Piadas de Chefe

Um político, daqueles bem picaretas e caras de pau, sobe no palanque e começa o discurso:

— Meus cidadão! Se eu fô eleito, vô construí as escola!

Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau português do candidato.

— Eu tombém vô construí as egreja, as creche...

O silêncio fica ainda mais constrangedor. Nessa hora, um assessor não aguenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:

— Chefe... Emprega o plural que você ganha mais votos!

O político se empolga e responde:

— Deixa comigo!

E recomeça o discurso:

— Eu vô empregá o plurá!... A mãe do plurá, o pai do plurá, toda a famía do plurá, porque eis merece!

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Com a aproximação do inverno, os índios foram ao cacique perguntar se o inverno seria rigoroso. O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido os segredos de meteorologia como seus ancestrais. Mas claro, não podia mostrar insegurança ou dúvida. Por algum tempo olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:

— Teremos um inverno muito forte... é bom ir colhendo muita lenha!

No dia seguinte, preocupado com o chute, foi ao telefone e ligou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:

— Sim, o inverno deste ano será muito frio!

Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se a seu povo novamente:

— É melhor recolhermos muita lenha... teremos um inverno rigoroso!

Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:

— Sim... este ano o inverno será rigoroso!

Voltou ao povo e disse:

— Teremos um inverno muito rigoroso. Recolham todo pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar os gravetos também.

Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:

— Tem certeza de que teremos um inverno tão forte?

— Sim. Este ano teremos um frio intenso, nós temos certeza.

— Como tem tanta certeza?

— É que os índios estão recolhendo lenha pra cacete este ano...

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Um homem vai ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite e percebe que garoto está tendo um pesadelo. O pai o acorda e pergunta-lhe se ele está bem. O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Suzana havia morrido. O pai garante que tia Suzana está muito bem e manda-o de novo para a cama.

No dia seguinte a tia Suzana morre.

Uma semana depois, o homem volta ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo, e desta vez diz que sonhou que a avô havia morrido.

No dia seguinte o vovô morre.

Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo. Desta vez o filho responde que sonhou que o papai havia morrido. O pai garante que está muito bem e manda-o de novo para a cama.

No dia seguinte ele está apavorado. Tem certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado, tem um sobressalto a cada rua... Ao voltar para casa, ele encontra sua esposa e diz:

— Meu Deus... Tive o pior dia de minha vida!

E ela responde, toda chorosa:

— Você acha que o seu foi pior... E o meu chefe, que morreu hoje de manhã assim que chegou ao escritório!

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A mulher viaja mil quilômetros para visitar o filho que não vê há dois anos. Chega sem avisar e da rodoviária vai direto para a repartição pública onde o filho trabalha. Nem fala com a recepcionista e vai direto para a sala do chefe do filho:

— Senhor, sabe onde está o Pedrinho? Sou a mãe dele...

E o chefe, distraído:

— Ah, ele não veio hoje. Tirou oito dias de licença para ir ao enterro da senhora!

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O diretor de produção, o diretor de marketing e o presidente de uma empresa estacionaram o carro e estão a caminho de uma reunião. Ao atravessarem um parque, encontram uma lâmpada antiga. Esfregam a lâmpada e de repente aparece um gênio. O gênio lhes diz:

— Só tenho 3 desejos, por isso, cada um só pode pedir um!

O diretor de produção diz logo:

— Eu primeiro, eu primeiro! — e exprime o desejo. — Eu quero estar nas Bahamas, ao volante de um barco ultra-rápido e muito dinheiro na conta.

E puff... Partiu!

— Agora eu, agora eu! — grita o diretor de marketing — Eu quero estar nas Caraíbas, rodeado das mais belas mulheres, com uma fonte inesgotável de cocktails exóticos e muito dinheiro na conta.

Puff... Partiu!

Em seguida diz o gênio ao presidente da empresa:

— É a sua vez.

O presidente diz:

— Cancele os pedidos deles. Eu quero estes dois cretinos de volta ao trabalho depois do almoço!

Moral da História: Não seja idiota. Deixe sempre o chefe falar primeiro.

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Alencar era um velhinho legal, simpático e boa pinta. Um dia ele vai ao médico fazer sua consulta mensal. Chegando lá, ele diz:

— Doutor, aquele remédio que o senhor passou é ótimo! Eu me lembro de várias coisas do meu antigo trabalho. É uma experiência incrível!

— É mesmo? Saiba que fico muito feliz com isso. Mas o que o senhor fazia?

— Ah, doutor, eu era chefe de departamento, trabalhei 30 anos numa multinacional, uma empresa que tinha mais de cinco mil funcionários. Viu como minha memória está cada vez melhor?

— Está sim, parabéns! Logo logo o senhor estará 100%.

E o velhinho, como se mudasse de assunto:

— Pois é... mas afinal de contas, o senhor trabalha em que?

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O sujeito vai pedir aumento pro chefe:

— Acho melhor o senhor me promover! Tem muitas empresas me procurando...

— É mesmo? — pergunta o chefe, irônico — Quais são essas empresas?

— A empresa de eletricidade, a empresa de saneamento, a empresa de telefone e as maiores empresas de cobrança do país!

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Depois de um dia inteiro de caminhada, o caçador e seu guia chegam finalmente ao pico da montanha. À noite, em torno da fogueira, os dois conversam:

— Sabe, Ramirez, você é um grande guia e me inspira total confiança, mas fico pensando uma coisa: se por acaso eu sofresse algum acidente ou ficasse doente, como você faria para me levar de volta para a cidade; eu, com os meus 90 quilos?

— Nenhum problema, patrão. No ano passado, desci sozinho esta montanha levando nas costas um javali de quase 200 quilos.

— Duzentos quilos? Sozinho? Como você fez isso?

— Foi em umas dez viagens!

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Um padre tinha ido evangelizar na África Negra, há alguns anos...

Um dia, ele encontra uma aldeia tão atrasada que os habitantes nunca haviam visto um homem branco. Ele decide então fixar-se ali para pregar a Palavra Divina. Os indígenas, muito receptivos, prestam-se muito bem ao cristianismo.

Tudo vai muito bem até o dia em que nasce o enésimo filho do chefe da aldeia: ele é café-com-leite! Nada feito, o chefe volta aos bons métodos tradicionais, manda seus homens apanharem o culpado e as mulheres preparam o caldeirão...

O infeliz padre, vendo descascar os legumes, começa a lamentar-se por sua fraqueza, mas decide tentar apelar para os sentimentos cristãos do chefe:

— Meu filho, os caminhos do Senhor são impenetráveis! Por que culpar-me pelo nascimento desta criança, quando ele é o símbolo da aliança de teu povo com a civilização?

— Padre, posso ser um selvagem, mas o senhor é o único branco que tenhamos visto nesta aldeia. Se a criança é meio-a-meio, é óbvio que é um branco que contribuiu para sua concepção. Portanto: caldeirão...

Então o padre percebe que chegou sua última hora, mas assim mesmo tenta a última cartada: se o nível de suas explicações é muito esotérico para o chefe, o melhor talvez seja tentar algo mais chão...

— Meu filho, vou te dar um exemplo da vontade divina: olhe os rebanhos de cabras da aldeia. Elas são todas brancas, mas às vezes, nasce uma preta... Então, é essa a vontade do Senhor: não se deve tentar entender, apenas aceitar!

Ao ouvir estas palavras o chefe pensa um momento, pede para todos saírem da oca, pega um facão e aproxima-se do missionário com o instrumento contundente levantado. O padre está prestes a berrar quando o chefe corta as cordas e lhe pede, implorando:

— Certo, padre, entendi. O senhor ganhou. Não direi nada sobre a criança, eu juro, mas, por favor, não diga nada aos outros sobre as cabras...

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O chefe do escritório de contabilidade vai falar com a nova contratada, ela tinha sido indicada por um alto diretor da empresa, como sendo muito "prendada".

Ao encontrar a moça ele até fica assustado. É uma loira estonteante, siliconada, corpo escultural, olhos verdes, bronzeada... ou seja, toda prendada!

Refeito do susto e começando a dar as instruções, ele fala:

— Suponho que a senhorita saiba o que é fatura e o que é duplicata. Estou certo?

E ela responde:

— Mas é claro que sei. Fatura é o que acontece quando a gente quebra uma perna e duplicata é quando quebra as duas!

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Muito gostosona, a loira foi contratada como secretária, mais por seus dotes físicos do que pela experiência. No primeiro dia o chefe lhe dá uma ordem e ela tenta fazer o que ele pediu. Liga para o almoxarifado da empresa e pergunta:

— Você tem envelope redondo?

— Envelope redondo?

— Sim! O chefe pediu para eu enviar uma circular!

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Um presidente de empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher dele, depois de tanto tempo, é trabalho ou prazer.

Na dúvida, liga pro diretor geral e pergunta.

— Para eu transar com minha mulher depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?

O diretor liga pro vice-diretor e faz a mesma pergunta.

— Para o presidente, transar com a mulher dele depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?

O vice-diretor liga para gerente geral e pede para que responda se é trabalho ou prazer quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado...

E assim segue a corrente de ligações, até que a pergunta chega no jurídico e o advogado chefe, pergunta para o estagiário que está todo afobado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo:

— Rapaz, você tem um minuto para responder; quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?

O rapaz imediatamente, com convicção, responde:

— É prazer!

O advogado chefe, impressionado pela agilidade e convicção da resposta do rapaz, indaga.

— Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança?

O rapaz, que é estagiário, diz:

— É que se fosse trabalho já tinham mandado eu fazer.

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