Piadas de Joãozinho

No recreio, Miguel vira para Joãozinho e diz:

— Meu pai é mais alto que o seu!

— Não é não.

— Claro que é. Ele é tão alto que sua cabeça rela nas nuvens.

E o Joãozinho:

— Ele sente algo macio?

— Sim.

— É o saco do meu pai!

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Joãozinho chega em casa e diz:

— Pai, tenho uma ótima notícia para você!

— O que é? — pergunta o pai.

— Você não me prometeu uma bicicleta se eu passasse de ano?

— Sim, meu filho!

— Então se deu bem. Economizou um dinheirão!

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No parque, Joãozinho pede dinheiro à sua mãe para dar a um velhinho. A mãe, sensibilizada, dá o dinheiro, mas pergunta ao filho:

— Para qual velhinho você vai dar o dinheiro, meu anjo?

— Para aquele ali que está gritando: "Olha a pipoca quentinha!"

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A professora de catequese pergunta:

— Quem quer ir para o Céu?

Todos levantam a mão, menos Joãozinho.

A professora de novo pergunta:

— Joãozinho, por que você não quer ir pro Céu?

Joãozinho responde:

— Não posso professora, minha mãe mandou eu ir direto pra casa depois da aula!

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Na aula de português, a professora de Joãozinho pediu que ele conjugasse o verbo andar. Ele conjuga:

— Eu ando... tu andas... ele anda... nós andamos... vós andais... eles andam.

A professora fala:

— Mais rápido Joãozinho!

Joãozinho conjuga novamente:

— Eu corro, tu corres, ele corre, nós corremos, vós correis, eles correm!

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Um professor de química queria alertar os alunos sobre o mal que as bebidas alcoólicas fazem e fez uma experiência em sala de aula, usando um copo de água, um copo de cerveja e dois vermes.

— Eu vou colocar um verme na água — disse ele, pegando um dos vermes — E vocês vão ver que nada vai acontecer.

Dito e feito. O verme caiu na água e ficou nadando tranqüilamente.

— Agora eu vou colocar um verme no copo de cerveja e ele vai morrer!

E jogou o outro verme no copo cheio de cerveja. Não deu outra. Em menos de um segundo o verme bateu as botas. Ficou parado, duro, no fundo do copo.

— Viram? — disse o professor, satisfeito com o resultado da experiência — E então? O que nós aprendemos depois de fazer esta experiência?

Joãozinho se levantou e disse, em voz alta:

— Aprendemos que bebendo muita cerveja nós ficamos livres dos vermes!

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O Joãozinho chega e começa a conversar com seu pai:

— Pai, eu estava andando pelo mato e vi uma cobra, mas nem me assustei, porque eu percebi que era filhote!

— E como você sabia disso, meu filho?

— É que ela estava o tempo todo brincando com um chocalho!

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Joãozinho chega à sala de aula com um enorme galo na cabeça. A professora pergunta:

— O que aconteceu, Joãozinho?

— Atiraram ervilhas em mim, professora!

— Mas como as ervilhas, tão pequeninas, conseguiram fazer um estrago tão grande?

— Elas ainda estavam enlatadas!

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Joãozinho chega pro pai e pergunta:

— Papai, qual a diferença entre teoria e prática?

O pai responde:

— Pergunta assim para a sua mãe: Mãe você faria amor com uma pessoa se ela te pagasse um milhão de reais?

E lá se foi Joãozinho fazer a pergunta para sua mãe:

— Mamãe você faria amor com uma pessoa que te pagasse 1 milhão de reais?

E a mãe responde que sim.

Joãozinho voltou a conversar com seu pai e lhe falou a resposta que sua mãe tinha dado. Então o pai mandou Joãozinho fazer a mesma pergunta para a sua irmã. E lá se foi Joãozinho:

— Mana, você faria amor com alguém que lhe pagasse um milhão de reais?

A irmã responde:

— Mas é claro que sim!

Joãozinho voltou a conversar com seu pai, e após dar a resposta que sua irmã tivera dado ele tornou a perguntar qual é a diferença entre a teoria e a pratica. E o pai respondeu:

— Bom filho é o seguinte. Na teoria nós temos 2 milhões, já na prática, nós só temos duas putas dentro de casa.

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Um dia na escola a professora Marieta fala:

— Meus queridos aluninhos, hoje eu vou lhes ensinar o que é verso e o que é prosa. É bem simples, verso é aquilo que rima e prosa é aquilo que não rima.

Professora diz:

— Marquinho, fale-me um verso.

Marquinho diz:

— Em cima daquele morro, tem dois sacos de cimento, quando um bate no outro é sinal de casamento.

Professora diz:

— Agora você Joãozinho, fale-me um verso:

Joãozinho diz:

— Professora bonitinha, que se chama Marieta, a senhora tem cabelo...

A professora interrompe e diz:

— Não Joãozinho... mude tudo, agora eu quero prosa.

Joãozinho diz:

— Tudo bem... Professora bonitinha que se chama Marieta, a senhora tem cabelo no cu.

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Joãozinho fica vidrado no relógio do padre.

Pede, implora:

— Padre me dá esse relógio, me dá esse relógio!

Semanas, meses a fio. Não agüentando mais o aluguel, um dia o padre tira o relógio do pulso e dá pro Joãozinho. Dias depois a Mariazinha vem se confessar e diz:

— Padre, o Joãozinho quer que eu dê pra ele.

E o padre:

— Ih, minha filha, dá logo, que esse menino é chato pra burro.

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Todos os dia a professora chegava na sala de aula e dizia:

— Bom dia meus aluninhos...

Em seguida ouvia o coro:

— Bom dia professoraaaaêêêêê!

E todos os dias a rotina se seguia:

— Bom dia meus aluninhos!

— Bom dia professoraaaaaêêêêê!

Até que um dia a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos.

E o coro se seguiu:

— Bom dia professoraaaaaa!

Percebendo a diferença, a professora falou de novo:

— Bom dia meus aluninhos!

E ouviu novamente:

— Bom dia professoraaaaaa!

Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros alunos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos, ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos!

E somente o Joãozinho:

— Vai se fudêêêêêê!

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Ao iniciar a aula a professora chama Mariazinha e pede que ela diga uma palavra que começa com a letra B.

O Joãozinho safado fala baixinho:

— Fala bunda, bundaaaa!

Mariazinha responde:

— Boneca professora. Muito bem Mariazinha!

Professora:

— Agora Juquinha, diga uma palavra que começa com a letra C.

E o Joãozinho safado:

— Fala cu, cuu!

Mas o Juquinha responde:

— Cachorro, professora!

— Muito bem Juquinha! Agora vou chamar o Joãozinho.

O pilantra morre de prazer, é agora!

— Joãozinho me diga uma palavra que começa com a letra A!

E o Joãozinho:

— A, a , a... Anão fessora, mas com um cacete deste tamanhooo!

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Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:

Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:

— Biscreta.

A universitária disse:

Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:

— Pedrinho, pode me falar um substantivo?

— Sim, fessora, azurrr.

A universitária:

— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.

Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:

— Joãozinho, pode me dizer um verbo?

Joãozinho responde:

— Hospedar.

A universitária:

— Muito bem, você acertou.

E então a universitária, entusiasmada completa:

— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.

Joãozinho:

— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.

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Joãozinho, da 5° série, escreveu uma poesia para a aula de redação, chamada "A primeira vez". No início da aula a professora pede para que ele leia a poesia e ele inicia a leitura:

"O céu estava claro,
a lua quase dourada,
ali no campo eu e ela,
não se via mais nada.

A pele suave,
as ancas expostas,
eu tocando de leve,
o macio de suas costas.

Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio,
e decidi por as mãos,
no seu peito macio.

Eu sentia medo,
meu coração forte batia,
enquanto bem lentamente,
as firmes pernas abria.

Vitória! Eu consegui,
tudo então melhorou,
pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
e saio quase de maca,
foi assim a primeira vez
que eu tirei leite de vaca."

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