Piadas de Cornos

Aquele viciado em trabalho chega em casa um pouco mais cedo e pega a mulher na cama com outro.

Furioso, pega o revólver, encosta na cabeça do sujeito, quando este o interrompe:

— Por favor, senhor. Eu não tive culpa nenhuma! Eu sou apenas um mendigo e a sua mulher levou demasiadamente a sério o que eu lhe disse.

— E o que foi que você disse a ela?

— "A senhora poderia me dar alguma coisa que o seu marido não usa mais?"

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A velhinha pergunta para o marido moribundo:

— Meu bem, depois de quarenta anos de casado, me satisfaça uma curiosidade, você já me traiu alguma vez?

— Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé e tinha uma secretária chamada Margarida?

— Sim, me lembro!

— Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!

E após alguns segundos, ele pergunta:

— E você velha, já me traiu?

— Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?

— Sim, me lembro!

— Pois é, aquele Corpo já foi todinho meu!

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Dois amigos inseparáveis, tinham como rotina um happy hour semanal num bar. Naquele dia, durante o encontro, um deles percebeu que o outro estava meio estranho.

— Aconteceu alguma coisa? Você está distante!

— É... Uma coisa meio constrangedora... Não sei se quero falar sobre isso!

— Desabafe, homem! — insistiu o amigo.

— Sabe o que é... — respondeu o homem — Minha mulher fugiu ontem com outro homem!

— É mesmo? — perguntou — Com quem?

— Com o meu melhor amigo!

Nessa hora o cara que estava fazendo as perguntas irritou-se:

— Pôxa, eu te conheço desde menino, sempre contamos um com o outro pra tudo... Seu melhor amigo sou eu!

O outro abriu um sorriso e diz:

— Ah, você era... Até ontem!

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O sujeito recebe um bilhete anônimo dizendo que a sua mulher estava lhe traindo.

Chega em casa esbravejando e grita com a mulher:

— Sua vagabunda! Eu sei de tudo!

Ao que a mulher vira-se e diz calmamente:

— Ah, é? Então me diz qual é a capital da Somália?

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O sujeito vai ao tribunal, acusado de assassinato da própria esposa e o juiz inicia o interrogatório:

— Aderbal dos Santos Neto, o que o senhor tem a dizer em sua defesa?

— Bem, meritíssimo... Eu voltei pra casa um pouco mais cedo e encontrei minha mulher na cama com o meu melhor amigo! Isso foi demais pra mim e eu tive que dar um tiro nela... Bem, isso é tudo que eu tenho a dizer...

— Mas espere! — exclama o juiz, confuso — Não há nada sobre esse seu amigo no processo verbal... O senhor poderia nos dizer o que aconteceu com ele?

— Bem, meritíssimo... Eu sempre gostei muito dele e acho que ele não teve culpa... O máximo que consegui fazer foi deixá-lo uma semana preso na coleira, sem comer ração! Mas depois fiquei com dó do coitado...

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Dias antes do combinado, Teobaldo chega de viagem da Europa, louco de saudades da mulher, Suzana. Assim que entra no quarto, vai colocar a mala no guarda-roupas e se depara com seis homens, pelados.

— O que significa isso? — berra ele, para Suzana.

E um dos caras do guarda-roupa grita, mais nervoso ainda:

— Significa que tá na hora de o senhor comprar um guarda-roupas maior! Pô, já tô de saco cheio de ser encoxado!

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O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.

Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.

— Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.

— Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.

— Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.

O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:

— Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.

— Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?

— Sou, e daí?

— O que tá fazendo vestido de guarda?

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Naquela casa, toda vez que o sujeito chegava do trabalho acontecia um diálogo do tipo:

— Querido, entupiu a pia da cozinha! — a mulher reclamava.

— E eu tenho cara de encanador, por acaso? — respondia o homem e sentava na poltrona pra ler o jornal.

Ou:

— Amor, queimou a lâmpada do banheiro! — a mulher gritava.

— E eu tenho cara de eletricista, por acaso? — dizia o homem, enquanto assistia o jornal na televisão.

Ou ainda:

— Meu anjo, a parede da garagem está um nojo, precisa pintar! — a mulher berrava.

— E eu tenho cara de pintor, por acaso? — retrucava o marido e saía em seguida para tomar uma cervejinha na padaria.

Um dia, porém, o sujeito voltou em casa e encontrou tudo em ordem: a pia desentupida, a luz do banheiro funcionando perfeitamente e a parede da garagem pintada.

— O que aconteceu? — perguntou o sujeito perplexo.

— O vizinho novo veio, consertou tudo e como recompensa pediu ou uma massa ou sexo.

— E que tipo de massa você fez pra ele?

— E eu tenho cara de cozinheira?

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O marido chega em casa e se surpreende com um homem debaixo de sua cama.

— O que esse homem está fazendo embaixo da cama? — pergunta, indignado, dirigindo-se à esposa.

— Embaixo eu não sei, mas em cima faz maravilhas!

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O casal já estava casado há um tempão e durante todo o tempo a mulher manteve uma caixinha escondida do marido.

No dia que eles completaram cinqüenta anos de casado, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.

Para sua surpresa, havia 50 mil dólares e três grãos de milho.

— O que significa isso? — perguntou o marido.

— É que cada vez que eu te traí, eu coloquei um grão de milho na caixinha.

O marido ficou super chateado, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em cinqüenta anos até que era pouco. Já estava quase se conformando quando lembrou-se de perguntar:

— E os 50 mil dólares?

E ela explicou:

— Toda vez que eu enchia a caixinha, eu vendia o milho!

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O sujeito tinha um amigo chamado Walter. Para ele era Deus no céu e o Walter na terra!

Um dia, durante o trabalho, sentiu-se mal e resolveu voltar mais cedo para casa.

Assim que fechou a porta de entrada, ouviu barulho de vozes no quarto. Tirou os sapatos, caminhou feito um gato até a porta do quarto e espiou pelo buraco da fechadura.

Lá estavam o Walter e a sua mulher em pé, se beijando.

De repente ela tirou o sutiã e os peitos desabaram, tirou a calcinha, a bunda arriou...

E o sujeito:

— Meu Deus, que vergonha... o Walter ali e a minha mulher toda despencando!

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O rapaz chegou na loja de armas para comprar uma mira de rifle.

— Me dá a melhor que você tiver!

— Essa aqui é muito boa — garantiu o vendedor — é tão boa que se você mirar agora em cima daquele morro, consegue ver dentro da minha casa!

O rapaz mirou, então, em cima do morro. Olhou um bocado e começou a rir.

— Do que você está rindo? — perguntou o vendedor.

— É que eu estou vendo um homem pelado ao lado de uma mulher pelada...

O vendedor tomou a mira da mão dele e olhou para casa. Ficou furioso. Entregou duas balas para o rapaz e lhe disse:

— Vamos fazer um trato. Eu lhe dou essas balas e se você acertar um tiro na cabeça da vaca da minha mulher e outro no pinto desse sujeito desgraçado, você leva a mira de graça...

O rapaz aceitou a oferta, satisfeito. Carregou a arma e mirou em direção à casa. Mas antes de atirar, virou-se para o vendedor e perguntou:

— E o que é que eu ganho se fizer isso com um tiro só?

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