Piadas de Joãozinho

Na semana da Independência, a professora pediu para que os alunos fossem à lousa e ilustrassem partes do Hino Nacional...

Ela disse:

— Mariazinha venha você, faça um desenho.

Mariazinha foi ao quadro negro e desenhou um berço com um bebê dentro. A professora pergunta:

— O que isso quer dizer Mariazinha?

Mariazinha entusiasmada responde: "deitado eternamente em berço esplêndido!"

Os colegas aplaudem Mariazinha e a professora se emociona com a criatividade da menina. Empolgada, decide chamar mais um aluno, agora um menino:

— Joãozinho, venha desenhar na lousa um trecho que você acha importante no Hino Nacional.

Joãozinho vai à lousa e desenha um menininho com um pênis enorme!

A professora desconcertada, o repreende severamente e pergunta:

— Me fala, moleque mal-educado, qual a relação entre o Hino Nacional, e o pênis enorme desse garoto?

Joãozinho se explica:

— Ué, professora: "gigante pela própria natureza!"

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Num baile beneficente do colégio, Joãozinho resolve tirar a irmã de uma das professoras para dançar.

— A senhorita poderia me dar o prazer desta dança? — convida ele, cheio de galanteios.

— Eu não danço com criança! — responde ela, secamente.

E ele, sem perder o rebolado:

— Mil perdões, eu não sabia que a senhora está grávida!

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O sujeito vai com a família toda para um safári, na África.

No final da primeira tarde, Joãozinho chega gritando esbaforido:

— Papai, papai! Uma onça picou a mamãe!

— Que é isso, Joãozinho? A onça não pica, quem pica é a cobra! A onça morde!

— Mas essa picou sim... picou a mamãe... em pedacinhos!

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Logo depois de se mudar, Joãozinho liga para o seu avô:

— Oi vô! Sabia que a gente já mudou pra casa nova?

— É mesmo? — interessa-se o avô — E aí, vocês estão gostando?

— É o maior barato! Tem um quarto só para mim e outro só para minha irmã. Só o coitado do papai é que tem que continuar dormindo com a mamãe!

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A escola leva os seus alunos até uma delegacia para que os alunos aprendam como a polícia trabalha.

Joãozinho vê um cartaz com várias fotos dos assaltantes mais procurados. Ele aponta para uma das fotos e pergunta ao policial:

— Esse bandido é realmente perigoso?

— É sim, filho — responde o guarda. — Os investigadores estão caçando-o já faz oito meses.

Joãozinho responde:

— Por que vocês não o prenderam quando tiraram a foto?

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Joãozinho chega em casa com uma tremenda dor de barriga. Corre para o banheiro, abre a gaveta de remédios, pega uns comprimidos e quando vai tomar, sua mãe grita:

— Menino, larga isso! Tira isso da boca! Esse remédio é do seu pai!

— Mas, mãe, esse remédio pode fazer minha diarreia passar... Toda noite eu escuto a senhora gritar com meu pai.

— Gritar o quê, Joãozinho?

— José, toma logo esse remédio pra ver se essa merda endurece!

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A Mariazinha chega chorando para a mãe:

— Manhê, o Joãozinho não quer deixar eu brincar na piscina...

A mãe vai ter com ele:

— O que é isso Joãozinho? Por que você não quer deixar a sua irmã brincar na piscina?

— Porque eu estou brincando de submarino!

— E daí?

— Ela não tem periscópio!

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A professora numa sala de escola estadual , onde haviam crianças de todas as classes sociais, ensinava o uso da expressão "é óbvio". Explicou, explicou, e então começou a pedir que os alunos dessem exemplos em voz alta para a classe:

Primeiro, Albert, menino rico da classe alta deu seu exemplo:

— Hoje, quando acordei, olhei para o estacionamento, e vi que apenas a BMW estava estacionada... então, "é óbvio" que papai foi trabalhar com a Ferrari...

Depois, foi a vez de Carlinhos, menino de classe media da cidade:

— Hoje na hora do almoço, vi que tinha apenas um ovo na frigideira, pensei: "é óbvio" que todo mundo já almoçou, só sobrou meu ovo...

Então, pra terminar, Joãozinho, que morava na favela, deu seu exemplo:

— Ontem de noite, depois que minha mãe acabo de cumê os bagaço das laranja que sobrô do almoço, ela pegô o jornal e foi pro banheiro. Aí eu pensei cumigo: "é óbvio" que ela vai cagá, ela num sabe lê...

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Joãozinho está passeando com a sua cachorrinha no parque, quando ela resolve fazer o seu xixi bem diante da porta de uma guarita.

Ao ver aquilo, o guarda fica furioso e adverte:

— A próxima vez que a sua cachorra fizer isso, vou meter o cacete nela!

E o Joãozinho:

— Legal, seu guarda! Eu sempre quis ter um cachorrinho policial!

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Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo que viu:

"Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que sua face começou a ficar vermelha.

O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração.

A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a viu, Suzana agarrou-a para impedir que fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia!

De repente, não sei porque, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda a deixou escapar. Nisso, o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a fugir. Ao ver isso, a Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles.

Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuaram a gemer e a se debater até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e, ao que parecia, haviam liquidado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. Suzana e o namorado estavam cansados da batalha, sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro.

Para animar a Suzana ele começou a beijá-la e, macacos me mordam se a enguia, que estava supostamente morta, não voltou a saltar. A luta começou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, têm sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de uns 35 minutos, acabaram finalmente por matar a desgraçada. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela."

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Aquele campo de nudismo estava cercado por um longo muro e não dava pra ver nada. Mas o Joãozinho, muito esperto, procurou, procurou até que achou um buraco naquele muro, por onde dava pra ver tudo que acontecia e ele ficava horas ali, só espiando.

Uma tarde, lá estava o Joãozinho de novo, espiando pelo buraco do muro, muito interessado. Nisso, chega o seu amigo e pergunta, morrendo de curiosidade:

— E aí? Conta tudo, o que é que você tá vendo?

Sem parar de espiar, Joãozinho responde:

— Gente, muita gente!

Seu amigo pergunta, impaciente:

— Tá, eu sei! Mas é homem ou mulher?

O Joãozinho já impaciente fala pro amigo:

— E como é que eu vou saber? Eles tão sem roupa!

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O garoto saía da escola atropelando os colegas, quando um monitor o abordou:

— Por que você está com tanta pressa, Joãozinho?

— É que acabei de receber o boletim e estou cheio de nota vermelha! Vou levar pra minha mãe e ela vai me dar umas boas palmadas!

— E você corre assim pra levar palmadas? — pergunta o monitor.

— É que se eu demorar, meu pai chega em casa e a mão dele é muito mais pesada!

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