Piadas de Joãozinho

Os pais do Joãozinho descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de sete anos por algumas horas no domingo para fazerem sexo seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança. Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto eles se divertiam na cama:

— Tem um carro sendo guinchado aí na rua!

Um pouquinho depois:

— Tem uma ambulância parando lá na esquina!

Passados mais alguns minutos:

— Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!

E continuou:

— O Pedro ganhou uma bicicleta nova!

De repente o casal é surpreendido com a notícia:

— Os pais da Karina estão trepando!

Os dois pulam da cama e correm até a sacada.

— Você está vendo isso aí aonde? — pergunta o pai.

O garoto responde:

— Não! É que a Karina também tá sentadinha na varanda!

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Todo dia o Joãozinho chegava com alguma coisa nova na escola e os amiguinhos comentavam:

— Mochila nova, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

— Tenis novo, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

— Relógio novo, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

Até que um dia um amiguinho perguntou:

— Qual o nome da sua mãe, Joãozinho?

— Pátima...

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Joãozinho recebe a visita do seu detestável priminho, que está sempre contando vantagem.

— Essa noite eu tive um sonho maravilhoso — começa o primo, só por provocação.

— Ah, é? E que sonho foi esse?

— Eu sonhei que tinha sido convidado para o aniversário da Angélica. Só tinha ricaço! Estava cheio de guloseimas! Comi adoidado! É uma pena que você não estava lá!

E o Joãozinho, em tom humilde:

— Eu também tive um sonho legal esta noite.

— E o que foi que você sonhou?

— Eu sonhei que estava numa festa e de repente, duas mulheres lindíssimas me pegaram, me levaram para um quarto e nós nos divertimos a noite toda.

— Puxa, duas mulheres? Por que você não me chamou?

— Eu te chamei, mas a sua mãe me disse que você tinha ido no aniversário da Angélica!

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Joãozinho chega da escola e vai direto à geladeira pegar sorvete. Sua mãe entra na cozinha e dá uma bronca:

— Nada disso, Joãozinho. Isso não é hora de tomar sorvete. Está quase na hora do almoço. Vá lá fora brincar.

— Mas, mamãe, não tem ninguém para brincar comigo!

A mãe não entra no jogo dele e diz:

— Tá bom, então eu vou brincar com você. Do que é que nós vamos brincar?

— Quero brincar de papai e mamãe.

Tentando não mostrar surpresa, ela responde:

— Tá certo. O que é que eu devo fazer?

— Vá para seu quarto e deite-se.

Ainda pensando que vai ser bem fácil controlar a situação, a mãe sobe as escadas. Joãozinho vai até o quartinho, pega um velho chapéu do pai, encontra um toco de cigarro num cinzeiro e o coloca no canto da boca. Sobe as escadas e vai até o quarto da mãe.

A mãe levanta a cabeça e pergunta:

— E o que eu faço agora?

Com um jeito autoritário, Joãozinho diz:

— Desça e dê sorvete ao garoto!

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Joãozinho chega na sorveteria e vai logo perguntando:

— Seu Manoel, tem sorvete de azeitona?

— Não temos!

No dia seguinte, o menino está de volta:

— Seu Manoel, tem sorvete de azeitona?

— Já disse que não, menino! Onde já se viu sorvete de azeitona?

No outro dia, a cena se repete e assim por diante...

Até que um dia o Seu Manoel se enfeza:

— Tem sim!

E o garoto:

— Éééééééca!

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A professora chegou na sala de aula e logo começou a dizer o assunto que seria dado:

— Crianças, hoje nós vamos estudar os tempos verbais. Eu darei uma frase e algum de vocês vai me dizer em que tempo o verbo está, ok? A frase é: "Isso não devia ter acontecido." Em que tempo está?

Um certo garotinho, chamado Joãozinho, levantou a mão e respondeu:

— É preservativo imperfeito, professora!

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Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:

— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:

— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?

— Eu te aviso. — disse o pai.

E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

— Chegou, papai? Chegou?

No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

— Sabe o que é isto, Joãozinho?

— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!

— Exatamente, meu filho. É o colírio.

Que bom! — disse Joãozinho.

— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!

— Não. Hoje, não — disse o pai.

— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...

E Joãozinho disse meio conformado:

— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.

— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!

O pai disse:

— Não. Aprenda a esperar!

— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.

— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.

Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.

Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:

— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.

O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.

A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!

— Agora, papai. Agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.

— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

— Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda grita:

— Primeiro de Abril!

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Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova oral, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor. Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro, e o Diretor ficou em pé, atrás do menino. A professora pergunta:

— Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil? — Enquanto isso a professora derruba o lápis no chão, e abaixa-se para pegar.

Quando a professora se levanta, pergunta:

— E, então, Joãozinho o que ele disse?

— Hummm... peitinhos maravilhosos!

— Não é nada disso! Zero! — diz a professora, nervosa.

Joãozinho vira-se pro diretor:

— Pô, cara! Se não sabe... não sopra!

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Entretido no dever de casa Joãozinho perguntou a mãe:

— De onde eu vim?

— A cegonha trouxe você, meu filho — responde a mãe.

— De onde o pai veio? — é a pergunta seguinte.

— A cegonha também o trouxe. — diz a mãe.

— E o vô? — quer saber o menino.

— Ah, ele diz ter sido encontrado numa árvore.

O garoto assentiu e continuou fazendo o dever. Mais tarde, a mãe, intrigada, deu uma espiada no trabalho. Ele havia escrito:

"Reprodução humana.

Contrariando toda a lógica científica, descobri que a três gerações não existe atividade sexual nessa família".

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Na aula de Matemática, a professora pergunta:

— Havia três passarinhos no galho de uma árvore e você atira em um deles, quantos passarinhos ficam?

Joãozinho pensou e respondeu:

— Nenhum professora!

— Como nenhum, Joãozinho? Se tinha três e você matou um, logo ficaram dois.

— Não professora. É que com o barulho da arma, os outros dois voaram.

A professora pensou e disse:

— Tá aí, Joãozinho. Gostei da sua linha de raciocínio.

O Joãozinho não perdeu tempo e mandou:

— Professora, posso fazer uma pergunta, agora?

— Claro!

— Havia 3 mulheres tomando sorvete. A primeira estava mordendo o sorvete, a segunda o estava lambendo e a terceira o estava chupando. Qual das três era a casada?

A professora pensou, pensou e respondeu:

— A que estava chupando o sorvete.

— Não professora. A que tinha a aliança na mão esquerda! Mas gostei da sua linha de raciocínio...

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Durante o jantar Joãozinho pegou seu livro e começa a estudar.

Até que sua mãe o pergunta:

— Joãozinho o que você esta estudado?

Joãozinho o responde:

— Geografia, mãe!

E a mãe o pergunta:

— Então me diz onde fica a Inglaterra.

Joãozinho inspirado responde:

— Na página 83.

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Joãozinho, Pedrinho e Juquinha apostavam quem tinha uma memória melhor.

— Eu consigo me lembrar perfeitamente — gabava-se o Pedrinho — do tempo que a minha mãe me dava de mamar. Se eu fecho os olhos sou capaz de sentir o calor do seu peito.

— Isso não é nada — retrucou Juquinha. — Pois eu me lembro no dia em que eu nasci... Aquele túnel escuro e o médico me segurando pelas pernas.

— Isso não é nada — argumentou Joãozinho. — Eu me lembro de ter ido num piquenique com o meu pai e voltado com a minha mãe!

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No dia em que Joãozinho completava 11 anos, seu pai fez a seguinte pergunta:

— Meu filho, você sabe como nascem os bebês?

O menino, assustado, ficou pálido e respondeu:

— Não quero sabeeeeer!

E aos prantos, insistiu:

— Prometa que não vai me contar, pai...

O pai, confuso, coçando a cabeça, não se conforma:

— Mas por que você não quer saber, Joãozinho?

E o menino, soluçando:

— Porque quando eu fiz 6 anos me contaram que não existia coelhinho da Páscoa. Aos 8 anos descobri que não existem sereias, nem nem saci-pererê, nem fadas-madrinhas. E aos 10 anos percebi que Papai Noel é você. Se agora eu descobrir que os adultos não transam, não tenho razão para continuar vivendo!

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Joãozinho estava na porta do cinema querendo entrar para ver um filme impróprio, mas o guarda não deixava de jeito nenhum. Ele pede:

— Deixa eu entrar, seu guarda?

Ao que o guarda responde:

— Nem pensar! Já tá tarde e você é muito novo para assistir esse filme! Então Joãozinho anda para lá e para cá insistindo para entrar mas o guarda não deixa, até que ele começa a cuspir para cima e colocar sua cabeça embaixo. O guarda estranha sua atitude e pergunta:

— Porque você está fazendo isso, menino?

— Deixa eu entrar, que eu te conto!

— Nem pense nisso!

— Tá bom! Você é quem sabe!

E ele continuou a cuspir para cima e colocar a cabeça em baixo. O guarda insistiu:

— Por que você faz isso, menino?

— Deixa eu entrar que eu te conto!

— Pare com isso garoto! Você não vai entrar!

Ele ficou cuspindo para cima e colocando cabeça embaixo até que o guarda não aguentou mais e disse:

— Tá bom pode entrar, mas me diga logo porque está fazendo isso?

— Primeiro eu vou assistir o filme e depois eu conto!

Ao sair do cinema, o guarda chama Joãozinho:

— Ei volte aqui, agora já assistiu o filme, então me conte o seu segredo!

— É que ontem a noite eu ouvi minha mãe dizer para meu pai: "Cospe na cabeça que entra" e como o senhor pôde ver, seu guarda, realmente dá certo!

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— Você não sabe o que eu descobri! — disse Pedrinho empolgado — Todos os adultos têm um segredo e nós podemos nos aproveitar disso.

— Como assim? — perguntou Joãozinho.

— É só a gente chegar pra algum adulto e dizer: "Eu sei de toda a verdade". Pronto! Eles dão dinheiro pra gente, doces, qualquer coisa.

Joãozinho ficou muito empolgado com a idéia e foi pra casa. Encontrando a mãe, colocou o plano em prática:

— Mãe, eu sei de toda a verdade!

A mãe ficou atordoada, deu cinco reais ao garoto e disse:

— Pelo amor de Deus, não diz nada pro seu pai!

Joãozinho não via a hora do seu pai chegar do trabalho. Quando ele apareceu na porta, Joãozinho já foi dizendo:

— Eu sei de toda a verdade!

— Toma aqui dez reais, filho! Mas não conta nada pra sua mãe, tá?

Radiante com a possibilidade de ficar rico com essa tática, Joãozinho foi pra rua fazer fortuna. A primeira pessoa que ele viu foi o carteiro. E já foi logo dizendo:

— Eu sei de toda a verdade!

O carteiro deixou a bolsa cheia de cartas cair no chão, se ajoelhou e disse:

— Então dá um abraço aqui, filhão!

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