Piadas de Crianças

O pai pergunta para o filho:

— Filho, você sabe o que é uma linguiça?

O filho responde:

— Sei sim papai, é aquilo que o padeiro dá pra mamãe quando você sai pra trabalhar.

O pai encabulado questiona:

— Mas padeiro não vende linguiça!

E o filho responde:

— Então é o senhor que não sabe o que é linguiça.

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O menino chega para a mãe e dispara:

— Mamãe o que é masturbação?

Atônita a mãe tenta contornar a situação:

— Filho pergunta pro papai quando ele chegar.

— Mas mamãe eu quero saber agora.

— Filhinho espera o papai.

O menino enche o saco da mãe o dia todo, até que o pai chega:

— Papai o que é masturbação?

— Filhinho o que é ... Masturbação? Bom é o ato de se satisfazer sexualmente com... com... bom... com a mão. São estímulos sexuais que fazemos a nós mesmos para chegarmos ao orgasmo.

— Quer dizer que é igual punheta?

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Foi uma bela festa de casamento naquela cidade da Galiléia. Vinho, não faltou: foi servido o melhor da melhor safra. No dia seguinte, José acordou com muita dor de cabeça, uma puta de uma ressaca, a boca ressequida. Nem pôde se levantar da cama. Chamou a mulher e pediu:

— Maria! Me traz um copo d'água, ó Maria.

— Ó filho, leva essa água ali pro teu pai — disse Maria.

— Pelo amor-de-meu-Pai, não deixa o menino tocar nessa água, Maria — implorou José.

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Juquinha tem uma conversa muito séria com o pai.

— Pai, eu queria tanto ter um irmão pra brincar com ele.

O pai tentar desconversar e fala:

— Mas você tem um irmão, Juquinha. É que você nunca vê ele. Toda vez que você vai chegando em casa, ele sai um pouquinho antes de você entrar. Entendeu?

Juquinha pensa um pouco e fala:

— Sei. Entendi. É como o meu outro pai.

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É o primeiro de ia de aula e a professora quer saber o que os pais dos alunos fazem.

— Agora, eu quero saber qual a profissão do pai de cada um de vocês. Alberto, o que é que o seu pai faz?

— Ele é comerciante, professora.

— Ah, muito bem. E você, Bartolomeu? O que o seu pai faz?

— Ele é gerente do banco, professora.

E assim ela vai percorrendo a lista de chamada até que chega a vez de Juquinha.

— Juquinha, o que é que seu pai faz?

— Professora, sniff! sniff! meu pai morreu na semana passada.

— Ah, eu não sabia, Juquinha. Os meus pêsames. Mas o que ele fazia antes de morrer?

— Toss, toss, arrghhh! Arrghh! Plufft!

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O paciente mirim acorda chorando depois da cirurgia e chama a enfermeira.

— Enfermeira, eu quero ir pra minha casa.

— Que história é essa de ir pra casa? Você já é um homem.

O paciente mirim toma um susto, pensa um pouco e pergunta:

— Quanto tempo passei dormindo?

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O garoto chega à farmácia e fala:

— Seu Joaquim, minha mãe pediu pra o senhor mandar cinco caixas de camisinhas.

— Qual o tamanho.

— Sei não.

— Então vá perguntar.

Pouco depois, o garoto volta.

— Ela disse pra mandar sortido. É que ela vai passar o fim de semana fora.

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Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:

— Onde é que você viu isso, Mariazinha?

— Na sua mão, mãezinha.

— O quê??? O que você anda aprontando sua...

A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.

— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.

Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.

Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.

— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.

— A tesoura da mamãe...

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