Piadas de Casal

Depois de uma festa, o cara leva a namorada de volta pra casa. Ela morava em uma rua bem tranqüila e ele teve uma idéia genial. Apoiou a mão no muro e pediu, com voz bem melosa:

— Amorzinho... só pra fechar a noite com chave de ouro, faz um boquete rapidinho!

— O quê? Na frente da minha casa? Você tá louco?

— Ah, lindinha... Tá todo mundo dormindo...

— E se algum vizinho estiver acordado?

— Ah, olha só, amor... Tá tudo escuro... Não tem ninguém na rua! Faz um boquete, faz... Não vamos perder essa oportunidade!

Ela já estava quase concordando quando de repente sua irmã aparece no portão, de pijama.

— Carolzinha! — diz a namorada, assustada — O que você está fazendo acordada?

— O papai falou pra eu pedir pra você fazer logo esse boquete ou, se você não quiser, para eu fazer, mas, por favor, pede pro seu namorado tirar a mão do interfone que a gente quer dormir!

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O casal estava prestes a ter o seu primeiro bebê. Ele estava ansiosíssimo, ela enjoadíssima e cheia de desejos esquisitos. Enfim, tudo estava normal. Só pra animar e dar um motivo pra essa piada, o médico chegou com uma novidade:

— Vocês não vão acreditar! Acabo de inventar uma máquina que transfere toda dor do parto para o pai da criança. Vocês querem experimentar esta novidade?

— Ah, nem pensar — disse ela, preocupada. — o Jorge não sabe o que é a dor de um parto...

— O quê? — zombou o marido — Doutor, pode transferir essa dor pra mim que eu vou tirar de letra! Não vou sem sentir!

Então o médico preparou os equipamentos e iniciou-se o parto. Pra começar, ele transferiu a dor do parto em 10% para o marido, já que ele, teoricamente, os homens não agüentariam tamanha dor.

Porém o marido continuava sentindo-se muito bem e então pediu ao médico que aumentasse a porcentagem de dor transferida para ele. O médico aumentou para 20%, checou a pulsação e a pressão do marido e ficou impressionado com a forma como ele estava reagindo.

Em 50% o marido ainda estava se segurando bem e, vendo que aquilo estava ajudando sua
mulher, pediu ao médico que transferisse para ele toda a dor.

Assim ele fez e o pai da criança, todo orgulhoso, não esboçou grandes reações de dor até o final do parto.

Veio ao mundo um lindo bebê e a mulher, que não sentira nenhuma dor, estava ainda mais radiante do que normalmente estaria.

Pouco tempo depois os pais decidiram voltar pra casa, felizes da vida. O marido ainda zombava com ela sobre a insignificância da dor do parto, tão comentada pelas mulheres, quando eles estavam chegando em casa e se depararam com uma cena chocante: O carteiro, que estava morto em frente ao portão.

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Uma mulher envia ao juiz uma petição pedindo divórcio, e o juiz a questiona:

— A senhora tem certeza do que esta pedindo? A senhora quer divórcio por compatibilidade de gênios? Não seria o contrário?

— Não, meritíssimo, é por compatibilidade mesmo. Eu gosto de cinema, o meu marido também, eu gosto de ir a praia e ele também, eu gosto de ir ao teatro e ele também, eu gosto de homem e ele também!

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O garoto de quinze anos chega na farmácia e pede uma camisinha.

O farmacêutico olha para o rapaz com olhar indignado.

— É que eu vou jantar na casa da minha namorada — justifica-se o garoto — e nunca se sabe... de repente, pode rolar um clima...

O farmacêutico entrega o preservativo para o rapaz, este paga e vai embora. Cinco minutos depois está de volta e pede outra camisinha.

— Lembrei-me que a prima da minha namorada também vai estar lá... e ela é muito bonita! Talvez ela se interesse por mim... acho melhor garantir!

O rapaz embolsa a segunda camisinha e vai embora. Logo depois está de volta.

— Sabe, moço! Eu estive pensando e acho que seria melhor eu levar mais uma. Eu ouvi que a mãe dela gosta de rapazes novos e quem sabe ela também se interesse por mim.

A noite, no jantar com a namorada, a família toda reunida à mesa, o rapaz permanece o tempo inteiro no mais absoluto silêncio. A certa altura, a menina cochicha para o rapaz:

— Puxa, querido! Você não falou uma palavra! Não sabia que você era tão tímido!

— E nem eu sabia que o seu pai era farmacêutico!

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O sujeito estava lendo tranquilamente o seu jornal, quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.

— Você está maluca? — reagiu ele, furioso.

— Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.

— Mas, querida... Isso foi no dia que eu fui a corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor total das apostas...

A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas. Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e pimba, leva outra frigideira na cabeça.

— O que foi agora, querida? — protestou ele.

— O seu cavalo está no telefone...

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O sujeito está num barzinho no seu primeiro encontro, com uma garota conhecida através dos classificados de um jornal. Decepcionado com os dotes da moça, quando ela pede licença para ir ao banheiro, chama o garçom, entrega-lhe um papel com um número de telefone e pede para que ele lhe ligue dentro de cinco minutos.

Assim que a moça volta, o celular do rapaz toca, ele atende, balbucia algumas palavras e diz com ar entristecido:

— Lamento, tenho de ir... minha avó acaba de falecer!

— Puxa que bom! — responde a moça. — Se demorasse um pouquinho mais, seria a minha!

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A Maria conta para a mãe a boa noticia:

— Eu e o Pedrão vamos nos casar.

— Que bom, minha filha!

— Mas, mãe, eu gozei a vida tantos anos e agora resolvi me casar mas o Pedrao pensa que eu sou virgem!

— Não se preocupe, minha filha, eu tive o mesmo problema com seu pai. A solução foi fácil. Eu tinha uma lâmina de barbear ao lado da cama e no momento crucial eu fiz um cortinho e gritei "Ai!". Seu pai viu o sangue e nunca desconfiou.

Os meses passaram e Maria se casou com Pedrão. No momento crucial ela pegou a lâmina e com um movimento rápido fez uma pequena incisão e gritou "Ai!". Ouviu-se então um barulho "Bum, bum, bum". E Maria curiosa pergunta:

— O que é isso?

E Pedrão responde:

— São minhas bolas rolando pela escada...

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Aquela senhora leva uma reluzente Ferrari à um colecionador.

Depois de inspecionar o carro durante uma boa meia-hora, o colecionador vira-se para a mulher e diz:

— O carro está ótimo! Quanto a senhora está pedindo por ele?

— Cem reais! — responde a mulher em alto e bom som.

— Cem mil reais, a senhora quer dizer?

— Não, senhor! São cem reais mesmo!

— Mas isso é um absurdo! — espanta-se o colecionador. — Esse carro vale no mínimo noventa mil.

— Estou apenas cumprindo a vontade do meu falecido marido.

— Eu não posso acreditar no que estou ouvindo! Ele pediu que a senhora vendesse o carro por cem reais?

— Mais ou menos. Leia aqui no testamento. Parágrafo 16.

O sujeito apanhou o papel que ela lhe entregou e leu: "Vender a minha Ferrari e doar a quantia resultante da venda à minha fidelíssima secretária Suzana de Oliveira".

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No bar, o sujeito vira-se para o amigo e diz em tom apressado:

— O papo está bom, mas tenho de ir embora! Se eu chegar tarde em casa a minha mulher vai ficar histórica de novo!

— Histérica, você quer dizer?

— Não, histórica mesmo. Ela vai ficar duas horas lembrando-se de todas as promessas que eu fazia quando éramos noivos!

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O marido chega em casa as 18:00hs e diz à mulher que teria uma reunião às 22:00hs, mas que ele não iria pois considerava isto um abuso.

Mas a mulher, preocupada com o marido, o convence que o trabalho é importante. O marido então vai tomar um banho para se preparar e pensa: "Foi fácil enganá-la!"

Como toda mulher, quando o homem entra no banho ela revista o bolso de seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito: "Amor,estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila".

Quando o marido sai do banho encontra sua mulher com uma roupa sensual e toda fogosa. O marido não perde tempo e parte para o rala e rola. A mulher lhe dá um trato tão bom que o marido adormece. Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir a reunião, mas novamente ela o convence.

Ao chegar na casa da amante, o marido cansado diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e descansar um pouco.

Como toda mulher, ao entrar no banho revista o bolso de seu paletó, e encontra um bilhete onde estava escrito: "Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, a Esposa."

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Ciumento, o marido ligou para casa a noite, ainda no primeiro dia de viagem. Atendeu uma voz estranha.

— Quem está falando?

— A empregada.

— Mas não temos empregada.

— Bem, meu senhor, fui contratada hoje.

— Está bem, deixa eu falar com sua patroa.

— Não é possível, senhor, ela está no quarto com o namorado.

Furioso, ele faz uma pausa e logo tem a idéia perfeita:

— Quer ganhar 5 mil reais, agora?

— Claro, senhor!

— Então vá até a estante do meu escritório, pegue aquela espingarda na parede e atire nos dois, na cama mesmo.

Ele fica na linha. Ouve alguns passos. Silêncio. Dois tiros. A empregada volta ao telefone.

— Tudo certo, senhor. Mas o que eu faço com os corpos?

— Jogue na piscina.

— Mas, senhor, que piscina? Aqui não tem piscina...

— Hummm, aí não é 555-7799?

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Um jovem casal foi acampar.

O homem foi buscar lenha e volta dizendo pra mulher:

— Meu amor, minha mão tá congelando

— Meu gatinho, coloca ela entre as minha pernas que vai esquentar.

E ele colocou na mesma hora.

Mais tarde foi buscar mais lenha e volta dizendo para a mulher:

— Meu amor, minha mão tá congelado.

— Meu gatinho, coloca ela entre as minhas pernas que vai esquentar.

E assim o fez.

Mais tarde ele foi buscar mais uma vez lenha, pois ela estava com muito frio e quando estava chegando já foi reclamando:

— Meu amor, minha mão está congelando.

— Olha aqui... Você toda hora vem dizendo que sua mão tá congelando. Será que seu pênis não vai congelar não?

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Duas amigas se reencontram depois de muito tempo.

— Olá, quanto tempo... Como é que vai?

— Vou bem. E você?

— Vou indo. Como vai seu marido?

— Você não soube? Ele morreu faz dois meses.

— Ah, eu não sabia! Que horror!

— É, um horror...

— Mas o que foi que aconteceu?

— Foi de repente. Pedi pra ele ir comprar açúcar no supermercado, aí veio um ônibus e passou por cima dele.

— Mas que coisa triste...

— Nem me fale querida... Café sem açúcar ninguém merece!

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Um casal de idade está celebrando as bodas de ouro, e eles decidem voltar à cidadezinha do interior onde eles se conheceram. Sentam-se numa lanchonete para tomar um café, e estão contando à garçonete sobre o amor que os une há tanto tempo e como se conheceram naquela mesma lanchonete.

Perto deles está sentado um guarda que ouve a história e que sorri com o relato. Depois que a garçonete volta para a cozinha o velho diz à mulher:

— Lembra da primeira vez que transamos, lá naquele pasto perto da estrada, encostados na cerca? Vamos fazer isso de novo?

A mulher se excita toda e diz com um sorriso malicioso:

— Claro! Vamos lá!

Eles então pegam o carro e vão até o local. O guarda, curioso, dá um tempinho e vai atrás deles. Ao chegar perto, ele se esconde atrás de um arbusto, interessado na cena que iria ver.

O casal vai até a cerca onde eles transaram 50 anos atrás. Sem ver o guarda, eles pensam que não há ninguém e tiram a roupa. O velho agarra a mulher e a encosta na cerca. Ela subitamente adquire uma vitalidade de 20 anos, se requebra toda, geme e agarra seu marido, que também parece no melhor de sua forma, agarrando sua parceira como um selvagem, também gritando e parecendo levá-la a um orgasmo sem precedentes. Finalmente, após uns poucos minutos, eles caem no chão, exaustos.

Passado um tempo, eles se levantam com dificuldade e se vestem. Quando estão voltando para a estrada, o guarda os intercepta e diz:

— Desculpem-me, mas não pude deixar de ver... Esta foi uma das mais fantásticas cenas de sexo que eu já vi. Vocês deviam ser muito selvagens quando jovens!

— Nem tanto! — responde o velho — Quando éramos jovens a cerca não era eletrificada!

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