Piadas de Joãozinho

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Diferença entre Teoria e Prática

Joãozinho chega pro pai e pergunta:

— Papai, qual a diferença entre teoria e prática?

O pai responde:

— Pergunta assim para a sua mãe: Mãe você faria amor com uma pessoa se ela te pagasse um milhão de reais?

E lá se foi Joãozinho fazer a pergunta para sua mãe:

— Mamãe você faria amor com uma pessoa que te pagasse 1 milhão de reais?

E a mãe responde que sim.

Joãozinho voltou a conversar com seu pai e lhe falou a resposta que sua mãe tinha dado. Então o pai mandou Joãozinho fazer a mesma pergunta para a sua irmã. E lá se foi Joãozinho:

— Mana, você faria amor com alguém que lhe pagasse um milhão de reais?

A irmã responde:

— Mas é claro que sim!

Joãozinho voltou a conversar com seu pai, e após dar a resposta que sua irmã tivera dado ele tornou a perguntar qual é a diferença entre a teoria e a pratica. E o pai respondeu:

— Bom filho é o seguinte. Na teoria nós temos 2 milhões, já na prática, nós só temos duas putas dentro de casa.

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Verso ou Prosa

Um dia na escola a professora Marieta fala:

— Meus queridos aluninhos, hoje eu vou lhes ensinar o que é verso e o que é prosa. É bem simples, verso é aquilo que rima e prosa é aquilo que não rima.

Professora diz:

— Marquinho, fale-me um verso.

Marquinho diz:

— Em cima daquele morro, tem dois sacos de cimento, quando um bate no outro é sinal de casamento.

Professora diz:

— Agora você Joãozinho, fale-me um verso:

Joãozinho diz:

— Professora bonitinha, que se chama Marieta, a senhora tem cabelo...

A professora interrompe e diz:

— Não Joãozinho... mude tudo, agora eu quero prosa.

Joãozinho diz:

— Tudo bem... Professora bonitinha que se chama Marieta, a senhora tem cabelo no cu.

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Joãozinho e os Palavrões

Joãozinho falava tanta besteira na sala de aula que um dia a professora combinou com as garotas:

— A próxima vez que o Joãozinho falar besteira, vocês saem imediatamente da sala!

E no dia seguinte, logo no começo da aula a professora começou:

— Pedrinho, o que você vai ser quando crescer?

— Vou ser médico, professora! Para ajudar os doentes!

— Muito bem! E você, Marquinho?

— Vou ser advogado, professora!

— E você, Joãozinho?

— Quando crescer eu vou ser dono de um puteiro, professora!

Imediatamente as meninas começaram a sair da sala.

— Calma, calma aí suas putas! As vagas ainda não estão abertas!

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Relógio do Padre

Joãozinho fica vidrado no relógio do padre.

Pede, implora:

— Padre me dá esse relógio, me dá esse relógio!

Semanas, meses a fio. Não agüentando mais o aluguel, um dia o padre tira o relógio do pulso e dá pro Joãozinho. Dias depois a Mariazinha vem se confessar e diz:

— Padre, o Joãozinho quer que eu dê pra ele.

E o padre:

— Ih, minha filha, dá logo, que esse menino é chato pra burro.

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Frase do Urubu

A professora chega na classe e pede para os alunos fazerem uma frase com Urubu. Depois de um tempo ela começa a perguntar as freses,e começa pela Letícia:

— Qual foi sua frase Letícia?

E ela responde:

— O Urubu tem penas pretas e bonitas!

— Muito bem Letícia. — elogia a professora.

— E a sua Joãozinho? — ela pergunta.

E ele responde:

— Urubu tem pena no cu!

A professora fica muito brava e pede para ele fazer outra. E quando ela terminou de perguntar as frases dos outros alunos, pediu para ouvir a nova frase do Joãozinho.

E ele fala:

— O Urubu tem pena no pé, porque no cu a professora não quer.

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Trabalho sobre saúde

Joãozinho estava na escola e depois dos deveres a professora disse:

— Vai ter um trabalho de saúde para amanhã, tragam alguma coisa sobre saúde e eu vou perguntar algumas coisas sobre isso depois.

No dia seguinte Joãozinho chegou na escola e a professora mandou apresentarem os seus trabalhos:

— Mariazinha, o que você trouxe?

— Um bandeide.

— Pra que serve?

— Pra colocar no machucado.

— Quem te deu?

— Minha Mãe.

— O que ela disse?

— Que ia ser o melhor trabalho!

— Joãozinho o que você trouxe?

— Uma mascara de oxigênio.

— Pra que serve isso Joãozinho?

— Pra respirar a força!

— Quem te deu isso menino?

— Minha avó.

— O que ela disse?

— Ela disse: Devolve, peste!

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Primeira Vez do Joãozinho

Joãozinho, da 5° série, escreveu uma poesia para a aula de redação, chamada "A primeira vez". No início da aula a professora pede para que ele leia a poesia e ele inicia a leitura:

"O céu estava claro,
a lua quase dourada,
ali no campo eu e ela,
não se via mais nada.

A pele suave,
as ancas expostas,
eu tocando de leve,
o macio de suas costas.

Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio,
e decidi por as mãos,
no seu peito macio.

Eu sentia medo,
meu coração forte batia,
enquanto bem lentamente,
as firmes pernas abria.

Vitória! Eu consegui,
tudo então melhorou,
pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
e saio quase de maca,
foi assim a primeira vez
que eu tirei leite de vaca."

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Bom Dia

Todos os dia a professora chegava na sala de aula e dizia:

— Bom dia meus aluninhos...

Em seguida ouvia o coro:

— Bom dia professoraaaaêêêêê!

E todos os dias a rotina se seguia:

— Bom dia meus aluninhos!

— Bom dia professoraaaaaêêêêê!

Até que um dia a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos.

E o coro se seguiu:

— Bom dia professoraaaaaa!

Percebendo a diferença, a professora falou de novo:

— Bom dia meus aluninhos!

E ouviu novamente:

— Bom dia professoraaaaaa!

Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros alunos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos, ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos!

E somente o Joãozinho:

— Vai se fudêêêêêê!

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Pesquisa na Escola

Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:

Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:

— Biscreta.

A universitária disse:

Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:

— Pedrinho, pode me falar um substantivo?

— Sim, fessora, azurrr.

A universitária:

— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.

Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:

— Joãozinho, pode me dizer um verbo?

Joãozinho responde:

— Hospedar.

A universitária:

— Muito bem, você acertou.

E então a universitária, entusiasmada completa:

— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.

Joãozinho:

— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.

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Palavra com a Letra

Ao iniciar a aula a professora chama Mariazinha e pede que ela diga uma palavra que começa com a letra B.

O Joãozinho safado fala baixinho:

— Fala bunda, bundaaaa!

Mariazinha responde:

— Boneca professora. Muito bem Mariazinha!

Professora:

— Agora Juquinha, diga uma palavra que começa com a letra C.

E o Joãozinho safado:

— Fala cu, cuu!

Mas o Juquinha responde:

— Cachorro, professora!

— Muito bem Juquinha! Agora vou chamar o Joãozinho.

O pilantra morre de prazer, é agora!

— Joãozinho me diga uma palavra que começa com a letra A!

E o Joãozinho:

— A, a , a... Anão fessora, mas com um cacete deste tamanhooo!

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Mais Gosta

— Estava a professora, aquela bem angelical e pura, a dar aulas na sala em que o Joãozinho freqüentava, e perguntou ao próprio:

— Joãozinho, o que é que você mais gosta?

— Eu gosto de tu, professora, de tu!

A professora ficou toda comovida com a resposta do Joãozinho e disse:

— Joãozinho, pela tua resposta, que me deixou muito orgulhosa, vou lhe dar um refrigerante na hora do recreio, qual o seu refrigerante preferido?

— Eu gosto de Tota-Tola, professora!

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Qual o Medo?

A professora no final da aula pergunta para Mariazinha:

— Do que você tem medo Mariazinha?

A menina responde:

— Do lobisomem professora.

— E você Pedrinho?

— Do bicho-papão, fessora.

— E você Joãozinho?

— Do Malamen.

— Malamen? O que que é esse Malamen?

— Sabe fessora, todas as noites quando minha mãe está rezando ela fala: "E livrai-nos do Mal-amém".

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Menino Sem Orelhas

Certo dia o pai do Joãozinho chega mais cedo do trabalho e diz:

— Joãozinho, hoje o chefe do papai vai vir aqui em casa pra jantar com seu filho. Dependendo do resultado do jantar o papai pode até ser promovido, mas como eu te conheço moleque, vou te pedir pelo amor de Deus não me apronte nada!

Quando era umas oito horas a campainha tocou e o pai do Joãozinho foi atender a porta, quando ele olhou viu seu chefe e seu filho, mas o filhinho do chefe não tinha as duas orelhas!

Logo ele pensou: Meu Deus, quando o Joãozinho vir isto...

O pai do Joãozinho tentou disfarçar e pediu-lhe para entrar perguntando se estava tudo bem, se tinha pego transito, quando de repente o Joãozinho chega e olha aquilo e arregala aquele olhão!

O pai de Joãozinho tentando consertar a situação fala pra todos vamos jantar! Todos se sentam a mesa e o Joãozinho não para de olhar pro filho do chefe. O pai do Joãozinho percebendo as olhadas do Joãozinho da-lhe um pontapé por debaixo da mesa e olha feio pra ele, quando sem mais nem menos o Joãozinho olha pro chefe do seu pai e solta:

— Que Deus ilumine os olhos do seu filho!

Todos da mesa olham pro Joãozinho sem reação diante daquelas palavras tão bonitas. O pai do moleque sem orelhas olha pro Joãozinho com lágrimas nos olhos de emoção e diz:

— Nossa garoto, nunca ninguém disse algo sobre meu filho tão bonito pra mim, mas me diga uma coisa, por que, que Deus ilumine os olhos do meu filho? E então o Joãozinho responde:

— Ah, tio, porque se ele precisar usar óculos ele tá fudido!

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Cara de Cu

O Joãozinho tinha fama de ter a cara muito parecida com um cu. Todo dia quando andava na rua seus amiguinhos gritavam:

— Cara de cu!

Continuava sua caminhada e também recebia xingamentos dos adultos:

— Olha que menino com cara de cu!

Até que um dia o Joãozinho triste já caindo na depressão perguntou da sua mãe:

— Mãe, eu tenho cara de cu?

A Mãe toda protetora:

— Claro que não meu filho, você tem a carinha mais bonita do mundo... seu rosto é muito bonito meu filho... dê mais valor a ele!

Então Joãozinho todo feliz e alegre sai de sua casa e vai dar uma caminhada na rua, mostrando sua cara para todo mundo. Sai de nariz empinado pois estava muito feliz, não se considerava mais cara de cu.

De repente em sua caminhada ele vê um bueiro de esgoto que estava aberto e foi olhar pra ver se tinha alguém trabalhando. Joãozinho olha pra baixo e vê um operário. O trabalhador assustado fala:

— Ei menino não caga aí não!

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Joãozinho na Igreja

Certo dia a mãe de Joãozinho resolve levar ele e sua irmã Mariazinha a igreja. Chegando lá como de costume Joãozinho cai no sono.

Indignado com aquilo o padre resolve fazer uma pergunta pra que ele acorde:

— Oh meu filho qual o nome do filho de Deus? Mariazinha percebendo que seu irmão não havia acordado pega um alfinete e espeta a bunda de seu irmão, quando o mesmo acorda assustado e grita:

— Jesusssssss!

O padre satisfeito com a resposta volta a celebração

Daqui a algum tempo Joãozinho despenca no sono de novo e mais uma vez o padre vem fazer mais uma pergunta.

— Menino qual o nome o nome da mãe do filho de Deus?

Sua irmã prontamente lhe espeta mais uma vez. E esse levanta gritando:

— Mariazinhaaaaaaaaaaaaaaaa!

O padre aceita a resposta.

Daqui a pouco depois de ver Joãozinho cochilando mais uma vez o padre pergunta:

— Joãozinho o que Eva disse a Adão na primeira noite no paraíso?

Joãozinho esperto com sua irmã antes mesmo que ela pegasse o alfinete soltou:

— Se você enfiar esse negócio na minha bunda de novo eu te mato!

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Andando de Bicicleta

Chegou o Natal, Joãozinho estava radiante porque tinha acabado de ganhar uma bicicleta.

Ele esperou durante o ano todo aquele seu presente... Se comportou muito bem com os mais velhos, foi um bom aluno e finalmente conseguiu ganhar a sua desejada bicicleta. No dia seguinte, o garoto já começou a andar com o tão sonhado presente:

— Olha, papai... Sem uma mão!

— Cuidado, menino! Você nem sabe andar direito com as duas mãos e já quer andar sem uma?

— Olha só, papai... Sem as duas mãos!

— Cuidado, moleque, você vai se machucar!

De repente, escuta-se um barulho e então Joãozinho diz:

— Olha só, papai... Sem os dentes!

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A Loira e o Ventríloquo

Durante uma apresentação, um ventríloquo estava desfilando todo o seu repertório de piadas de loiras com o seu marionete, Joãozinho.

De repente, uma loira estonteante se levanta e começa um discurso:

- Já ouvi mais que o suficiente destas piadas denegrindo as loiras, seu idiota. O que o faz pensar que pode ridicularizar as mulheres desse jeito? O que tem a ver as características físicas de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São pessoas vis como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de atingir todo nosso potencial como pessoa. Por sua causa e por causa das pessoas do seu feitio, perpetua-se a discriminação, não só contra as loiras, mas contra todas as mulheres... tudo em nome desse humor mesquinho e de mau gosto!

Assustado e humilhado, o ventríloquo começou a se desculpar:

- Peço desculpas, minha senhora, não foi essa a minha intenção...

E a loira, em tom raivoso, interrompe:

- O senhor não se meta nesta conversa! Eu tô falando com esse moleque ridículo sentado aí no seu colo!

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Frase de Joãozinho

A professora no fim aula pede para que os alunos tragam para a próxima aula uma frase que contenha uma rima.

No outro dia pede para que os alunos leiam a frase e quando chega a vez de Joãozinho ele diz:

— Lá vai o canguru com uma flor no cu!

E a professora diz:

— Joãozinho, o que é isso? Pode refazer sua frase e nos apresente no final da aula.

E quando chega o final da aula a professora pede para ele ler a nova frase. E Joãozinho em alto e bom som fala:

— Lá vai o canguru com uma flor na bochecha, porque no cu a professora não deixa!

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Mãe, só tem uma!

A professora pediu a todos os alunos uma redação em homenagem ao dia das mães cujo tema era: "Mãe, só tem uma". No dia seguinte, todos os alunos haviam redigido seus trabalhos. A professora pediu então para que a Bia lesse sua redação.

— Ano passado eu estava brincando na pracinha quando caí e quebrei a minha perna. Minha mãe passou todos os dias cuidando de mim. Até faltou ao trabalho! Então fiquei boa logo. Mãe, só tem uma!

Então foi a vez de Vinícius ler a sua.

— Eu sempre tive muita dificuldade pra aprender. Tirava notas baixas e sempre ficava de recuperação. Mas aí minha mãe ficou me ensinando e me ajudando até que me tornei um dos melhores de minha turma!

Aí, claro, a vez de Joãozinho.

— Ontem tinha acabado de chegar em casa quando peguei minha mãe na cama com um cara. Ela se assustou mas disse: "Já que está aí, traga duas cervejinhas bem geladas!". Fui até a geladeira e vi que só tinha uma. Então gritei: "MÃE, SÓ TEM UMA!"

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Peludo

Uma professora em sala de aula começa a perguntar a seus alunos:

— Pedrinho, o que você vai ser quando crescer?

Pedrinho responde:

— Marinheiro.

E você Zezinho:

— Médico.

E você Chiquinho:

— Jogador de futebol.

E você Joãozinho:

— Eu quero ser peludo, professora.

— Peludo, muito peludo, peludão.

E a professora abismada pergunta:

— E porque você quer ser peludo, menino?

E o Joãozinho responde:

— Sabe que é professora, um pouquinho que minha irmã tem, ela sustenta todo mundo lá em casa.

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Preço dos Palavrões

Muito decepcionada com as atitudes do filho, Dona Antônia, uma mulher muito religiosa, foi pedir auxílio ao padre da paróquia que freqüentava.

— Ai, padre! Eu não sei mais o que eu faço com o meu Joãozinho! Ele anda falando muitos nomes feios!

— Hum... Acho que tenho uma solução, Dona Antônia! A senhora anota em um bloquinho todos os palavrões que ele disser e, no final do mês, faça ele doar para a igreja dez centavos por cada palavrão! Assim ele vai aprender a se controlar...

— Ótima idéia, padre! — disse ela, animada — Vou começar hoje mesmo!

E voltou para casa, confiante.

Um mês depois o padre foi até a casa dela e perguntou:

— Então, Dona Antônia? O garoto falou muitos nomes feios?

— Bastante, padre... Eu até já fiz as contas e deu nove reais e noventa centavos.

Então Joãozinho apareceu com cara de poucos amigos, tirou uma nota de dez reais da carteira e entregou ao padre, que disse:

— Muito bem... Mas infelizmente eu não tenho 10 centavos pra te dar de troco agora, Joãozinho...

— Ah, então o senhor vai tomar no cu e fica tudo certo!

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Professora Sacana

A professora metida a esperta, faz uma pergunta a um dos alunos:

— Zezinho você sabe qual é o animal que é muito pesado, tem um tromba enorme e na ponta da tromba tem um palito de dente?

Responde Zezinho:

— Que tem um palito de dente na ponta da tromba... não professora, o que é?

Professora:

— É o elefante! O palito de dente no final da tromba é só pra dificultar.

Professora pergunta para Mariazinha:

— Quem sabe qual é o animal que é peludo faz miau e tem uma caneta no nariz?

Mariazinha:

— Que tem uma caneta no nariz, não sei professora.

Professora:

— É o gato! A caneta no nariz é só para dificultar.

De repente a professora ouve uma voz no fundo da sala:

— Professora...

— Sim Joãozinho.

— Já que a senhora se diz tão esperta, me responde essa: O que é uma coisa comprida que é vermelha na ponta que tem duas bolas em baixo e que as mulheres adoram por na boca?

A professora espantada diz:

— Joãozinho já pra fora...

— Não me leve a mal, professora... é o batom!! As bolas em baixo são só pra dificultar...

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Coração com Pernas

No café da manhã, Joãozinho pergunta pra mãe:

— Manhê! Coração tem perna?

— Que é isso, menino? Ficou louco?

— Olha lá, hein mãe... Tem certeza que não tem?

— Claro, filho... Quem foi que falou isso pra você?

— Foi o papai!

— Eu? — interrompeu o pai, de boca cheia — Quando é que você me viu falando isso?

— Ontem à noite! Eu passei na frente do quarto da empregada e escutei o papai dizer: "Abre as pernas, coração!"

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A Irmã de Joãozinho

Mariazinha, a irmã mais velha do Joãozinho, estava tendo a sua primeira menstruação. Apavorada, sem saber a razão de todo aquele sangue, corre pelos corredores a procura do irmão.

— Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!

— Calma, calma, o que foi?

— Olha só! Estou sangrando! O que será isso Joãozinho?

Joãozinho sentiu-se embaraçado no primeiro momento, pensou um pouco. Usou toda a sua experiência de seus sete anos, levantou o vestido da irmã, abaixou a calcinha, analisou todas as possibilidades, e finalmente concluiu:

— Olha. Eu não entendo muito bem disso, mas acho que arrancaram o seu saco.

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Lição de Casa

Na aula de Ciências, a professora diz:

— Anotem a lição de casa, crianças. Vocês vão ter que pesquisar o habitat natural das 70 espécies de animais que estão na página 23, também vão ter que dizer qual o país de origem de cada animal, quais seus predadores, suas presas, seus costumes e fazer uma redação sobre cada um... falando em animais, Martinha, o que dão as ovelhas?

— Lã, professora.

— Muito bem! Pedrinho, o que dão as galinhas?

— Ovos, Fessora!

— Parabéns! Joãozinho, o que dão as vacas?

— Lição de casa!

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Bebês Gêmeos

A mãe de Joãozinho volta à casa da clínica onde teve gêmeos e é recebida por Joãozinho:

— Mamãe, mamãe! Eu contei para a professora que tive um irmãozinho e ela me liberou das últimas três horas de aula!

— E por que você não contou que eram dois irmãozinhos? — perguntou a mãe.

— Eu não sou trouxa, mãe! O outro irmãozinho eu reservei pra semana que vem!

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Aula de Religião

Na aula de religião, a freira pergunta aos meninos e meninas da turma:

— Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?

Uma menina levanta o braço e diz:

— As mãos, irmã.

— E por quê?

— Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.

Nisto, Joãozinho pede licença à professora e contesta:

— Não são as mãos não! São os pés!

— Os pés, Joãozinho? E por quê? — pergunta a freira.

— Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: "Meu Deus, meu Deus, estou indo... estou indo"... Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando, porque senão ela ia mesmo...