Piadas de Japoneses

Uma senhora comprou um Mercedes último tipo e orgulhosamente saiu da concessionária dirigindo-o. No meio do caminho, ela tentou mudar as estações do rádio do carro mas não conseguiu de jeito nenhum. Furiosa, ela deu meia volta e retornou à concessionária. Chegando lá, foi reclamar com o vendedor que havia lhe atendido, o qual imediatamente se desculpou:

— Calma, minha senhora! É que esqueci de lhe dar às instruções a respeito deste Rádio Inteligente, importado do Japão. Para ativá-lo, é só usar o tom de voz pedindo o gênero musical. Por exemplo: Música sacra!

E o rádio imediatamente emendou "Erguei as mãos e dai glória a Deus"...

O vendedor prosseguiu:

— Outro exemplo: Axé music!

E o rádio tocou "Segura o Tchan, Amarra o Tchan..."

— E mais um exemplo: Funk!

E o rádio soltou a pérola "Um tapinha não dói, um tapinha..."

— Está bem, já entendi! — Interviu a senhora, que ficou maravilhada com a tecnologia, pediu desculpas pelo mal-entendido e saiu dirigindo satisfeita. No meio do caminho, ela disse, cheia de empolgação:

— Rock and Roll!

E o rádio imediatamente começou a tocar uma música dos Rolling Stones, enquanto a velhinha cantava, e afundava o pé no acelerador.

De repente, um carro vem a toda velocidade na contramão e quase bate no Mercedes novinho da madame, que em um ato de reflexo tira o carro do caminho salvando-se de um grave acidente. Passado o susto, ela se vira pra trás e grita:

— Filho da Puta!

No mesmo instante a música do rádio é interrompida pela seguinte mensagem:

"Interrompemos nossa programação para ouvir um pronunciamento do Excelentíssimo senhor Presidente da República..."

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Um marinheiro passou um ano navegando e quando volta, encontra sua esposa com um filho japonês no colo. Irritado, por nem ele nem a esposa serem japoneses, o marinheiro perguntou a esposa o que havia acontecido. Ela, calmamente lhe explicou:

— Ele nasceu branquinho e sem os olhos puxados, mas como eu não tinha leite, uma ama-de-leite japonesa se ofereceu para amamentá-lo. Eu aceitei e ele ficou assim.

Como o marinheiro não entendia nada de crianças, resolveu perguntar à sua mãe se era realmente possível acontecer uma coisa dessas. A velha, depois de escutar tudo, respondeu indignada:

— É claro que é possível, meu filho! Quando você nasceu aconteceu a mesma coisa: eu não tinha leite, coloquei você pra mamar numa vaca e é por isso que você está chifrudo desse jeito!

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Três colegas de uma empresa multinacional conversavam no happy hour. Um era americano, outro japonês e o último brasileiro. Os três estavam discutindo qual era o mais inteligente.

— Eu construí um prédio que encostou no céu! — disse o americano.

— Encostou no céu? — perguntou o brasileiro, impressionado.

— Não... — repondeu o americano — Mas faltaram dois metros pra encostar no céu!

— Pois eu construí um submarino que encostou no fundo do mar! — se gabou o japonês.

— No fundo do mar? — perguntou o brasileiro, outra vez.

— É... Não foi bem no fundo do mar... Mas faltaram dois palmos...

Então o brasileiro resolveu provar a sua inteligência:

— Melhor que tudo isso foi a minha mulher que teve uma criança pela bunda!

— Pela bunda? — perguntaram os dois estrangeiros.

— Não... Mas faltaram dois dedos pra encostar na bunda!

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O sujeito estava há semanas trabalhando numa cidadezinha pobre do interior, desesperado para arranjar mulher, quando resolve perguntar ao dono do bar onde costumava tomar algumas cervejas no final da tarde:

— Escuta aqui, amigo! Como é que eu faço para arranjar uma mulher por aqui?

— Aqui não tem mulher, não senhor!

— Não é possível! Eu estou desesperado, me arranja uma mulher aí, nem que seja um tribufú que eu lhe dou 100 pratas.

— Olha... tem um japonês que dorme num quartinho aqui dos fundos...

— Serve... serve... — disse o rapaz todo entusiasmado. E depois de refletir um pouco, completou: — Mas isso só vai ficar entre nós, não é?

— Bem... entre nós e mais dois rapazes que são necessários para segurar o japonês, porque ele não é veado...

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No bar do português, todo o pessoal sacaneava com a cara dele, contando várias piadas de português. Mas certo dia, o dono do bar se revoltou e disse:

— Eu não quero mais ouvir nenhuma piada de português nesse bar.

Então um cliente se levantou e disse:

— Ei português, e de japonês, pode?

O português pensou, pensou e disse:

— Sim, de japonês pode.

Então o cliente começou:

— Era uma vez dois japoneses, um se chamava Joaquim e outro Manoel...

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Dois pescadores estavam pescando no mar, um japonês e o outro brasileiro. O japonês pegava um peixe atrás do outro e o brasileiro nada. O brasileiro chega para o japonês e diz:

— Estamos usando o mesmo tipo de vara e o mesmo tipo de isca e eu não pego nada. Como você faz?

— Antes da pescaria tem que passar a mão na bunda de uma mulher, aí pesca-se bastante. Disse o japonês.

No dia seguinte o brasileiro vai pescar e passa a mão na bunda da sua mulher e ela responde:

— Já vai pescar japonês?

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Estava o português em um daqueles imensos aquários, quando se depara com um japonês brincando com um peixinho. O japonês colocava o dedo num lugar do vidro do aquário e lá ia o peixinho, colocava noutro, e o peixinho como que hipnotizado seguia. O português muito impressionado foi lá perguntar ao japonês como e que ele conseguia aquilo. Ao que o japonês respondeu:

— Simples, mente superior domina mente inferior, né.

Entra o intervalo comercial, e meia hora depois se retoma à cena. La está o português em frente ao peixinho abrindo e fechando a boca.

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No trem, viajavam no mesmo compartimento um filipino e um judeu americano. Lá pelas tantas, o judeu avança e cobre o filipino de porrada.

— Isto é por Pearl Harbor! — Diz o judeu americano.

— Mas foram os japoneses! Eu sou filipino. — Protesta o outro passageiro.

— Tanto faz japonês, filipino, chinês. Para mim é tudo a mesma coisa.

Passado algum tempo, o filipino ataca o judeu americano, devolvendo em dobro as porradas:

— Isso é pelo afundamento do Titanic.

— Mas o Titanic era um navio e foi afundado por um iceberg! — Protesta o judeu.

— Iceberg, Goldenberg, Rosenberg, para mim é tudo a mesma coisa! — Concluiu o filipino.

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A polícia está dando a maior batida por conta de um assalto ocorrido no banco, quando param uma Kombi cheia de japoneses.

— Desce todo mundo! — ordena o policial. — Mãos na cabeça!

Eles obedecem em silêncio.

— Agora um por um, vai falando o nome — torna o policial.

E eles:

— Sartamo Obanko.

— Matamo Okasha.

— Kontiro Nosako.

— Katamo Osnique.

— Saimo Koreno.

— Fugimo Nakombi.

— Osguarda Pararo.

— Tomamo Noku.

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O japonês entra no ônibus na rodoviária do Tietê, e pede ao motorista:

— Olha, eu estou indo só até Taubaté, mas, como este ônibus está indo para o Rio de Janeiro, e eu estou muito cansado, temo não acordar e passar do ponto, de forma que eu gostaria que o senhor me acordasse assim que chegarmos a Taubaté.

— Não tem problema – responde o motorista – não me esquecerei.

— Tem mais uma coisa – diz o japonês – quando eu acordo fico muito, mas muito mal humorado; caso eu xingue, brigue, ofenda o senhor, recusando-me a descer, não me leve a mal, pode até me jogar para fora do ônibus, contanto que seja em Taubaté.

— Pode deixar comigo – diz o motorista.

Só que, quando o japonês acorda, para sua surpresa, dá de cara com o Corcovado. Enfurecido, parte para cima do motorista, esbravejando e xingando-o de tudo que é palavrão.

Um passageiro, comenta com o colega:

— Puxa! Mas que japonês nervoso!

Ao que o outro retruca:

— Nervoso? Isso não é nada! Você tinha era que ver o outro japonês que ele pôs pra fora em Taubaté.

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Dois ortopedistas estavam na porta do hospital, quando vêem, na calçada, um japonês andando com dificuldade e comentam entre si:

— Veja aquele pobre homem. Já atendi três pessoas esta semana com o mesmo problema nos joelhos!

— Joelho? Discordo, colega, discordo. Observe a postura; seu problema, definitivamente é na coluna!

— Absolutamente, colega. Olhe: Suas pernas distantes umas das outras; Com toda a certeza, são as articulações dos joelhos!

— Não, não. Costas arqueadas, ombros caídos: coluna.

— Ora, vamos perguntar a ele! Assim saberemos qual de nós dois está com a razão.

— Meu senhor, com licença, estávamos observando o seu modo de andar e ficamos curiosos. O meu amigo aqui acha que o seu problema é nas pernas e eu tenho certeza que são suas costas. Afinal, qual dos dois acertou?

— Hi, Hi, Hi... Ocê erô, ocê erô, japonei também erô, né? Pensou que ia peidá... cagô!!!

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O Japonês foi levar a sua nova namorada ao Cinema. Chegando lá escolhem o filme e vão assistir. Sua Namorada vai colocando a mão no seu bolso e pega no seu bilau, aí ela pergunta:

— Amor, o que é isso?

Ele responde:

— É uma caixinha de chicletes!

Ela retruca:

— Vixe... Então já deve estar no finzinho!

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De passagem por Tóquio, mesmo sem saber uma só palavra em japonês, o executivo brasileiro ainda assim conseguiu levar para o hotel uma garota que, por sua vez, só falava japonês.

Na cama, o orgulho do nosso herói cresceu ainda mais, pois a garota não parou de exclamar durante a noite:

— Machigai ana!

No dia seguinte, jogando golfe com um executivo local, quando este acertou um buraco de uma só tacada, o executivo resolveu surpreendê-lo com a expressão que havia aprendido:

— Machigai ana! Machigai ana! — berrou.

Ao que o industrial japonês retrucou, intrigado e em excelente português:

— Buraco errado? Por quê?

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O japonês que já mora no Brasil a muito tempo decidiu homenagear seu filho com nome brasileiro e sai pelas ruas a procura.

Chegando perto de um rapaz e disse:

— Tô homenageado meu filho com nome brasileiro por favor da umas dicas aí.

Então o rapaz sai falando:

— Bem sugiro um João, Joaquim, André, Cristiano.

O japonês tudo empolgado diz:

— Esse aí, nome bonito né, Sugiro. Vai se esse mesmo!

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Um dia um japonês um brasileiro e um português estavam perdidos na floresta e foram encontrados por canibais, e o rei disse:

— Nós não vamos comer vocês se trouxerem uma fruta.

E os três foram pela floresta atrás de uma, chegou o japonês com uma maçã.

O rei disse:

— Eu vou enfiar a fruta na sua bunda, e se você gritar nós cortamos sua cabeça.

Ele enfiou e o japonês gritou, cortaram a cabeça e ele foi pro céu.

Aí o brasileiro chegou com uma cereja, enfiaram na bunda dele e ele deu risada, cortaram a cabeça e ele foi pro céu.

O japonês curioso perguntou:

— O brasileiro, por que você deu risada em vez de gritar?

— É porque eu vi o português chegando todo feliz com uma melancia!

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