios, construções monumentais, viadutos, túneis, iluminação etc.

Parou diante de um prédio muito alto, ficou contemplando aquela construção incrível e desabafou para um homem que passava:

— Óia só, seu moço, como é que é as coisa. Eles faz essas coisa impossíver e depois escreve na frente: É difício!

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Caipira no Oculista

O caipira chegou no oculista para uma consulta com sua mulher:

— Douto, o sinhô é zoísta?

— Não, senhor. Eu não sou zoísta, sou oculista!

— O que qui o sinhô é?

— Oculista!

E o caipira, afobado, puxando a mulher:

— Vamu embora, muié, que o seu pobrema é nos zóios!

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Vaca e o Carro

O sujeito ia com seu carro esporte por uma estrada do interior quando avistou um velhinho com uma vaca, pedindo carona. Ele resolve parar, mas diz que não há como a vaca acompanhar o carro.

Mas o velhinho garante:

— Tem pobrema não, seu moço. É só amarrar ela no pára-choque que ela vai.

Então eles seguem e o homem resolve brincar com a vaca e aumenta a velocidade gradativamente: 60, 80, 100, 120. E nada da vaca dar sinais de cansaço.

Quando o velocímetro atinge 150 km/h, ele vê a vaca com a língua para fora e diz:

— Olha, meu senhor, eu disse que sua vaca não ia agüentar! Ela já colocou a língua pra fora.

O velhinho, sem se abalar, pergunta:

— Pra que lado tá a língua?

O homem, intrigado, responde:

— Para a esquerda.

— Ah, então encosta que ela tá pedindo passagem!

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Compra do Bilhete

O capiau vai a uma estação ferroviária para comprar um bilhete.

— Quero uma passagem para o Esbui — solicita ao atendente.

— Não entendi, o senhor pode repetir?

— Quero uma passagem para o Esbui!

— Sinto muito, senhor, não temos passagem para o Esbui.

Aborrecido, o caipira afasta-se do guichê, aproxima-se do amigo que o estava aguardando e lamenta:

— Olha Esbui, o homem falou que pra você não tem passagem, não!

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Preços das Diárias

Um homem chega na cidadezinha do interior e, ao procurar o hotel, estranha os preços das diárias: havia diária de cem reais, uma de cinqüenta reais e outra de dez reais.

O capiau atende e explica:

— Na de cem reais tem TV, vídeo e sauna. Na de cinqüenta reais, não tem sauna. Na de dez reais tem que fazê a cama!

O viajante não tem dúvida:

— Fico nessa! Fazer a cama pra mim não é problema!

— Certo... Então pode pegá a madêra, os prego e o martelo ali no fundo!

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Tarefas da Fazenda

Estressado, o alto executivo de uma multi-nacional, seguindo conselhos médicos, vai passar umas férias numa fazenda.

Para passar o tempo, resolve ajudar nas tarefas cotidianas.

No primeiro dia, o capataz da fazenda lhe sugere que espalhe um caminhão de esterco sobre o campo, para prepará-lo para o plantio.

Em poucas horas o executivo está de volta. O capataz confere o trabalho, está perfeito! Ele fica impressionado.

— Agora eu gostaria que o senhor selecionasse estas batatas em três tamanhos diferentes, pequenas, médias e grandes! Com a sua esperteza, vai conseguir terminar antes do final da tarde.

No final da tarde, quando o capataz volta, fica estupefato ao ver o executivo sentado no chão, pensativo, com uma batata na mão e três montinhos minúsculos à sua frente.

— Puxa! — comenta o capaz, coçando a cabeça. — Eu não entendo como o senhor pode ser tão esperto em uma tarefa e tão lerdo na outra.

Ao que o executivo justifica:

— É que espalhar merda é comigo mesmo, mas tomar decisões...

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Caipira Ingênua

O sonho de Adolfo era casar com uma moça virgem e ingênua.

Por isso ele resolveu ir para a roça, procurar uma caipira daquelas bem bobinhas. E foi lá que ele conheceu Lindava, a garota dos seus sonhos. Linda, meiga, ingênua...

Era tudo que ele queria!

Em dois meses e eles se casaram. Na noite de núpcias, Carlos resolveu explicar tudo sobre sexo para a jovem esposa. Para começar, botou o negócio pra fora e disse:

— Meu bem, isso aqui é pinto!

A caipirinha arregalou os olhos e disse:

— Credo, uai! Então por que ocê num dá milho pra ele ficar logo um galo que nem o do Janjão?

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Negócio de Nudez

Dois compadres mineiros estavam bem sossegados, fumando seus cigarros de palha e proseando.

Conversa vai, conversa vem, eis que a uma certa altura um pergunta para o outro:

— Cumpádi, u quê quiocê acha dessi negóço de nudez?

No que o outro respondeu:

— Achu bão, sô!

O outro ficou assim, pensativo, meditativo... e perguntou de novo:

— Ocê acha bão pur causdi quê, cumpádi?

E o outro:

— Uai! É mió nudêis qui nu nosso, né não?