Piadas de Joãozinho

Na sala de aula o maior silêncio quando, de repente, ouve-se a voz do Joãozinho:

— Puta que o pariu, mas que merda!

— O que é isso, Joãozinho? — adverte a professora. — Que modos são esses?

— Desculpe, professora! Mas é que eu estou com uma filha da puta de uma pulga dentro da porra da minha cueca e a lazarenta fica pulando toda a hora e isso me faz uma cócega do caralho!

— Joãozinho! Eu não admito que se fale palavrões!

— Ah é? Quero ver quando a senhora tiver com uma coceira na boceta!

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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

— O rei...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

— ... é forte...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

— e viril...

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

— Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

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Joãozinho vai com sua mãe ao shopping. Depois de caminharem um pouco, fica com vontade de ir ao banheiro e grita bem alto:

— Mãe, eu quero mijar!

A mãe, constrangida, leva Joãozinho ao banheiro. Quando ele sai, ela lhe diz:

— Meu filho, quando você sentir vontade de mijar, diga que quer cantar. Assim mamãe não passa vergonha, tá?

O menino, sem questionar, aceita o que a mãe lhe propõe. Então, toda vez que vão ao shopping, passa a dizer à mãe que quer cantar, quando quer que ela o leve ao banheiro.

Certo dia, Joãozinho vai passar um final de semana na casa do avô. Como o avô era viúvo, os dois dormiram juntos na mesma cama.

No meio da noite, ele levanta e acorda o vovô:

— Vô, eu quero cantar.

O vô, sem saber do que isso se tratava, responde:

— Não, Joãozinho, você vai acordar a vizinhança!

O menino deixa passa mais uns vinte minutos, e diz novamente:

— Vô, eu preciso cantar, vô!

O avô, novamente:

— Não, netinho, amanhã você acorda cedinho e canta pra todo mundo ouvir.

Passam-se mais cinco minutos e Joãozinho, não aguentando mais:

— Por favor, vô, deixa eu cantar, eu não aguento mais, vô, eu preciso cantar!

E o avô, já cansado das reclamações do neto:

— Tá bom, Joãozinho, então canta bem baixinho no meu ouvido.

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Na sala de aula, a professora pergunta:

— Alguém de vocês sabe quem é a pessoa mais rápida do mundo?

— É o Schumacher! — se arrisca Pedrinho.

— É o Rubinho! — diz Mariazinha.

Todos caem na gargalhada.

— Eu sei! — grita Joãozinho, com convicção — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!

— Sua tiiiiia? — pergunta a professora, espantada — Por quê?

— Quando ela sobe na balança ela vai de zero a cem em menos de um segundo!

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Naquela segunda-feira, os alunos entregam a redação que a professora havia encomendado no final de semana. Todo mundo entrega uma folhinha ou no máximo duas, somente o Joãozinho aparece com um calhamaço de papel encadernado.

— O que é isso, Joãozinho? — pergunta a professora.

— É a minha redação professora!

Cheia de curiosidade, a professora toma aquele enorme volume na mão. Abre a primeira página e lê: "A Grande Cavalgada". Vira a segunda: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc" e na terceira: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc" e na quarta: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc". E assim sucessivamente, ela vai lendo uma a uma, as páginas do livro e em todas as mesmas palavras "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc".

Até que ela chega à última página "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc... ôôôôôôôôôaaaaa".

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O Joãozinho pergunta ao pai como ele e sua irmã nasceram.

— Ah! Eu encontrei você dentro de um repolho e sua irmã dentro de um pé de alface!

Na mesma noite, Joãozinho passa pelo quarto dos pais e pega os dois em pleno ato. Ele dá uma piscadinha para o pai e diz:

— Aí, velhão! Cuidando da horta, hein!

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O Joãozinho, que sempre foi muito sapeca, estava com a corda toda naquele dia, na escola.

Num dado momento, ele joga um aviãozinho de papel na professora, que estava escrevendo no quadro negro.

Zangada, ele se vira para a classe e pergunta:

— Quem foi que começou com o avião?

Joãozinho, com cara de safado, responde:

— Foi Santos Dumont, professora!

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