Piadas de Casal

O casalzinho entrou no elevador do hotel. A ascensorista piscou pro rapaz e falou melosa:

— Olá, meu bem!

O elevador subiu em silêncio. E a gostosa da ascensorista sempre com aquele sorriso nos lábios. Quando o casal entrou no quarto, a mulher gritou:

— Quem é a oferecida? O que você tem com ela?

E ele:

— Olha, não começa a implicar! Já não chega o trabalho que vou ter pra explicar quem é você, pra ela amanhã de manhã?

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Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava. Ele era realmente muito mão-de-vaca.

Antes de morrer, disse à mulher:

— Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues todo o meu dinheiro e o coloques no caixão junto comigo. Eu quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.

Dito isto, obrigou a mulher a prometer que, quando ele morresse, ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.

Um dia o homem morre.

Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.

Quando terminou a cerimônia e antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:

— Só um minuto! Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo. Um amigo disse-lhe:

— Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!

Ela respondeu:

— Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exatamente o que fiz.

— Estás me dizendo que puseste todos os centavos que ele tinha dentro do caixão com ele?

— Claro que sim! — Respondeu a mulher. — Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque nominal cruzado. Vai descontar lá no inferno!

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Ontem à noite eu estava sentado no sofá, vendo TV, quando ouvi a voz da minha mulher vindo da cozinha:

— O que você vai querer para o jantar, meu amor? Peixe, frango, bife ou pernil?

Eu disse:

— Vou querer carne querida, obrigado.

Ela respondeu:

— Você vai é tomar sopa! Eu estava falando com o cachorro!

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O marido, ao chegar em casa no final da noite diz à mulher que já estava deitada:

— Querida, eu quero amá-la.

A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:

— A mala... Ah não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.

— Não é isso querida, hoje vou amar-te.

— Por mim, você pode ir até Marte, Júpiter, Saturno e até à puta que o pariu, desde que me deixe dormir em paz...

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Uma mulher apaixonada envia uma mensagem de texto, com muito amor, ao celular de seu amado dizendo:

Meu amor,
Se você está dormindo, me envie teus sonhos!
Se você está rindo, me envie teu sorriso!
Se você está chorando, me envie tuas lágrimas!
Eu te amo!

E o homem responde ao seu amor:

Meu amor,
Eu estou cagando...
Quer que te envie alguma coisa?

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Um casal teve uma briga muito intensa. No primeiro dia, não se olharam na cara, e ele foi dormir no sofá. Assim pernaneceram por cinco dias. No sexto, o marido saiu do banho, e a mulher estava vendo TV. Ele perguntou:

— Onde está a minha camisa azul?

— Ah, agora você está conversando comigo?

— Como assim? Do que você está falando?

— Você se lembra da nossa briga?

— Claro, me lembro. O que tem?

— Como o que tem? Você ainda não tinha notado que faz dias que a gente não conversa?

— Na verdade, não. Eu achei que a gente finalmente tinha se acertado.

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A mulher estava do outro lado da rua, fofocando com uma amiga e o marido em casa, conferindo a Mega-Sena. Quando viu que tinha acertado as seis dezenas, enlouqueceu e começou a gritar:

— Jurema, Jurema! Ganhei, ganhei a Mega-Sena!

A mulher atravessa a rua como louca, vem um ônibus e mata a coitada. O marido fala:

— Puta que pariu! Quando o cara tá com sorte, tá com sorte mesmo!

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Dois amigos se encontram no bar. Um deles está com um olho roxo.

— O que foi que te aconteceu? — pergunta o outro.

— Eu levei um frango congelado na cara, só isso!

— Mas como foi que aconteceu isso?

— É que ontem minha mulher estava de mini-saia e ela abaixou no congelador para pegar alguma coisa. Eu estava atrás dela e não resisti, agarrei ela ali mesmo.

— Sério?

— Claro! E ela não queria, se remexia, e eu fiquei com mais tesão ainda, e mais ela gritava, mais eu continuava…

— Pô!

— E ela se debatia como uma louca, e eu cada vez com mais tesão…

— Só estou imaginando a cena! — diz o outro, excitado.

— E então, enquanto eu transava, ela conseguiu pegar um frango congelado e o jogou na minha cara!

— Mas que coisa! Tua mulher não gosta de transar?

— No Supermercado não!

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Um homem e uma mulher, que haviam acabado de se casar, não davam muita atenção à limpeza da casa. Desde que começaram a morar juntos, nunca haviam feito uma faxina, isso não incomodava nenhum dos dois, até o momento em que o marido gritou do corredor:

— Amor, o que houve aqui no quarto?

— Como assim?

— Você andou limpando a casa?

— Sim, por quê?

O marido falou, desapontado:

— O que você fez com a poeira que estava em cima do criado-mudo? Eu tinha anotado um número de telefone importante nela.

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O rapaz entra na joalheria e pede para ver alianças de casamento. Encontra um anel de que gosta bastante e pergunta o preço.

— São 155 mil escudos — responde o joalheiro.

O jovem solta um suspiro profundo, devolve a aliança e pega outra.

— E quanto custa esta aqui?

O joalheiro responde:

— Dois suspiros, senhor.

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Dois amigos conversando, quando um confidencia ao outro:

— Acho que minha mulher anda mentindo para mim.

— É mesmo? E o que aconteceu?

— Ah, ela passou a noite inteira fora e me disse que estava na casa da irmã dela.

— E por que você acha que ela estava mentindo?

— Ah, porque quem estava com a irmã dela era eu!

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Os economistas, vocês sabem, expressam-se num dialeto pouco compreensível para um cidadão comum. A seguir, um breve relato de um fato em um coquetel com a participação maciça de Economistas. No meio aos comes-e-bebes, um clássico economista estava galinhando as mulheres presentes ou, como ele preferia dizer: "Especulando no mercado feminino de opções". Vi quando ele se aproximou de uma economista do IBGE e disse-lhe, galanteador:

— Sabe que você é o melhor investimento desta festa?

Ela virou-se para o coleguinha e respondeu, séria e surpresa:

— Se você está procurando aplicações a curto prazo, pode reduzir seus gastos de palavras. Sou uma mulher de renda fixa!

O galanteador considerou que deveria aumentar seu capital de risco!

— Gosto de mulheres assim. Oferecem mais segurança. Essas palavras só garantiram sua valorização!

A mulher, nervosa, remexeu uns papéis na bolsa e subscreveu um lote de desconfiança:

— Quer dizer que minha cotação não caiu?

O economista sorriu, um sorriso cheio de superávits:

— Pelo contrário. Eu já não consigo conter a inflação dos meus sentimentos... juro!

— De quanto?, ela perguntou.

Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos.

— Com certeza, há tempos não encontrava um homem oferecendo taxas tão altas.

Insegura, oscilando com as variações da TR, ela permaneceu em silêncio e ele foi em frente, decidido a obter seu ganho.

— Você parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio está em baixa?

— É claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura — disse ela — os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo. Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento esquerdo.

O rapaz achou que era o momento de iniciar uma promessa de vendas:

— Escuta. Por que não saímos daqui? Vamos para um lugar mais tranquilo. Acho que poderemos fazer um belo programa de ajuste fiscal.

A mulher fez uma expressão superior e respondeu por cima do ombro:

— Isso é muito commodities para você!

— Ora vamos. Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.

Enquanto ela fazia a conversão da dúvida, ele aumentou os incentivos:

— Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.

Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e bonificações. Ao chegarem ao apartamento dele, ele, como bom investidor, não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um pedido:

— Posso transferir alguns recursos líquidos?

A mulher empurrou-o.

— Você está muito ativo! Respeite ao menos minha poupança interna.

O economista, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões e, antes que a moça resolvesse iniciar uma negociação — que sabe-se lá quando terminaria —, ele aproximou-se e disse baixinho:

— Sabe do que eu gostaria? De aplicar imediatamente no fundão! Posso?

A moça transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e disponibilizou-o como um cheque ao portador:

— Pode! — mas fez uma ressalva: — Desde que o seu PIB não cresça acima de 15% da base atual, para não prejudicar meu budget. Ok?

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