Piadas de Empregados

Após atender o telefonema da mulher, o funcionário diz ao chefe:

— Chefe, pode me dispensar do serviço hoje à tarde? É que minha mulher vai ter um filho, sabe...

— Se o motivo é esse, então tá dispensado.

No dia seguinte, o chefe pergunta:

— E aí, como é que foi? Menino ou menina?

— Tudo ótimo. Agora, pra saber se é menino ou menina só daqui a nove meses.

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A madame entrevista a candidata a babá.

— E por que você saiu do seu último emprego?

— Porque eu não queria mais dar banho no filho mais novo.

— Mas não era sua obrigação?

— Eu num achava não, madame. Um homão daquele, cheio de saúde, com quase 25 anos, madame...

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O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100 kg, recém admitido, e inicia o diálogo:

— Qual é o seu nome?

— Eduardo — responde o empregado.

— Olhe — explica o gerente —, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. É muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza. E quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: Qual é o seu nome completo?

O empregado responde:

— Meu nome é Eduardo Paixão.

— Tá certo, Eduardo. Pode ir agora...

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A secretária nota que o chefe está com a braguilha aberta e toda sem jeito tenta lhe dar a notícia:

— Doutor... o senhor esqueceu a porta da sua garagem aberta!

Ele fechou rapidamente a braguilha e disse com voz carregada de malícia:

— Por acaso a senhora viu a minha Ferrari Vermelha?

— Não senhor! Tudo o que vi foi um Volkswagem desbotado e com os dois pneus dianteiros totalmente murchos.

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Steve, que nasceu sem orelhas, precisava contratar um novo gerente. Num belo dia, ele marcou três entrevistas. O primeiro candidato era ótimo. Conhecia tudo que precisava e era muito interessado. Porém, ao final da entrevista Steve lhe perguntou:

— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?

E o cavalheiro respondeu:

— Sim, eu não pude evitar de reparar que o senhor não tem orelhas.

Steve não apreciou sua franqueza e mandou-o embora.

O segundo entrevistado era uma mulher, e ela era bem melhor do que o primeiro candidato. Porém, ele fez a ela a mesma pergunta:

— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?

Ela respondeu:

— Bem, você não tem orelhas.

Steve novamente se zangou e mandou-a embora.

O terceiro e último entrevistado foi o melhor dos três.
Era um jovem recém-saído da faculdade. Era inteligente, boa pinta e parecia ser melhor do que os dois primeiros juntos. Steve estava tão ansioso, que foi logo fazendo a pergunta de sempre:

— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?

Para sua surpresa, o jovem respondeu:

— Sim, você usa lentes de contato.

Steve ficou chocado e disse:

— Que observador incrível você é! Como é possível você saber disso?

E o entrevistado com uma cara séria responde:

— Bem, é um pouco difícil usar óculos sem as orelhas!

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— Gaudêncio, tire meu vestido...

Ele obedeceu e, como suas mãos tremiam, colocou o vestido cuidadosamente sobre a cadeira.

— Gaudêncio, agora tire minhas meias e minha cinta-liga!

Mais uma vez, ele obedeceu sem nada dizer.

— Agora, Gaudêncio, eu quero que você tire meu sutiã e minha calcinha!

Olhar cabisbaixo, Gaudêncio obedeceu.

— Gaudêncio! Se eu pegar você mais uma vez usando minhas roupas, você está despedido!

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O sujeito acaba de assumir o comando de uma importante multinacional e, no dia de sua posse, recebe três envelopes do seu antecessor:

— Abra cada um deles, toda vez que se deparar com um problema difícil — aconselha o ex-presidente.

As coisas parecem que iam caminhando bem até que alguns meses depois a empresa começa a dar prejuízo.

Ele abre o primeiro envelope: "Culpe o seu antecessor"!

Ele reúne-se com os acionistas, mostra gráficos e consegue provar que a culpa era do seu antecessores.

Animados com o discurso, os acionistas voltam a investir e logo a empresa se recupera.

Mais alguns meses se passam, o lucro desaparece, ele abre o segundo envelope: "Corte custos".

Imediatamente ele reúne a diretoria e exige cortes drásticos em todas as áreas. No mês seguinte os resultados já começam a ser satisfatório novamente.

Passa-se mais um ano e novamente a empresa volta a dar prejuízo. Ele abre o terceiro envelope: "Prepare três envelopes!"

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Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:

— Por que a colher?

— Bom, — explicou — os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.

Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno. No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:

— Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continuo a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no zíper da calça do garçom.

Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no zíper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:

— Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?

— Oh, sim! — respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo — Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.

— Como é isso?

— Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.

— Que ótimo, isso tem muito sentido, mas... se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?

— Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.

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Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu gerente, no qual estava escrito: "PORRA".

No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: "FODASE".

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:

— Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é "Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado".

O funcionário argumentou:

— Sei disso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODASE, que significa: "Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue".

Vai ter raciocínio rápido assim lá na "PQP" (Produção, Qualidade e Planejamento).

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Um vendedor chegou a uma cidadezinha do interior, e chegando no único hotel descobre que não há vaga. Suplica ao recepcionista qualquer lugar para poder dormir. Ele responde:

— Olha... tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que me disse que gostaria de rachar as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo: o sujeito ronca até não mais poder. Tanto é que os vizinhos telefonam se queixando de que não conseguem dormir.

— Sem problema. Fico com o quarto, preciso dormir!

O recepcionista apresenta os hospedes um ao outro e diz que o jantar está servido, para quem quiser. No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando as expectativas, está bem disposto. O recepcionista pergunta:

— O senhor conseguiu dormir?

— Sem problema!

— Mas os roncos não atrapalharam?

— Nada! Ele não roncou nem por um minuto.

— Como assim?

— Bom, foi simples: O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto. Então me aproximei da cama dele e beijei a bunda dele dizendo: "Boa noite, coisinha linda..." E o sujeito passou a noite toda sentado na cama me olhando assustado.

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Numa lanchonete do interior, o dono que decidira fazer ele próprio a publicidade do lugar, colocou um anuncio dizendo: Temos todo tipo de sanduíche!

Um cliente brincalhão, vindo da cidade grande, pede:

— Por favor, eu queria um sanduíche de elefante.

O dono, depois de refletir um pouco, pergunta em voz alta:

— Mais alguém quer sanduíche de elefante?

Como ninguém responde, vira-se para o freguês e se justifica:

— Sinto muito, mas não posso abrir um elefante só para o senhor.

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O psicólogo fazia testes para admissão de novos candidatos em uma empresa de seleção.

— O senhor pode contar até dez, por favor!

— Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.

— Por que você contou de trás pra frente?

— É que eu trabalhava na Nasa!

— Sinto muito, está reprovado!

Entra o próximo.

— O senhor pode contar até dez, por favor!

— Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!

— Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?

— Porque eu trabalhava como carteiro.

— Sinto muito, está reprovado!

Entra o próximo.

— Antes de começarmos, por favor me diga uma coisa, o que o senhor fazia no emprego anterior.

— Eu era funcionário público!

— Ok! O senhor pode contar até dez?

— É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.

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A companhia do avião toca insistentemente e a aeromoça se aproxima de um senhor bem vestido:

— O que o senhor deseja?

— É o seguinte: eu voo todos os dias nesta companhia e toda vez eu fico no mesmo lugar. Daqui eu não consigo ver o filme que passam, não consigo dormir direito, essa aba da janela não fecha. Eu quero uma providência urgente!

— Comandante, o senhor bebeu de novo?

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