Piadas de Chefe

A loira chega no trabalho em lágrimas. O chefe, sempre solícito com a loira pergunta o que aconteceu:

— Hoje de manhã, antes de sair para o trabalho, recebi um telefonema dizendo que minha mãe morreu!

O chefe propõe imediatamente:

— Rose, volte para casa imediatamente. Vá descansar.

— Não quero — responde a loira — prefiro ficar trabalhando, vai me distrair.

Algumas horas depois o chefe nota que a loira voltou a chorar, mais sofrido ainda. Ele vai até ela e pergunta:

— Não melhorou?

A loira explica:

— A bruxa tá solta! Acabei de receber um telefonema de minha irmã. A mãe dela também morreu...

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Um novo balconista, inexperiente, na farmácia, em seu primeiro emprego:

— Você tem aquele novo comprimido para impotência? — pergunta o cliente.

— Sim , temos, chegou ontem. É o viagra. Custa R$ 58,00 quatro comprimidos — colocando a caixa sob o balcão.

— Será que não dava para conseguir um descontinho com o patrão?

— O Senhor aguarda um minutinho que eu vou falar com o chefe?

Enquanto o balconista ingênuo vai ate o escritório nos fundos da farmácia, pedir o desconto, o cliente esperto se manda com o remédio.

O balconista ao voltar se depara com a situação e retorna para o escritório para relatar o acontecido ao chefe. Este, muito irritado, falou que iria descontar o valor do salário do funcionário. O mesmo, aflito, disse que tinha mulher e filhos pra criar e conseguiu dividir o prejuízo com o patrão.

Alguns dias após, apareceu outro cliente solicitando o mesmo medicamento.

— O senhor quer este tal de viagra? Nós temos sim mas é muito caro, e eu não vou pedir para o patrão dar desconto. Se quiser levar, o preço é este. — falando isso agarrou a caixa do remédio.

— Tudo bem eu levo, mas o senhor tem certeza que funciona?

— Bah se funciona, o último cliente que levou, nem tomou e fudeu dois!

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O rapaz, excelente funcionário numa lojinha pequena, vai reclamar com o patrão:

— Seu Osvaldo, o senhor me desculpe, mas assim não dá! Somos eu e o Jonas para cuidar da loja, só que eu trabalho que nem um louco e ele fica lendo jornal o dia inteiro e além do mais, ele ganha o dobro do que eu!

— Mas, o Jonas é o meu filho! — protesta o dono da loja.

— Sim... e qual a diferença?

— A diferença é que eu não posso fazer com a sua mãe o que eu faço com a mãe dele!

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O papa veio ao Brasil e um motorista numa Mercedes apanhou-o para levá-lo a São Paulo. Andava devagar e o papa pediu que corresse mais, porém ele disse que não podia, pois havia guardas na estrada.

O pontífice mandou-o passar para o banco de trás, pegou a direção e pisou o acelerador. Quando o velocímetro marcava 180km, aconteceu. Um policial parou o Mercedão e pediu os documentos do contraventor. Examinou-os. Sem dizer palavra, ligou para o superior:

— Chefe,o homem é dos graúdos.

— É o governador? Pode multar.

— É mais que o governador.

— É o presidente? Pode multar.

— É bem mais que o presidente. Acho que é São Benedito.

— São Benedito?

— Para o senhor ter uma idéia,o motorista dele é o papa.

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Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.

— Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.

— Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.

Quando o pessoal sai o rapaz diz:

— O seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus!

— Cala a boca e fica quieto aí!

Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:

— Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.

— Deixa ele aí que eu já resolvo.

Daí a pouco chega outro pobre coitado:

— Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!

— Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.

Mais alguns minutos entra outro:

— Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.

Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:

— Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O cara do cu sou eu, tá?

Moral da História: Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um grande problema.

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Um turista passeava-se numa floresta tropical qualquer. O que ele desconhecia por completo é que aquelas matas eram habitadas por várias tribos canibais. Quando ele passou pela primeira tribo foi capturado e levado ao chefe.

O chefe perguntou:

— Então hôme branco, cê quer Tizunga ou prefere morrer?

O coitado do homem, pensou: "Estão me dando uma chance de viver! Vou aceitar qualquer coisa, menos que me matem!"

Então disse:

— Quero Tizunga, grande chefe.

— Tizunga com ele, meus guerreiros — disse o chefe da tribo.

E assim toda a legião de guerreiros foi à bunda do turista. O coitado foi deflorado ali em frente de toda a tribo.

Depois da última malhada o homem foi liberto. Todo dolorido ele continuou o seu caminho pelas matas. Alguns quilômetros depois deu de cara com outra tribo canibal. Mesmo procedimento, o chefe perguntou:

— O hôme branco qué Tizunga ou qué morrer?

— Oh chefe, piedade, já fui rasgado numa tribo la atrás...

— São as regras, forasteiro.

— Então prefiro Tizunga. Tudo menos minha vida!

— Meus bravos guerreiros, Tizunga no hôme branco!

Novamente o pobre homem foi violentado por trás, mais de 50 guerreiros fizeram a festa. Mais para lá do que para cá, o homem seguiu viagem.

Para seu azar, mais na frente encontrou a terceira tribo... e se repete a pergunta de praxe, o homem em desespero respondeu:

— Ah não, não aguento mais... eu prefiro morrer a ter que aguentar seus guerreiros, chefe!

Então o chefe da tribo disse para os guerreiros:

— Esse daqui é brabo, prefere morrer. Então meus guerreiros, Tizunga até morrer!

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Três exploradores, um americano, um francês e um português, se perdem na floresta amazônica. Depois de muitos dias são capturados por uma feroz tribo indígena.

Amarrados num tronco no meio da aldeia, ouvem assombrados a proposta do chefe:

— Cada um pode fazer qualquer pedido. Se chefe não realizar, chefe liberta prisioneiro. Mas se chefe satisfizer o pedido, chefe manda guerreiros arrancarem a pele do prisioneiro para fazer canoa.

Apontando para o americano, pergunta:

— O que prisioneiro quer?

— Eu quero que você me traga aqui a estátua da liberdade.

Com a sua lança mágica, o chefe faz aparecer a estátua da liberdade no centro da aldeia e ordena aos guerreiros que arranquem a pelo do americano e façam uma canoa.

— Agora, chegou a vez do francês. Qual o seu pedido? — pergunta o chefe.

— Eu quero a torre Eiffel e as garotas do Moulin Rouge dançando cancan.

A lança mágica entra em ação novamente e faz realidade o pedido do francês. O chefe ordena em seguida que lhe arranquem a pele e que se faça uma canoa.

Finalmente, é a vez do português, que pede um garfo. Um simples garfo...

Diante de pedido tão simples, o chefe imediatamente entrega o garfo ao português. O nosso amigo de além mar, espetando o garfo em todo o seu corpo, gritava:

— Índios filhos da puta, vão fazer canoa de mim lá na puta que o pariu!

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Um indivíduo saiu para jogar bingo com 100 reais. Ao longo da noite, ele perdeu quase tudo: sobraram só 10 reais. Já eram 5 horas da manhã e ele tinha que voltar para casa de táxi.

Ele saiu do bingo e foi até um ponto de táxi, e perguntou pro motorista:

— Oh, mano, eu tenho só 10 paus e tenho que ir até Sapopemba. São 5 da manhã e tá um frio danado... Quebra o meu galho, vai!

O motorista não deu a mínima e falou:

— Eu não trabalho pra sustentar vagabundo que joga dinheiro fora.

O cara ficou pê da vida e, já que estava tudo perdido mesmo, resolveu gastar o restinho no Bingo.

Teve uma sorte dos diabos e ganhou 1000 reais. Pensou consigo mesmo e resolveu voltar para o ponto de táxi. Quando chegou lá, viu que o taxista mal educado estava agora na última posição da fila do ponto.

Chegou para o primeiro taxista da fila e falou:

— Oh, chefe, eu te dou 200 pilas se você me levar pra casa e, no caminho, fazer sexo oral em mim...

O taxista ficou nervosíssimo e quase bateu no cara.

Ele vai no segundo taxista e faz a mesma oferta. Esse também fica bravíssimo e diz que não levava nem a pau.

O sujeito sai fazendo essa proposta táxi por táxi e sempre recebendo a mesma resposta. Finalmente, chega até aquele taxista mal educado, abre a porta, entra no carro e fala:

— Oh, mano, agora eu arranjei grana, pode manobrar o carro e ir pra Sapopemba.

O taxista sai com o carro, passando na frente de todos os outros taxistas. O passageiro cutuca o ombro dele e pede:

— Agora, dá tchauzinho para os seus colegas, dá!

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Um dia, um caipira foi entregar o leite na casa do patrão bem na hora do almoço e foi convidado a comer com a família. Com vergonha de sua falta de modos, ele preferiu não aceitar. O patrão insistiu:

— Coma conosco.

E o caipira:

— Não, brigado.

— Coma conosco, está uma delicia!

— Ah, tudo bem, acho que vou experimentar um conosquinho, então.

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Um francês, um italiano e um argentino são os únicos sobreviventes de um navio que naufragou.

Agarrados a um pedaço de pau, vão parar numa ilha tropical.

De repente aparecem uns nativos brutamontes que agarram os náufragos e levam até o chefe deles.

O chefe olha para o francês e pergunta:

— Quer huga-bula ou morte?

— Prefiro huga-bula! — responde o francês.

Nisso, dois nativos enormes agarram o francês e huga-bula no coitado.

Em seguida, perguntam para o italiano:

— Quer huga-bula ou morte?

— Prefiro huga-bula! — respondeu o italiano.

Aí, surgiram cinco nativos e huga-bula no italiano.

Finalmente, perguntaram para o argentino:

— Quer huga-bula ou morte?

O argentino pensou "Se eu disser huga-bula, os nativos vão me enrabar..." e respondeu:

— Pois eu prefiro a morte!

E o chefe:

— Huga-bula nele até morrer!

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Depois de um dia inteiro de caminhada, o caçador e seu guia chegam finalmente ao pico da montanha.

À noite, em torno da fogueira, os dois conversam:

— Sabe, Ramirez, você é um grande guia e me inspira total confiança, mas fico pensando uma coisa: se por acaso eu sofresse algum acidente ou ficasse doente, como você faria para me levar de volta para a cidade; eu, com os meus 90 quilos?

— Nenhum problema, patrão. No ano passado, desci sozinho esta montanha levando nas costas um javali de quase 200 quilos.

— Duzentos quilos? Sozinho? Como você fez isso?

— Foi em umas dez viagens!

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Depois de muitos transtornos, o chefe da Máfia resolveu contratar um assistente surdo-mudo visando resguardar a identidade da corporação se o mesmo fosse preso.

Enviado em sua primeira missão, de recolher o dinheiro de alguns devedores, o assistente resolveu passar a perna no chefe e escondeu parte do dinheiro recebido.

Desconfiado, o chefe mandou interrogá-lo e, para facilitar a comunicação, contratou um intérprete que conhecia a linguagem dos surdo-mudos.

Durante o interrogatório, o chefe apontou um 38 na cabeça do espertalhão e ordenou ao intérprete:

— Diga a ele que se não confessar onde está o dinheiro agora mesmo eu puxo o gatilho!

Apavorado, o surdo-mudo confessou onde havia escondido a grana.

— Ele não quer dizer — disse o intérprete. — E disse ainda que duvida que você tenha coragem de puxar o gatilho.

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Ao perceber que o touro reprodutor do seu patrão está indisposto para reproduzir, o tratador vai até o veterinário e explica o problema. O doutor recomenda o medicamento:

— Carlos, encha esse tudo com esse pó branco. Depois é só colocar nas narinas do touro e soprar. Isso aqui é como se fosse um Viagra, só que em maiores proporções, pra fazer efeito em bicho grande! Você vai ver, amanhã o danado tá cheio de disposição. No dia seguinte o Calos volta ao consultório do veterinário.

— E então, Carlos? O remédio...

— Doutor, doutor! — interrompe o tratador, afoito — O senhor sabe onde tem um puteiro por aqui, doutor?

— Puteiro? — estranhou ele — Mas pra que puteiro, Carlos? Tá louco?

— É que ontem eu coloquei o pó no tubo, fui soprar no nariz do touro... E o filho da mãe soprou primeiro!

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