Piadas de Crianças

A garotinha chega da escola em prantos.

— Mamãe, mamãe, sniff... sniff...

— O que foi, minha filha?

— Hoje... na escola... me puseram de castigo... sniff...

— De castigo? Por quê?

— Por uma coisa... sniff... que eu não fiz...

— Mas isso é um absurdo! Vamos lá, vou falar já com a diretora.

E pega a mão da menina e arrasta-a para fora da casa. Na rua, vendo a filha um pouco mais calma, pergunta:

— E o que foi que você não fez, minha filha?

— A lição de casa...

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— Papai, quero ganhar uma escopeta no meu aniversário.

— Que isso, menino! E isso é presente para um menino de cinco anos?

— Mas eu quero uma escopeta, papai!

— Não vou dar, de jeito nenhum!

— Ah, dá!

— Não dou!

— Dá!

— Não Dou!

— Chega! — berrou o pai — Quem é que manda aqui?

— O senhor. Mas se eu tivesse uma escopeta...

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O padre está saindo da igreja e surpreende um de seus coroinhas se masturbando.

— Meu filho, não faça isso! Você está cometendo um pecado muito grave!

— Mas por que isso é pecado, seu padre?

— Porque você está matando uma vida. Desses espermatozoides que você está desperdiçando poderia nascer um grande homem, um pai de família honrado, um escritor, um médico...

O menino abaixa a cabeça parecendo arrependido, mas assim que o padre sai, ele volta a se masturbar. E fala baixinho consigo mesmo:

— Tenho a impressão de que esse iria ser um assaltante...

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Um ricaço estava passeando calmamente em sua casa quando viu um garoto mijando no seu jardim, e disse:

Olha aqui, garoto, se eu te pegar mais uma vez urinando em meu belo jardim, corto o seu pênis!

— Ah... Tudo bem, eu faço um transplante.

O ricaço irritado com a resposta do menino fala:

— E quem você acha que vai querer doar um pênis para você, seu pirralho?

O menino volta a responder:

— Isso é fácil! É só colocar uma armadilha na sua bunda que eu pego quantos eu quiser!

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O menino chega da escola chorando e fala para mãe:

— Mãe me xingaram de cabeçudo!

— Filho você não é cabeçudo, não se preocupe.

No dia seguinte o menino chega em casa chorando novamente e diz:

— Mãe me xingaram de cabeçudo!

— Já te falei filho, sua cabeça e normal.

Um tempo depois a mãe chama o filho e pede:

— Filho vá la na fera e compra uma melancia, um melão, tomate, laranja, banana...

— Tá bom, mas mãe, onde eu vou levar tudo isso?

— Ah filho, leva o seu bonezinho.

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O menino ia passando com a mãe, quando viu um jumento excitado.

— Mãe, o que é aquilo embaixo do jumento?

— Vamos embora, filho! — respondeu a mãe, envergonhada!

— Mãe! Mas eu quero saber o que é aquele negócio embaixo do jumento.

— Ah! Aquilo não é nada!

Um senhor ao seu lado completou:

— Se aquilo não é nada, minha senhora, o seu marido deve ser um fenômeno!

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Uma criança está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na calçada.

— Pai, quem são aquelas senhoras?

O pai meio embaraçado, responde:

— Não interessa, filho... Olha antes para esta loja... Já viu os lindos brinquedos que tem?

— Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas?

— São... são... São senhoras que vendem na rua.

— Ah, sim! Mas vendem o quê? — pergunta admirado o garoto.

— Vendem... vendem... Sei lá... vendem um pouco de prazer.

O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse e, quando chega em casa, abre a sua carteira com a intenção de ir comprar um pouco de prazer.

Está com sorte! Pode comprar 50 reais de prazer! No dia seguinte vai ver uma prostituta e pergunta-lhe:

— Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 reais de prazer, por favor?

A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer mas, como a vida está difícil, ela aceita, leva o garoto para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas de morangos. Já era tarde quando o garoto chega em casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, pergunta-lhe onde ele tinha estado. O garoto olha para o pai e diz:

— Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem para lhe comprar um pouco de prazer!

O pai fica amarelo:

— E... e então... como é que se passou?

— Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade; a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício, tive quase que empurrar com o dedo, mas comi mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, derramei creme por todo o chão e a senhora me convidou para voltar amanhã, posso ir?

O pai cai de costas.

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Depois de voltar de uma viagem de dois dias para visitar uma amiga doente, a mulher é recepcionada pelo filho.

— Mamãe! Mamãe! — diz ele abraçando-a — ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e...

— Espere, filho! — interrompe a mãe — Não diga mais nada! Vamos esperar o seu pai chegar do trabalho e você vai repetir essa história, combinado?

— Tudo bem, mamãe.

Quando o pai volta do trabalho, a mãe diz:

— Eu vou embora! Estou indo embora hoje! Já até fiz minhas malas!

— Mas por que, meu amor? — pergunta o marido, surpreso.

— Filhinho... conta a história pra mamãe, conta!

— Ontem eu estava brincando dentro do seu armário aí o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e fez igualzinho ao que você e o Tio Fernando fizeram quando o papai viajou!

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A garotinha de seis aninhos chega para o pai e pergunta:

— Papai, como foi que o Pedrinho nasceu?

Pego de surpresa, ele tenta resolver a situação da melhor maneira possível:

— Ele foi entregue por um lindo coelhinho branco...

— E o Luizinho?

— Ele foi encontrado dentro de uma linda flor no jardim...

— E eu?

— Você foi entregue por um pássaro enorme, com lindas penas azuis...

— Mas que droga! Já vi que ninguém trepa nesta casa!

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O garoto chega no meio da aula:

— Desculpe o atraso professora.

Professora:

— Atrasado novamente? É sempre assim, se não chega atrasado na aula, falta. O que pretende ser se comportando desse jeito?

Garoto:

— Deputado, professora!

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Manuelzinho estava com sua mãe dentro de um ônibus, quando de repente começou a chorar, dizendo:

— Manhêe, perdi minha bolinha...

E ficou enchendo o saco até que todos que estavam perto dele no ônibus estavam procurando a bolinha.

Procuraram por algum tempo, mas acabaram por desistir. Manuelzinho, já mais calmo e depois de parar de chorar, com o dedo no nariz, vira para a mãe e diz:

— Pode deixar, mãe, que eu vou fazer outra!

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Um bravo indiozinho, filho do chefe Grande Cabeça Negra e Grossa, aproximou-se do pai numa manhã de radioso Sol e perguntou-lhe:

— Meu pai, por que é que os nomes dos índios são tão compridos, e não são como os dos caras-pálidas que se chamam Zé, Mané ou João?

— Meu Filho, os nossos nomes são um símbolo da beleza natural de tudo o que acontece e representam a riqueza da nossa cultura na sua forma de expressão.

— Como assim?

— Por exemplo, a tua irmã chama-se Lua Cheia no Grande Lago porque foi feita numa noite em que eu e a tua mãe andávamos a passear à beira dele numa noite de luar, nos abraçamos, beijamos e o amor gerou a vida dela.

— Humm...

— Olha, o teu irmão chama-se Grande Corcel das Pradarias Imensas porque um dia vinha com a tua mãe a regressar à aldeia pela pradaria, fora estava muito sol, resolvemos descansar, abraçamo-nos, beijamo-nos e ele foi gerado.

— Ah!

— O que queres tu saber mais, meu pequeno Camisinha de Merda Furada Vinda da China?

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