Piadas de Cristão

Em Jerusalém , uma repórter da TV vai ao "Muro das Lamentações" para entrevistar um velho palestino. Chegando ao local, vê que ele está rezando. Depois de uma hora, o ancião pára de rezar e quando se prepara para deixar o local, ela o aborda:

— Bom dia, senhor! Eu sou da TV Al Jazira e queria entrevistá-lo. O senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro. Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?

— Ahh... Há uns 80 anos — responde o provecto senhor.

— Nossa! 80 anos! E o senhor rezou pedindo o quê, nestes anos todos?

— Rezo pela Paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que o ódio pare e que nossos filhos cresçam juntos em Paz e Amizade.

— E como o senhor se sente após 80 anos de orações diárias?

— Sinto-me como se estivesse falando com a parede...

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Certa vez eu vi um homem querendo jogar-se de uma ponte, então eu lhe disse:

— Não faça isso!

— Ninguém me ama — ele respondeu.

— Deus te ama. Você acredita em Deus?

— Acredito — ele respondeu.

— Você é cristão ou muçulmano?

— Cristão.

— Eu também! — eu lhe disse. — Protestante ou católico?

— Protestante.

— Eu também! De qual denominação?

— Batista.

— Eu também! Batista da convenção batista do norte ou batista da convenção batista do sul?

— Da convenção batista do sul.

— Caramba, eu também! Batista da convenção batista regular do sul ou da convenção batista independente do sul?

— Da convenção batista regular do sul — ele respondeu.

— Eu também! Batista da convenção batista regular reformada do sul ou da convenção batista regular pioneira do sul?

— Da convenção batista regular reformada do sul.

— Eu também! Batista da convenção batista regular reformada pentecostal do sul ou da convenção batista regular reformada carismática do sul?

— Da batista regular reformada pentecostal do sul.

— Então morra, herege! — e empurrei o sujeito.

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O sacristão avisa que tem uma mulher querendo falar com o padre. Ele vai atender e dá de cara com uma morena muito bonita, corpo escultural e minissaia.

— Me disseram que o senhor está procurando empregada...

— Claro, minha filha... Fale-me de suas qualidades!

— Sei fazer muqueca de peixe, sei fazer arroz e feijão, sei fazer doces...

— Que mais?

— Sei fazer maria-mole, pudim de leite condensado, frango assado e leitão assado, também!

— Só?

— Tem um problema, seu padre… Eu sou estéril.

— Mulher de Deus, por que não disse isso logo? Vai entrando, minha filha…

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Um padre tinha ido evangelizar na África Negra, há alguns anos...

Um dia, ele encontra uma aldeia tão atrasada que os habitantes nunca haviam visto um homem branco. Ele decide então fixar-se ali para pregar a Palavra Divina. Os indígenas, muito receptivos, prestam-se muito bem ao cristianismo.

Tudo vai muito bem até o dia em que nasce o enésimo filho do chefe da aldeia: ele é café-com-leite! Nada feito, o chefe volta aos bons métodos tradicionais, manda seus homens apanharem o culpado e as mulheres preparam o caldeirão...

O infeliz padre, vendo descascar os legumes, começa a lamentar-se por sua fraqueza, mas decide tentar apelar para os sentimentos cristãos do chefe:

— Meu filho, os caminhos do Senhor são impenetráveis! Por que culpar-me pelo nascimento desta criança, quando ele é o símbolo da aliança de teu povo com a civilização?

— Padre, posso ser um selvagem, mas o senhor é o único branco que tenhamos visto nesta aldeia. Se a criança é meio-a-meio, é óbvio que é um branco que contribuiu para sua concepção. Portanto: caldeirão...

Então o padre percebe que chegou sua última hora, mas assim mesmo tenta a última cartada: se o nível de suas explicações é muito esotérico para o chefe, o melhor talvez seja tentar algo mais chão...

— Meu filho, vou te dar um exemplo da vontade divina: olhe os rebanhos de cabras da aldeia. Elas são todas brancas, mas às vezes, nasce uma preta... Então, é essa a vontade do Senhor: não se deve tentar entender, apenas aceitar!

Ao ouvir estas palavras o chefe pensa um momento, pede para todos saírem da oca, pega um facão e aproxima-se do missionário com o instrumento contundente levantado. O padre está prestes a berrar quando o chefe corta as cordas e lhe pede, implorando:

— Certo, padre, entendi. O senhor ganhou. Não direi nada sobre a criança, eu juro, mas, por favor, não diga nada aos outros sobre as cabras...

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Velório na igreja, caixão fechado, família reunida. E o padre começa a prestar a última homenagem ao falecido:

— O finado era um excelente cristão... Ia à igreja todos os domingos, era muito fervoroso...

— Era também um pai exemplar! Nunca deixava faltar nada para seus filhos...

— E, acima de tudo, um ótimo marido... Sempre cumpria com as suas obrigações, cuidava bem de sua esposa, era fiel, chegava em casa na hora certa...

— Seu padre! — interrompe a viúva — Desculpe atrapalhar, mas... Eu gostaria que abrissem o caixão! Não é possível que o senhor esteja falando do meu marido!

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O Padre estava passeando pela floresta quando viu uma onça que corria em sua direção. O Padre começou a correr e quando ela estava quase alcançando-o, ele teve uma idéia brilhante. Parou, ajoelhou-se, ergueu os braços para o céu e começou a rezar:

— Senhor, faça com que essa onça tenha princípios cristãos.

Então, a onça parou abruptamente, também ergueu as mãos para o céu e disse:

— Senhor, abençoai esse alimento que vou comer...

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O bêbado entra na igreja, agarra o sacristão pelo braço e grita:

— Me vê uma pinga!

— Aqui não vendemos pinga, senhor!

— Então, me dá um conhaque!

— Também não temos conhaque!

— Como não tem? Que raio de bar é esse?

— Isso aqui não é um bar, é uma igreja!

— Ah... Então me dá um São Raphael!

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