Piadas de Escola

O presidente faz uma visita a uma escola em Brasília e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia". Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:

— Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

— Não - diz o presidente — isto seria um ACIDENTE.

Uma garotinha levanta a mão.

— Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças — pergunta ela — caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

— Também não — explica o presidente — Neste caso, seria uma GRANDE PERDA.

A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. O presidente olha para a turma:

— Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranquila ele diz:

— Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Ruth, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

— Fantástico! — exclama o presidente — Correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

— Bem, — diz o garoto — porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

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Um gaúcho se dirigiu à atendente da casa lotérica:

— Olha, não tenho a menor idéia sobre quais números escolher para comprar um bilhete da Loteria Federal. Você poderia me ajudar?

— Claro, respondeu ela, vamos lá. Durante quantos anos você freqüentou a escola?

— 8

— Perfeito, temos um 8.

— Quantos filhos você tem?

— 3

— Ótimo, já temos um 8 e um 3. Quantos livros você já leu até hoje?

— 9

— Certo, temos um 8, um 3 e um 9. Quantas vezes por mês você faz amor com sua mulher?

— Caramba, isso é uma coisa muito pessoal — diz ele.

— Mas você não quer ganhar na loteria?

— Está bem, 2 vezes.

— Só? Bom, deixa pra lá. Agora que já temos confiança um com o outro, me diga quantas vezes você já deu a bunda?

— Qual é a sua? — diz o homem — Sou espada!

— Não fique chateado. Vamos considerar então zero vezes. Com isso já temos todos os números: 83920.

O sujeito comprou o bilhete que correspondia ao número escolhido. No dia seguinte foi conferir o resultado. O bilhete premiado foi o de nº 83921. Cheio de raiva, comentou:

— Puta que pariu! Por causa de uma mentirinha besta eu não fiquei milionário!

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No primeiro dia de escola nos Estados Unidos, um novo estudante, de nome Toshiba, filho de um negociante Japonês, entrou para a quarta classe. A professora saudou a classe, e disse:

— Vamos começar por rever a Historia Americana. Quem disse: "Dêem-me a liberdade ou a morte?..."

Viu apenas um mar de caras de ignorância, com excepção do pequeno Toshiba que estava de braço no ar "Patrick Henry, 1775." — disse o garoto.

— Agora, — disse a professora, — quem disse: "o Governo do povo, pelo povo e para o povo não deve nunca extinguir-se da face da Terra?"

Mais uma vez, tudo calado exceto o Toshiba:

— Abraham Lincoln, 1863.

A Professora virou-se para a classe e disse:

— Vocês deveriam ter vergonha. O Toshiba, que acabou de chegar ao nosso país, sabe mais sobre ele do que vocês.

Assim que a Professora se virou para escrever no quadro, ouviu-se uma voz:

— Malditos Japoneses.

— Quem disse isso? — perguntou ela.

Toshiba levantou o braço:

— Lee Iacocca, 1982.

Nesta altura, um aluno já farto do ar de superioridade do Toshiba em relação ao resto da classe, levantou-se e disse:

— Vou vomitar.

— Quem disse isso? — perguntou novamente a professora.

Mais uma vez, o Toshiba levantou o braço:

— George Bush para o Primeiro Ministro Japonês, 1991.

Já furioso, um outro aluno levanta-se e grita para o Toshiba: "Olha, chupa o ..."

Mais uma vez, resposta do Toshiba:

— Bill Clinton para Monica Lewinsky, 1997.

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A professora fala sobre higiene, limpeza, banhos e essas coisas nem sempre muito apreciadas pelas crianças. Ela chama o Joãozinho e pede para ele mostrar as mãos. Ele mostra a mão esquerda que está sujíssima. A professora aproveita a oportunidade para uma lição.

— Aposto que essa é a mão mais suja da escola.

— Perdeu, professora. Veja só a minha direita como está.

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Joãozinho chega chorando na escola e Pedrinho assustadamente pergunta:

— Mas o que aconteceu Joãozinho?

— Ah Pedrinho, meu primo...

— O que ele tem?

Joãozinho ainda mais desesperado responde:

— Ele vai fazer muita falta!

— Por que? Ele falecera?

— Não, virou zagueiro...

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A garota fez de tudo para se aproximar do cara mais bonito da escola. Depois de muita manha, armação e suborno, ficou cara a cara com ele na aula de Química. Jogou o cabelo pro lado e deu aquela encarada fatal no garanhão.

O rapaz olhou lá no fundo dos olhos da moça e perguntou, com aquele tom de galã:

— Você tem telefone?

A moça quase caiu pra trás de emoção.

— Tenho sim. — respondeu ela, com voz de gata no cio.

E o rapaz, implacável:

— Então, por que você não vende e faz uma plástica?

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O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.

— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.

— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!

— Como não sabe contar?

— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!

— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?

— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...

— O senhor deu mais uma?

— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!

— Então o senhor deu sete?

— Se não esqueci nenhuma...

— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!

E o matuto:

— Ai, que alívio...

— Alívio? Por quê?

— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal!

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Na sala de aula a professora pergunta:

— Joãozinho, o que você vai ser quando crescer?

— Eu vou ser punk, professora!

— Punk? E o que faz um punk? — pergunta ela, perplexa.

— Um punk bebe cerveja, anda de moto e come mulher!

Ouvindo isso a professora ficou chocada e mandou Joãozinho para a diretoria, onde ele contou a história e tomou uma suspensão. Já em casa, ele desabafa:

— Mãe, eu tomei uma suspensão na escola só porque disse que quando crescer quero ser punk!

— Punk? Mas o que um punk faz, meu filho?

— Um punk bebe cerveja, anda de moto e come mulher...

Ouvindo as palavras do filho, ela deu-lhe uma surra e o mandou para o quarto de castigo. Por lá ele ficou durante algumas horas, pensando até que voltou para tentar se desculpar com a mãe.

— Mãe... Eu mudei de idéia.

— O que foi? Mudou de idéia como? O que você quer ser agora?

— Resolvi que quero ser um Punk Júnior...

— Ah, é? E posso saber o que um Punk Júnior faz?

— Anda de bicicleta, toma guaraná e bate punheta!

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Joãozinho chega muito animado do primeiro dia de aula na escola e diz para a mãe:

— Manhê! Hoje a professora ensinou pra gente qual é a mão direita!

— Muito bem. Mostre ela para a mamãe.

Joãozinho, orgulhoso, mostra a mão para a mãe.

— Ótimo! Parabéns! Agora, me mostre a mão esquerda!

— Ah, isso ela vai ensinar só amanhã!

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O casal discute:

— Eu já estou cheia, Zé Eduardo! — reclama ela. — Tudo nesta casa sou eu quem tem de decidir...

— Mas, Solange...

— Se a empregada vai embora, eu tenho de arranjar outra, se as crianças vão mal na escola, eu tenho de descobrir o motivo, falar com os professores...

— Mas, Solange...

— Se a pia entope, eu tenho que arranjar um encanador...

— Mas, Solange...

— Se sobra dinheiro, tenho que procurar o melhor investimento...

— Mas, Solange...

— Se falta dinheiro, tenho que saber onde economizar... Pra mim chega!

— Tá bom, meu bem! Você tem toda razão! — e depois de uma pequena pausa. — O que você acha que nós devemos fazer?

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Joãozinho estava fazendo a maior bagunça na classe e a professora de história resolve lhe aplicar uma reprimenda.

— Joãozinho, levante-se! Chamada oral!

Apavorado, ele levantou-se com as pernas tremendo.

— Quem foi que colocou fogo em Roma?

— Não fui eu, professora!

A professora ficou muito invocada e deu-lhe um zero. No dia seguinte, a mãe dele aparece na porta da escola para tirar satisfação.

— Eu queria saber — perguntou para a professora. — por que a senhora deu zero para o meu menino?

— É que eu perguntei para ele quem pôs fogo em Roma e ele me disse que não era ele!

E a mãe:

— Olha, dona! O meu menino pode ser meio malcriado, mas não tem mania de mentir! Se ele diz que não foi ele é porque não foi mesmo!

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Prova de matemática. As duas espertinhas que não haviam estudado porra nenhuma, resolvem cabular e passar o dia estudando para tentar fazer a prova no dia seguinte.

No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:

— Professor — diz a primeira. — Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.

Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?

— Claro! Não tem problema — diz o professor. — Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.

Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.

Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: "Em que rua o carro quebrou?".

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