Piadas de Casal

Um funeral é realizado para uma mulher que faleceu recentemente. Enquanto os carregadores vão levando o caixão para o túmulo, acidentalmente eles atinge uma parede. Um gemido fraco é escutado. Eles abrem o caixão e abismados percebem que a mulher está viva.

Ela vive por mais 10 anos e então morre. Um novo funeral é realizado. No novo funeral, os carregadores vão levando o caixão, e enquanto passam o marido grita:

- Cuidado com a parede!

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Um casal estava casado há vinte anos e, sempre que fazia sexo, o marido insistia em desligar a luz. Após esse tempo todo, a mulher achava que aquilo era estúpido. Decidiu que iria tirar do marido esse hábito desnecessário.

Certa noite, enquanto faziam amor, ela acendeu as luzes. Olhou e viu o marido com um vibrador na mão. Ficou louca de raiva e frustração!

— Seu impotente, como pôde mentir-me durante esses anos todos?! É melhor explicar-se bem!

O marido fitou-a bem nos olhos e, calmamente, disse-lhe:

— Explico-lhe sobre o vibrador se me explicar sobre nossos três filhos!

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A namorada diz pro namorado:

— Amor, me dê um beijo.

— Não posso, você comeu pão e eu sou alérgico a glúten.

— Então chupa meus peitos?

— Peito de mulher tem leite, e eu sou intolerante a lactose.

— Então chupa minha vagina?

— Não posso, urina é salgada e eu tenho pressão alta.

A namorada estava quase desistindo, quando o namorado disse:

— Mas eu posso comer seu cu.

— Não, você está louco? De jeito nenhum!

— Por favor, vai, deixe?

— Nããão!

— Por favor.

— Ok, eu deixo!

— Agora não posso mais, você ficou de cu doce e eu tenho diabetes.

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Um casal está em um motel. Tinham feito um rala e rola e agora fumavam um cigarrinho.

— Esses seus peitos são incríveis. Como podem ser tão firmes, sendo que você já deve ter uns trinta.

— Trinta e seis! 230 ml de silicone de cada um.

— Viva a cirurgia plástica!

— Gostei deste seu sorriso. É muito bonito.

— 16 dentes implantados. Mais de 12 horas de cirurgias.

— Viva a odontologia!

— Gostei dos seus cabelos. São naturais, não é mesmo?

— Aplique. Estavam curtinhos. Não quis esperar crescerem. Mas os seus são...?

— Interlace. Nem dá para perceber. Posso até nadar com eles.

— Essa sua bundinha arrebitada...

— Silicone. Nas batatas da perna também tem um pouco.

— Onde mais você já mexeu?

— Pálpebras, maçãs do rosto, queixo, pescoço, lipo na barriga, culotes, cintura, botox, lifting... e também fiz a "preciosa".

— Você quer dizer a...

— Exatamente!

— O que você fez?

— Mudança de sexo. Meu nome é Sérgio.

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O rapaz viril, másculo, na casa dos trinta, acaba de fazer amor loucamente com sua esposa, com quem vive há cinco anos. Ele se vira pro canto com uma expressão preocupada e ela pergunta:

— O que foi, amor?

— Minha querida — diz ele, vacilante — Tenho sufocado um segredo dentro de mim durante todos estes anos que passamos juntos, mas sinto que não dá mais pra viver uma farsa...

— Pode se abrir, querido!

— Não sou o que aparento ser. Por dentro, na minha alma e na minha mente, sou uma mulher...

— Mulher? — espanta-se ela — Mas acabamos de fazer amor loucamente e você sempre demonstrou que me deseja

— Sabe, é difícil confessar...

— Que você fingia?

— Não, amor! Eu sou lésbica!

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O namorado comprou um monte de camisinhas com sabores diferentes e sugeriu para a moçoila:

— Vou apagar a luz e colocar uma delas, vamos ver se você advinha o sabor.

A luz se apaga, ela espera uns instantes, abocanha o membro do rapaz e dispara:

— Gorgonzola!

— Calma, amor! Eu ainda nem coloquei!

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O casal de namorados no banco de uma praça:

— Deixa eu te dar um beijo? — pede ele, com voz sussurrante.

— Deixo não! — responde ela.

— Deixa eu te dar um abraço?

— Deixo não!

— Deixa eu te dar um cheirinho?

— Deixo não!

— Então larga do meu pau que eu vou embora!

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Ramon e Nilzecléia passeavam de mãos dadas pelo parque da cidade. Enquanto caminhavam, o rapaz sentia que algo fica cada vez mais quente no meio de suas pernas. E não era o joelho... O desejo de Ramon aumentava enquanto caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Ramon já não aguenta mais de tesão e começa a agarrar a namorada.

No meio do amasso, Nilzecléia o interrompe, dizendo:

— Ai, amor! Pára, que eu quero fazer xixi!

Mesmo contrariado com o pedido, Ramon concorda:

— Tudo bem, Nilzecléia. Então vai ali, atrás daqueles arbustos.

Mas o safadão já não conseguia se controlar... Ele, nervoso e possuído pelo desejo, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas grossas de Nilzecléia.

Incapaz de se conter, Ramon segue seus instintos animais e estende o braço até tocar a perna de Nilzecléia. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até segurar algo grosso e quente, no meio das pernas dela!

Assustado, ele pergunta:

— Nilzecléia! Por Deus! Você mudou de sexo?

Ela responde, gemendo:

— Não! Mudei de ideia... Estou fazendo cocô!

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— Oi, amor! Nossa, como você está cheiroso! — diz a mulher, toda dengosa, ao marido.

— O que foi, Valquíria?

— Nada! Não posso elogiar você, não?

— Fala logo, Valquíria.

— Ai, amor, que bobagem. Mas, sabe, eu queria mesmo pedir uma coisinha... Posso?

— O que é dessa vez?

— É uma coisinha bem pequena...

— Fala logo, Valquíria...

— Compra um rádio de presente para o seu docinho aqui?

— Ah, só um rádio! — responde ele, aliviado — E que tipo de radio você quer, querida?

— Ah... Pode ser um daqueles que tem um carro por fora!

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