Piadas de Joãozinho

Na aula de português, a professora pede que os alunos façam um poema romântico como lição de casa. No dia seguinte, ela pergunta:

— Turma, alguém gostaria de ler o seu poema?

— Eu, professora! Eu!

— Você, Joãozinho? Tem certeza?

— Tenho, professora.

A professora fica desconfiada, mas pede que ele leia:

— Eu cavo, tu cavas, ele cava... Nós cavamos, vós cavais, eles...

— Pára tudo, Joãozinho! — diz a professora — Isso não é um poema romântico!

— É, pode não ser romântico — responde ele — Mas é bem profundo!

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O Joãozinho chega correndo pra mãe e deda:

— Mamãe, mamãe, a vovó quebrou o espelho do banheiro!

— Puxa, que desgraça!

— Desgraça por quê, mamãe? O espelho era muito caro?

— O espelho não é nada — comenta a mãe. — O problema é que ela vai ter sete anos de azar!

Pouco depois o pai chega em casa:

— Papai, papai, a vovó quebrou o espelho do banheiro! — denuncia o pivete.

— Puxa, que desgraça!

— Desgraça por quê, papai? O espelho era muito caro?

— O espelho não é nada — comenta o pai. — O duro vai ser aturar a velha no mínimo mais sete anos.

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Joãozinho estava brincando com seu arco e flecha, que tinha ganhado no Natal.

De repende ele soltou uma flecha que caiu no quintal da Dona Maria.

— Dona Maria — fala Joãozinho — posso pegar a flecha que caiu no seu quintal?

— Não, me fala onde que tá que eu pego!

— Er... Não, Dona Maria, deixa que eu pego.

— Fala onde que tá logo, menino, se não eu não pego mais.

— Tá bom, tá bom... Tá no seu gato!

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Vendo o filho voltar da escola todo feliz, no primeiro dia de aula, a mãe diz:

— Joãozinho! Que bom ver você assim, feliz... Quer dizer então que você gostou de ir à escola?

— Pô, mãe! Se liga... Não confunde a ida com a volta, né?

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O Joãozinho passa diante da janela do padre, com um pão numa das mãos e a outra no bolso.

— Boa tarde, seu padre!

— Boa tarde, meu filho! Vejo que você está com a semente da vida em uma das mãos. E o que é que você tem na outra mão?

— É um pão, seu padre!

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A professora pediu que a classe fizesse uma redação sobre um tema muito comum para a cidade de Piraporinha do Sul: leite!

No dia da entrega das composições, a professora olha para os trabalho e se depara com a redação do Joãozinho:

— Ô Joãozinho, que historia é essa? Todos os seus colegas fizeram uma redação com mais de duas páginas sobre o leite e você não escreveu mais que cinco linhas?

O moleque, vira com o seu jeito traquinas de ser e fala:

— É que eu escrevi sobre o leite condensado, professora.

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Joãozinho toma banho com a irmã. Ao assistir ele brincar com o seu próprio "brinquedinho", ela reclama:

— Eu também quero mexer no seu brinquedinho!

— Nada disso! — responde ele, decidido. — Você quebrou o seu e vai acabar quebrando o meu também...

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Na sala de aula o maior silêncio quando, de repente, ouve-se a voz do Joãozinho:

— Puta que o pariu, mas que merda!

— O que é isso, Joãozinho? — adverte a professora. — Que modos são esses?

— Desculpe, professora! Mas é que eu estou com uma filha da puta de uma pulga dentro da porra da minha cueca e a lazarenta fica pulando toda a hora e isso me faz uma cócega do caralho!

— Joãozinho! Eu não admito que se fale palavrões!

— Ah é? Quero ver quando a senhora tiver com uma coceira na boceta!

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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

— O rei...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

— ... é forte...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

— e viril...

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

— Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

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Joãozinho vai com sua mãe ao shopping. Depois de caminharem um pouco, fica com vontade de ir ao banheiro e grita bem alto:

— Mãe, eu quero mijar!

A mãe, constrangida, leva Joãozinho ao banheiro. Quando ele sai, ela lhe diz:

— Meu filho, quando você sentir vontade de mijar, diga que quer cantar. Assim mamãe não passa vergonha, tá?

O menino, sem questionar, aceita o que a mãe lhe propõe. Então, toda vez que vão ao shopping, passa a dizer à mãe que quer cantar, quando quer que ela o leve ao banheiro.

Certo dia, Joãozinho vai passar um final de semana na casa do avô. Como o avô era viúvo, os dois dormiram juntos na mesma cama.

No meio da noite, ele levanta e acorda o vovô:

— Vô, eu quero cantar.

O vô, sem saber do que isso se tratava, responde:

— Não, Joãozinho, você vai acordar a vizinhança!

O menino deixa passa mais uns vinte minutos, e diz novamente:

— Vô, eu preciso cantar, vô!

O avô, novamente:

— Não, netinho, amanhã você acorda cedinho e canta pra todo mundo ouvir.

Passam-se mais cinco minutos e Joãozinho, não aguentando mais:

— Por favor, vô, deixa eu cantar, eu não aguento mais, vô, eu preciso cantar!

E o avô, já cansado das reclamações do neto:

— Tá bom, Joãozinho, então canta bem baixinho no meu ouvido.

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Na sala de aula, a professora pergunta:

— Alguém de vocês sabe quem é a pessoa mais rápida do mundo?

— É o Schumacher! — se arrisca Pedrinho.

— É o Rubinho! — diz Mariazinha.

Todos caem na gargalhada.

— Eu sei! — grita Joãozinho, com convicção — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!

— Sua tiiiiia? — pergunta a professora, espantada — Por quê?

— Quando ela sobe na balança ela vai de zero a cem em menos de um segundo!

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