Piadas de Crianças

Mariazinha, uma garota muito levada, já havia se deitado para dormir quando percebeu que estava com sede. Com sede e com preguiça de se levantar. A saída foi pedir à mãe.

— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.

Era a hora da novela e a mãe fez que não ouviu nada. Mariazinha insistiu.

— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.

E nada. Novamente, a mãe fez que não ouviu. Mas a sede era tão grande quanto a preguiça de se levantar da cama.

— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.

— Se levante e vá beber na cozinha, Mariazinha.

Mais algum tempo e...

— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.

— Ó Mariazinha, se você continuar insistindo, eu vou aí lhe dar umas palmadas.

— Mãe, quando você vier me dar umas palmadas, você me traz um copo d'água?

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O menino estava perdido no meio do deserto quando encontrou uma lâmpada maravilhosa. Apanhou a lâmpada e, sabendo o que tinha de fazer, friccionou-a três vezes. Como era esperado, de dentro da lâmpada saiu o gênio que lá estava guardado havia centenas de anos.

— Pois não, meu amo e senhor — disse o gênio. — Qual o vosso pedido?

— Quero ir pra casa.

— Então vamos - disse o gênio enquanto pegava na mão do garoto e saíam andando.

— Não. Assim não. Eu quero chegar rápido, seu Gênio.

— Tá bem. Então vamos correr.

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Um garoto entra no armazém e pede ao vendedor:

— Me dá um tubo de tinta spray preta.

O vendedor não pode vender tinta spray a menores de idade e pergunta ao garoto:

— Pra que você quer essa tinta?

— É pra pintar uma cadeira.

— Cadê a cadeira?

O garoto não tem cadeira nenhuma pra pintar e sai puto da vida. No outro dia, ele volta ao armazém e pede ao vendedor um tubo de tinta spray amarela. O vendedor repete a mesma pergunta:

— Pra que você quer essa tinta?

— É pra pintar uma cadeira.

— Cadê a cadeira?

Mais uma vez o garoto fica puto da vida e vai embora. No dia seguinte, ele volta ao armazém com um saco na mão. Chama o vendedor e diz:

— Vê o que é que tem aí dentro.

O vendedor, curioso, põe a mão dentro do saco e fala:

— Hum... o que é isso? Pastoso, meio morno...

— Me dá um rolo de papel higiênico.

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O pai conversa com o filho. É uma dessas conversas sérias, de homem pra homem. E finaliza:

— Espero que você tenha entendido tudo o que eu lhe falei, meu filho, porque um pai que não se comunica, não se faz entender por seu filho é um verdadeiro ignorante, um estúpido. Entendeu?

— Não, papai.

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No berçário, o menininho assedia a menininha:

— Olá, você vem sempre aqui?

— Só quando eu nasço!

— Eu também! — e pouco depois: — Eu sou um menino!

— Como você sabe?

— Espera só a enfermeira sair que eu te mostro.

Assim que a enfermeira sai:

— Pronto, ela já saiu — diz a menina. — Agora me mostra como você descobriu que é um menino!

O menino levanta a coberta e diz:

— Olha aqui pra baixo...

— Tô olhando, o que é que tem?

— Tá vendo meu sapatinho? É azul!

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A menina pergunta para a mãe:

— Mãe, posso dar banho no gato?

A mãe responde:

— Pode, mas cuidado porque ele não gosta de água, minha filha.

Depois que a menina deu banho no gato, ela disse pra mãe:

— Mãe! O gato morreu!

— Você sabia que ele não gostava de água! — disse a mãe.

A filha explicou:

— Mas não foi a água que matou o gato! Foi na hora de torcer ele!

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O menino está passeando com o pai quando vê um casal de cães acasalando no meio da rua. Estranhando o comportamento dos animais, e com a curiosidade normal das crianças, ele pergunta ao pai o que a dupla canina está fazendo.

— Bem... Eles estão fabricando um cachorrinho. — explica o pai, que é do tipo moderno e não gosta de ficar enrolando.

Naquela mesma noite, o garotinho entra no quarto dos pais e os encontra em pleno ato de amor. Diante da pergunta inevitável e, para manter a coerência, o pai responde:

— Estamos fabricando um irmãozinho para você, meu filho...

O garoto corta na hora:

— Ah, não, pai! Então bota a mamãe naquela outra posição, porque eu prefiro ganhar um cachorrinho!

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João era um menino pobre que mandou uma carta para Papai Noel. Assim que a carta chegou ao correio, os funcionários, sem terem para quem mandar a carta, resolveram abri-la. Nela, João dizia que não queria presentes e sim R$ 200,00 para comprar remédios para sua mãezinha que estava muito doente. Disse também que era pobre, porém trabalhador, e que tinha sido um bom menino durante o ano.

O pessoal do correio, sensibilizado com tamanha pureza, fez uma vaquinha e, cata daqui, pede de lá, angariou R$ 100,00, que foram enviados a João em nome de Papai Noel. Passado algum tempo, eis que chega uma outra carta de João para Papai Noel. A carta dizia: "Caro Papai Noel, muito obrigado pelo dinheiro que o senhor me mandou. Minha mãe já está melhor e manda agradecer. Gostaria apenas de lhe pedir um favor: da próxima vez que o senhor mandar dinheiro para mim, entregue diretamente no meu endereço, pois aqueles filhos da mãe do correio passaram a mão em metade da minha grana!"

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O garotinho estava fazendo xixi na praça, quando o guarda, bem humorado, falou:

— Não faz xixi aí não, menino, senão corto fora seu piupiu.

O menino saiu correndo e, quando chegou do outro lado da praça, deu de cara com uma menininha da sua idade, também fazendo xixi.

Ele olhou pra menininha e exclamou assustado:

— Minha nossa! Esse guarda não brinca em serviço!

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O garotinho já estava com cinco anos de idade e a única coisa que ele falava era a palavra "truco". Até que um dia o pai resolveu levá-lo a um psicólogo.

Assim que ficou na sala sozinho com o garoto, o psicólogo tentou entabular conversa.

— Como você se chama?

— Truco!

— Qual é o seu nome?

— Truco!

— Aquele homem que está lá fora é o seu pai?

— Truco!

E assim foi durante quase uma hora. No final da seção, mal o psicólogo abre a porta, o pai vem correndo para saber o diagnóstico.

— O que é que ele tem? O que é que ele tem?

— Bem, não posso lhe afirmar com certeza mas, pela segurança que está demonstrando, ou está com o Zap ou com o 7 de Copas.

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Dois irmãos pequenos dormiam no mesmo quarto.

Um tinha 7 anos e o outro 5. No meio da noite eles ouviram um barulho estranho no quarto dos pais e resolver ir ver o que era.

Quando chegaram lá, abriram a porta bem devagar, olharam pela fresta e viram uma cena chocante. Então o mais velho cochichou no ouvido do mais novo:

— Olha lá, depois a mamãe ainda reclama que eu chupo o dedo.

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