Piadas de Crianças

É o primeiro de ia de aula e a professora quer saber o que os pais dos alunos fazem.

— Agora, eu quero saber qual a profissão do pai de cada um de vocês. Alberto, o que é que o seu pai faz?

— Ele é comerciante, professora.

— Ah, muito bem. E você, Bartolomeu? O que o seu pai faz?

— Ele é gerente do banco, professora.

E assim ela vai percorrendo a lista de chamada até que chega a vez de Juquinha.

— Juquinha, o que é que seu pai faz?

— Professora, sniff! sniff! meu pai morreu na semana passada.

— Ah, eu não sabia, Juquinha. Os meus pêsames. Mas o que ele fazia antes de morrer?

— Toss, toss, arrghhh! Arrghh! Plufft!

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O paciente mirim acorda chorando depois da cirurgia e chama a enfermeira.

— Enfermeira, eu quero ir pra minha casa.

— Que história é essa de ir pra casa? Você já é um homem.

O paciente mirim toma um susto, pensa um pouco e pergunta:

— Quanto tempo passei dormindo?

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O garoto chega à farmácia e fala:

— Seu Joaquim, minha mãe pediu pra o senhor mandar cinco caixas de camisinhas.

— Qual o tamanho.

— Sei não.

— Então vá perguntar.

Pouco depois, o garoto volta.

— Ela disse pra mandar sortido. É que ela vai passar o fim de semana fora.

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Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:

— Onde é que você viu isso, Mariazinha?

— Na sua mão, mãezinha.

— O quê??? O que você anda aprontando sua...

A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.

— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.

Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.

Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.

— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.

— A tesoura da mamãe...

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Na maternidade, dois bebês deitados lado a lado conversam. O menino pergunta:

— Você é um menino ou uma menina?

— Sei não. Acabei de nascer.

— Vamos ver o que você é. Baixe um pouco o lençol.

— Não! Que isso?

— Só um pouquinho.

— Não!

— Só um pouquinho. Ninguém tá vendo.

— Não. Nem pensar.

— Deixa eu ver, deixa.

— Tá bem. Tá bem. Mas só um pouquinho.

— Assim não dá pra saber. Baixa mais, baixa.

— Você tem certeza de que não vem ninguém?

— Tenho, sim.

— E aquela enfermeira ali?

— Tá dormindo. Baixa mais, baixa. Só um pouquinho, baixa.

— Assim?

— Ah, é uma menina. Os sapatinhos são cor de rosa...

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Dois irmãos estavam brigando. Discutiam alto e trocavam ofensas. Até que o mais velho dá um tapa na orelha do mais novo, que grita:

— Filho da puta!

O mais velho, indignado, pergunta:

— Nossa mãe é puta? Hein? Nossa mãe é puta? Seu filho duma égua!

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O professor de ciências era muito bravo. Um dia ele levou para a aula uma pata de um pássaro. Apontou para um aluno e perguntou:

— Olhando esta pata de pássaro responda-me: qual é a família, gênero e espécie do animal?

— Como é que eu vou saber isso tudo com uma pata?

— Seu ignorante — gritou o professor. — Você está suspenso!

E pegando uma caneta e um papel, perguntou ao menino:

— Qual é o seu nome completo?

O menino estendeu a mão para o professor e disse:

— Adivinha!

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Um homem vai ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite e percebe que garoto está tendo um pesadelo. O pai o acorda e pergunta-lhe se ele está bem. O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Suzana havia morrido. O pai garante que tia Suzana está muito bem e manda-o de novo para a cama.

No dia seguinte a tia Suzana morre.

Uma semana depois, o homem volta ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo, e desta vez diz que sonhou que a avô havia morrido.

No dia seguinte o vovô morre.

Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo. Desta vez o filho responde que sonhou que o papai havia morrido. O pai garante que está muito bem e manda-o de novo para a cama.

No dia seguinte ele está apavorado. Tem certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado, tem um sobressalto a cada rua... Ao voltar para casa, ele encontra sua esposa e diz:

— Meu Deus... Tive o pior dia de minha vida!

E ela responde, toda chorosa:

— Você acha que o seu foi pior... E o meu chefe, que morreu hoje de manhã assim que chegou ao escritório!

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O filho pequeno pergunta ao pai:

— Pai, qual é a diferença entre a riqueza e a pobreza?

— Ah! meu filho — suspira o pai.

— A riqueza é o caviar, é o champanhe, são as mulheres. A pobreza é a carne de segunda, é a cachaça e a tua mãe.

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