Piadas de Joãozinho

Na cama, completamente sem sono, Joãozinho grita para a mãe, na cozinha:

— Manhê! Me traz um copo d'água?

— Fica quieto e dorme, Joãozinho!

O garoto fica em silêncio por menos de um minuto.

— Manhê! — ele grita novamente — Me traz um copo d'água!

— Não enche, moleque! Vê se dorme!

— Ah, mãe... Eu tô com sede... Traz um copo d'água, vai?

— Joãozinho, Joãozinho! Se eu for aí eu vou te bater!

— Tá... Mas quando vier me bater, traz um copo d'água!

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Joãozinho chega em prantos da escola:

— Mamãe, mamãe!

— O que foi, meu filho?

— Os outros meninos... sniff... ficam me chamando de cabeção! Buuáááá...

— Não ligue para eles, meu filho! — consola a mãe.

— Mas é todo dia, mamãe! Não agüento mais!

— Então, por que você não bate neles?

— É que eles entram em umas ruas tão estreitas...

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Um grupo de alunos foi visitar o Jardim Zoológico. Quando chegaram na frente da jaula da hiena pararam curiosos para ouvir as explicações do mestre.

— Esta é a hiena — diz o professor — ela se alimenta de fezes dos outros animais, tem relações sexuais com o seu macho só uma vez por ano e ri o tempo todo. Alguém tem alguma dúvida?

— Eu tenho, professor — diz o Joãozinho, um pouco revoltado.

— Qual é a sua dúvida Joãozinho?

— É a seguinte, professor. Ela tem relações só uma vez por ano e ainda come merda... Então do que é que ri esta idiota?

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Na aula de português, a professora pede que os alunos façam um poema romântico como lição de casa. No dia seguinte, ela pergunta:

— Turma, alguém gostaria de ler o seu poema?

— Eu, professora! Eu!

— Você, Joãozinho? Tem certeza?

— Tenho, professora.

A professora fica desconfiada, mas pede que ele leia:

— Eu cavo, tu cavas, ele cava... Nós cavamos, vós cavais, eles...

— Pára tudo, Joãozinho! — diz a professora — Isso não é um poema romântico!

— É, pode não ser romântico — responde ele — Mas é bem profundo!

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O Joãozinho chega correndo pra mãe e deda:

— Mamãe, mamãe, a vovó quebrou o espelho do banheiro!

— Puxa, que desgraça!

— Desgraça por quê, mamãe? O espelho era muito caro?

— O espelho não é nada — comenta a mãe. — O problema é que ela vai ter sete anos de azar!

Pouco depois o pai chega em casa:

— Papai, papai, a vovó quebrou o espelho do banheiro! — denuncia o pivete.

— Puxa, que desgraça!

— Desgraça por quê, papai? O espelho era muito caro?

— O espelho não é nada — comenta o pai. — O duro vai ser aturar a velha no mínimo mais sete anos.

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Joãozinho estava brincando com seu arco e flecha, que tinha ganhado no Natal.

De repende ele soltou uma flecha que caiu no quintal da Dona Maria.

— Dona Maria — fala Joãozinho — posso pegar a flecha que caiu no seu quintal?

— Não, me fala onde que tá que eu pego!

— Er... Não, Dona Maria, deixa que eu pego.

— Fala onde que tá logo, menino, se não eu não pego mais.

— Tá bom, tá bom... Tá no seu gato!

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O Joãozinho passa diante da janela do padre, com um pão numa das mãos e a outra no bolso.

— Boa tarde, seu padre!

— Boa tarde, meu filho! Vejo que você está com a semente da vida em uma das mãos. E o que é que você tem na outra mão?

— É um pão, seu padre!

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A professora pediu que a classe fizesse uma redação sobre um tema muito comum para a cidade de Piraporinha do Sul: leite!

No dia da entrega das composições, a professora olha para os trabalho e se depara com a redação do Joãozinho:

— Ô Joãozinho, que historia é essa? Todos os seus colegas fizeram uma redação com mais de duas páginas sobre o leite e você não escreveu mais que cinco linhas?

O moleque, vira com o seu jeito traquinas de ser e fala:

— É que eu escrevi sobre o leite condensado, professora.

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Joãozinho toma banho com a irmã. Ao assistir ele brincar com o seu próprio "brinquedinho", ela reclama:

— Eu também quero mexer no seu brinquedinho!

— Nada disso! — responde ele, decidido. — Você quebrou o seu e vai acabar quebrando o meu também...

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Na sala de aula o maior silêncio quando, de repente, ouve-se a voz do Joãozinho:

— Puta que o pariu, mas que merda!

— O que é isso, Joãozinho? — adverte a professora. — Que modos são esses?

— Desculpe, professora! Mas é que eu estou com uma filha da puta de uma pulga dentro da porra da minha cueca e a lazarenta fica pulando toda a hora e isso me faz uma cócega do caralho!

— Joãozinho! Eu não admito que se fale palavrões!

— Ah é? Quero ver quando a senhora tiver com uma coceira na boceta!

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