Piadas de Joãozinho

Joãozinho vai com sua mãe ao shopping. Depois de caminharem um pouco, fica com vontade de ir ao banheiro e grita bem alto:

— Mãe, eu quero mijar!

A mãe, constrangida, leva Joãozinho ao banheiro. Quando ele sai, ela lhe diz:

— Meu filho, quando você sentir vontade de mijar, diga que quer cantar. Assim mamãe não passa vergonha, tá?

O menino, sem questionar, aceita o que a mãe lhe propõe. Então, toda vez que vão ao shopping, passa a dizer à mãe que quer cantar, quando quer que ela o leve ao banheiro.

Certo dia, Joãozinho vai passar um final de semana na casa do avô. Como o avô era viúvo, os dois dormiram juntos na mesma cama.

No meio da noite, ele levanta e acorda o vovô:

— Vô, eu quero cantar.

O vô, sem saber do que isso se tratava, responde:

— Não, Joãozinho, você vai acordar a vizinhança!

O menino deixa passa mais uns vinte minutos, e diz novamente:

— Vô, eu preciso cantar, vô!

O avô, novamente:

— Não, netinho, amanhã você acorda cedinho e canta pra todo mundo ouvir.

Passam-se mais cinco minutos e Joãozinho, não aguentando mais:

— Por favor, vô, deixa eu cantar, eu não aguento mais, vô, eu preciso cantar!

E o avô, já cansado das reclamações do neto:

— Tá bom, Joãozinho, então canta bem baixinho no meu ouvido.

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Na sala de aula, a professora pergunta:

— Alguém de vocês sabe quem é a pessoa mais rápida do mundo?

— É o Schumacher! — se arrisca Pedrinho.

— É o Rubinho! — diz Mariazinha.

Todos caem na gargalhada.

— Eu sei! — grita Joãozinho, com convicção — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!

— Sua tiiiiia? — pergunta a professora, espantada — Por quê?

— Quando ela sobe na balança ela vai de zero a cem em menos de um segundo!

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Naquela segunda-feira, os alunos entregam a redação que a professora havia encomendado no final de semana. Todo mundo entrega uma folhinha ou no máximo duas, somente o Joãozinho aparece com um calhamaço de papel encadernado.

— O que é isso, Joãozinho? — pergunta a professora.

— É a minha redação professora!

Cheia de curiosidade, a professora toma aquele enorme volume na mão. Abre a primeira página e lê: "A Grande Cavalgada". Vira a segunda: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc" e na terceira: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc" e na quarta: "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc". E assim sucessivamente, ela vai lendo uma a uma, as páginas do livro e em todas as mesmas palavras "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc".

Até que ela chega à última página "Cataplóc, Cataplóc, Cataplóc... ôôôôôôôôôaaaaa".

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O Joãozinho pergunta ao pai como ele e sua irmã nasceram.

— Ah! Eu encontrei você dentro de um repolho e sua irmã dentro de um pé de alface!

Na mesma noite, Joãozinho passa pelo quarto dos pais e pega os dois em pleno ato. Ele dá uma piscadinha para o pai e diz:

— Aí, velhão! Cuidando da horta, hein!

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O Joãozinho, que sempre foi muito sapeca, estava com a corda toda naquele dia, na escola.

Num dado momento, ele joga um aviãozinho de papel na professora, que estava escrevendo no quadro negro.

Zangada, ele se vira para a classe e pergunta:

— Quem foi que começou com o avião?

Joãozinho, com cara de safado, responde:

— Foi Santos Dumont, professora!

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Na sala de aula, pergunta a professora:

— Aninha, o que o seu pai faz?

— Meu pai é dentista, professora!

— Juquinha, e o seu pai?

— Médico, professora!

— Joãozinho, e o seu?

— Traficante, professora!

— Nooossssa! — reagiu a classe em uníssono.

Na hora do intervalo um amigo vira-se para Joãozinho e pergunta, indignado:

— Mas você não falou que o seu pai era deputado?

— Sim... mas é que tenho vergonha de dizer isso na frente de todo mundo!

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A professora ralhava com o Joãozinho:

— Joãozinho, a que distância você mora da escola?

— A dois quilômetros, professora!

— E a que horas você sai de casa?

— Às sete e quinze, professora!

— Então, se você tem quarenta e cinco minutos para percorrer apenas dois quilômetros, por que é que chega todo dia atrasado?

— É que tá cheio de placas escrito: "Devagar, Escola".

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Joãozinho, sempre ele, escreveu numa redação da escola: o gato não "cabeu" no buraco. A professora, de castigo, mandou-o escrever 20 vezes no quadro a palavra "coube".

Quando ele terminou, a professora contou as palavras e comentou:

— Mas você só escreveu "coube" 19 vezes, Joãozinho!

— É que a última já não "cabeu", professora!

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