Piadas de Casal

No escurinho do cinema, no meio do novo filme do Schwarzennegger, um casal de meia idade insiste em discutir em voz alta.

— Eu nunca mais vou te trazer no cinema! — diz o marido, furioso.

— E quem disse eu eu quero a sua companhia? — desafia a mulher.

— Pois então, fique sabendo que...

— Escuta aqui, meu amigo! — interrompe o espectador da cadeira ao lado — Eu não estou conseguindo ouvir uma palavra!

— É mesmo? — exclama o sujeito, em tom irônico — E eu posso saber por que você quer ouvir a minha discussão?

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Apaixonado, o rapaz anuncia ao seu pai que vai se casar.

— Que ótimo, meu filho! — entusiasma-se o pai. — Quem é a felizarda?

— É a Jéssica, papai... Filha do seu amigo Alfredo.

— Fi... filha do Alfredo? — gaguejou o pai, estupefato. — Mas você não pode se casar com esta moça!

— Por que não?

— Sabe o que é? É que logo que eu casei com a sua mãe, toda vez que o Alfredo viajava, a sua mulher dormia aqui em casa e uma vez... bem, você sabe o que aconteceu, né?

— Quer dizer que a Jéssica é minha irmã?

O pai confirma com a cabeça e o rapaz se tranca no quarto chorando, desesperado.

Pouco depois, a sua mãe vai consolá-lo:

— O que houve, meu filho?

— É que o papai me contou que não posso me casar com a Jéssica...

— Que bobagem, meu filho! Claro que você pode se casar com ela.

— Mas ela é minha irmã!

— Sabe o que é? É que logo que me casei com o seu pai, todas as vezes que ele viajava, eu ia dormir na casa do Alfredo...

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— Amôooooor! — diz a mulher, toda dengosa pro marido.

— O que foi, Valquíria?

— Eu queria te pedir um coisinha... posso?

— O que é dessa vez, Valquíria?

— É uma coisinha bem pequena...

— Tá, fala logo, Valquíria...

— Compra um radinho pro seu docinho?

— Ah, só um radinho... — diz o marido, aliviado — E que tipo de radinho você quer, Valquíria?

— Ah... Pode ser um daqueles que tem um carro por fora!

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A mulher está fazendo o curso de etiqueta e, à noite, se irrita coma maneira um tanto abrupta com que o marido investe sobre ela.

— Olavo — diz ela, muito séria -, exijo bons modos na cama, assim como tenho o direito de exigi-los na mesa.

Surpreso e aborrecido, o marido se levanta, vai até o espelho, penteia os cabelos, passa um desodorante e volta para a cama.

— Tudo bem, agora? — pergunta.

— Está ótimo — responde a mulher.

— Então, quer fazer o favor de me passar a sua xoxota?

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A mulher chega em casa e vê o marido atarantado correndo pra lá e pra cá com um pano na mão.

— O que é isso, querido? Ficou maluco?

— Estou matando moscas, meu amor! Já matei cinco: duas machos e três fêmeas.

— Ué, e como é que você descobriu qual era macho e qual era fêmea?

— Foi fácil, duas estavam na garrafa de cerveja e três no telefone.

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— Assim?

— Não, mais para cima!

— Assim?

— Um pouco para o lado.

— Aqui?

— Quase. Está quase!

— Me diga como você quer.

— Oh querida... Agora um pouco mais para baixo. Assim... Assim. Agora para o lado. Rápido!

— Amor, eu...

— Para cima! Para cima! Um pouquinho...

— Assim?

— Ah! Ah, Aiiiiiii...

— Pronto?

— Não! Continua, continua que está gostoso!

— Nossa! Acho que você está com sarna!

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As vésperas de um jantar com os amigos do marido, a esposa resmunga:

— Ai, bem... Você precisa comprar umas roupas novas pra mim! Se os seus amigos me virem assim, vão pensar que eu sou a cozinheira da casa!

— Não se preocupe, querida! — consola o cônjuge — Depois do jantar, eles vão mudar de opinião!

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O sujeito tinha uma esposa escultural, eles se amavam muito e viviam em uma harmonia quase perfeita, por causa de um pequeno detalhe: A sua mulher nunca conseguia atingir o orgasmo!

Um dia ela propôs ao marido:

— Amor, eu sempre tive uma fantasia sexual de transar com você enquanto um homem bem alto e musculoso, vestido como um escravo árabe, ficasse nos abanando... Que tal se tentássemos só pra ver se funciona?

— Tudo bem, meu amor — diz o marido, sem opções e preocupado com o problema.

Então eles ajeitam tudo, chamam um garoto de programa para fazer papel de Eunuco, fazem uma decoração árabe, e começam a transar no tapete, enquanto o garotão sarado, com sua roupa de eunuco árabe, abanava suavemente...

E vai, e vem, e geme e... nada! A mulher não chegava lá.

E o rapaz, assistindo tudo, foi ficando excitado, ao passo que a mulher, vendo o estado do moço, choramingou ao marido:

— Amor, troca de lugar com o escravo só um pouquinho!

O marido, sem outra alternativa, acabou concordando: Mandou o garotão deitar-se com sua mulher e, desesperado com a situação, começou a abaná-los freneticamente, histericamente, com toda sua força, até que finalmente o orgasmo veio...

O marido então, jogou o abanador em cima do moço, e disse, todo arrogante:

— Está vendo, sua besta? Vê se aprende como é que se abana!

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Dois amigos conversam no bar:

— Quer dizer que você brigou de novo com a sua mulher?

— Foi... Mas dessa vez ela terminou no chão, de quatro!

— É mesmo? — pergunta o amigo, surpreso — Quem diria, hein! Pelo jeito as coisas mudaram... Mas conta aí essa história direito!

— Ah, eu falei umas verdades e ela veio correndo atrás de mim! Aí eu entrei no quarto, ela ficou de quatro e falou: "Saia já debaixo dessa cama, seu medroso!"

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De volta da lua de mel o camarada encontra um amigo.

— E aí, Fernando? — pergunta-lhe o amigo. — Como está a vida de casado?

— Maravilhosa! A Soninha é uma mulher divina! Carinhosa, bem humorada e um furacão na cama!

— É mesmo? Que legal! E na cozinha, como ela se sai?

— Ela é especialista em três tipos de comida: enlatada, congelada e queimada!

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Depois da oitava broxada consecutiva, a mulher aconselha o marido:

— Querido, acho que este é um simples problema de sugestionamento. Por que você não faz o seguinte: toda noite, antes de deitar-se, vá ao banheiro, fique em frente ao espelho e repita vinte vezes: "Eu não sou impotente... Eu não sou impotente".

— Será que isso funciona? — duvidou o marido.

— Claro! Eu mesma curei uma enxaqueca terrível usando esse método.

A partir de então, toda noite o sujeito trancava-se no banheiro uns dez minutos e fazia os exercícios recomendados pela mulher. Em poucas semanas ele estava totalmente curado.

Um dia, porém, a mulher, resolveu matar a sua curiosidade para ver se o marido ainda fazia os exercícios. Assim que o marido trancou-se no banheiro, ela aproximou-se da porta e ouviu:

— Essa não é a minha mulher... Essa não é a minha mulher!

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