Piadas de Família

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Sogra Irritante

A família saiu de viagem levando a sogra. No meio do caminho, ela não parava de gritar, resmungar e se debater. O genro não agüentava mais ouvir aqueles berros, e resolveu parar o carro para tomar uma providência. Desceu do carro, abriu o porta-malas e falou:

— Tudo bem, já chega! A senhora pode ir lá na frente. Mas se der um pio, volta pra cá, outra vez!

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Papagaio no Telefone

Toda vez que o padre viajava, o papagaio aproveitava para ligar para a sua família no Amazonas. E ficava horas e horas pendurado no telefone. Até que um dia, o padre teve de voltar antes do esperado e pegou o bicho no flagra.

— Agora eu entendi porque quando viajo a conta telefônica vem tão cara!

— Currupaco! Currupaco! — fez o papagaio. — Não briga comigo não! Juro que não faço mais isso!

— Eu tenho certeza de que não vai mais fazer — ponderou o padre, — depois do castigo que eu vou lhe dar.

E pegando dois pregos enormes, pregou o bichinho na parede com as asas abertas.

— Pronto! Vai ficar aí durante uma semana pra aprender a se comportar.

O papagaio ralhou por algumas horas, mas depois se conformou. Afinal, uma semana não era tanto tempo. Nisso, percebeu que ao seu lado havia um crucifixo.

— Ei, cara! — disse, voltando-se para o crucifixo. — Há quanto tempo você está pregado aí?

Ao que Jesus respondeu:

— Há dois mil anos!

— Puta que o pariu! — surpreendeu-se o papagaio. — Você ligou pra onde?

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Herdeiro Único

Um curioso estava à porta do cemitério quando viu entrar três caixões e, logo atrás, um tipo muito bem vestido com um cachecol de gesso ao pescoço. Curioso como era, chegou perto do tipo e perguntou:

— Quem é o sujeito do primeiro caixão?

— Esse era o meu sogro, que Deus o tenha. Era podre de rico. Tinha milhões no banco e propriedades no interior.

— E no segundo caixão?

— A minha sogra, coitada. Herdou uma enorme fortuna da família. Já era muito rica antes de se casar.

— E no último?

— Era a minha mulher, que descanse em paz. Era filha única, herdeira única coitada, morreu...

— Ah, agora entendi. Tu também estava no carro quando se deu o desastre. Por isso está com isso no pescoço.

— Você está doido ou o quê? Deus me livre! Eu só mandei fazer esta merda para ver se consigo parar de rir!

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Nome de Flor

Conversando com a professora, Joãozinho começa a falar da sua família:

— Fessora! Sabia que todas as minhas irmãs têm nome de flor?

— É mesmo, Joãozinho? — diz ela, animada — Que bonito! E quantas irmãs você tem?

— Ah, professora... Tenho tantas que nem sei!

— Nossa! E quem escolheu esses nomes de flores? A sua mãe?

— É! Ela também tem um nome de planta!

— Não diga! Como ela se chama?

— Trepadeira, fessora!

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Doença Contagiosa

O sujeito telefona para o médico da família, apavorado:

— Doutor, tô ferrado!

— O que foi? — pergunta o médico, com ar preocupado.

— É que o meu filho pegou uma gonorréia!

— Mas isso não é grave! Atualmente, essa doença é muito fácil de curar!

— Pois é, doutor! Mas acontece que depois ele transou com a empregada!

— Então é bom avisá-la o quanto antes!

— Mas doutor! Acontece que eu também transei com a empregada!

— Tudo bem, então o senhor também vai ter de se tratar!

— É que depois disso, eu transei com a minha mulher!

— Putz! Tá ferrado!

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Sem Receitar

O sujeito tem um chilique e a família vai correndo chamar um médico. Uma hora depois, o médico sai do quarto sem dizer absolutamente nada.

— E então, doutor? — pergunta a esposa, apreensiva.

— São duzentos reais! — diz o médico, friamente.

— Mas o senhor não vai receitar nada para eu dar a ele?

— Ah, sim! Se amanhã, quando a senhora acordar, ele ainda estiver vivo, dê-lhe um bom-dia!

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Preenchendo a Vida

Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.

Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.

— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.

Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.

Então ele continuou:

— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.

Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.

E ele concluiu:

— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.

Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Nessa hora um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.

A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.

Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.

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Picada de Onça

O sujeito vai com a família toda para um safári, na África.

No final da primeira tarde, Joãozinho chega gritando esbaforido:

— Papai, papai! Uma onça picou a mamãe!

— Que é isso, Joãozinho? A onça não pica, quem pica é a cobra! A onça morde!

— Mas essa picou sim... picou a mamãe... em pedacinhos!

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Ovo de Meio Quilo

No interior de Minas, uma galinha pôs um ovo de meio quilo. A historia correu e todo mundo queira saber detalhes. Jornais, televisão, repórteres... todos atrás da galinha.

— Como conseguiu esta façanha, Senhora Galinha?

— Isto é segredo de família.

— E seus planos para o futuro?

— Pôr um ovo de um quilo!

Todos vão entrevistar o galo, para obter mais detalhes.

— Como conseguiram tal façanha, Senhor Galo?

— Isto é segredo de família.

— E os planos para o futuro?

— Encher o avestruz de porrada!

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Última Homenagem

Velório na igreja, caixão fechado, família reunida. E o padre começa a prestar a última homenagem ao falecido:

— O finado era um excelente cristão... Ia à igreja todos os domingos, era muito fervoroso...

— Era também um pai exemplar! Nunca deixava faltar nada para seus filhos...

— E, acima de tudo, um ótimo marido... Sempre cumpria com as suas obrigações, cuidava bem de sua esposa, era fiel, chegava em casa na hora certa...

— Seu padre! — interrompe a viúva — Desculpe atrapalhar, mas... Eu gostaria que abrissem o caixão! Não é possível que o senhor esteja falando do meu marido!

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Palavras de Despedida

Três caras morrem num acidente de carro e vão para o céu. Lá, eles tem que responder à seguinte pergunta:

— Você está no caixão... Sua família e seus amigos estão à sua volta, chorando. O que você gostaria de ouvi-los dizer sobre você?

O primeiro respondeu:

— Eu gostaria que dissessem que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família.

O segundo:

— Eu gostaria que dissessem que fui um esposo maravilhoso e um professor de grande influência no futuro de nossas crianças.

E o terceiro:

— Eu gostaria que eles dissessem: "Olha! Olha! Ele tá se mexendo!"

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Ponte de Safena

Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:

— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.

O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:

— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.

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Último Dia de Carteiro

Após 35 anos de trabalho, chegou o último dia de Moacir como carteiro. Na primeira casa de sua rota foi recebido com aplausos e presenteado com uma linda camisa. Na segunda, recebeu de presente uma caixa de charutos cubanos. A família da terceira deu-lhe um kit completo de pescaria. O carteiro estava radiante de felicidade. Chegou na casa da loira mais gostosa do pedaço:

— Entre, seu Moacir — disse a loiraça abrindo a porta de sua casa.

Assim que ele entrou, ela o pegou pelas mãos e o levou até seu quarto. Transaram por horas. Depois de quase matar o carteiro de tanto prazer, a loira ainda lhe ofereceu um delicioso café da manhã. O carteiro observava cada detalhe quando percebeu que embaixo de sua xícara de café havia uma moeda de 25 centavos.

— Foi tudo maravilhoso! — disse o velho carteiro — Mas por que essa moeda de 25 centavos?

— Ah! Isso aí é coisa do meu marido. É que, quando eu disse pra ele que pretendia fazer algo especial pelo seu último dia, ele disse: "Foda com ele, dê esses 25 centavos!". Já o café, foi idéia minha...

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Vidas Desperdiçadas

O padre está saindo da igreja e surpreende um de seus coroinhas se masturbando.

— Meu filho, não faça isso! Você está cometendo um pecado muito grave!

— Mas por que isso é pecado, seu padre?

— Porque você está matando uma vida. Desses espermatozoides que você está desperdiçando poderia nascer um grande homem, um pai de família honrado, um escritor, um médico...

O menino abaixa a cabeça parecendo arrependido, mas assim que o padre sai, ele volta a se masturbar. E fala baixinho consigo mesmo:

— Tenho a impressão de que esse iria ser um assaltante...

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Colírio Milagroso

Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:

— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:

— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?

— Eu te aviso. — disse o pai.

E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

— Chegou, papai? Chegou?

No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

— Sabe o que é isto, Joãozinho?

— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!

— Exatamente, meu filho. É o colírio.

Que bom! — disse Joãozinho.

— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!

— Não. Hoje, não — disse o pai.

— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...

E Joãozinho disse meio conformado:

— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.

— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!

O pai disse:

— Não. Aprenda a esperar!

— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.

— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.

Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.

Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:

— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.

O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.

A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!

— Agora, papai. Agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.

— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

— Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda grita:

— Primeiro de Abril!

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Camisinhas por Precaução

O garoto de quinze anos chega na farmácia e pede uma camisinha.

O farmacêutico olha para o rapaz com olhar indignado.

— É que eu vou jantar na casa da minha namorada — justifica-se o garoto — e nunca se sabe... de repente, pode rolar um clima...

O farmacêutico entrega o preservativo para o rapaz, este paga e vai embora. Cinco minutos depois está de volta e pede outra camisinha.

— Lembrei-me que a prima da minha namorada também vai estar lá... e ela é muito bonita! Talvez ela se interesse por mim... acho melhor garantir!

O rapaz embolsa a segunda camisinha e vai embora. Logo depois está de volta.

— Sabe, moço! Eu estive pensando e acho que seria melhor eu levar mais uma. Eu ouvi que a mãe dela gosta de rapazes novos e quem sabe ela também se interesse por mim.

A noite, no jantar com a namorada, a família toda reunida à mesa, o rapaz permanece o tempo inteiro no mais absoluto silêncio. A certa altura, a menina cochicha para o rapaz:

— Puxa, querido! Você não falou uma palavra! Não sabia que você era tão tímido!

— E nem eu sabia que o seu pai era farmacêutico!

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Atividades da Vizinhança

Os pais do Joãozinho descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de sete anos por algumas horas no domingo para fazerem sexo seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança. Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto eles se divertiam na cama:

— Tem um carro sendo guinchado aí na rua!

Um pouquinho depois:

— Tem uma ambulância parando lá na esquina!

Passados mais alguns minutos:

— Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!

E continuou:

— O Pedro ganhou uma bicicleta nova!

De repente o casal é surpreendido com a notícia:

— Os pais da Karina estão trepando!

Os dois pulam da cama e correm até a sacada.

— Você está vendo isso aí aonde? — pergunta o pai.

O garoto responde:

— Não! É que a Karina também tá sentadinha na varanda!

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Picada de Cobra

Dois sujeitos muito ricos viajaram de férias para a selva Amazônica e resolveram caçar no meio do mato. De repente, um deles se apertou e precisou mijar quando inesperadamente foi abordado por uma cobra que acabou lhe dando uma picada naquele lugar. Enquanto gritava de dor, seu amigo pegou o celular e ligou para um médico de família, que certamente iria ajudá-los naquela situação pra lá de complicada.

O sujeito contou a história para o médico e perguntou o que deveria ser feito. Aflito, o doutor respondeu:

— Olha, tem uma solução, mas você tem que ser rápido.

— Fala logo, doutor! O meu amigo está morrendo!

— Bem, a amizade de vocês tem que ser muito forte mesmo, pois é preciso chupar o local da picada para tirar o veneno e então trazê-lo para o Pronto Socorro. Caso contrário, não há chances de vida!

— Está bem doutor, muito obrigado pela ajuda — respondeu ele, desligando o telefone.

— E então? O que o médico disse? — perguntou o amigo, agonizando.

E o outro respondeu:

— Ele disse que você vai morrer!

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De Onde Vieram

Entretido no dever de casa Joãozinho perguntou a mãe:

— De onde eu vim?

— A cegonha trouxe você, meu filho — responde a mãe.

— De onde o pai veio? — é a pergunta seguinte.

— A cegonha também o trouxe. — diz a mãe.

— E o vô? — quer saber o menino.

— Ah, ele diz ter sido encontrado numa árvore.

O garoto assentiu e continuou fazendo o dever. Mais tarde, a mãe, intrigada, deu uma espiada no trabalho. Ele havia escrito:

"Reprodução humana.

Contrariando toda a lógica científica, descobri que a três gerações não existe atividade sexual nessa família".

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Sogro Judeu

Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai.

O velho disse:

— Acho que não vai dar certo, porque nós, judeus, temos uma visão diferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação, vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente. No dia seguinte, ele voltou à casa do judeu, que lhe perguntou:

— O que fez com a maçã?

— Fiquei com fome e comi.

— Tá vendo? Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e daria um pedaço para cada um. Depois pegaria os caroços, venderia alguns e plantaria outros, pois assim teria algum lucro e ainda frutos. Depois de alguns minutos falou:

— Bom, vou lhe dar outra chance. Leve esta linguiça e volte amanhã.

O cara saiu de lá puto da vida, e pensando o que poderia fazer para aproveitar bem aquela linguiça. No dia seguinte, a mesma pergunta:

— Filho, o que fez com a linguiça?

— Bem, primeiro tirei o cordãozinho e fiz um cadarço para meu tênis. Depois, tirei o plástico que protege e o guardei. Dividi em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família. Depois, fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha, e aqui está o leitinho para o senhor mais tarde fazer um cappuccino!

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O Elevador

O caipira vai com a família passar uns dias na cidade. Ao chegar a um hotel, parou estupefato em frente ao elevador tentando entender para que servia uma porta com tanta luzinha piscando.

De repente, uma senhora bem velhinha entra no elevador, a porta se fecha e ela desaparece. Pouco depois a porta se abre novamente e o caipira dá de cara com uma garota lindíssima. Entusiasmado, ele grita para o filho:

- Josias, vá correndo chamar a sua mãe!

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Perguntas Indiscretas

Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho fala se poderia fazer uma pergunta?

O pai responde:

— Claro, filho, vá perguntando!

E o filho:

— Papai, quantos tipos de seios existem?

O pai, um tanto surpreso, responde:

— Bem, meu filho, existem três tipos de seios.

— Aos 20 anos a mulher tem seios como melões, firmes e redondos.

— Dos 30 aos 40 eles são como pêras, ainda belos, porém um pouco caídos…

— Aos 50 os seios ficam como cebolas…

E o filho:

— Cebolas?

E o pai:

— Sim. Quando você olha para eles, fica com vontade de chorar!

Esta explicação leva a mãe e a filha a um ponto nevrálgico tal que a filha pergunta:

— Posso também fazer uma pergunta um tanto pessoal? Mãe, quantos tipos de pênis existem?

A mãe fica um pouco surpresa, mas olha para o marido e responde:

— Bem, filhinha, um homem passa por três fases distintas:

— Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme.

— Dos 30 aos 40 anos o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável.

— Após os 50 anos o pênis fica como uma árvore de Natal.

E a filha:

— Árvore de Natal?

E a mãe:

— Isso mesmo. Morto da raiz até a ponta, e as bola ficam penduradas como decoração! E o pior... Só se arma uma vez por ano!

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Aceitação da Família

Uma mulher encontra a amiga chorando:

— O que foi, Beatriz? Por que você está chorando?

— Ah! Como eu sou infeliz!

— O que houve? — pergunta.

— É o meu namorado!

— O que aconteceu com ele?

— A família dele não aceita o nosso amor. São todos contra... o pai, a mãe, os irmãos, os sobrinhos... Todo mundo quer que a gente se separe!

— Nossa que maldade! Que gente ruim!

— Isso mesmo! E a pior de todas é a esposa dele!

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Aniversário da Sogra

Dezoito horas, a família terminou de cantar o parabéns para a velha sogra. De repente um dos genros teve uma ideia e disse:

— Vou declamar uma poesia em homenagem a minha querida sogrinha.

Todos fizeram silêncio e ele recitou os seguintes versos:

"Já enfrentei toda sorte de maldade

Comi carne de sapo e de cobra

Mas juro com toda sinceridade

Foi melhor do que tê-la como sogra!"

O silêncio foi geral risinhos de noras e outros genros. A sogra franziu a testa e disse:

— Muito obrigado tenho também uns versinhos como réplica!

E começou a declamar:

"Já montei em porco espinho,

Já beijei a macaca

Passei por duros caminhos

Passeando com uma ticaca.

Quisera minha gente eu ter

Como genro um tatu

Do que todo dia ver

Um fresco e corno como tu."

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Desacato à autoridade

O Zeca, um sujeito que nunca fez nada de errado na vida, acabou sendo preso por desacato à autoridade.

Rapidamente a família dele contrata um advogado e pede que ele vá até a delegacia, para esclarecer o caso. Chegando lá, ele se apresenta e pergunta para o detido o que havia acontecido.

Muito chateado com a situação, ele começa a explicar:

— Bem, eu estava passando na rua e de repente vi um monte de gente! Todo mundo estava socorrendo uma prostituta que estava tendo um filho no meio da rua.

— Aí um guarda chegou perto de mim e perguntou o que estava acontecendo.

— E o que você disse? — perguntou o advogado.

— Ah, eu respondi: "É a puta, que pariu!"

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Um Crime

Um brasileiro entra na polícia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:

— Vim entregar-me. Cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.

— Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.

— Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.

— Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?

— Mas ele estava no acostamento.

— Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.

— Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!

— Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.

— Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.

— O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.

— Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo!

— Tudo mentira, esses argentinos mentem muito!