Piadas de Gaúcho

O gaúcho vai pedir a mão da namorada em casamento. O pai da guria, para desfazer do gaúcho e deixar ele com o pé atrás vai logo dizendo:

— Se quer casar com minha filha, tudo bem, mas fique sabendo ela gosta de homem com o pau grande e grosso!

Então o gaúcho prontamente responde:

— Mas bah tche, e quem não gosta?

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Dois gaúchos num hotel dormindo no mesmo quarto. De madrugada, um deles arriscou:

— Preciso dar uma transadinha, senão não durmo.

— É mesmo... eu também!

Então eles fizeram um acordo:

— Eu te faço uma pergunta. Se tu errares, te como. Se acertares, me comes.

— Pode mandar, tchê...

— O que é peludo, anda no telhado e faz miau?

— Jacaré!

— Acertou, acertou, acertou!

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O Tropeiro Gaúcho chega na beira do rio com seu gado e pergunta para o Joãozinho, que está em cima da cerca:

— Esse rio é fundo, guri?

O Joãozinho responde:

— Acho que não, a criação do meu pai passa com a água no peito.

Então o tropeiro mete o gado na água, e lá pelo meio do rio toda a tropa se afoga. Desesperado ele pergunta:

— O teu pai cria o quê, guri filho da puta?

— PATO, TCHÊ!

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Um paulista, cansado da cidade grande, pegou o FGTS e comprou uns alqueires no interior do Rio Grande do Sul, longe de tudo. Algum tempo depois, apareceu na sua porteira um gaúcho de dois metros de altura, de barba, chimarrão na mão.

— Bá, tchê, venho te convidar para uma festa no meu sítio, algumas léguas abaixo na estrada.

— Opa! Vamos lá... - respondeu o paulista.

— Mas tu te prepares, tchê... Vai ter bebedeira da grossa.

— Ah, não tem problema, em São Paulo eu ia na balada e enchia a cara.

— Mas eu também vou te avisando, tchê... Vai ter pau!

— Ah, não tem problema, em São Paulo eu praticava box na academia.

— E também vou te avisando, tchê... Vai ter muito sexo.

— Oba, legal! Em São Paulo eu comia todas, mas faz quatro meses que estou aqui, no meio do nada, sem mulher. E quantas pessoas vão na sua festa?

— Bá, só tu e eu, tchê...

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Estava o Gaudério em sua estância trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado!

— A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tche!

Apressadíssimo, o Gaudério correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:

— Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu to loco de atrasado pro baile!

E o menino nem bem acabou e o Gaudério montou e se mandou correndo para chegar em tempo ao baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O Gaudério, mais branco que lenço de padre, tremia todo:

— Coisa ruim! Por favor não me mate, tchê!

— Calma gaúcho — respondeu o tristonho — Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.

— Ah, é assim? Pois então, quero ter um rosto de galã de cinema, que minha guaiaca fique cheia de dinheiro, e um órgão sexual igual ao deste animal que estou montando!

— Pode ir pro baile — disse o demo — vou te atender a todos teus desejos.

E o Gaudério chegou no fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro olhou no espelho e tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e era dinheiro que não cabia mais. Finalmente baixou a calça pra conferir o terceiro pedido:

— Piá de merda! O menino me encilhou a égua!

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A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson "falava" da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!

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O gaúcho não aguentava mais: estava com a consciência muito pesada! Pegou o telefone, discou pra aquele velho número e falou quase sussurrando:

— Alô. É você, meu bem?

— Sim, sou eu.

— Olha, eu estive pensando sobre o nosso caso e acho que tomei uma decisão. Eu sei que é terrível, mas devemos terminar tudo. Tudo!

— Não fala isso...

— Sinto muito, mas não podemos continuar com essa loucura. Temos que jogar limpo. Eu vou desligar esse telefone e contar tudo pra minha mulher agora mesmo!

— Mas e eu? O que é que eu vou fazer?

— O mesmo que eu: conte tudo pra sua!

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O gaúcho entra no bar gritando:

— Tem macho nessa merda? Tem macho nessa merda?

— Como é? Não tem macho nessa merda? — Insiste ele.

Ninguém responde. Ele pega uma faca, finca no chão e senta em cima:

— Ahhhh, faquinha... se não fosse você!

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O gaúcho muito grosso estava andando em Copacabana quando se deparou com uma madame com seu poodle, e diz:

— Que bonita a ovelhinha, minha senhora!

Então a madame responde:

— Que ovelhinha, seu gaúcho grosso,isto é um poodle criado á leite ninho!

No outro dia, o gaúcho ia passando outra vez e se depara com a mesma madame, porém, com um fila brasileiro.

E o gaúcho diz:

— Mas que bonito o terneiro, senhora!

E a madame responde:

— Que terneiro, isso é um fila criado á leite de cabra!

Então, no outro dia, o gaúcho acorda bem cedo, pega um siri na praia, pendura no pau e sai caminhando pela praia. A mesma madame passa por ele e pergunta:

— O que tu tá fazendo com esse siri pendurado no pau?

O gaúcho responde:

— Não é siri, é um chato criado à leite de pica!

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Num bar de Belo Horizonte, estavam quatro amigos, um carioca, um paulista, um mineiro e um gaúcho, este último já estava de saco cheio por causa das piadinhas de gaúcho que os outros três estavam contando, quando chegou a vez dele de contar a piada, ele mandou:

— Na verdade isto não é uma piada, é um fato real, quando eu morava em Porto Alegre, cheguei mais cedo em casa e peguei minha mulher na cama com outro, matei o amante, peguei a mulher e o filho, botei os dois no carro e caí na estrada, larguei a mulher em São Paulo porque lá é terra de puta, larguei o menino do Rio de Janeiro porque lá é terra de filho da puta e vim pra Minas porque é terra de corno!

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A aeromoça oferece bebida a um gaúcho de Pelotas que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião. O gaúcho pede uísque escocês com gelo.

— A senhora aceita o mesmo que ele, irmã ? Pergunta a aeromoça à religiosa.

A freira fica indignada:

— Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão, daqueles de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca!

O gaúcho escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:

— Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Também quero o negão.

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