Piadas de Família

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Professor Muito Bravo

O professor de ciências era muito bravo. Um dia ele levou para a aula uma pata de um pássaro. Apontou para um aluno e perguntou:

— Olhando esta pata de pássaro responda-me: qual é a família, gênero e espécie do animal?

— Como é que eu vou saber isso tudo com uma pata?

— Seu ignorante — gritou o professor. — Você está suspenso!

E pegando uma caneta e um papel, perguntou ao menino:

— Qual é o seu nome completo?

O menino estendeu a mão para o professor e disse:

— Adivinha!

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Machado no Rio

Um dia, uma dona de casa buscava gravetos para o fogão a lenha para fazer o almoço para sua família.

Cortando o galho de uma árvore tombada, seu machado caiu no rio. A mulher suplicou a Deus que lhe ajudasse. Ele apareceu e perguntou:

— Por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu machado havia caído no rio. E Deus entrou no rio, de onde tirou um machado com cabo de ouro, e perguntou:

— É este seu machado?

A nobre mulher respondeu:

— Não, Deus, não é esse.

Deus entrou novamente no rio e tirou um machado com cabo de prata:

— É este o seu?

— Também não, respondeu a dona de casa.

Deus voltou ao rio e tirou um machado com cabo de madeira, e perguntou:

— É este teu machado?

— Sim, respondeu a nobilíssima mulher.

Deus estava contente com a sinceridade da mulher, e mandou-a de volta para casa, dando-lhe os três machados de presente.

Um dia, a mulher e seu amantíssimo marido estavam passeando no campo quando ele tropeçou e caiu no rio. A infeliz mulher, então, suplicou a Deus por ajuda.

Ele apareceu e perguntou:

— Mulher, por que você está chorando?

A mulher respondeu que seu esposo caíra no rio. Imediatamente Deus mergulhou e tirou o Rodrigo Santoro, e perguntou:

— É este seu marido?

— Sim, sim, respondeu a mulher.

E Deus se enfureceu.

— Mulher mentirosa! — exclamou.

Mas a mulher rapidamente se explicou:

— Deus, perdoe, foi um mal-entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor tiraria o Gianecchini do rio; depois, se eu dissesse que não era ele, o Senhor tiraria meu marido; e quando eu dissesse que sim, era ele, o Senhor mandaria eu ficar com os três. Mas eu sou uma humilde mulher, e não poderia cometer poligamia... Só por isso eu disse "sim" para o primeiro deles.

E Deus achou justo, e lhe perdoou.

Moral da história: Às vezes a mulher mente de um jeito, que até Deus acredita...

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Matéria Sobre Sexo

Um repórter tinha que fazer uma matéria sobre o sexo nas suas diversas classes sociais, foi então ele entrevistar um evangélico:

— Meu amigo me diga o que significa sexo para você?

— Bom sexo pra mim é quando se conhece uma moça de família namora com ela mais ou menos 5 anos depois casa e então vem a consumação do casamento com o sexo.

Foi então entrevistar um rapaz católico, fez a mesma pergunta e ele respondeu:

— Sexo pra mim é conhecer uma garota namorar e transar com ela depois de um tempo de namoro.

Foi então entrevistar um senhor que se encontrava um pouco embriagado, e ele respondeu.

— Sexo pra mim é ir a uma boate encontrar gata e transar com ela na primeira noite.

Depois foi entrevistar um punk totalmente drogado, ele respondeu:

— Sexo pra mim é colocar uma gata gostosa na traseira de uma moto e sair a 160 km por hora e se acabar debaixo de uma carreta .

— Peraí amigo onde você vê sexo aí?

— Bom sexo eu não sei, mas que a gente se fode se fode.

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Jovem Muito Tímido

Um jovem rico, mas muito tímido, casou-se com uma moça muito bonita e de boa família. À noite foram para a cama e a noiva esperava que ele fizesse aquilo que todos os casais fazem na noite de núpcias. E não aconteceu nada, nem sequer um beijo. Nada! No dia seguinte a esposa foi à casa da mãe chorar a situação.

— Que é que aconteceu de ruim, minha filha? — pergunta a mãe.

— Ele não fez nada, mãe! Ensinei-o como devia fazer, ajudei-o e nada!

— Espera minha filha que eu vou resolver isso.

A sogra foi até a casa e falou para o genro:

— Minha filha está reclamando que você não agiu como um marido com ela ontem à noite.

O genro ficou quieto e a sogra continuou:

— Você não sabe como é que fazem os cães? É isso que você tem que fazer, igualzinho como um cachorro faz! Então logo a noite você faz com a minha filha como os cães fazem com as cadelas, e tudo vai correr bem!

No dia seguinte, a filha voltou a procurar a mãe e chorava mais que no dia anterior.

— Mãe, não sei o que você disse para o meu marido, mas ele ainda foi pior que na noite passada.

— O que é que ele fez? — pergunta a mãe.

— Ele tirou a roupa, tirou a minha roupa, cheirou meu cu, e depois foi mijar contra o armário do quarto.

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Cabelos Ruivos

Depois do bebê nascer, o pai, aflito, foi falar com o obstetra:

— Senhor doutor, estou muito preocupado porque a minha filha nasceu com cabelos ruivos. Não pode ser minha!

— Que disparate! — disse o médico.

— Mesmo que tu a tua mulher ambos tiverem cabelo preto, podem ter cabelos ruivos nos genes da vossa família.

— Não é possível! — insistiu o pai.

— Ambas as nossas famílias têm tido cabelos pretos há muitas gerações.

— Bem, — disse o médico — tenho de perguntar... Com que frequência tu e a tua mulher praticam sexo?

O homem, envergonhado, respondeu:

— Este ano tenho andado cansado de trabalhar muito. Só fizemos amor uma ou duas vezes nos últimos meses.

— Então aí está! — respondeu o médico confiante — É ferrugem!

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Informações Sobre Pacientes

— Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre os pacientes. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou...

— Qual e o nome do paciente?

— Chama-se Celso e está no quarto 302.

— Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem...

— Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

— Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!

— Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

— Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?

— Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.

— Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário da paciente... Um instante só!

— Hummm, aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

— Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

— Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?

— Não, sou o próprio Celso, telefonando aqui do 302. É que todo mundo entra e sai do quarto e ninguém me diz droga nenhuma ... só queria saber!

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Contribuição do Advogado

Numa cidadezinha do interior, o prefeito vai ter uma reunião com aquele famoso advogado.

— Doutor — começa ele. — Segundo informações de nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de reais, é verdade?

— Sim, é verdade — confirma o advogado.

— E, segundo esse mesmo departamento, o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

— Isso também é verdade, prefeito. Mas, me diga uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de câncer o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil reais?

— Nã... nã... Não, senhor!

— E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está tetraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?

— Nã... Não... Não me informaram, senhor!

— E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis em uma enchente?

— Não, não sabia, me desculpe... Eu...

— E se eu não dei nenhum centavo para eles, você acha que eu vou dar para suas obras sociais?

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Tradições na Família

Ainda novo, um rabino falece tragicamente em um acidente. Como ele vivia em uma comunidade pequena, todos se conhecem e, depois de algum tempo, acabam aconselhando à jovem esposa para que ela volte a se casar.

Na comunidade havia somente um candidato disponível e era um mecânico, simpático mas de pouca educação formal. Embora relutasse muito no início, pois era habituada a viver com uma pessoa erudita, a viúva finalmente aceita. Após o casamento, na sexta-feira, véspera de Shabat, após o banho ritual no mikve, o mecânico fala para sua nova esposa:

— Minha mãe sempre falou que era uma boa ação praticar sexo antes de ir para a sinagoga.

E foi dito e feito.

Voltando da sinagoga ele fala:

— Segundo meu pai, é uma santa obrigação fazer sexo antes de acender as velas de Shabat.

Foi dito e feito, de novo.

Pouco antes de irem dormir, o mecânico volta:

— Meu avô sempre disse que é costume fazer sexo no Shabat.

E mais uma vez fazem sexo.

Amanhecendo o dia seguinte ele diz:

— Minha tia Sara, muito religiosa, me disse certa vez que um bom judeu não começa a manhã de Shabat sem ter sexo.

E novamente fazem sexo.

A viúva, já no domingo, sai para fazer compras. No mercado encontra com várias amigas, que perguntam:

— E aí? Que tal é o novo marido?

— Bom. — responde ela — ele não é letrado como o falecido rabino, mas vem de uma família maaaaaaaa-raaaaaa-vilhooooosa!

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Emprego dos Sonhos

O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:

— Qual foi seu último salário?

— Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.

— Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

— Jura?

— Que carro o senhor tem?

— Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!

— Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!

— Jura?

— O senhor viaja muito para o exterior?

— Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...

— Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...

— Jura?

— E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.

Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um cachorro uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!

— Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

— Si, sim, sim, so, so, sou eu...

A multidão não resistiu...

— Ooooohhhhhhhhhhhhh!

— Telegrama para o senhor...

Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...

— E agora? Quem vai pagar essa festa toda?

Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:

— Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!

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Família Maldosa

Aquela família de sádicos estava passeando de carro quando de repente um cachorro cruza a pista.

— Mata pai, mata pai! — gritam as crianças alvoroçadas.

Póófff! E o cachorro é esmagado pelas rodas do carro.

— Urra! — gritam as crianças.

Um pouco mais adiante é uma velhinha que tenta atravessar a rua.

— Mata pai, mata pai! — gritam as crianças alvoroçadas!

Póófff! E os cacos da velhinha se esparramam pelo asfalto.

— Urra! — gritam as crianças.

Um pouco mais adiante o carro derrapa numa curva e uma das portas dianteiras se abre, a mãe é atirada para fora e rola em um despenhadeiro.

— Urra! — gritam as crianças, menos uma que começa a chorar.

— O que foi, meu filho? — pergunta o pai.

— A mamãe... — balbucia ele, entre soluços.

— Você está triste por que a mamãe morreu?

— Não... É que eu não vi ela cair!

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Velhinha Atravessando

A família foi fazer uma viagem de carro. E a mãe:

— Olha a velhinha atravessando a rua!

E o motorista diz:

— Tô vendo!

A mulher diz de novo:

— Olha a velhinha aí na frente!

O motorista diz:

— Fica fria, eu tô vendo! Afinal quem é que tá dirigindo, eu ou você?

De repente, pow! E a mulher:

— Ah, pensei que você não ia atropelá-la!

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Ofensa ao Gorila

O homem foi com a família no zoológico... mostrou os elefantes para os filhos, a girafa, os leões, enfim ficou o dia inteiro andando prá cá e prá lá, aí ouviu aquele sinal das cinco e meia, que já ia fechar o zoológico, quando ele estava passando enfrente a jaula dos gorilas. Cansado e exausto ele passou a mão na testa, gesto peculiar quando você quer limpar o suor. O gorila não gostou e começou a jogar merda no sujeito, deixando-o todo sujo.

O homem que não gostou nada foi reclamar com o administrador do zoológico, explicou o caso e o administrador retrucou, não, alguma coisa você fez, o gorila não joga merda em ninguém de graça. O sujeito disse: eu não fiz nada apenas limpei o suor da testa. Ah disse o administrador, taí. Isso na linguagem de gorila é o mesmo que mandar ele ir tomar no cu. Ele, mesmo indignado foi embora.

No dia seguinte levantou cedo, foi na farmácia e comprou dois bisturis, passou no mercado e comprou uma linguiça, voltou lá no zoológico e foi direto na jaula do gorila. Chegando lá pegou um dos bisturis e jogou dentro da jaula, o gorila pegou o bisturi e ficou olhando, mostrou o dele também para o gorila, desceu o zíper da calca, tirou a linguiça para fora, segurando como se fosse mijar. Pegou o bisturi e começou a cortar a lingüiça com movimentos rápidos, olhou para o gorila e falava, vai também, vai também...

O gorila simplesmente olhou sério para ele e passou a mão na testa...

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Pedindo Piedade

Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.

— Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.

— Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.

Quando o pessoal sai o rapaz diz:

— O seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus!

— Cala a boca e fica quieto aí!

Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:

— Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.

— Deixa ele aí que eu já resolvo.

Daí a pouco chega outro pobre coitado:

— Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!

— Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.

Mais alguns minutos entra outro:

— Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.

Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:

— Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O cara do cu sou eu, tá?

Moral da História: Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um grande problema.

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Prova de Zoologia

Dia de prova de zoologia. O professor coloca um pezinho de passarinho sobre a carteira do aluno e ordena:

— Examine isto e me fale qual é a espécie, a qual família pertence e faça um resumo de seus hábitos migratórios!

— Mas como vou saber tudo isso só de olhar pra esse pé?

— Vai levar um zero! Qual é seu nome e a que turma você pertence?

O aluno tira o sapato, mostrando o pé e diz:

— Olha e adivinhe!

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Ayrton Senna no Céu

Quando Ayrton Senna chegou ao céu, São Pedro foi logo perguntando:

— Como é seu nome, meu filho?

— Ayrton Senna da Silva.

— Ah! Você é aquele piloto da F1, não é?

— Sou eu mesmo.

— Aquele que tinha uma ilha em Angra dos Reis com heliporto, quadra de tênis, praia particular entre outras coisas, mais um jato executivo Learjet 60 de 12 lugares comprado por US$ 19.000.000,00, um helicóptero bi-turbo avaliado em US$ 5.000.000,00 uma lancha Off Shore de 58', uma fazenda em Tatuí e que ganhava US$ 1.200.000,00 por corrida?

— Sou eu mesmo.

— Andava de Audi, Honda NSX e tinha uma DUCATI com seu nome?

— Sim senhor!

— Morava em Mônaco, mas tinha apartamentos em NYC, Paris e viajava quando queria para o Brasil no seu próprio jatinho particular?

— Correto.

— Aquele que até hoje a família é acionista da Audi do Brasil?

— Eu mesmo!

— Aquele que comeu a Xuxa, e a Adriane Galisteu?

— Sim.

— Putz… pode entrar, mas você vai achar o Paraíso uma merda!

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Morte da Vaquinha

Um dia a mulher acordou, olhou pela janela e viu que a única vaquinha que eles tinham estava morta. A Velha ficou desesperada. E agora como iam alimentar a família? A vaquinha era o único bem que tinham. Deprimida, a mulher se suicidou.

Quando o marido acordou e viu a mulher e a vaquinha morta, ele não agüentou e teve um ataque cardíaco fulminante.

O filho mais velho acordou e viu a situação. Tomou uma decisão drástica: foi ate o rio para se afogar. Quando chegou no rio, deu de cara com uma sereia:

— Eu sei o que aconteceu com a sua família!

Disse a sereia:

— Mas se você transar comigo cinco vezes seguidas, eu trago todo mundo de volta!

O cara mandou ver. Mas só agüentou quatro vezes, na quinta ele broxou. A sereia ficou nervosa e o jogou no rio onde ele morreu afogado.

Então acordou outro irmão. Foi ate o rio atrás do irmão mais velho e encontrou a sereia.

— Se você transar comigo sete vezes seguidas, eu trago todo mundo de volta! — propôs a sereia.

O cara mandou ver, mas na sexta transada ele não agüentou e broxou. A sereia afogou ele no rio.

Então foi a vez do caçula, com doze anos. Ele foi ate o rio e encontrou a sereia.

— Se você transar comigo dez vezes, eu trago todo mundo de volta! — propôs a sereia.

— Dez vezes? — pergunta o caçula — E se você não agüentar e morrer que nem a vaquinha?

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Convidado a Comer

Um dia, um caipira foi entregar o leite na casa do patrão bem na hora do almoço e foi convidado a comer com a família. Com vergonha de sua falta de modos, ele preferiu não aceitar. O patrão insistiu:

— Coma conosco.

E o caipira:

— Não, brigado.

— Coma conosco, está uma delicia!

— Ah, tudo bem, acho que vou experimentar um conosquinho, então.

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Transplante de Cérebro

Depois de passar por vários exames, o paciente recebe o diagnóstico da junta médica que o assistia:

— O senhor precisa fazer um transplante de cérebro!

— Transplante de cérebro?

— Sim e já arranjamos três doadores. O primeiro é um engenheiro que morreu há duas horas atrás, a família está querendo 50 mil pelo cérebro dele.

— Cinqüenta mil?

— O segundo é um cientista que morreu pela manhã, a família está querendo 80 mil pelo cérebro dele.

— Oitenta mil?

— O terceiro é uma mulher que acaba de falecer. O marido está pedindo 200 mil.

— Duzentos mil? Por que tão caro?

— Porque está novinho, nunca foi usado!

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Atravessando a Rua

A família Adams foi fazer uma viagem de carro. De repente a mãe gritou:

— Olha a velhinha atravessando a rua!

E o marido diz:

— Tô vendo...

O carro anda mais alguns metros e a mulher diz de novo:

— Olha a velhinha aí na frente!

O marido reclama:

— Tô vendo, fica fria. Afinal quem está dirigindo, eu ou você?

De repente, POW! E a mulher:

— Ah bom! Pensei que você não ia atropelá-la.

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Saudades de Matão

Numa reunião de família, depois de um fausto jantar, o anfitrião vai até o piano e começa a tocar "Saudades de Matão".

Alguns minutos depois, um dos convidados começa a chorar copiosamente.

— Puxa, quanto sentimentalismo! — comenta um senhor ao seu lado. — O senhor é de Matão?

— Não! Sou professor de piano!

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Curso para Memória

Jorge e sua mulher foram visitar a família de João. As mulheres foram para a cozinha preparar um lanche e os homens ficaram conversando. Jorge falou para João:

— Estou fazendo um curso para melhorar a memória. É uma beleza! Você não sabe como melhorei.

— É mesmo? Como é o nome do curso?

Jorge, atrapalhado, pergunta ao amigo:

— Como é o nome daquela flor bonita que tem espinhos?

— É a rosa!

Jorge grita, então, para a mulher na cozinha:

— Rosa, como é mesmo o nome do curso que estou fazendo?

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Pedido de Informação

O brasileiro vai de férias com a família para os Estados Unidos e em dado momento de sua viagem, aluga um carro para conhecer algumas pequenas cidades no interior do Arizona.

Ao ver-se perdido em uma das estradas, ele pára numa lanchonete para pedir informações.

— Pois não? — diz a loira peituda que vem atendê-lo.

— Antes de fazermos nosso pedido, você poderia nos dizer onde estamos?... bem devagar, por favor!

E a loira:

— Buuuurrrgeeeerrr Kiiiiinnnng!

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Dispensa do Serviço Militar

Um jovem escreveu a seguinte carta para o militar responsável pela dispensa do serviço militar.

Prezado Oficial Militar,

Venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isto bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.

Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas.

Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta. Neste momento, começou a confusão.

A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).

Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta.

Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada).

Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo!

Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.

Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes (ou tente desenhar um gráfico) para constatar que o meu argumento realmente verdadeiro e correto.

Assinado: Avô, pai e filho.

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Não Mais Virgem

Depois do primeiro ano de faculdade em São Paulo, a loirinha do interior volta pra visitar a família. Em uma conversa com a mãe, ela se confessa:

— Mamãe, preciso te contar uma coisa... Eu não sou mais virgem desde a semana passada...

A mãe fica um pouco ressentida, mas compreende:

— Bem, minha filha... Algum dia isto tinha que acontecer, não é mesmo?... Só espero que tenha sido uma experiência agradável e romântica!

— Ah, no começo até que foi, mãe...

— Por quê? O que aconteceu?

— Com os primeiros três rapazes foi muito bom... Mas depois começou a doer um pouco!

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Fantasma Gaspar

Aquele coveiro corcunda estava limpando um dos túmulos do cemitério, quando ouve alguns ruídos esquisitos e, assustado, começa a correr.

— Não corra... eu não vou te fazer mau — diz uma voz que começa a se materializar à sua frente.

— Quem é você? — ele pergunta, com voz trêmula.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — responde o coveiro.

— Tem dinheiro?

— Não!

— Tem família?

— Também não!

— Então, me dá essa corcunda! — e desaparece no ar.

Felicíssimo, o coveiro sai contando para todo mundo o ocorrido.

Ao relatar o acontecido para um amigo paraplégico, este último resolve tentar a mesma sorte e passa a freqüentar assiduamente o cemitério.

Até que um dia ouve a mesma voz:

— Quem é você? — ele pergunta.

— Eu sou o fantasma Gaspar! Você tem amigos?

— Não! — respondeu o aleijado, todo sorridente.

— Você tem dinheiro?

— Não!

— Você tem família?

— Também não!

— Então, toma essa corcunda!

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Funeral do Amigo

No funeral de um peão de obra, um sujeito, desconhecido da família, chorava copiosamente.

De repente a viúva se aproxima dele e pergunta:

— João era seu amigo?

— Amigo? João era como um irmão pra mim! Ele me adorava.

A ex-mulher de João abraçou o moço, que prosseguiu:

— As últimas palavras do João foram ditas pra mim...

— É mesmo? — perguntou ela, curiosa — E quais foram essas palavras?

— "Jorge, não mexe no andaimeeeeeeeeee..."

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A Sogra e o Policial

A família inteira estava no carro voltando do feriadão na praia. Quase chegando em casa, um policial rodoviário manda o carro parar:

— Por favor, os documentos, do senhor e do veículo. Sabia que estava a cento e quarenta por hora e que a velocidade permitida aqui é apenas noventa?

— Não seu guarda, eu estava a noventa, tenho certeza disto.

A sogra, sentada no banco de trás entre as crianças, começa a participar da conversa:

— Ah, Paulo Ricardo, que é isso! Você estava a 140 ou mais!

O cara olha para a sogra vermelho de raiva. O policial continua:

— E sua lanterna direita não está funcionando...

— Minha lanterna? Nem sabia disso. Acho que queimou durante a viajem.

E a sogra corrige:

— Ah, Paulo Ricardo, que mentira! Faz quase um mês que você está falando que precisa trocar a lâmpada da lanterna!

O cara fica quase louco e faz sinal à sogra para ficar quieta. O policial:

— E o senhor está sem o cinto de segurança.

— Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!

— Ah, Paulo Ricardo, mentindo de novo? Você nunca usa o cinto!

O cara explode e grita com a velha:

— Cacete! Dá pra calar a boca?

O policial chega perto da janela da sogra e pergunta:

— Esse sujeito sempre grita assim com a senhora?

E a sogra que colabora responde:

— Não, não senhor, seu guarda. Só quando bebe!