Piadas de Futebol

Os melhores jogadores sul-americanos de todos os tempos estavam em um avião, indo para o Rio de Janeiro, mais precisamente no Maracanã, onde haveria o jogo do século.

Dentro desse avião estavam todas as estrelas latinas do futebol, e como acontece na maioria das piadas sem graça de aviões, ocorre uma pane que leva todos os atletas ao desespero.

A aeromoça avisa que o avião está perdendo altura por excesso de peso e vão ter que se livrar dos equipamentos e bagagens. Lá se vão os uniformes, bolas, chuteiras, malas, e tudo o que os jogadores levavam.

Instantes mais tarde, a aeromoça volta chorando e diz que com muita lástima, vidas humanas terão que ser sacrificadas, para que o avião não caia. Então os jogadores, sem escolha, fazem fila para pular.

O primeiro é Solano:

— Por amor ao Peru! — e pula.

Depois vai Salas:

— Por amor ao Chile! — e pula.

Aí vai Chilavert:

— Por amor ao Paraguai — pula.

Chega a vez do Pelé:

— Por amor ao Brasil! — e empurra o Maradona.

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O cara entrou no bar e ouviu o gago conversando sobre futebol:

— Es... Es... Esse se... se... seu time não t... t... tá com na-nada!

Pra sacanear o coitado do gago o cara fez uma aposta com ele.

— Ô, gaguinho! Se você for até o balcão e pedir uma cerveja sem gaguejar eu te dou cem reais!

— Ju... ju... ju... jura? — perguntou o gago.

— Pode ir, tô falando — disse o cara.

O gago respirou fundo, chegou ao balcão e pediu de uma vez:

— Me dá uma cerveja!

O barmam perguntou:

— Brahma, Antárctica, Kaiser ou Schinkariol?

E o gaguinho:

— A... A... A... Agora fu.. fu... deu!

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Dois amigos conversando.

— Acho que o meu cachorro é corintiano! — diz um deles.

— Ah, para com isso! Imagina que cachorro liga pra futebol!

— Tô te falando... Você precisa ver, toda vez que o Corinthians perde, ele se esconde na casinha e fica chorando. Quando o Corinthians empata ele vai pra cozinha e não sai mais. Fica todo sem graça...

— E quando o Corinthians ganha? — perguntou o amigo, começando a acreditar.

— Ainda não sei... Só tenho o cachorro há um ano!

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Aos 18 anos, a mulher é como uma bola de futebol: tem 22 homens correndo atrás e milhares de homens de olho nela.

Aos 28 anos, ela passa a ser como uma bola de basquete: mais rechonchuda, com dez homens correndo atrás e alguns colegas assistindo.

Aos 38 anos, ela é como uma bolinha de golfe: tem só um homem andando atrás dela e meia dúzia de amigos olhando.

Aos 48 anos, ela passa a ser como uma bolinha de pingue-pongue: um homem fica jogando pro outro!

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Depois de um mês de casamento, o marido pergunta à esposa:

— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?

— Ah, querido, não vamos falar disso agora...

— Pode falar, amor... Eu não vou ficar chateado.

— Você Jura?

— Claro, meu bem. Fale a verdade pra mim!

— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!

— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.

— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!

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Os loucos resolveram jogar uma partida de futebol. Detalhe: sem bola. Ficaram correndo, chutando e comemorando os gols durante horas, mas um deles se recusou a participar do jogo. Isso chamou a atenção do diretor do hospício, que foi falar com ele:

— Ei, rapaz. Por que você não vai jogar futebol com os seus amigos?

— Eu não! — respondeu ele — Não sou louco!

Sensibilizado com a resposta, o diretor resolveu dar alta para o rapaz. Com certeza ele não estava louco. Depois de liberar o louco para que ele voltasse para sua casa, o diretor voltou até o pátio para falar com os internos:

— E aí, quanto está o jogo?

— Cinco a zero pra geeeeente! — gritou um louco, babando.

— E o amigo de vocês, não quis participar do jogo por quê?

— Ah, ele é bobo! — disse outro — Disse que não joga com bola murcha!

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O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol, no estádio, quando de repente sentiu alguém apertando-lhe o ombro. Ele olhou para trás, e viu um sujeito baixinho que lhe sorria. Voltou-se para assistir o jogo, e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e la estava o baixinho sorrindo. Pouco depois, outro aperto.

— Escuta aqui — gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho.

— Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.

O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto. Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:

— Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?

E o baixinho explicou:

— É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!

— Então, como vocês fazem sexo, no seu planeta?

— Assim ó... — e apertou-lhe o ombro novamente.

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Mesmo antes do Maracanã, os dois já iam juntos ao futebol. Sem falar nas peladas de sábado, que jogavam desde os tempos de universidade.

A amizade de tantos anos, as emoções do esporte estavam acabando ali, com a morte do companheiro.

— Zé, vou sentir uma falta de você, Zé. Mas ainda te peço um último favor, mesmo depois de você morrer. Eu preciso saber se tem futebol nesta tal vida depois da morte, Zé, você me conta?

— Está bem, prometo que assim que morrer volto e te conto.

Quinze dias depois de Zé morrer, Jorge é acordado por uma luz brilhante no meio da noite:

— Zé, é você?

— Sou eu sim, Jorge.

— Então, Zé, tem futebol na vida eterna?

— Bem, tenho boas e más notícias do Além.

— Quais são as boas?

— Bem, existe futebol na vida eterna.

— Ótimo, que bom. E quais são as más notícias?

— Te escalaram na ponta-direita pro domingo que vem.

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Marido chega em casa e pega a esposa, na cama, com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor prá dar. Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:

— Antes, você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... Na rua, vi esse jovem maltrapilho cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem. Como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco e não comeu, eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele, aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou.

E continuou aumentando o tom de voz:

— Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado para aquele sábado que você prometeu mas que nunca chega pois, num dia é futebol, no outro truco, no outro pescaria. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo que ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho, fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou, porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou: "— Dona, tem mais nada que seu marido não esteja usando?"

— Nem respondi! Dei logo!

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O bêbado entra no bar ao lado do campo de várzea e já vai pedindo:

— Zé, me dá logo duas branquinhas.

O Zé coloca as duas no balcão. Depois de mais umas três, ele vai ao banheiro. Nesse tempo chega um grupo de anões pedindo para se trocar no bar para fazer o jogo anual deles. O Zé diz:

O banheiro tá ocupado. Se troquem atrás do balcão.

De repente o bebum sai do banheiro e vê um monte de anões correndo. Metade vestido de azul e metade de vermelho. No desespero ele grita:

— Zé. Fecha a porta do bar rápido que seu pebolim tá fugindo!

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A mulher tem um filho pequeno que mija na cama. Uma vizinha lhe ensina uma simpatia:

— Coloque uma medalhinha na piroca do menino que é tiro e queda, nunca mais ele mija na cama.

A mulher mais do que ligeiro, achou uma medalhinha e fez a simpatia e pronto o menino não mijou mais na cama.

Um dia, o marido chega tarde, podre de bêbado e da uma mijada na cama. A esposa, louca da vida, lembra da simpatia e procura uma medalhinha para usar no bebum, não encontrando pega uma medalha que ele havia ganho no futebol.

Pela manha, o bebum acorda, e fica olhando intrigado para o pescoço, quando sua mulher chega muito louca e pergunta:

— Seu canalha, onde você andou a noite toda? Safado!

E ele, olhando para aquela medalha pendurada, responde:

— Olha mulher, onde eu andei eu não sei. Só sei que eu tirei o 1º lugar!

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Uma professora em sala de aula começa a perguntar a seus alunos:

— Pedrinho, o que você vai ser quando crescer?

Pedrinho responde:

— Marinheiro.

E você Zezinho:

— Médico.

E você Chiquinho:

— Jogador de futebol.

E você Joãozinho:

— Eu quero ser peludo, professora.

— Peludo, muito peludo, peludão.

E a professora abismada pergunta:

— E porque você quer ser peludo, menino?

E o Joãozinho responde:

— Sabe que é professora, um pouquinho que minha irmã tem, ela sustenta todo mundo lá em casa.

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