Piadas de Casal

Um homem e uma mulher, que haviam acabado de se casar, não davam muita atenção à limpeza da casa. Desde que começaram a morar juntos, nunca haviam feito uma faxina, isso não incomodava nenhum dos dois, até o momento em que o marido gritou do corredor:

— Amor, o que houve aqui no quarto?

— Como assim?

— Você andou limpando a casa?

— Sim, por quê?

O marido falou, desapontado:

— O que você fez com a poeira que estava em cima do criado-mudo? Eu tinha anotado um número de telefone importante nela.

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O rapaz entra na joalheria e pede para ver alianças de casamento. Encontra um anel de que gosta bastante e pergunta o preço.

— São 155 mil escudos — responde o joalheiro.

O jovem solta um suspiro profundo, devolve a aliança e pega outra.

— E quanto custa esta aqui?

O joalheiro responde:

— Dois suspiros, senhor.

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Dois amigos conversando, quando um confidencia ao outro:

— Acho que minha mulher anda mentindo para mim.

— É mesmo? E o que aconteceu?

— Ah, ela passou a noite inteira fora e me disse que estava na casa da irmã dela.

— E por que você acha que ela estava mentindo?

— Ah, porque quem estava com a irmã dela era eu!

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Os economistas, vocês sabem, expressam-se num dialeto pouco compreensível para um cidadão comum. A seguir, um breve relato de um fato em um coquetel com a participação maciça de Economistas. No meio aos comes-e-bebes, um clássico economista estava galinhando as mulheres presentes ou, como ele preferia dizer: "Especulando no mercado feminino de opções". Vi quando ele se aproximou de uma economista do IBGE e disse-lhe, galanteador:

— Sabe que você é o melhor investimento desta festa?

Ela virou-se para o coleguinha e respondeu, séria e surpresa:

— Se você está procurando aplicações a curto prazo, pode reduzir seus gastos de palavras. Sou uma mulher de renda fixa!

O galanteador considerou que deveria aumentar seu capital de risco!

— Gosto de mulheres assim. Oferecem mais segurança. Essas palavras só garantiram sua valorização!

A mulher, nervosa, remexeu uns papéis na bolsa e subscreveu um lote de desconfiança:

— Quer dizer que minha cotação não caiu?

O economista sorriu, um sorriso cheio de superávits:

— Pelo contrário. Eu já não consigo conter a inflação dos meus sentimentos... juro!

— De quanto?, ela perguntou.

Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos.

— Com certeza, há tempos não encontrava um homem oferecendo taxas tão altas.

Insegura, oscilando com as variações da TR, ela permaneceu em silêncio e ele foi em frente, decidido a obter seu ganho.

— Você parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio está em baixa?

— É claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura — disse ela — os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo. Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento esquerdo.

O rapaz achou que era o momento de iniciar uma promessa de vendas:

— Escuta. Por que não saímos daqui? Vamos para um lugar mais tranquilo. Acho que poderemos fazer um belo programa de ajuste fiscal.

A mulher fez uma expressão superior e respondeu por cima do ombro:

— Isso é muito commodities para você!

— Ora vamos. Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.

Enquanto ela fazia a conversão da dúvida, ele aumentou os incentivos:

— Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.

Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e bonificações. Ao chegarem ao apartamento dele, ele, como bom investidor, não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um pedido:

— Posso transferir alguns recursos líquidos?

A mulher empurrou-o.

— Você está muito ativo! Respeite ao menos minha poupança interna.

O economista, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões e, antes que a moça resolvesse iniciar uma negociação — que sabe-se lá quando terminaria —, ele aproximou-se e disse baixinho:

— Sabe do que eu gostaria? De aplicar imediatamente no fundão! Posso?

A moça transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e disponibilizou-o como um cheque ao portador:

— Pode! — mas fez uma ressalva: — Desde que o seu PIB não cresça acima de 15% da base atual, para não prejudicar meu budget. Ok?

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O filho chega em casa, tarde da noite, e encontra o pai na sala com um robô ao lado. O pai pergunta:

— Onde você estava?

O filho responde:

— Errr, na faculdade. Fiquei até tarde fazendo trabalho...

O Robô vai pra trás do moleque e POOOF, mete-lhe um tapão na cabeça.

— Que porra é essa, pai?

— É um robô detector de mentiras. Agora me conte a verdade.

— Ééééé, olha pai um tive uns problemas com minha namorada, por isso cheguei tarde.

O robô, levanta a mão e POOOOFFFF, na cabeça do filho.

— Tudo bem, tudo bem, eu estava na casa dela.

— Fazendo o quê?

O moleque meio desconfiado com o robô, responde:

— Ééééé... bem... assistindo um filminho!

O robô, novamente POOOOFFFF na cabeça do moleque.

— Tá bom, tá bom, era um filme pornô, e depois disso transamos a noite toda... putz que saco!

O pai indignado com o filho diz:

— Que vergonha filho, isso não é a educação que eu te dei, eu nunca na minha vida menti pro meu pai!

O robô vai pra traz do pai e POOOOOOOOOOOFFFFFFFFFFFFFFF na cabeça dele!

A mãe vendo tudo da cozinha, vai até a sala e grita:

— Ta vendo? SÓ PODIA SER SEU FILHO!

E o robô POOOOOOOOOOOOOOFFFFFFFFFFFFFF na cabeça da mãe...

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O sujeito chega em casa murcho, com o rabo entre as pernas.

— O que foi que aconteceu? — pergunta a mulher.

— Perdi todo o meu salário no pôquer!

A mulher fica uma fera:

— Também, pudera! Você é um imbecil! Não sabe que dá azar jogar em plena sexta-feira santa?

— E o sujeito que me rapelou? Por acaso tava jogando num sábado de aleluia?

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A filha pergunta para o pai:

— Então papi, você foi com a mamãe naquele espetáculo de balé?

A mãe interrompe:

— Ih, minha filha! Nem te conto! Seu pai passou o espetáculo inteiro dormindo!

— Por que, papai?

— Ora pois! Aquela porcaria de espetáculo... Se é que se pode chamar de espetáculo! Mas uma coisa eu não posso negar: eles são uns dançarinos muito educados!

— Educados? — pergunta a filha — Como assim?

— Eles viram que eu estava dormindo e ficaram o tempo todo dançando na pontinha dos pés!

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Samir viaja para uma cidade grande onde vai fazer compras para a loja de secos e molhados. Chegando lá ele conhece uma mulher maravilhosa, e fica loucamente apaixonado.

Na manhã seguinte, envia um telegrama para sua esposa:

— Sarita, ficarei uma semana fazendo compras.

Passou a semana, ele decide mandar outro telegrama:

— Sarita, ainda vou precisar de mais uns quinze dias para as compras.

No dia seguinte, chega a resposta de Sarita:

— Não se preocupe, Samir. Pode ficar o tempo que quiser. O que você está comprando por aí eu estou dando de graça aqui

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Uma senhora comprou um novo armário para seu quarto. Depois que ele foi montado, ela notou que toda vez que passava um ônibus na rua, as portas do armário se abriam. Chamou o marceneiro e pediu que o consertasse.

Sem saber onde estava o defeito, o marceneiro sentou dentro do armário para, quando passasse um ônibus, verificar a causa da abertura das portas.

Minutos depois o marido chega, abre a porta do armário e vendo lá o marceneiro, pergunta irritado:

— O que é que o senhor está fazendo aí dentro?

— O senhor não vai acreditar — responde o marceneiro —, mas estava esperando o ônibus passar.

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— Esse meu casamento está insuportável. Tudo o que eu e meu marido fazemos é discutir e brigar. Já perdi quase 15 quilos nesses últimos dois meses.

— E por que você não pede logo o divórcio?

— Agora, não. Preciso perder mais uns dez quilos.

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A mulher telefona para o marido: o carro está com um probleminha e ela pede para ele ir até lá.

— O que houve, ó mulher?

— Entrou água no motor e o carro parou.

— Como que entrou água no motor se não tá chovendo? Onde é que tá o carro?

— Tá aqui dentro do rio.

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Um casal está em viagem de carro e os dois vão almoçar num restaurante à margem da estrada. Almoçam e seguem viagem. Já estão a uma boa distância, quando a mulher lembra que esqueceu os óculos dela no restaurante e insiste em voltar para apanhá-los. O homem diz que não volta. Não volta e ponto final. Os dois discutem, trocam acusações, palavrões até que ele se convence e faz a volta. Chegam ao restaurante, a mulher vai descendo do carro quando o homem fala:

— Aproveita e pega o meu chapéu.

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O homem vai até a delegacia prestar queixa de um roubo.

— O ladrão entrou lá em casa de madrugada e nem eu nem a minha mulher percebeu.

O delegado registra a queixa e no dia seguinte manda chamar a vítima.

— O elemento tá preso. Agora só falta recuperar o que ele roubou.

— Posso falar com ele, seu delegado?

— Pra quê?

— É que se ele me disser como conseguiu entrar lá em casa de madrugada sem acordar a minha mulher aí eu retiro a queixa e ele pode ficar com tudo o que ele roubou.

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