Piadas de Carioca

Dois turistas andavam pelo Brasil, um deles diz:

- Estamos no Rio Grande do Sul.

- Como é que você sabe? Pergunta o outro.

- Tomei um chimarrão.

- Estamos em São Paulo.

- Como é que você sabe?

- Tomei uma xícara de café.

- Estamos em Minas Gerais.

- Como é que você sabe?

- Tomei um copo de leite.

- Estamos no Rio de Janeiro.

- Como é que você sabe?

- Tomei uma bala perdida.

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Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:

— Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.

— Tás brincando! – dizem os outros.

— Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...

O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:

— Mermão, digo, Senhor, tu é Jesus Cristo, não é verdade?

— Eu? Que idéia!

— Eu acho que sim. Aí, tu é Jesus Cristo!

— Já disse que não! Mas fale mais baixo.

— Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.

E tanto insiste, que o homem lhe diz baixinho:

— Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.

— Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí, brother, digo, Senhor!

— Milagres não, pelo amor de Papai. Tu vais contar aos teus amigos, e eu passo a tarde fazendo milagres.

O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o joelho dele e o cura.

— Valeu, viu! Ficarei eternamente grato!

— Sim, sim, mas não grite! Vá embora e não conte a ninguém.

Logo em seguida chega o paulista.

— Aí, ô meu! O meu amigo disse-me que és Jesus Cristo, e que o curaste. Tenho um olho de vidro, cura-me também!

— Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.

O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.

— Ô lôco, meu! Obrigado mesmo!

— Agora vá embora e não conte a ninguém.

Mas Jesus Cristo bem o viu contando a história aos outros dois, e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando, e nada. Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos, e pondo a mão sobre o ombro do baiano, perguntou:

— E tu, não queres que...

O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:

— Aê, meu rei! Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica!

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Tinha uma bicha campineira, que cansou de dar o rabo e foi até um médico amigo dela para pedir uma ajuda.

— Doutor, não quero mais ser bicha, como faço para parar de dar a bundinha?.

— Faça o seguinte, mude para o Rio de Janeiro, na praia de Copacabana e todas as manhãs você vai até o calçadão e fique olhando aquelas cariocas praticando cooper, mas só fique olhando para as mulheres, fique notando aquele bumbum arrebitado, aquele corpinho violão, e esquece homem, e se caso você tiver uma recaída ou algo parecido, eu tenho um amigo médico que mora lá e eu lhe dou o endereço — anotando o endereço num pedaço de papel.

Dito isto, lá foi a bicha morar no Rio de Janeiro, levantava todo dia cedo, ia até o calçadão e ficava vendo aquelas gostosas praticando cooper e assim foi esquecendo dos homens. Um certo dia ao acordar, notou que estava com uma dor terrível no saco, mais como o seu médico tinha recomendado um amigo dele, foi até o consultório e explicou que estava com uma puta dor no saco.

O médico como um primeiro diagnóstico:

— Você deve ter alguma coisa na próstata, vamos fazer um exame.

— Abaixe a calça — disse o médico, colocando aquela luvas de borracha na mão.

Ele abaixou as calças, sentiu um friozinho no cu e arrebitou a bundinha. O médico vai com o "pai de todos" e vai introduzindo devagarinho. Aí a bichinha

— Aaaaiiiii!

O médico vira o dedo lá dentro e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii!

— Está doendo? — diz o médico.

— Nãããooooo... — diz a bicha.

Aí o médico tira o dedo, põe de novo, um pouco mais fundo e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que puta saudade de Campinas!

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Certo dia, em uma cidadezinha no interior de Minas em um boteco haviam quatro caipiras jogando cartas, quando de repente surge um carioca em sua linda pick-up. Ele entra na birosca, pede uma bebida, vai em direção aos caipiras que jogavam, soca a mesa e diz:

— Tá vendo aquela pick-up dentro dela tem um pit bull assassino.

Um dos caipiras diz:

— Óia sinhô, tenhu náda cu issu naum, máis tem um tar de cumpadi Totonho qui tem um cachorru brabu.

O carioca ao ouvir começa a rir e faz a seguinte proposta:

— Pago mil reais por um, que o meu pit bull vai liquidá-lo em cinco minutos!

O caipira levanta e vai buscar o cumpadre Totonho, de repente surge o cumpadre Totonho cheio de cana com o seu cachorro leproso e cheio de bicheiras. O carioca cai na gargalhada e zomba:

— É esse bichado que vai detonar o meu pit bull?

O carioca pede ajuda de dez caipiras para retirar o pit bull de dentro do carro. Quando todos estavam preparados para a grande briga, cumpade totonho diz para o seu cachorro:

— Naum vái me decepicionár naum hein meu bichinhu...

Então soltaram o pit bull que saiu em direção ao cachorro de compadre Totonho, que continuava imóvel. Quando se aproximou para morder levou uma
patada e caiu duro. O carioca se aproximou do cão e falou:

— Levanta meu bichinho!

Compadre Totonho respondeu:

— Uai, é ruim! Tá moito sô.

Perplexo o carioca quis comprar o cão, mas o compadre Totonho disse que não estava a venda. O carioca perguntou qual era o seu pedigree e compadre Totonho curioso perguntou:

— Uai, que isso?

O carioca falou:

— Como o senhor conseguiu esse cachorro?

E Totonho respondeu:

— Ah, a muito tempo atrás teve um circo aqui, quando foi embora o dono me deu este cãozinho que eu levei pra casa e aparei a cabeleira dele!

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Num pequeno vilarejo, no meio de Minas Gerais havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital Belzonte. Sabendo disso, um carioca — daqueles bem folgados — estava de ferias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém. Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peca. O carioca, espantado pensou: "Não e possível que esse cara tenha tudo ai, vou tirar um barato da cara dele".

Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi até o armazém e chegando no balcão, pediu:

— Ô Zé, você tem "Podela"?

O dono da venda olhou espantado, cocou a cabeça e pensou: "Podela"? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar... E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?" Pensou, pensou, foi ate o deposito, voltou e disse ao carioca:

— Olha, té em falta, mas vou encomendar e amanha cedo o senhor passa aqui e pega, tudo bem?

O carioca, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando: "O que será que esse mineiro vai achar com esse nome...?"

O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem ideia do que seria aquilo. Ele então percebeu que o carioca estava zoando com a cara dele e decidiu dar o troco.

No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e prrrrrrrruhhhh. Fez aquele "trem" enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas ate que virasse uma pedra bem dura. Dai, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação. No outro dia chega o carioca todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória, perguntou:

— Conseguiu encontrar minha encomenda?

— Claro está aqui — disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão. 100 gramas sai por 10,00 reais.

O carioca então pediu:

— Me veja 200 gramas.

— Está aqui, são 20 reais.

Entã, o carioca, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo...

— Isso aqui e bosssssssstaaaaaaaa!

O mineiro então riu e disse:

— Não, isso é o PÓ DELA...

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Num bar de Belo Horizonte, estavam quatro amigos, um carioca, um paulista, um mineiro e um gaúcho, este último já estava de saco cheio por causa das piadinhas de gaúcho que os outros três estavam contando, quando chegou a vez dele de contar a piada, ele mandou:

— Na verdade isto não é uma piada, é um fato real, quando eu morava em Porto Alegre, cheguei mais cedo em casa e peguei minha mulher na cama com outro, matei o amante, peguei a mulher e o filho, botei os dois no carro e caí na estrada, larguei a mulher em São Paulo porque lá é terra de puta, larguei o menino do Rio de Janeiro porque lá é terra de filho da puta e vim pra Minas porque é terra de corno!

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Dois casais, um de cariocas e outro de paulistas, estavam jogando cartas e uma carta caiu embaixo da mesa. O carioca se abaixou para pegar a carta e deu uma olhadela na mulher do paulista por baixo da mesa. Ela estava sem calcinha e com a "perseguida" a mostra.

Alguns minutos depois o carioca, suando quente levantou para tomar água e a mulher do paulista disfarçou e foi atrás dele.
Chegando na cozinha ela perguntou:

— E aí? O que achou?

— Maravilhoso — respondeu o carioca.

— Qualquer 1.000 reais e a gente conversa. Disparou a paulista safada.

— Tudo bem é só dizer quando!

— Amanhã a tarde ele não vai estar em casa você pode ir lá. Combinado!

No outro dia a tarde o carioca chegou na hora marcada pagou os 1.000 reais e mandou ver na mulher do paulista.

No fim da tarde o paulista chega do trabalho e pergunta à mulher:

— O carioca esteve aqui a tarde?

— Sim — respondeu a mulher assustada.

— Deixou 1.000 reais?

— Sim — respondeu a mulher completamente apavorada.

— Ufa que alívio, aquele carioca esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000 reais emprestado e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar. Achei que fosse me sacanear.

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Um português estava no ponto de ônibus e pediu uma informação a um carioca:

— Olá, o senhor poderia me dizer qual ônibus eu pego para ir ao Cristo Redentor?

— Claro, é o ônibus 583 — responde o carioca.

O português agradece.

Depois de várias horas o carioca voltando do trabalho passa pelo mesmo local e lá esta o português. Espantando ele pergunta:

— O ônibus ainda não passou?

O português responde:

— Não, por enquanto só passaram 73.

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Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.

Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.

Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio… A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.

O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:

— Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém?

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O carioca está andando pela praia de Ipanema quando encontra uma lâmpada mágica. Rapidamente, ele esfrega e aparece um gênio.

— Olha só, cumpadi! É um gênio! Deixa eu pensar nos meus três desejos!

— Três desejos? — diz o gênio — Estamos em tempos de crise, meu amigo... Você só tem direito a um pedido!

— Só um? Anh... Então eu quero um milhão de dólares.

— Tu é surdo, meu irmão? Eu falei que os tempos são de crise. Pede outra coisa aí, vai...

— Então eu quero que acabe a violência no Rio de Janeiro. Que não tenha mais nenhum assalto, nenhum arrastão, nenhuma bala perdida...

— Ah! Esse desejo é impossível, pede outra coisa...

— Então eu quero que o Botafogo seja campeão brasileiro!

— Como era? Bala perdida e o que mais? Tem um mapa do rio aí? Eu vou ver o que posso fazer por você.

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Em um ônibus que passava por Minas, com destino ao Rio de Janeiro, entrou um caipira com três porcos a tira-colo. Um carioca gozador que estava sentado bem na frente resolveu tirar uma com o caipira:

— E aí, rapá! Levando os porquinhos para passear, cumpadi?

— É, sô! Os bichim nunca viro o mar, né!

— Só! — respondeu o carioca, em tom de deboche — E esses "bichim" tem nome?

— Tem sim sinhô... Essas duas aqui são fêmea... Elas se chamam Suatia e Suavó!

— Ah, é? — continuou o carioca — E essa aqui, deve ser Suamãe, acertei?

— Não, sô... Esse é macho! Chama Seupai... Sua mãe eu comi ontem!

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O caipira subiu em um táxi no Rio de Janeiro, uma reluzente Mercedes, e foi logo perguntando:

— Moço, pra que serve aquela estrelinha ali na ponta?

E o carioca, gozador:

— Aquilo ali é uma mira! Quando eu quero atropelar uma pessoa, eu miro na estrelinha e pumba!

Ao perceber o olhar assustado do caipira, o carioca continuou:

— Quer ver só? Tá vendo aquela mulher ali...

E acelerou o carro em direção da mulher, só que na hora H ele desviou... Bumba!

— Ué? Que barulho foi esse? — perguntou o motorista.

— Ora, se eu não abro a porta o senhor ia errar a mulher!

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Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:

Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:

— Biscreta.

A universitária disse:

Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:

— Pedrinho, pode me falar um substantivo?

— Sim, fessora, azurrr.

A universitária:

— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.

Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:

— Joãozinho, pode me dizer um verbo?

Joãozinho responde:

— Hospedar.

A universitária:

— Muito bem, você acertou.

E então a universitária, entusiasmada completa:

— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.

Joãozinho:

— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.

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Estava um mineiro a andar com o seu burrinho por uma das muitas estradas de Minas Gerais. Num dado momento para do lado do mineiro com seu burrinho uma Ferrari, e dentro dela um carioca muito esperto que batendo no capo do carro diz:

- Aqui dentro tem 400 cavalos!

Entra no carro e sai cantando pneus, deixando uma nuvem de poeira para o mineiro. Um pouco a frente o carioca se distrai e numa curva embica a sua Ferrari num ribeirão.

Um pouco depois o mineiro chega ao local, vendo o carro com a frente dentro da água pergunta:

- Tá dando de beber para tropa, moço?

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O nevoeiro lá de Petrópolis estava demais e o motorista carioca não via nada. O negócio foi colar num carro de lá e ir seguindo as lanternas vermelhas. Entra rua, sai rua e ele ali, colado.

De repente o carro da frente parou e eles quase batem. O motorista desceu do carro e foi berrando para o outro, que estava no maior espanto:

— Como‚ que o senhor para assim, dessa maneira, sem fazer sinal nenhum?

— Fazer sinal dentro da minha garagem?

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