Piadas de Escola

Um dia na escola a professora Marieta fala:

— Meus queridos aluninhos, hoje eu vou lhes ensinar o que é verso e o que é prosa. É bem simples, verso é aquilo que rima e prosa é aquilo que não rima.

Professora diz:

— Marquinho, fale-me um verso.

Marquinho diz:

— Em cima daquele morro, tem dois sacos de cimento, quando um bate no outro é sinal de casamento.

Professora diz:

— Agora você Joãozinho, fale-me um verso:

Joãozinho diz:

— Professora bonitinha, que se chama Marieta, a senhora tem cabelo...

A professora interrompe e diz:

— Não Joãozinho... mude tudo, agora eu quero prosa.

Joãozinho diz:

— Tudo bem... Professora bonitinha que se chama Marieta, a senhora tem cabelo no cu.

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O indivíduo surpreende a mulher em sua cama com outro. Tirou o revólver da cintura, armou o gatilho e já ia metendo bala nos dois, quando parou pra pensar e foi percebendo como a sua vida de casado havia melhorado nos últimos tempos. A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás, nem para comprar vestidos, joias e sapatos, apesar de todos os dias aparecer com um vestido novo, uma joia nova ou uma sandalinha da moda. Os meninos mudaram na escola pública do bairro para um cursinho super-chique, na zona Sul. Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar dele estar há quatro anos sem aumento e ter cortado a mesada dela. E o mercado então, nem se fala, eles nunca tiveram tanta fartura quanto nos últimos meses. E as contas de luz, água, telefone, internet, celular e cartão de crédito, fazia tempo que ele nem ouvia falar delas. O caso é que a mulher dele era mesmo um avião, uma mistura de Tiazinha com Vera Fisher, temperada no caldo da Feiticeira. Coisa de louco.

Guardou a arma na cintura e foi saindo devagar, para não atrapalhar os dois.

Parou na porta da sala e disse pra si mesmo:

— O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das crianças, as contas da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda vou pra cama com ela todos os dias...

E fechando a porta atrás de si, concluiu:

— Pô, o corno é ele!

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Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:

Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:

— Biscreta.

A universitária disse:

Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:

— Pedrinho, pode me falar um substantivo?

— Sim, fessora, azurrr.

A universitária:

— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.

Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:

— Joãozinho, pode me dizer um verbo?

Joãozinho responde:

— Hospedar.

A universitária:

— Muito bem, você acertou.

E então a universitária, entusiasmada completa:

— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.

Joãozinho:

— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.

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Durante a sua campanha pelas indiretas, Maluf se enche de coragem e vai visitar uma escola primaria. Para sua surpresa e muito bem recebido pela turma do segundo ano primário. Mas que meninos inteligentes diz ele. E pergunta para a professora o que eles sabem fazer.

— Ah, eles são muito estudiosos. Sabem ler, escrever, geografia, historia, matemática, mas são craques mesmo em conjugar verbos.

— Quero ver, diz Maluf, e pede a um menino para conjugar um verbo. O garoto, todo compenetrado:

Eu malufo

Tu malufas

Ele malufa

Nós malufamos

Vós malufais

Eles malufam.

O ex-governador de São Paulo ficou impressionado e deu uma caneta de presente para o garoto. Depois de visitar a escola toda, encontrou o mesmo menino no recreio chorando num canto. Foi até lá e perguntou:

— Por que‚ que você está chorando?

- É que o sacana do Zé da terceira série, malufou a minha caneta.

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O garoto está indo para a escola. No caminho, encontra uma colega de classe, que não conseguiu segurar o riso:

— Interessantes estas meias que você está usando, Ricardinho... uma amarela e outra azul...

— Verdade. Gozado‚ que lá em casa eu tenho outro par igualzinho!

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Joãozinho estava na escola e depois dos deveres a professora disse:

— Vai ter um trabalho de saúde para amanhã, tragam alguma coisa sobre saúde e eu vou perguntar algumas coisas sobre isso depois.

No dia seguinte Joãozinho chegou na escola e a professora mandou apresentarem os seus trabalhos:

— Mariazinha, o que você trouxe?

— Um bandeide.

— Pra que serve?

— Pra colocar no machucado.

— Quem te deu?

— Minha Mãe.

— O que ela disse?

— Que ia ser o melhor trabalho!

— Joãozinho o que você trouxe?

— Uma mascara de oxigênio.

— Pra que serve isso Joãozinho?

— Pra respirar a força!

— Quem te deu isso menino?

— Minha avó.

— O que ela disse?

— Ela disse: Devolve, peste!

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Todo dia um amiguinho chegava para o outro e perguntava:

— Ô Zezinho você conhece o João?

Que João? — perguntava Zezinho

Aquele que comeu seu butão! — respondia seu amigo

Zezinho cansado dessa vida, contou para seu pai que todo dia que chego a escola meu amiguinho pergunta se eu conheço o João, e eu pergunto "Que João?", e ele me responde: Aquele que comeu seu butão!

O pai disse à ele então:

— Na hora que você chegar na escola, pergunte ao seu amiguinho se ele conhece o Mário, então ele vai perguntar "Que Mário?" e você responde: Aquele que te comeu atrás do armário!

Zezinho todo feliz chegando à escola viu seu amiguinho e o perguntou:

Você conhece o Mário?

Claro! O irmão do João, não é? — responde o amiguinho

Que João? — pergunta Zezinho.

Seu amiguinho responde:

Aquele que comeu seu butão!

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Joãzinho chega da escola e diz para a mãe:

-Mãe, hoje lá na escola me chamaram de dentuço.

E a mãe diz:

-Não liga não meu filho, mas agora fecha a boca porque ta riscando o chão.

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O garotinho chega da escola e corre contar a novidade para o pai:

— Papai, hoje a professora pediu para a gente escrever sobre nossos heróis, nossos modelos de vida e eu escrevi sobre você!

— Verdade, filho? Nossa... eu nem sabia que você me admirava tanto! - diz o pai comovido.

— Não é bem assim, papai... É que eu não sabia escrever Arnold Schwarzenegger!

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