Piadas de Cornos

O cara foi num motel numa sexta-feira. Assim que entrou, reconheceu o carro do amigo que se encontrava estacionado e com o vidro do carona semi-aberto. Na mesma hora lhe veio a vontade de fazer uma gozação com o amigo, foi ate la e reparou que havia um porta CDs no painel. Sem nenhum esforco pegou o porta CDs e se mandou para curtir sua transa. No dia seguinte ligou para o amigo e esperando sua reação, lhe perguntou:

— E ai, o que conta de novo?

E o amigo respondeu:

— Tô muito puto da vida. Minha mulher pegou meu carro sexta-feira para ir a casa da mãe dela e lá alguém conseguiu abrir o carro e roubou todos os meus CDs.

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Um dia um cara passeava na rua tranquilamente quando um outro homem grita para ele:

— Fale astronauta!

E o homem não entendeu e começou a pensar :

— Bom se astronauta vem de astronomia, o mia vem do gato, o gato come rato, o rato come o queijo, o queijo vem do leite, o leite vem da vaca, a vaca é a fêmea do boi e o boi tem chifre... Puts, o cara me chamou de corno!

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Marido chega em casa e pega a esposa, na cama, com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor prá dar. Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:

— Antes, você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... Na rua, vi esse jovem maltrapilho cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem. Como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco e não comeu, eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele, aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou.

E continuou aumentando o tom de voz:

— Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado para aquele sábado que você prometeu mas que nunca chega pois, num dia é futebol, no outro truco, no outro pescaria. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo que ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho, fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou, porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou: "— Dona, tem mais nada que seu marido não esteja usando?"

— Nem respondi! Dei logo!

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O português, dono da barbearia, comprou um carro e chegou em casa excitadíssimo:

— Mulher, mulher — foi logo dizendo. — Você não acredita, fui dar uma voltinha de carro e descobri que a cidade inteira me conhece!

— Oh, Joaquim, como você quer que eu acredite, se moramos numa cidade tão grande!

— Então, venha dar um passeio comigo!

E foram os dois. O português dirigia mal pra cacete e vira e mexe dava uma fechada em algum sujeito.

— Barbeiro! — gritava o sujeito irritado!

— Viu, Maria! Como eu não estava mentindo — dizia Joaquim acenando para o outro motorista.

Mais adiante outra fechada!

— Seu Barbeiro!

— Tudo bem? — cumprimentava Joaquim!

De repente ele deu uma fechada feia em um outro carro e por pouco não bateu:

— Seu Barbeiro, filho da puta! — xingou o motorista.

— Esse daí — comentou Maria — conhece até a sua mãe!

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O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:

— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.

— Querido...

— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...

— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...

— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.

E a esposa, aliviada:

— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!

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São Pedro estava selecionando a entrada das pessoas ao céu e só entrava quem tivesse uma morte por justa causa. Enquanto isso na Terra:

Zé chega em casa preocupado, desconfiando que sua mulher esta lhe traindo. Vai até a área de serviço e vê um homem dependurado na varanda. Pisa sobre suas mãos fazendo com que o coitado caia, do 10º andar do prédio. Olha o homem estirado no chão, mas, não contente com o feito, arrasta a sua geladeira até a varanda e empurra a mesma fazendo com que ela caísse sobre o tal... Por fim se mata. Neste momento no céu chega Zé.

São Pedro pergunta:

— Como você morreu?

— Bem desconfiei que a minha mulher estava me traindo, e ao chegar em casa peguei o vagabundo dependurado na lavanderia. Derrubei-o. Após cair o vagabundo ainda teve coragem de levantar os braços, dizendo:

— O meu é maior que o seu!

Após isso joguei nossa geladeira por cima do mesmo.

São Pedro disse:

— Entre.

Neste instante entra outro.

São Pedro:

— E você senhor como morreu?

— Bem eu estava limpando as vidraças do prédio onde trabalho, e por acidente me desprendi de meus equipamentos de segurança e fui despencando prédio abaixo ate conseguir me segurar em uma mureta, na lavanderia de um "louco", que ao chegar e me ver ali, pisou sobre as minhas mão, me derrubando do 10º andar do prédio. Me "espatifei" sobre a calçada. Ao perceber que estava vivo, ergui minhas mãos ao céu, agradecendo a Deus. Mas, depois disso não vi mais nada, porque uma geladeira foi atirada em mim, pelo mesmo senhor que me derrubou.

São Pedro:

— Entre, entre!

Chega um homem pelado, e tremendo de frio.

São Pedro, pergunta:

— E você, como morreu, me conte?

— Ah... sei lá... eu estava dentro de uma geladeira.

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Certa noite a vovó acorda com uns ruídos estranhos e olha do lado da cama e não vê o vovô gordo. Ela acha estranho e vai dar uma volta para ver onde esta o velhote.

Após procurar o velho por quase toda a casa ela se dirige em direção ao quarto da empregada e quando já ia chegando a porta ela vê os sapatinhos do velho no chão. Nesse momento ela solta um berro:

— O que que é isso?

A então empregada responde:

— Não sei... antes ele vinha de pé no chão!

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Suspeitando da fidelidade de sua mulher, que andava muito animadinha, o rapaz contratou um detetive particular para seguir a esposa. Uma semana depois, o detetive deu a ficha toda:

— Infelizmente, sua mulher o está traindo com seu melhor amigo.

Ele nem pestanejou. Tirou da gaveta um 38 cano longo, correu até a casa e:

— Pum! — matou o cachorro.

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O marido chega em casa e fica surpreso ao encontrar a mulher, sempre muito conservadora, deitada na cama

completamente sem roupa.

— O que aconteceu, Clarice?

— Nada, é que nenhum dos meus vestidos é confortável e estão todos velhos.

— Como? — diz o marido, abrindo o armário. — Na semana passada você ainda comprou três modelos. E olha este vermelho, o azul, o estampado, o cinza-claro, o Alberto, o verde....

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Chegando um dia antes de uma longa viagem de ônibus, ele encontrou a mulher com o vizinho na cama e vociferou:

— Já que você está aí com a minha mulher, eu vou lá na sua casa dormir com a sua!

— Vai firme! — Respondeu o vizinho, sem ao menos se abalar — Você deve mesmo estar precisando descansar.

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A coroa flagrou o marido na cama com a empregada, fazendo coisas que jamais fizera com ela ao longo dos dezoito anos de casados.

— O que é isso, Ariovaldo?! Você não se envergonha? — Gritou indignada.

O marido lá, caladão, olhando para o chão, segurando o lençol. E aí a mulher insistiu:

— E então? Você não vai dizer nada? Ou será que perdeu a língua?

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Terminada a grande festa em que comemorou suas bodas de ouro, o casal de velhinhos despediu-se dos últimos convidados e foi para a cama. Ela chegou bem pertinho dele e sussurrou:

— Querido, já que vivemos tantos anos juntos, você pode me contar: você já me traiu alguma vez?

— Meu amor, eu não poderia mentir para você. Sim, traí... mas foi só uma vez.

— Que pena — ela lamentou, balançando a cabeça — Se você tivesse poupado essa vez aí, podia usá-la agora...

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