Piadas de Joãozinho

É época dos exames finais e a professora mandou que os seus brilhantes alunos escrevessem uma redação, onde fossem tratados os seguintes temas: Monarquia, sexo, religião e mistério.

Joãozinho levanta a mão e diz que terminou. A professora sem acreditar pede que leia a sua redação.

Ele se levanta, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:

— Mandaram a rainha se foder. Meu Deus! Quem terá sido?

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No meio da aula de matemática a professora vê que Joãozinho está distraído e resolve fazer uma pergunta:

— Joãozinho! Quantos ovos tem uma dúzia?

— Não sei, fessora!

— Muito bonito, né? Vê se presta mais atenção na aula!

— Pode deixar, fessora! Será que eu posso fazer uma pergunta pra senhora também?

— Pode! — responde ela, desconfiada — O que você quer saber?

— A senhora sabe quantas tetas tem uma porca?

— Não! — respondeu a professora, pensativa.

— Viu, fessora? A senhora me pegou pelos ovos e eu te peguei pelas tetas!

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O professor de português explica aos alunos o que é um trocadilho e pede que as crianças dêem exemplos para ver se entenderam a lição:

— Carlinhos, faça um trocadilho — diz o mestre.

— Na vida tudo passa, até uva-passa. — responde.

— Parabéns. Agora você Mariazinha, faça outro.

— Nós morremos apenas uma vez, a Alanis morre sete.

— Nota dez. Agora você, Joãozinho.

— Eu morava na ilha de Paquetá e agora me mudei pra Ilha do Governador.

— Mas Joãozinho, isso não é um trocadilho. — argumenta o professor.

— Pode não ser um trocadilho, professor, mas é uma troca d'ilha.

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Os pais do Joãozinho descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de sete anos por algumas horas no domingo para fazerem sexo seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança. Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto eles se divertiam na cama:

— Tem um carro sendo guinchado aí na rua!

Um pouquinho depois:

— Tem uma ambulância parando lá na esquina!

Passados mais alguns minutos:

— Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!

E continuou:

— O Pedro ganhou uma bicicleta nova!

De repente o casal é surpreendido com a notícia:

— Os pais da Karina estão trepando!

Os dois pulam da cama e correm até a sacada.

— Você está vendo isso aí aonde? — pergunta o pai.

O garoto responde:

— Não! É que a Karina também tá sentadinha na varanda!

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Todo dia o Joãozinho chegava com alguma coisa nova na escola e os amiguinhos comentavam:

— Mochila nova, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

— Tenis novo, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

— Relógio novo, Joãozinho?

— É, minha mãe pode!

Até que um dia um amiguinho perguntou:

— Qual o nome da sua mãe, Joãozinho?

— Pátima...

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Joãozinho recebe a visita do seu detestável priminho, que está sempre contando vantagem.

— Essa noite eu tive um sonho maravilhoso — começa o primo, só por provocação.

— Ah, é? E que sonho foi esse?

— Eu sonhei que tinha sido convidado para o aniversário da Angélica. Só tinha ricaço! Estava cheio de guloseimas! Comi adoidado! É uma pena que você não estava lá!

E o Joãozinho, em tom humilde:

— Eu também tive um sonho legal esta noite.

— E o que foi que você sonhou?

— Eu sonhei que estava numa festa e de repente, duas mulheres lindíssimas me pegaram, me levaram para um quarto e nós nos divertimos a noite toda.

— Puxa, duas mulheres? Por que você não me chamou?

— Eu te chamei, mas a sua mãe me disse que você tinha ido no aniversário da Angélica!

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Joãozinho chega da escola e vai direto à geladeira pegar sorvete. Sua mãe entra na cozinha e dá uma bronca:

— Nada disso, Joãozinho. Isso não é hora de tomar sorvete. Está quase na hora do almoço. Vá lá fora brincar.

— Mas, mamãe, não tem ninguém para brincar comigo!

A mãe não entra no jogo dele e diz:

— Tá bom, então eu vou brincar com você. Do que é que nós vamos brincar?

— Quero brincar de papai e mamãe.

Tentando não mostrar surpresa, ela responde:

— Tá certo. O que é que eu devo fazer?

— Vá para seu quarto e deite-se.

Ainda pensando que vai ser bem fácil controlar a situação, a mãe sobe as escadas. Joãozinho vai até o quartinho, pega um velho chapéu do pai, encontra um toco de cigarro num cinzeiro e o coloca no canto da boca. Sobe as escadas e vai até o quarto da mãe.

A mãe levanta a cabeça e pergunta:

— E o que eu faço agora?

Com um jeito autoritário, Joãozinho diz:

— Desça e dê sorvete ao garoto!

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Joãozinho chega na sorveteria e vai logo perguntando:

— Seu Manoel, tem sorvete de azeitona?

— Não temos!

No dia seguinte, o menino está de volta:

— Seu Manoel, tem sorvete de azeitona?

— Já disse que não, menino! Onde já se viu sorvete de azeitona?

No outro dia, a cena se repete e assim por diante...

Até que um dia o Seu Manoel se enfeza:

— Tem sim!

E o garoto:

— Éééééééca!

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A professora chegou na sala de aula e logo começou a dizer o assunto que seria dado:

— Crianças, hoje nós vamos estudar os tempos verbais. Eu darei uma frase e algum de vocês vai me dizer em que tempo o verbo está, ok? A frase é: "Isso não devia ter acontecido." Em que tempo está?

Um certo garotinho, chamado Joãozinho, levantou a mão e respondeu:

— É preservativo imperfeito, professora!

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Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:

— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:

— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?

— Eu te aviso. — disse o pai.

E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:

— Chegou, papai? Chegou?

No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.

— Sabe o que é isto, Joãozinho?

— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!

— Exatamente, meu filho. É o colírio.

Que bom! — disse Joãozinho.

— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!

— Não. Hoje, não — disse o pai.

— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...

E Joãozinho disse meio conformado:

— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.

E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.

— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!

O pai disse:

— Não. Aprenda a esperar!

— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.

— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.

Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.

Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:

— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.

O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.

A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!

— Agora, papai. Agora! O colírio.

O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.

— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.

— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!

O menino abriu os olhos e exclamou:

— Ué. Eu não estou enxergando nada!

E a família toda grita:

— Primeiro de Abril!

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Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova oral, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor. Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro, e o Diretor ficou em pé, atrás do menino. A professora pergunta:

— Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil? — Enquanto isso a professora derruba o lápis no chão, e abaixa-se para pegar.

Quando a professora se levanta, pergunta:

— E, então, Joãozinho o que ele disse?

— Hummm... peitinhos maravilhosos!

— Não é nada disso! Zero! — diz a professora, nervosa.

Joãozinho vira-se pro diretor:

— Pô, cara! Se não sabe... não sopra!

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