Piadas de Joãozinho

A professora numa sala de escola estadual , onde haviam crianças de todas as classes sociais, ensinava o uso da expressão "é óbvio". Explicou, explicou, e então começou a pedir que os alunos dessem exemplos em voz alta para a classe:

Primeiro, Albert, menino rico da classe alta deu seu exemplo:

— Hoje, quando acordei, olhei para o estacionamento, e vi que apenas a BMW estava estacionada... então, "é óbvio" que papai foi trabalhar com a Ferrari...

Depois, foi a vez de Carlinhos, menino de classe media da cidade:

— Hoje na hora do almoço, vi que tinha apenas um ovo na frigideira, pensei: "é óbvio" que todo mundo já almoçou, só sobrou meu ovo...

Então, pra terminar, Joãozinho, que morava na favela, deu seu exemplo:

— Ontem de noite, depois que minha mãe acabo de cumê os bagaço das laranja que sobrô do almoço, ela pegô o jornal e foi pro banheiro. Aí eu pensei cumigo: "é óbvio" que ela vai cagá, ela num sabe lê...

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Joãozinho está passeando com a sua cachorrinha no parque, quando ela resolve fazer o seu xixi bem diante da porta de uma guarita.

Ao ver aquilo, o guarda fica furioso e adverte:

— A próxima vez que a sua cachorra fizer isso, vou meter o cacete nela!

E o Joãozinho:

— Legal, seu guarda! Eu sempre quis ter um cachorrinho policial!

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Joãozinho, depois de ter passado a noite vigiando a irmã que namorava no sofá da sala, conta para a mãe tudo que viu:

"Mãe, a Suzana e o namorado apagaram a maior parte das luzes e sentaram-se. Ele ficou perto dela e começou a abraçá-la. A Suzana deve ter começado a ficar doente visto que sua face começou a ficar vermelha.

O namorado deve ter percebido e colocou-lhe a mão por dentro da camisa para sentir o coração, demorando porém muito tempo a encontrá-lo. Penso que ele também começou a ficar doente, porque ambos começaram a arfar e a ficar sem respiração.

A outra mão dele também devia estar fria, porque ele meteu-a por baixo da saia da Suzana, que começou logo a escorregar para o fundo do sofá e a dizer que se sentia muito quente. Depois de algum tempo consegui ver o que estava realmente a provocar aquela doença: uma enguia enorme tinha saltado das calças dele, deveria ter uns 17 cm de comprimento. Assim que a viu, Suzana agarrou-a para impedir que fugisse. Disse então que era a maior que já tinha visto até aquele dia!

De repente, não sei porque, Suzana ficou brava e tentou matá-la comendo-lhe a cabeça, mas parece que não conseguiu e ainda a deixou escapar. Nisso, o namorado dela tirou um saco de plástico do bolso e enfiou a enguia dentro, para que ela não tornasse a fugir. Ao ver isso, a Suzana tentou ajudá-lo deitando-se de costas e prendendo a enguia entre as suas pernas enquanto o namorado deitava por cima dela. Nisso a enguia começou a se debater, mas eles, corajosamente, tentavam esmagá-la entre eles.

Suzana gemia, gritava e o namorado quase que virava o sofá de tanto esforço. Passado algum tempo, ambos continuaram a gemer e a se debater até que soltaram um grande suspiro de alívio. O namorado dela levantou-se e, ao que parecia, haviam liquidado a enguia. Eu sei que estava morta porque a vi dependurada. Suzana e o namorado estavam cansados da batalha, sentaram-se no sofá e começaram a confortar-se um ao outro.

Para animar a Suzana ele começou a beijá-la e, macacos me mordam se a enguia, que estava supostamente morta, não voltou a saltar. A luta começou novamente. Mãe, eu penso que as enguias são como os gatos, têm sete vidas ou mais! Desta vez a Suzana saltou para cima dele e tentou matar a enguia sentando-se nela. Depois de uma luta de uns 35 minutos, acabaram finalmente por matar a desgraçada. Eu sei que desta vez ela morreu, porque vi o namorado da Suzana esfolá-la e jogar a pele pela janela."

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Aquele campo de nudismo estava cercado por um longo muro e não dava pra ver nada. Mas o Joãozinho, muito esperto, procurou, procurou até que achou um buraco naquele muro, por onde dava pra ver tudo que acontecia e ele ficava horas ali, só espiando.

Uma tarde, lá estava o Joãozinho de novo, espiando pelo buraco do muro, muito interessado. Nisso, chega o seu amigo e pergunta, morrendo de curiosidade:

— E aí? Conta tudo, o que é que você tá vendo?

Sem parar de espiar, Joãozinho responde:

— Gente, muita gente!

Seu amigo pergunta, impaciente:

— Tá, eu sei! Mas é homem ou mulher?

O Joãozinho já impaciente fala pro amigo:

— E como é que eu vou saber? Eles tão sem roupa!

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O garoto saía da escola atropelando os colegas, quando um monitor o abordou:

— Por que você está com tanta pressa, Joãozinho?

— É que acabei de receber o boletim e estou cheio de nota vermelha! Vou levar pra minha mãe e ela vai me dar umas boas palmadas!

— E você corre assim pra levar palmadas? — pergunta o monitor.

— É que se eu demorar, meu pai chega em casa e a mão dele é muito mais pesada!

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Na escola, Joãozinho recebe seu boletim:

— Tá aqui, Joãozinho... Você foi muito mal esse ano, hein!

O garoto vê suas notas e começa a chorar, entra em prantos. A professora, não agüenta mais o menino chorando, e diz:

— Não chora, porque menino que chora fica feio quando cresce!

O moleque então responde:

— Ô fessora, a senhora deve ter sido uma péssima aluna, hein!

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Irritado com seus alunos, o professor lança um desafio.

— Aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar em pé.

Todo mundo continua sentado, no mais completo silêncio. Alguns minutos depois, Joãozinho levanta-se.

— Quer dizer que você se acha burro? — pergunta o professor, indignado.

— Bem, pra dizer a verdade, não! Mas fiquei com pena de ver o senhor aí, em pé, sozinho!

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A professora pergunta pra classe:

— Quem sabe me dizer qual é o menor inseto existente na face da Terra?

— Só pode ser piolho! — diz o Paulinho.

— Quase, Paulinho...

— Eu sei! Eu sei! — grita Joãozinho, lá do fundo da sala — É o Penumbis pumbis!

— Penumbis pumbis? — pergunta a professora, indignada — Que inseto é esse?

— Ahhh... É um bichinho que fica grudado nos pêlos do saco...

— Menino, você tá zoando comigo? De castigo! Você vai ter que fazer uma outra pesquisa em casa e trazer a resposta certa amanhã!

No dia seguinte,a professora pergunta:

— E então, Joãozinho? Trouxe a pesquisa?

— Trouxe sim, fessora...

— E qual é o menor inseto do mundo?

— É Xolonguis xong!

— Xolonguis xong? Isso não existe!

— Claro que existe, professora.

— Ah, é? E onde a gente encontra esse inseto?

— Ele fica grudado nos pêlos do saco do Penubis pumbis!

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É época dos exames finais e a professora mandou que os seus brilhantes alunos escrevessem uma redação, onde fossem tratados os seguintes temas: Monarquia, sexo, religião e mistério.

Joãozinho levanta a mão e diz que terminou. A professora sem acreditar pede que leia a sua redação.

Ele se levanta, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:

— Mandaram a rainha se foder. Meu Deus! Quem terá sido?

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