Piadas de Escola

O garotinho está num canto do pátio chorando muito até que e a professora vai dar uma força e diz:

— Não chore, Joãozinho! Sabe por quê?

— Não sei, não professora!

— Porque quando gente pequena chora muito acaba crescendo e ficando feia...

— Então professora quando a senhora era pequena deveria ser a maior chorona da turma, não é mesmo?

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Na sala de aula a professora pergunta:

— Joãozinho, o que você vai ser quando crescer?

— Eu vou ser punk, professora!

— Punk? E o que faz um punk? — pergunta ela, perplexa.

— Um punk bebe cerveja, anda de moto e come mulher!

Ouvindo isso a professora ficou chocada e mandou Joãozinho para a diretoria, onde ele contou a história e tomou uma suspensão. Já em casa, ele desabafa:

— Mãe, eu tomei uma suspensão na escola só porque disse que quando crescer quero ser punk!

— Punk? Mas o que um punk faz, meu filho?

— Um punk bebe cerveja, anda de moto e come mulher...

Ouvindo as palavras do filho, ela deu-lhe uma surra e o mandou para o quarto de castigo. Por lá ele ficou durante algumas horas, pensando até que voltou para tentar se desculpar com a mãe.

— Mãe... Eu mudei de idéia.

— O que foi? Mudou de idéia como? O que você quer ser agora?

— Resolvi que quero ser um Punk Júnior...

— Ah, é? E posso saber o que um Punk Júnior faz?

— Anda de bicicleta, toma guaraná e bate punheta!

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Joãozinho chega muito animado do primeiro dia de aula na escola e diz para a mãe:

— Manhê! Hoje a professora ensinou pra gente qual é a mão direita!

— Muito bem. Mostre ela para a mamãe.

Joãozinho, orgulhoso, mostra a mão para a mãe.

— Ótimo! Parabéns! Agora, me mostre a mão esquerda!

— Ah, isso ela vai ensinar só amanhã!

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O casal discute:

— Eu já estou cheia, Zé Eduardo! — reclama ela. — Tudo nesta casa sou eu quem tem de decidir...

— Mas, Solange...

— Se a empregada vai embora, eu tenho de arranjar outra, se as crianças vão mal na escola, eu tenho de descobrir o motivo, falar com os professores...

— Mas, Solange...

— Se a pia entope, eu tenho que arranjar um encanador...

— Mas, Solange...

— Se sobra dinheiro, tenho que procurar o melhor investimento...

— Mas, Solange...

— Se falta dinheiro, tenho que saber onde economizar... Pra mim chega!

— Tá bom, meu bem! Você tem toda razão! — e depois de uma pequena pausa. — O que você acha que nós devemos fazer?

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Joãozinho estava fazendo a maior bagunça na classe e a professora de história resolve lhe aplicar uma reprimenda.

— Joãozinho, levante-se! Chamada oral!

Apavorado, ele levantou-se com as pernas tremendo.

— Quem foi que colocou fogo em Roma?

— Não fui eu, professora!

A professora ficou muito invocada e deu-lhe um zero. No dia seguinte, a mãe dele aparece na porta da escola para tirar satisfação.

— Eu queria saber — perguntou para a professora. — por que a senhora deu zero para o meu menino?

— É que eu perguntei para ele quem pôs fogo em Roma e ele me disse que não era ele!

E a mãe:

— Olha, dona! O meu menino pode ser meio malcriado, mas não tem mania de mentir! Se ele diz que não foi ele é porque não foi mesmo!

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Prova de matemática. As duas espertinhas que não haviam estudado porra nenhuma, resolvem cabular e passar o dia estudando para tentar fazer a prova no dia seguinte.

No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:

— Professor — diz a primeira. — Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.

Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?

— Claro! Não tem problema — diz o professor. — Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.

Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.

Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: "Em que rua o carro quebrou?".

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Joãozinho chega em prantos da escola:

— Mamãe, mamãe!

— O que foi, meu filho?

— Os outros meninos... sniff... ficam me chamando de cabeção! Buuáááá...

— Não ligue para eles, meu filho! — consola a mãe.

— Mas é todo dia, mamãe! Não agüento mais!

— Então, por que você não bate neles?

— É que eles entram em umas ruas tão estreitas...

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Vendo o filho voltar da escola todo feliz, no primeiro dia de aula, a mãe diz:

— Joãozinho! Que bom ver você assim, feliz... Quer dizer então que você gostou de ir à escola?

— Pô, mãe! Se liga... Não confunde a ida com a volta, né?

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Prezado Pedro, meu futuro genro.

Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha...

Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe.

Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e piercings, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante.

Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito.

Vejo, também, que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta.

Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques.

Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma boa Universidade é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola.

Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza e reconheço que estava errado.

Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha.

Um forte abraço!

Seu futuro sogro.

P.S.: Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!

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