Piadas de Joãozinho

A professora pergunta para a Mariazinha:

— Qual a capital de Sergipe?

Depois de pensar um pouquinho, ela responde:

— Não sei, professora!

E a professora:

— Eu vou lhe dar uma dica: uma parte do nome é uma coisa que a gente come.

Ela pensa mais um pouquinho.

— Já sei! Aracaju!

— Isso mesmo! Parabéns!

E o Joãozinho:

— Eu pensei que fosse Cuiabá, professora!

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A professora pergunta a Joãozinho, depois da aula:

— Joãozinho. Já que você se acha muito esperto, vou lhe fazer um desafio: qual é a coisa mais leve do mundo?

— O pinto professora — responde Joãozinho, sem pestanejar.

— O quê?

— Porque qualquer pensamento o levanta!

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O garotinho está num canto do pátio chorando muito até que e a professora vai dar uma força e diz:

— Não chore, Joãozinho! Sabe por quê?

— Não sei, não professora!

— Porque quando gente pequena chora muito acaba crescendo e ficando feia...

— Então professora quando a senhora era pequena deveria ser a maior chorona da turma, não é mesmo?

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No primeiro dia de aula, a professora pergunta aos alunos:

— Chiquinho, qual é a profissão da sua mãe?

— Empregada de escritório, professora.

— E sua mãe, Joãozinho, o que ela faz?

— A minha mãe? A minha mãe é substituta.

— Desculpa, não entendi, Joãozinho!

— Substituta! — repete Joãozinho.

— Essa profissão não existe, Joãozinho. Por favor, explica o que sua mãe faz!

— Bem, ela fica numa esquina, aí vêm uns senhores que lhe dão dinheiro, ela entra com eles para um quarto do Hotel e, passados uns quinze minutos, os senhores saem apertando o cinto da calça...

— Mas Joãozinho, diz a professora espantada, a sua mãe não é "substituta", é "prostituta"!

— Não, não! Puta é a minha tia que está doente. A minha mãe está cuidando do ponto dela...

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Joãozinho volta da aula de catecismo e pergunta para o pai:

— Pai, por que é que Jesus, quando ressuscitou, apareceu primeiro para as mulheres e não para os homens?

— Sei não, meu filho! Vai ver que é porque ele queria que a notícia se espalhasse mais depressa!

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Joãozinho estava saindo às pressas do hotel onde trabalhava como office-boy, quando ouve a voz da dona:

— Joãozinho, aonde você vai?

— Vou no puteiro, minha senhora! — Joãozinho responde.

— O quê? — indigna-se a dona do hotel. — Moleque mal-educado! Esse não é jeito de falar! Além do mais, você é menor e está em horário de serviço! Você fica aqui!

— Tudo bem, se a senhora mandar... — concorda Joãozinho — Mas então, o seu marido vai ter que ir pegar ele mesmo o guarda-chuva que ele esqueceu lá!

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Dois garotinhos no recreio:

— Onde está a sua mãe, Joãozinho?

— Ela caiu dentro de um poço na semana passada.

— Meu Deus do céu, que desgraça! E como ela está agora?

— Eu acho que ela está melhor porque desde ontem ela não grita mais!

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Joãozinho entrou no bar do Seu Jorge correndo e gritando:

— Seu Jorge! Seu Jorge! O senhor não sabe o que aconteceu com o seu filho!

— O que foi, garoto? — perguntou ele, aflito.

— Ele tava passando na frente da construção e caiu um saco de cimento bem na cabeça dele!

— Ai, meu Deus! — desesperou-se o dono do bar — Não é possível! Acho que eu vou ter um treco!

— Calma, Seu Jorge... Podia ser pior se o saco estivesse cheio!

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O professor de ciências explica:

— Uma vagina normal pode receber um pênis de até 20 centímetros, muito embora o tamanho médio de um pênis em estado de ereção mede cerca de 15 centímetros...

— Péra lá! — interrompe o Joãozinho. — Quer dizer que nessa cidade tem pelo menos 500 quilômetros de boceta mal aproveitada?

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O professor explicava aos alunos que as doenças podem ser transmitidas por animais e os aconselhava a não beijarem os bichos, principalmente os gatos.

— Quem aqui pode dar um exemplo?

— Eu, professor! — disse o Joãozinho, levantando a mão — A minha tia toda hora beijava o cachorrinho dela. E na boca!

— Que perigo! — disse o mestre — O que aconteceu com ela?

— Com ela nada, mas o cachorrinho morreu, coitado!

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